<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7409923550884140720</id><updated>2011-11-27T16:48:31.280-08:00</updated><title type='text'>Sistemas de Informação</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7409923550884140720/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Marcos Antonio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00790137305803302232</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>71</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7409923550884140720.post-7557521407510456286</id><published>2009-07-23T06:39:00.000-07:00</published><updated>2009-07-23T06:48:56.366-07:00</updated><title type='text'>História da Google</title><content type='html'>&lt;h1 id="firstHeading" class="firstHeading"&gt;Google&lt;/h1&gt;&lt;b&gt;Google Inc.&lt;/b&gt;é uma empresa desenvolvedora de serviços online, sediada nos &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Estados_Unidos_da_Am%C3%A9rica" title="Estados Unidos da América" class="mw-redirect"&gt;Estados Unidos&lt;/a&gt;. Seu primeiro serviço foi o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Google_Search" title="Google Search"&gt;Google Search&lt;/a&gt;, hoje o serviço de busca mais usado no mundo, que foi criado a partir de um projeto de doutorado dos então estudantes &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Larry_Page" title="Larry Page"&gt;Larry Page&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sergey_Brin" title="Sergey Brin"&gt;Sergey Brin&lt;/a&gt; da &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Universidade_de_Stanford" title="Universidade de Stanford"&gt;Universidade de Stanford&lt;/a&gt; em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1996" title="1996"&gt;1996&lt;/a&gt;. Este projeto, chamado de &lt;b&gt;Backrub&lt;/b&gt;, surgiu devido à frustração dos seus criadores com os sites de busca da época e teve por objetivo construir um site de busca mais avançado, rápido e com maior qualidade de ligações. Brin e Page conseguiram seu objetivo e, além disso, apresentaram um sistema com grande relevância às respostas e um ambiente extremamente simples. Uma das propostas dos criadores do Google era ter uma publicidade discreta e bem dirigida para que o utilizador perca o menor tempo possível, sem distrações. &lt;p&gt;O Google, hoje, fornece dezenas de outros serviços online, em sua maioria gratuitos, que incluem serviço de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/E-mail" title="E-mail"&gt;e-mail&lt;/a&gt;, edição e compartilhamento de documentos e planilhas, rede social, comunicação instantânea, tradução, compartilhamento de fotos e vídeos, entre outros; assim como ferramentas de pesquisa especializada, que inclui, entre outras coisas, notícias, imagens, vídeos e artigos acadêmicos. A maior parte das receitas da Google provêm do serviço &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Google_AdSense" title="Google AdSense" class="mw-redirect"&gt;Google AdSense&lt;/a&gt;, que é voltado para a publicidade online, por meio de links patrocinados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;é uma empresa desenvolvedora de serviços online, sediada nos &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Estados_Unidos_da_Am%C3%A9rica" title="Estados Unidos da América" class="mw-redirect"&gt;Estados Unidos&lt;/a&gt;. Seu primeiro serviço foi o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Google_Search" title="Google Search"&gt;Google Search&lt;/a&gt;, hoje o serviço de busca mais usado no mundo, que foi criado a partir de um projeto de doutorado dos então estudantes &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Larry_Page" title="Larry Page"&gt;Larry Page&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sergey_Brin" title="Sergey Brin"&gt;Sergey Brin&lt;/a&gt; da &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Universidade_de_Stanford" title="Universidade de Stanford"&gt;Universidade de Stanford&lt;/a&gt; em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1996" title="1996"&gt;1996&lt;/a&gt;. Este projeto, chamado de &lt;b&gt;Backrub&lt;/b&gt;, surgiu devido à frustração dos seus criadores com os sites de busca da época e teve por objetivo construir um site de busca mais avançado, rápido e com maior qualidade de ligações. Brin e Page conseguiram seu objetivo e, além disso, apresentaram um sistema com grande relevância às respostas e um ambiente extremamente simples. Uma das propostas dos criadores do Google era ter uma publicidade discreta e bem dirigida para que o utilizador perca o menor tempo possível, sem distrações. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Google, hoje, fornece dezenas de outros serviços online, em sua maioria gratuitos, que incluem serviço de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/E-mail" title="E-mail"&gt;e-mail&lt;/a&gt;, edição e compartilhamento de documentos e planilhas, rede social, comunicação instantânea, tradução, compartilhamento de fotos e vídeos, entre outros; assim como ferramentas de pesquisa especializada, que inclui, entre outras coisas, notícias, imagens, vídeos e artigos acadêmicos. A maior parte das receitas da Google provêm do serviço &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Google_AdSense" title="Google AdSense" class="mw-redirect"&gt;Google AdSense&lt;/a&gt;, que é voltado para a publicidade online, por meio de links patrocinados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;é uma empresa desenvolvedora de serviços online, sediada nos &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Estados_Unidos_da_Am%C3%A9rica" title="Estados Unidos da América" class="mw-redirect"&gt;Estados Unidos&lt;/a&gt;. Seu primeiro serviço foi o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Google_Search" title="Google Search"&gt;Google Search&lt;/a&gt;, hoje o serviço de busca mais usado no mundo, que foi criado a partir de um projeto de doutorado dos então estudantes &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Larry_Page" title="Larry Page"&gt;Larry Page&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sergey_Brin" title="Sergey Brin"&gt;Sergey Brin&lt;/a&gt; da &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Universidade_de_Stanford" title="Universidade de Stanford"&gt;Universidade de Stanford&lt;/a&gt; em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1996" title="1996"&gt;1996&lt;/a&gt;. Este projeto, chamado de &lt;b&gt;Backrub&lt;/b&gt;, surgiu devido à frustração dos seus criadores com os sites de busca da época e teve por objetivo construir um site de busca mais avançado, rápido e com maior qualidade de ligações. Brin e Page conseguiram seu objetivo e, além disso, apresentaram um sistema com grande relevância às respostas e um ambiente extremamente simples. Uma das propostas dos criadores do Google era ter uma publicidade discreta e bem dirigida para que o utilizador perca o menor tempo possível, sem distrações. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Google, hoje, fornece dezenas de outros serviços online, em sua maioria gratuitos, que incluem serviço de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/E-mail" title="E-mail"&gt;e-mail&lt;/a&gt;, edição e compartilhamento de documentos e planilhas, rede social, comunicação instantânea, tradução, compartilhamento de fotos e vídeos, entre outros; assim como ferramentas de pesquisa especializada, que inclui, entre outras coisas, notícias, imagens, vídeos e artigos acadêmicos. A maior parte das receitas da Google provêm do serviço &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Google_AdSense" title="Google AdSense" class="mw-redirect"&gt;Google AdSense&lt;/a&gt;, que é voltado para a publicidade online, por meio de links patrocinados.&lt;/p&gt;&lt;h2&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;A escolha do nome&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;O nome &lt;b&gt;Google&lt;/b&gt; foi escolhido devido a expressão &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Googol" title="Googol"&gt;googol&lt;/a&gt;, que representa o número 1 seguido de 100 zeros, para demonstrar assim a imensidão da &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Web" title="Web" class="mw-redirect"&gt;Web&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A expressão &lt;i&gt;googol&lt;/i&gt; surgiu de um fato um tanto curioso. O matemático &lt;b&gt;Edward Kasner&lt;/b&gt; questionou o seu sobrinho de 8 anos sobre a forma como ele descreveria um número grande - um número realmente grande: o maior número que ele imaginasse. O pequeno &lt;b&gt;Milton Sirotta&lt;/b&gt; emitiu um som de resposta que Kasner traduziu por "googol". Mais tarde, Kasner definiu um número ainda maior: o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Googol" title="Googol"&gt;googolplex&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Segundo o documentário do Biography Channel sobre os criadores do Google, quando o primeiro investidor da empresa passou um cheque de 100 mil dólares perguntou a que ordem o devia passar. Brin e Page disseram que estavam a pensar dar o nome de "Googol" à empresa, mas o empresário, possivelmente por ignorância, escreveu "Google", obrigando, assim, a que a empresa tivesse este nome.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;Veja os derivados do nome googol:&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;i&gt;Googolplex&lt;/i&gt;: é o nome do conjunto de construções de trabalho e moradia do Google, em Mountain View &lt;i&gt;(&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Googleplex" title="Googleplex"&gt;Googleplex&lt;/a&gt;)&lt;/i&gt; - &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Calif%C3%B3rnia" title="Califórnia"&gt;Califórnia&lt;/a&gt;. Este termo também vem da matemática e é algo como &lt;img class="tex" alt="10^{10^{100}}" src="http://upload.wikimedia.org/math/c/d/d/cddab32ac358ead4f4ed3ec82489a8a8.png" /&gt;, que seria &lt;i&gt;10 elevado a (10 elevado a 100)&lt;/i&gt; ou &lt;i&gt;10 elevado a googol&lt;/i&gt;.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;i&gt;Googolduplex&lt;/i&gt;: como quando alguém se refere a um dos complexos de moradia do Google; Este termo, voltando à matemática, se refere a &lt;img class="tex" alt="10^{10^{10^{100}}}" src="http://upload.wikimedia.org/math/6/6/c/66c7ac6cca46167a5c692e3fb3ce9fec.png" /&gt;, ou &lt;i&gt;10 elevado a (10 elevado a (10 elevado 100))&lt;/i&gt;, ou mesmo &lt;i&gt;10 elevado a googolplex&lt;/i&gt;.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;Curiosidades&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;O sucesso do buscador tornou as &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/A%C3%A7%C3%A3o_%28bolsa_de_valores%29" title="Ação (bolsa de valores)" class="mw-redirect"&gt;ações&lt;/a&gt; da empresa uma das mais valorizadas e rentáveis nas &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bolsa_de_valores" title="Bolsa de valores"&gt;bolsas&lt;/a&gt; norte-americanas, em alta contínua desde sua disponibilização ao público &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Investimento" title="Investimento"&gt;investidor&lt;/a&gt;. No segundo &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Semestre" title="Semestre"&gt;semestre&lt;/a&gt; de 2007, as &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/A%C3%A7%C3%A3o_%28bolsa_de_valores%29" title="Ação (bolsa de valores)" class="mw-redirect"&gt;ações ordinárias&lt;/a&gt; da Google estavam cotadas a US$650 cada.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O domínio &lt;i&gt;www.google.com&lt;/i&gt; foi registrado um ano antes da fundação da empresa, mais exatamente no dia &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/15_de_setembro" title="15 de setembro"&gt;15 de setembro&lt;/a&gt; de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1997" title="1997"&gt;1997&lt;/a&gt;, por uma empresa especializada em registro de marcas, a Mark Monitor Inc..&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;Atuais serviços do Google&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Google_Search" title="Google Search"&gt;Google Search&lt;/a&gt; - Ferramenta de busca universal &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Google_Images" title="Google Images" class="mw-redirect"&gt;Google Images&lt;/a&gt; - Busca de imagens&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Google_News" title="Google News"&gt;Google News&lt;/a&gt; - Busca de notícias&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Google_Code_Search" title="Google Code Search"&gt;Google Code Search&lt;/a&gt; - Busca de aplicativos de código aberto&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Google_Scholar" title="Google Scholar"&gt;Google Scholar&lt;/a&gt; - Busca de artigos acadêmicos&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Google_Health" title="Google Health"&gt;Google Health&lt;/a&gt; - Busca de artigos na área da saúde&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Google_Microsoft_Search" title="Google Microsoft Search" class="mw-redirect"&gt;Google Microsoft Search&lt;/a&gt; - Busca de conteúdo produzido para Windows&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Google_Mac_Search" title="Google Mac Search" class="mw-redirect"&gt;Google Mac Search&lt;/a&gt; - Busca de conteúdo produzido para Mac&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Google_Linux_Search" title="Google Linux Search" class="mw-redirect"&gt;Google Linux Search&lt;/a&gt; - Busca de conteúdo produzido para Linux&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Google_BSD_Search" title="Google BSD Search" class="mw-redirect"&gt;Google BSD Search&lt;/a&gt; - Busca de conteúdo produzido para BSD&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Google_Docs" title="Google Docs"&gt;Google Docs&lt;/a&gt; - Pacote de aplicativos online. Inclui editores e compartilhadores de texto, planilha e apresentação.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/IGoogle" title="IGoogle"&gt;iGoogle&lt;/a&gt; - Portal de conteúdo com widgets e miniaplicativos personalizáveis.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Google_Product_Search" title="Google Product Search"&gt;Google Product Search&lt;/a&gt; - Pesquisa e comparação de preços.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Google_Answers" title="Google Answers"&gt;Google Answers&lt;/a&gt; - Serviço no qual é possível lançar uma pergunta sobre um assunto qualquer e obter respostas de outros usuários.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Google_Groups" title="Google Groups" class="mw-redirect"&gt;Google Groups&lt;/a&gt; - Aplicativo para postagem e leitura em grupos de notícias &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Usenet" title="Usenet"&gt;Usenet&lt;/a&gt;.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Orkut" title="Orkut"&gt;Orkut&lt;/a&gt; - Rede social, com diversos tipos de recursos de comunicação, compartilhamento e pesquisa de pessoas.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/YouTube" title="YouTube"&gt;YouTube&lt;/a&gt; - Repositório de vídeos.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Blogger" title="Blogger"&gt;Blogger&lt;/a&gt; - Ferramenta para construção de blogs.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Google_Calendar" title="Google Calendar" class="mw-redirect"&gt;Google Calendar&lt;/a&gt; - Agenda eletrônica online.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gmail" title="Gmail"&gt;Gmail&lt;/a&gt; - Serviço de correio eletrônico.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Picasa_Web&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Picasa Web (página não existe)"&gt;Picasa Web&lt;/a&gt; - Compartilhamento de fotos.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Google_Maps" title="Google Maps"&gt;Google Maps&lt;/a&gt; - Visualizador de mapas e traçador de rotas com imagens reais detalhadas, para o mundo todo.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Google_Pages&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Google Pages (página não existe)"&gt;Google Pages&lt;/a&gt; - Serviço de desenvolvimento e hospedagem de páginas Web.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Google_Code" title="Google Code"&gt;Google Code&lt;/a&gt; - Repositório de aplicativos de código aberto.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Google_Reader" title="Google Reader"&gt;Google Reader&lt;/a&gt; - Aplicação para leitura de feeds &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/RSS" title="RSS"&gt;RSS&lt;/a&gt;.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Google_Translate" title="Google Translate"&gt;Google Translate&lt;/a&gt; - Serviço de tradução de textos e sites da Internet.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Google_Voice&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Google Voice (página não existe)"&gt;Google Voice&lt;/a&gt; - Serviço telefônico que reúne todos seus números telefônicos em um único. Além disso, os SMS e mensagens de caixa postal ficam em uma Inbox como no Gmail.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;h3&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;Serviços online comerciais&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Google_Apps" title="Google Apps"&gt;Google Apps&lt;/a&gt; - Suíte de ferramentas corporativas para compartilhamento de documentos.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Google_AdSense" title="Google AdSense" class="mw-redirect"&gt;Google AdSense&lt;/a&gt; - Publicidade online, através de links patrocinados.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Fonte Wikipedia a Enciclopedia Livre&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7409923550884140720-7557521407510456286?l=sistemasdeinformacao4e.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/feeds/7557521407510456286/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/2009/07/historia-da-google.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7409923550884140720/posts/default/7557521407510456286'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7409923550884140720/posts/default/7557521407510456286'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/2009/07/historia-da-google.html' title='História da Google'/><author><name>Marcos Antonio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00790137305803302232</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7409923550884140720.post-1819525600844261055</id><published>2009-06-08T12:23:00.001-07:00</published><updated>2009-06-08T12:23:45.677-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7409923550884140720-1819525600844261055?l=sistemasdeinformacao4e.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/feeds/1819525600844261055/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/2009/06/blog-post.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' 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Software&lt;/a&gt;, o que inclui não só o programa de computador propriamente dito, mas também manuais, especificações, planos de teste, etc.&lt;/p&gt;&lt;h2&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;Software como Programa de Computador&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt; &lt;p&gt;Um programa de computador é composto por uma seqüência de instruções, que é interpretada e executada por um &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Processador" title="Processador"&gt;processador&lt;/a&gt; ou por uma &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A1quina_virtual" title="Máquina virtual"&gt;máquina virtual&lt;/a&gt;. Em um programa correto e funcional, essa sequência segue padrões específicos que resultam em um comportamento desejado.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Um programa pode ser executado por qualquer dispositivo capaz de interpretar e executar as instruções de que é formado.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Quando um &lt;i&gt;software&lt;/i&gt; está representado como instruções que podem ser executadas diretamente por um &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Processador" title="Processador"&gt;processador&lt;/a&gt; dizemos que está escrito em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Linguagem_de_m%C3%A1quina" title="Linguagem de máquina" class="mw-redirect"&gt;linguagem de máquina&lt;/a&gt;. A execução de um software também pode ser intermediada por um programa interpretador, responsável por interpretar e executar cada uma de suas instruções. Uma categoria especial e notável de interpretadores são as &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A1quina_virtual" title="Máquina virtual"&gt;máquinas virtuais&lt;/a&gt;, como a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/JVM" title="JVM" class="mw-redirect"&gt;JVM&lt;/a&gt; (Máquina Virtual Java), que simulam um &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Computador" title="Computador"&gt;computador&lt;/a&gt; inteiro, real ou imaginado.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O dispositivo mais conhecido que dispõe de um &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Processador" title="Processador"&gt;processador&lt;/a&gt; é o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Computador" title="Computador"&gt;computador&lt;/a&gt;. Atualmente, com o barateamento dos &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Microprocessador" title="Microprocessador"&gt;microprocessadores&lt;/a&gt;, existem outras máquinas programáveis, como &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Telefone_celular" title="Telefone celular"&gt;telefone celular&lt;/a&gt;, máquinas de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Automa%C3%A7%C3%A3o_industrial" title="Automação industrial"&gt;automação industrial&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Calculadora" title="Calculadora"&gt;calculadora&lt;/a&gt;, etc.&lt;/p&gt;&lt;h2&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;A Construção de um programa de computador&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt; &lt;p&gt;Um programa é um conjunto de instruções para o processador (&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Linguagem_de_m%C3%A1quina" title="Linguagem de máquina" class="mw-redirect"&gt;linguagem de máquina&lt;/a&gt;). Entretanto, pode-se utilizar &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Linguagens_de_Programa%C3%A7%C3%A3o" title="Linguagens de Programação" class="mw-redirect"&gt;Linguagens de Programação&lt;/a&gt;, que traduza comandos em instruções para o processador.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Normalmente, programas de computador são escritos em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Linguagem_de_programa%C3%A7%C3%A3o" title="Linguagem de programação"&gt;linguagens de programação&lt;/a&gt;, pois estas foram projetadas para aproximar-se das linguagens usadas por seres humanos. Raramente a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Linguagem_de_m%C3%A1quina" title="Linguagem de máquina" class="mw-redirect"&gt;linguagem de máquina&lt;/a&gt; é usada para desenvolver um programa.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Alguns programas feitos para usos específicos, como por exemplo &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Software_embarcado" title="Software embarcado" class="mw-redirect"&gt;software embarcado&lt;/a&gt; ou software embutido, ainda são feitos em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Linguagem_de_m%C3%A1quina" title="Linguagem de máquina" class="mw-redirect"&gt;linguagem de máquina&lt;/a&gt; para aumentar a velocidade ou diminuir o espaço consumido. Em todo caso, a melhoria dos processadores dedicados também vem diminuindo essa prática, sendo a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Linguagem_C" title="Linguagem C" class="mw-redirect"&gt;C&lt;/a&gt; uma linguagem típica para esse tipo de projeto. Essa prática, porém, vem caindo em desuso, principalmente devido à grande complexidade dos processadores atuais, dos sistemas operacionais e dos problemas tratados. Muito raramente, realmente apenas em casos excepcionais, é utilizado o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%B3digo_de_m%C3%A1quina" title="Código de máquina"&gt;código de máquina&lt;/a&gt;, a representação numérica utilizada diretamente pelo processador.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O Programa é inicialmente "carregado" na &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mem%C3%B3ria_%28computador%29" title="Memória (computador)"&gt;memória principal&lt;/a&gt;. Após carregar o programa, o computador encontra o 'Entry Point' ou ponto inicial de entrada do programa que carregou e lê as instruções sucessivamente byte por byte. As instruções do programa são passadas para o sistema ou processador onde são traduzidas da &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Linguagem_de_programa%C3%A7%C3%A3o" title="Linguagem de programação"&gt;linguagens de programação&lt;/a&gt; para a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Linguagem_de_m%C3%A1quina" title="Linguagem de máquina" class="mw-redirect"&gt;linguagem de máquina&lt;/a&gt;, sendo em seguida executadas ou diretamente para o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hardware" title="Hardware"&gt;hardware&lt;/a&gt;, que recebe as instruções na forma de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Linguagem_de_m%C3%A1quina" title="Linguagem de máquina" class="mw-redirect"&gt;linguagem de máquina&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;h2&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;Tipos de Programas de Computador&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt; &lt;p&gt;Qualquer computador moderno tem uma variedade de programas que fazem diversas tarefas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Eles podem ser classificados em duas grandes categorias:&lt;/p&gt; &lt;ol&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Software_de_sistema" title="Software de sistema" class="mw-redirect"&gt;Software de sistema&lt;/a&gt; que incluiu o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Firmware" title="Firmware"&gt;firmware&lt;/a&gt; (O &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/BIOS" title="BIOS"&gt;BIOS&lt;/a&gt; dos computadores pessoais, por exemplo), &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Driver_de_dispositivo" title="Driver de dispositivo"&gt;drivers de dispositivos&lt;/a&gt;, o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_operacional" title="Sistema operacional" class="mw-redirect"&gt;sistema operacional&lt;/a&gt; e tipicamente uma &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Interface_gr%C3%A1fica" title="Interface gráfica" class="mw-redirect"&gt;interface gráfica&lt;/a&gt; que, em conjunto, permitem ao usuário interagir com o computador e seus &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Perif%C3%A9rico" title="Periférico"&gt;periféricos&lt;/a&gt;.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Software_aplicativo" title="Software aplicativo"&gt;Software aplicativo&lt;/a&gt;, que permite ao usuário fazer uma ou mais tarefas específicas. Aplicativos podem ter uma abrangência de uso de larga escala, muitas vezes em âmbito mundial; nestes casos, os programas tendem a ser mais robustos e mais padronizados. Programas escritos para um pequeno mercado têm um nível de padronização menor.&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt; &lt;p&gt;Ainda é possível usar a categoria &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Software_embarcado" title="Software embarcado" class="mw-redirect"&gt;Software embutido&lt;/a&gt; ou &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Software_embarcado" title="Software embarcado" class="mw-redirect"&gt;Software embarcado&lt;/a&gt;, indicando software destinado a funcionar dentro de uma máquina que não é um computador de uso geral e normalmente com um destino muito específico&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Atualmente temos um novo tipo de software. O software como serviço, que é um tipo que roda diretamente na internet, não sendo necessário instalar nada no computador do usuário. Geralmente esse tipo de software é gratuito e tem as mesmas funcionalidades das versões desktop.&lt;/p&gt;&lt;h2&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;Licenças&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt; &lt;p&gt;Todo o software é publicado sob uma licença. Essa licença define (e até restringe) qual a forma que se pode utilizar o software (números de licenças, modificações, etc). Exemplos de licenças:&lt;/p&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/GNU_General_Public_License" title="GNU General Public License"&gt;GNU General Public License&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Licen%C3%A7a_BSD" title="Licença BSD"&gt;Licença BSD&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Licen%C3%A7a_Apache" title="Licença Apache"&gt;Licença Apache&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Licen%C3%A7a_Comercial" title="Licença Comercial"&gt;Licença Comercial&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Licen%C3%A7a_de_software" title="Licença de software" class="mw-redirect"&gt;Licença de software&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Licen%C3%A7a_de_software_livre" title="Licença de software livre"&gt;Licença de software livre&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Software_livre" title="Software livre"&gt;Software livre&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Freeware" title="Freeware" class="mw-redirect"&gt;Freeware&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Shareware" title="Shareware"&gt;Shareware&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Demo" title="Demo"&gt;Demo&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Trial" title="Trial"&gt;Trial&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;Este Artigo foi desenvolvido com a ajuda da Wikipédia a enciclopedia livre!!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7409923550884140720-2199374819975182814?l=sistemasdeinformacao4e.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/feeds/2199374819975182814/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/2009/06/software.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7409923550884140720/posts/default/2199374819975182814'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7409923550884140720/posts/default/2199374819975182814'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/2009/06/software.html' title='Software'/><author><name>Marcos Antonio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00790137305803302232</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7409923550884140720.post-7032189882199300790</id><published>2009-06-04T09:06:00.000-07:00</published><updated>2009-06-04T09:14:40.313-07:00</updated><title type='text'>Hacker que invadiu o Twitter ganha emprego e volta a atacar</title><content type='html'>&lt;span id="SearchKey_Text1"&gt;Depois de infectar pelo menos 190 contas do &lt;a href="javascript:CntxLinks.MakeCall('Twitter')" class="SearchKey_Href" style="text-decoration: none; color: rgb(0, 0, 0); font-weight: bold;" onmouseover="CntxLinks.Show('Twitter', 'Clique na palavra para saber mais sobre:  Twitter ');" onmouseout="CntxLinks.Hide();"&gt;Twitter&lt;/a&gt; em quatro invasões ao   site há pouco mais de uma semana, o &lt;a href="javascript:CntxLinks.MakeCall('hacker')" class="SearchKey_Href" style="text-decoration: none; color: rgb(0, 0, 0); font-weight: bold;" onmouseover="CntxLinks.Show('hacker', 'Clique na palavra para saber mais sobre:  hacker ');" onmouseout="CntxLinks.Hide();"&gt;hacker&lt;/a&gt; Mikeyy Mooney, 17 anos, foi   contratado por uma empresa de desenvolvimento de aplicativos para a web   para trabalhar como consultor de segurança. Logo após aceitar o emprego,   segundo o site &lt;i&gt;CNet News&lt;/i&gt;, o adolescente atacou mais uma vez o site   de microblogs.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="SearchKey_Text1"&gt;&lt;p&gt; Nos dias 11 e 12 de abril, Mikeyy espalhou no Twitter um &lt;a href="javascript:CntxLinks.MakeCall('worm')" class="SearchKey_Href" style="text-decoration: none; color: rgb(0, 0, 0); font-weight: bold;" onmouseover="CntxLinks.Show('worm', 'Clique na palavra para saber mais sobre:  worm ');" onmouseout="CntxLinks.Hide();"&gt;worm&lt;/a&gt; criado por   ele mesmo e, mais tarde, assumiu a autoria de quatro invasões. O jovem   americano alegou ter três motivos inocentes para os ataques: tédio puro,   intuito de promover seu nome e avisar o Twitter sobre suas falhas de segurança, de acordo com o &lt;i&gt;CNet&lt;/i&gt;. O hacker   afirmou ter tentado contatar o site previamente para alertar sobre as   vulnerabilidades mas, como não teve sucesso, resolveu usar o worm para chamar a atenção.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;    Travis Rowland, diretor da exqSoft Solutions, que desenvolve aplicativos   para a web, ficou impressionado com as habilidades   do hacker e ofereceu a ele uma vaga como consultor de segurança e   desenvolvedor na empresa, informou ao site &lt;i&gt;ABCNews&lt;/i&gt;.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  Mikeyy já havia aceitado o emprego quando disparou um novo worm no Twitter.   A praga usa contas infectadas para enviar mensagens, sem o consentimento   dos usuários, com comentários sobre celebridades e também sobre o novo emprego de Mikeyy.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O adolescente justificou mais uma vez a invasão. "Eu só queria que eles soubessem que meu objetivo não era irritá-los. É provável que este não seja o melhor caminho, mas é o único jeito que encontrei para alcançá-los e agora eles irão consertar o problema", disse Mikeyy em uma entrevista ao &lt;i&gt;CNet&lt;/i&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Rowland disse ao &lt;i&gt;ABCNews&lt;/i&gt; que acredita nas boas intenções do hacker e   fez um pedido em sua própria conta no Twitter para que não persigam Mikeyy,   argumentando que o jovem fez um favor ao site. "Ele ainda precisa   amadurecer bastante, mas é um bom garoto e adora o que faz", disse. "Espero    conseguir levá-lo pelo bom caminho".&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7409923550884140720-7032189882199300790?l=sistemasdeinformacao4e.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/feeds/7032189882199300790/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/2009/06/hacker-que-invadiu-o-twitter-ganha.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7409923550884140720/posts/default/7032189882199300790'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7409923550884140720/posts/default/7032189882199300790'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/2009/06/hacker-que-invadiu-o-twitter-ganha.html' title='Hacker que invadiu o Twitter ganha emprego e volta a atacar'/><author><name>Marcos Antonio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00790137305803302232</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7409923550884140720.post-2874214723903928881</id><published>2009-06-04T09:04:00.000-07:00</published><updated>2009-06-04T09:06:21.637-07:00</updated><title type='text'>Aprenda a ter uma boa reputação na web</title><content type='html'>&lt;span id="SearchKey_Text1"&gt;Nos dias atuais a busca por um emprego não se limita apenas ao currículo de uma pessoa. Sistemas de busca e redes sociais ampliaram as formas como um empregado pode saber mais sobre seu futuro empregado. É exatamente por isto que é muito importante ter um histórico limpo e rico na web. O site &lt;i&gt;Marketing Pilgrim&lt;/i&gt; fez uma lista de dicas para você ter uma boa reputação na Internet.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="SearchKey_Text1"&gt;&lt;p&gt; &lt;b&gt;1) Tenha seu próprio site&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Mesmo que seja de provedores que dêem espaço gratuito, tenha um site próprio. O melhor mesmo é comprar um domínio com seu nome ou o da sua empresa. É uma ótima forma de ter seu nome lista entre os 10 primeiros em sites de busca. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;b&gt;2) Faça um blog&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Se você cuidar bem do seu blog, ele vai ser uma ótima forma de analisar sua reputação em termos de gerenciamento. Mas o legal de ter um blog é que ele normalmente aparece bem em sites de busca mesmo se esquecido. Existem vários sites online que oferecem gratuitamente espaço para blogs. Não esqueça de mencionar seu nome, para que seja encontrado em sites de busca. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;b&gt;3) Tenha subdomínios&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Se você se esforçou bastante para manter seu site, existem boas chances de criar subdomínios. Crie o fotos.meusite.com.br ou o video.meusite.com.br. Existem dezenas de razões para ter subdomínios e eles são ótimos para a organização do site. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;b&gt;4) Faça perfis em redes sociais&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Perfis em redes sociais podem ser uma boa forma de um cliente ou empregador saber quem você. Use seu nome real, apelidos atrapalharão na sua localização. Várias redes listam o seu perfil em sites de busca. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;b&gt;5) Crie uma rede social&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Se perfis em redes sociais já dão uma boa reputação, imagina ter uma rede inteira. Existem sites, como o Ning.com, onde é possível criar uma rede social própria e customizada por um baixo custo. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;b&gt;6) Crie um perfil profissional&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Sites com perfis profissionais, como o LinkedIn, são muito importantes. Nestes tipos de site você detalha sua experiência profissional e mostra seus contatos e sua relação com eles. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;b&gt;7) Compartilhe suas fotos&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Utilize fotologs que sejam listados em sites de busca. Publique suas fotos, imagens de sua empresa, logotipos, exemplos de trabalho, mas sempre citando seu nome. Faça comentários explicativos e espere os frutos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;b&gt;8) Preserve sua identidade&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Existem sites que linkam o seu nome ao que é seu, como o Naymz.com. Ele impede que você seja confundido com outras pessoas o mesmo nome, além de agrupar perfis em vários sites. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;b&gt;9) Crie seu próprio Wiki&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Se você está enfrentando problemas de reputação na rede, pode ser uma boa idéia criar um sistema de Wiki. Fazer um perfil na Wikipedia e se descrever não é uma boa porque eles são rígidos, e se você tentar encobrir coisas erradas que fez, vai acabar aparecendo no perfil. O site wetpaint.com ajuda na criação de Wikis. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com estas dicas é possível fazer uma boa reputação em sites de busca e, quem sabe, conseguir um bom emprego ou contrato com algum cliente. &lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7409923550884140720-2874214723903928881?l=sistemasdeinformacao4e.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/feeds/2874214723903928881/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/2009/06/aprenda-ter-uma-boa-reputacao-na-web.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7409923550884140720/posts/default/2874214723903928881'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7409923550884140720/posts/default/2874214723903928881'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/2009/06/aprenda-ter-uma-boa-reputacao-na-web.html' title='Aprenda a ter uma boa reputação na web'/><author><name>Marcos Antonio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00790137305803302232</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7409923550884140720.post-3357211295202253817</id><published>2009-06-04T09:02:00.000-07:00</published><updated>2009-06-04T09:04:41.610-07:00</updated><title type='text'>Novo buscador do Google organiza resultados em tabelas</title><content type='html'>&lt;span id="SearchKey_Text1"&gt;Já está no ar o novo &lt;a href="javascript:CntxLinks.MakeCall('buscador')" class="SearchKey_Href" style="text-decoration: none; color: rgb(0, 0, 0); font-weight: bold;" onmouseover="CntxLinks.Show('buscador', 'Clique na palavra para saber mais sobre:  buscador ');" onmouseout="CntxLinks.Hide();"&gt;buscador&lt;/a&gt; do &lt;a href="javascript:CntxLinks.MakeCall('Google')" class="SearchKey_Href" style="text-decoration: none; color: rgb(0, 0, 0); font-weight: bold;" onmouseover="CntxLinks.Show('Google', 'Clique na palavra para saber mais sobre:  Google ');" onmouseout="CntxLinks.Hide();"&gt;Google&lt;/a&gt;. Ainda em estágio experimental, o Google &lt;a href="javascript:CntxLinks.MakeCall('Squared')" class="SearchKey_Href" style="text-decoration: none; color: rgb(0, 0, 0); font-weight: bold;" onmouseover="CntxLinks.Show('Squared', 'Clique na palavra para saber mais sobre:  Squared ');" onmouseout="CntxLinks.Hide();"&gt;Squared&lt;/a&gt; organiza os resultados em tabelas, separando as informações em grupos, e ainda permite inserir mais detalhes, personalizando a pesquisa. O novo serviço pode ser visto como uma resposta da companhia - líder em buscas na web - ao recente lançamento de duas ferramentas concorrentes: o &lt;a href="javascript:CntxLinks.MakeCall('Bing')" class="SearchKey_Href" style="text-decoration: none; color: rgb(0, 0, 0); font-weight: bold;" onmouseover="CntxLinks.Show('Bing', 'Clique na palavra para saber mais sobre:  Bing ');" onmouseout="CntxLinks.Hide();"&gt;Bing&lt;/a&gt;, da Microsoft, e especialmente o &lt;a href="javascript:CntxLinks.MakeCall('WolframAlpha')" class="SearchKey_Href" style="text-decoration: none; color: rgb(0, 0, 0); font-weight: bold;" onmouseover="CntxLinks.Show('WolframAlpha', 'Clique na palavra para saber mais sobre:  WolframAlpha ');" onmouseout="CntxLinks.Hide();"&gt;WolframAlpha&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="SearchKey_Text1"&gt;&lt;p&gt;Em uma pesquisa sobre praias brasileiras (usando "brazilian beaches" como termo de busca), por exemplo, o Google Squared retorna uma tabela com sete itens: Rio de Janeiro, Fortaleza, Copacabana, Ipanema, Paraty, Angra dos Reis e Porto de Galinhas. Cada item traz uma imagem, uma breve descrição, o código de área do local, "data de nascimento" e população - mas nem todas as informações estão disponíveis para todas as praias. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O usuário pode personalizar a tabela excluindo ou adicionando items ou informações, inclusive novas colunas. É possível digitar "area" (área) no topo de uma nova coluna, por exemplo, e os resultados para cada item dessa busca aparecerão em seguida. A própria ferramenta sugere termos para pesquisa.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Usuários que têm conta no Google também podem salvar os resultados.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O Squared (que significa "ao quadrado") ainda não fala português, mas já pode ser acessado em www.google.com/squared.&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7409923550884140720-3357211295202253817?l=sistemasdeinformacao4e.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/feeds/3357211295202253817/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/2009/06/novo-buscador-do-google-organiza.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7409923550884140720/posts/default/3357211295202253817'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7409923550884140720/posts/default/3357211295202253817'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/2009/06/novo-buscador-do-google-organiza.html' title='Novo buscador do Google organiza resultados em tabelas'/><author><name>Marcos Antonio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00790137305803302232</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7409923550884140720.post-7731919539576053933</id><published>2009-06-02T12:06:00.000-07:00</published><updated>2009-06-02T12:07:11.596-07:00</updated><title type='text'>Onze dicas para trabalhar com CSS (Cascading Style Sheets)</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;b&gt;Introdução&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;       &lt;table width="305" align="right" border="0" height="255"&gt;         &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;            &lt;td&gt;              &lt;script type="text/javascript"&gt;&lt;!-- google_ad_client = "pub-2797463243909555"; /* 300x250, criado 19/08/08, web */ google_ad_slot = "6064361716"; google_ad_width = 300; google_ad_height = 250; //--&gt; &lt;/script&gt; &lt;script type="text/javascript" src="http://pagead2.googlesyndication.com/pagead/show_ads.js"&gt; &lt;/script&gt;&lt;script&gt;window.google_render_ad();&lt;/script&gt;&lt;ins style="border: medium none ; margin: 0pt; padding: 0pt; display: inline-table; height: 250px; position: relative; visibility: visible; width: 300px;"&gt;&lt;ins style="border: medium none ; margin: 0pt; padding: 0pt; display: block; height: 250px; position: relative; visibility: visible; width: 300px;"&gt;&lt;iframe allowtransparency="true" hspace="0" id="google_ads_frame3" marginheight="0" marginwidth="0" name="google_ads_frame" src="http://googleads.g.doubleclick.net/pagead/ads?client=ca-pub-2797463243909555&amp;amp;dt=1243969587403&amp;amp;lmt=1243969585&amp;amp;prev_slotnames=0609391704%2C8178736420&amp;amp;output=html&amp;amp;slotname=6064361716&amp;amp;correlator=1243969585990&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.infowester.com%2Fdicascss.php&amp;amp;ref=http%3A%2F%2Fwww.infowester.com%2Fdicas.php&amp;amp;frm=0&amp;amp;ga_vid=176059136.1243267724&amp;amp;ga_sid=1243967973&amp;amp;ga_hid=1646677444&amp;amp;ga_fc=true&amp;amp;flash=10.0.22&amp;amp;w=300&amp;amp;h=250&amp;amp;u_h=768&amp;amp;u_w=1024&amp;amp;u_ah=738&amp;amp;u_aw=1024&amp;amp;u_cd=32&amp;amp;u_tz=-180&amp;amp;u_his=21&amp;amp;u_java=true&amp;amp;u_nplug=16&amp;amp;u_nmime=64&amp;amp;dtd=8&amp;amp;xpc=t896YPel6v&amp;amp;p=http%3A//www.infowester.com" style="left: 0pt; position: absolute; top: 0pt;" vspace="0" scrolling="no" width="300" frameborder="0" height="250"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/ins&gt;&lt;/ins&gt;            &lt;/td&gt;         &lt;/tr&gt;       &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;         &lt;p&gt;Não importa se você é um iniciante na área          ou já desenvolveu vários sites: a essa altura, você          já está cansado de saber que as folhas de estilo externas          são obrigatórias em qualquer projeto. Porém algumas           &lt;a href="http://www.infowester.com/dicascss.php#" onclick="hwClick8886555112203(-490665440);return false;" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline;" onmouseover="hw8886555112203(event, this, '-490665440'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " oncontextmenu="return false;"&gt;dicas&lt;/a&gt; simples são sempre úteis para facilitar nosso trabalho.          Veja 11 delas a seguir:&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;1 - &lt;i&gt;div1&lt;/i&gt; é diferente de &lt;i&gt;menu&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Evite dar nomes como &lt;i&gt;div1&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;div2&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;div3&lt;/i&gt; aos seus elementos.          Eles não explicam nada e na hora da manutenção vão          tornar seu trabalho mais lento. Da mesma maneira, &lt;i&gt;barra_azul&lt;/i&gt; não          faz muito sentido: e se você mudar a cor do site? Prefira nomes          explicativos, como &lt;i&gt;menu&lt;/i&gt; ou &lt;i&gt;barra_links&lt;/i&gt;.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;2 - Maiúsculas e minúsculas&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Nomes de elementos fazem diferença entre letras maiúsculas          e minúsculas: &lt;i&gt;BarraLinks&lt;/i&gt; é diferente de &lt;i&gt;barralinks&lt;/i&gt;.          Preste atenção na hora de usar seu elemento no HTML.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;3 - &lt;i&gt;id&lt;/i&gt; x &lt;i&gt;class&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Para elementos que aparecem apenas uma vez no layout (menu, rodapé,          cabeçalho, etc) prefira a declaração id, precedida          por um sinal de # (como #menu). Para elementos que vão aparecer          várias vezes, utilize a declaração class, precedida          por um ponto (como . &lt;a href="http://www.infowester.com/dicascss.php#" onclick="hwClick2408762810203(-490665440);return false;" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline;" onmouseover="hw2408762810203(event, this, '-490665440'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " oncontextmenu="return false;"&gt;noticia&lt;/a&gt;).&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;4 - Compartilhe declarações entre vários elementos          comuns&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Se vários elementos terão características em comum,          declare-os todos de uma vez, separados por vírgula:&lt;/p&gt;       &lt;blockquote&gt;&lt;pre&gt;h1, h2, h3, h4 {&lt;br /&gt;font-family: Arial, Helvetica, Sans-Serif;&lt;br /&gt;}&lt;/pre&gt;&lt;/blockquote&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;5 - Lembre-se da hierarquia e organize-se&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Por ser uma folha de estilo &lt;i&gt;em cascata&lt;/i&gt;, a última declaração          é a que prevalece. Preste atenção para não          declarar um elemento duas vezes: na hora da manutenção,          você pode fazer a alteração na primeira e se perguntar          porque ela não funciona, quando na verdade uma segunda declaração          está perdida no meio do seu código (por isso organização          é fundamental!).&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;6 - Comente os códigos avançados&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Quando você utilizar o CSS para efeitos mais avançados,          como um &lt;a href="http://www.infowester.com/tut_menu_abas.php" target="_blank"&gt;menu          em abas&lt;/a&gt;, comente seu código para não esquecer o que          cada parte dele faz:        &lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;pre&gt;#menu ul li a&lt;br /&gt;      /* aba normal */&lt;br /&gt;      {background: #444; color: #FFF; border: 1px #FFF solid;}&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;#menu ul li a:hover{&lt;br /&gt;      /* aba selecionada*/&lt;br /&gt;      {background: #FFF; color: #F00; border: #F00 1px solid;}&lt;/pre&gt;&lt;/blockquote&gt;        &lt;p&gt;&lt;b&gt;7 - Anote suas cores&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;#09F ou #F09, qual é o rosa e qual é o azul? Mesmo se você          conseguir fazer cálculos RGB de cabeça pra saber a tonalidade          da cor sem uma &lt;a href="http://www.erikasarti.net/html/tabela_de_cores_web_safe.htm" target="_blank"&gt;tabela          de cores hexadecimal&lt;/a&gt;, econonize tempo anotando a cor correspondente          de cada código no seu arquivo:        &lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;pre&gt;/* ************************************ */&lt;br /&gt;/*                                      */&lt;br /&gt;/*       Cores usadas no layout         */&lt;br /&gt;/*                                      */&lt;br /&gt;/*      cinza fundos:   #F5F5F5;        */&lt;br /&gt;/*      cinza bordas:   #B6B6B6;        */&lt;br /&gt;/*      azul link:      #336699;        */&lt;br /&gt;/*      azul lnk ativo: #003366;        */&lt;br /&gt;/*                                      */&lt;br /&gt;/* ************************************ */&lt;/pre&gt;&lt;/blockquote&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;8 - Declare as unidades&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Quando trabalhar com valores diferentes de zero, declare as unidades          (&lt;i&gt;px&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;pt&lt;/i&gt;, etc). Cada navegador assume uma unidade padrão          quando ela não é especificada, gerando resultados diferentes          em cada navegador.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;9 - Tenha certeza que o efeito desejado funciona em todos os navegadores&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Barras de rolagem coloridas, &lt;i&gt;divs&lt;/i&gt; semi-transparentes... Tudo isso          é muito bonitinho, mas não funciona em todos os navegadores.          Projete seu site de uma maneira atraente &lt;b&gt;sem&lt;/b&gt; esses recursos, e,          de novo, certifique-se de que seu CSS tem o mesmo efeito no maior número          de navegadores possível.&lt;br /&gt;      &lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;10 - Não confie na sua memória&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Com o tempo, é natural que decoremos os principais elementos e          seus atributos. Mesmo assim, tenha sempre um guia de consulta rápida          ao seu alcance, para tirar dúvidas sobre o funcionamento deles.          Um ótimo livro que eu uso e recomendo é o &lt;i&gt;&lt;a href="http://compare.buscape.com.br/categoria?id=3482&amp;amp;lkout=1&amp;amp;kw=8575220993&amp;amp;site_origem=1272793" rel="external nofollow" target="_blank"&gt;CSS          - Cascading Style Sheets - Guia de Consulta Rápida&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;, de          Luis Gustavo Amaral.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;11 - Inspire-se&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Sites como o &lt;a href="http://www.csszengarden.com/" target="_blank"&gt;css          Zen Garden&lt;/a&gt; e o &lt;a href="http://www.maujor.com/" target="_blank"&gt;Maujour&lt;/a&gt;          são  &lt;a href="http://www.infowester.com/dicascss.php#" onclick="hwClick10862912411203(-490665440);return false;" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline;" onmouseover="hw10862912411203(event, this, '-490665440'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " oncontextmenu="return false;"&gt;ótimos&lt;/a&gt; para ter uma idéia das novas tendências.          Visitar esses e outros endereços regularmente é recomendável.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7409923550884140720-7731919539576053933?l=sistemasdeinformacao4e.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/feeds/7731919539576053933/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/2009/06/onze-dicas-para-trabalhar-com-css.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7409923550884140720/posts/default/7731919539576053933'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7409923550884140720/posts/default/7731919539576053933'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/2009/06/onze-dicas-para-trabalhar-com-css.html' title='Onze dicas para trabalhar com CSS (Cascading Style Sheets)'/><author><name>Marcos Antonio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00790137305803302232</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7409923550884140720.post-5545762410593718793</id><published>2009-06-02T12:02:00.000-07:00</published><updated>2009-06-02T12:03:23.933-07:00</updated><title type='text'>Vírus de computador: o que são e como agem</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;b&gt;Introdução&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;       &lt;table width="305" align="right" border="0" height="255"&gt;         &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;            &lt;td&gt;              &lt;script type="text/javascript"&gt;&lt;!-- google_ad_client = "pub-2797463243909555"; /* 300x250, criado 19/08/08, software */ google_ad_slot = "7903450944"; google_ad_width = 300; google_ad_height = 250; //--&gt; &lt;/script&gt; &lt;script type="text/javascript" src="http://pagead2.googlesyndication.com/pagead/show_ads.js"&gt; &lt;/script&gt;&lt;script&gt;window.google_render_ad();&lt;/script&gt;&lt;ins style="border: medium none ; margin: 0pt; padding: 0pt; display: inline-table; height: 250px; position: relative; visibility: visible; width: 300px;"&gt;&lt;ins style="border: medium none ; margin: 0pt; padding: 0pt; display: block; height: 250px; position: relative; visibility: visible; width: 300px;"&gt;&lt;iframe allowtransparency="true" hspace="0" id="google_ads_frame3" marginheight="0" marginwidth="0" name="google_ads_frame" src="http://googleads.g.doubleclick.net/pagead/ads?client=ca-pub-2797463243909555&amp;amp;dt=1243969345125&amp;amp;lmt=1243969342&amp;amp;prev_slotnames=0609391704%2C8178736420&amp;amp;output=html&amp;amp;slotname=7903450944&amp;amp;correlator=1243969343922&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.infowester.com%2Fvirus.php&amp;amp;ref=http%3A%2F%2Fwww.infowester.com%2Fsoftware.php&amp;amp;frm=0&amp;amp;ga_vid=176059136.1243267724&amp;amp;ga_sid=1243967973&amp;amp;ga_hid=2078081356&amp;amp;ga_fc=true&amp;amp;flash=10.0.22&amp;amp;w=300&amp;amp;h=250&amp;amp;u_h=768&amp;amp;u_w=1024&amp;amp;u_ah=738&amp;amp;u_aw=1024&amp;amp;u_cd=32&amp;amp;u_tz=-180&amp;amp;u_his=20&amp;amp;u_java=true&amp;amp;u_nplug=16&amp;amp;u_nmime=64&amp;amp;dtd=6&amp;amp;xpc=7XYbXMalYA&amp;amp;p=http%3A//www.infowester.com" style="left: 0pt; position: absolute; top: 0pt;" vspace="0" scrolling="no" width="300" frameborder="0" height="250"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/ins&gt;&lt;/ins&gt;            &lt;/td&gt;         &lt;/tr&gt;       &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;         &lt;p&gt;Os vírus representam um dos maiores problemas para usuários          de computador. Consistem em pequenos programas criados para causar algum          dano ao computador infectado, seja apagando dados, seja capturando informações,          seja alterando o funcionamento normal da máquina. Os usuários          dos sistemas operacionais Windows são vítimas quase que          exclusivas de vírus, já que os sistemas da Microsoft são          largamente usados no mundo todo. Existem vírus para sistemas operacionais          Mac e os baseados em Unix, mas estes são extremamente raros e costumam          ser bastante limitados. Esses "programas maliciosos" receberam          o nome &lt;b&gt;vírus&lt;/b&gt; porque possuem a característica de se          multiplicar facilmente, assim como ocorre com os vírus reais, ou          seja, os vírus biológicos. Eles se disseminam ou agem por          meio de falhas ou limitações de determinados programas,          se espalhando como em uma infecção. Um exemplo disso, são          os vírus que se espalham através da lista de contatos do          cliente de e-mail do usuário. Veja nas próximas linhas os          tipos de vírus existentes e algumas informações adicionais.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;Como os vírus agem &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Os primeiros vírus foram criados através de linguagens         como Assembly e C. Nos dias de hoje, os vírus podem ser criados         de maneira muito mais simples, podendo, inclusive, serem desenvolvidos         através de scripts e de funções de macro de determinados         programas.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Para contaminarem os computadores, os vírus antigamente usavam         disquetes ou arquivos infectados. Hoje, os vírus podem atingir         em poucos minutos milhares de computadores em todo mundo. Isso tudo graças         à Internet. O método de propagação mais comum         é o uso de e-mails, onde o vírus usa um texto que tenta         convencer o internauta a clicar no arquivo em anexo. É nesse anexo         que se encontra o vírus. Os meios de convencimento são muitos         e costumam ser bastante criativos. O e-mail (e até o campo assunto         da mensagem) costuma ter textos que despertam a curiosidade do internauta.         Muitos exploram assuntos eróticos ou abordam questões atuais.         Alguns vírus podem até usar um remetente falso, fazendo         o destinatário do e-mail acreditar que trata-se de uma mensagem         verdadeira. Muitos internautas costumam identificar e-mails de vírus,         mas os criadores destas "pragas digitais" podem usar artifícios         inéditos que não poupam nem o usuário mais experiente.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Ainda, há os vírus que exploram falhas de programação         de determinados softwares. Algumas falhas são tão graves         que podem permitir a contaminação automática do computador,         sem que o usuário perceba. Outros vírus costumam se propagar         através de compartilhamento de recursos, como aqueles que inserem         arquivos em pastas de programa P2P (softwares desse tipo permitem o compartilhamento         de arquivos entre internautas ou usuários de uma mesma rede de         computadores).&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Após ter contaminado o computador, o vírus passa então         a executar suas tarefas, que podem ser dos mais diversos tipos, desde         a simples execução de um programa até a destruição         total do sistema operacional. A maioria dos vírus tem como primeira         atividade a tentativa de propagação para outros computadores.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;Mitos&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;É importante desmentir alguns mitos: eventos que não executam         o programa que contém o vírus "colado" não         irão acioná-lo. Assim, se um programa contaminado for salvo         em um HD ou disquete , isso não vai acionar o ataque do vírus.         Por isso, se o evento que ativa o vírus não for acionado         nunca pelo usuário, o vírus ficará "adormecido"         até o dia em que o programa for executado.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Outra coisa que deve ser desmentida é a crença de que os          vírus podem danificar o hardware do computador. Os vírus          são softwares e portanto não há como eles queimarem          ou quebrarem dispositivos do computador. De certo, existem vírus          que apagam o BIOS da placa-mãe, deixando-a sem capacidade para          ser usada, dando a impressão de que foi quebrada. No entanto, com          equipamentos usado em laboratórios ou com softwares especiais,          é possível recuperar o BIOS e aí se constatará          que a placa-mãe está com seus componentes de hardware como          estavam antes do ataque. Os BIOS atuais estão melhor protegidos          deste perigo e são mais facilmente recuperáveis em casos          de problemas. &lt;/p&gt;      &lt;p&gt;&lt;b&gt;Outros tipos de pragas&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Existe uma variedade de programas maliciosos, aqui, no InfoWester, chamadas         de "pragas digitais", que não são exatamente vírus.         A definição do que a praga é ou não é         depende de suas ações e formas de contaminação.         Mesmo havendo essa distinção, é comum dar o nome         de vírus para generalizar todos os tipos de pragas. Os outros tipos         mais comuns são vistos a seguir:&lt;/p&gt;              &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Cavalo-de-tróia&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;Cavalos-de-tróia&lt;/b&gt; (trojans) são um tipo de praga         digital que, basicamente, permitem acesso remoto ao computador após         a infecção. Os cavalos-de-tróia podem ter outras         funcionalidades, como captura de dados do usuário e execução         de instruções presentes em scripts. Entre tais instruções,         podem haver ordens para apagar arquivos, destruir aplicativos, entre outros.       &lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Quando um cavalo-de-tróia permite acesso ao computador, o que         ocorre é que a praga passa a utilizar portas TCP e de alguma maneira         informa a seu criador a "disponibilidade" daquele computador.         Ainda, a praga pode se conectar a servidores e executar instruções         que estejam disponíveis no momento do acesso. &lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Worm &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Os &lt;b&gt;worms&lt;/b&gt; (vermes) podem ser interpretados como um tipo de vírus         mais inteligente que os demais. A principal diferença entre eles         está na forma de propagação: os worms podem se propagar         rapidamente para outros computadores, seja pela Internet, seja por meio         de uma rede local. Geralmente, a contaminação ocorre de         maneira discreta e o usuário só nota o problema quando o         computador apresenta alguma anormalidade. O que faz destes vírus         inteligentesé a gama de possibilidades de propagação.         O worm pode capturar endereços de e-mail em arquivos do usuário,         usar serviços de SMTP (sistema de envio de e-mails) próprios         ou qualquer outro meio que permita a contaminação de computadores         (normalmente milhares) em pouco tempo. &lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Spywares, keyloggers e hijackers&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Apesar de não serem necessariamente vírus, estes três         nomes também representam perigo. &lt;b&gt;Spywares&lt;/b&gt; são programas         que ficam "espionando" as atividades dos internautas ou capturam         informações sobre eles. Para contaminar um computador, os         spywares podem vir embutidos em softwares desconhecidos ou serem baixados         automaticamente quando o internauta visita sites de conteúdo duvidoso.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Os &lt;b&gt;keyloggers&lt;/b&gt; são pequenos aplicativos que podem vir embutidos         em vírus, spywares ou softwares suspeitos, destinados a capturar         tudo o que é digitado no teclado. O objetivo principal, nestes         casos, é capturar senhas. &lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;Hijackers&lt;/b&gt; são programas ou scripts que "sequestram"         navegadores de Internet, principalmente o Internet Explorer. Quando isso         ocorre, o hijacker altera a página inicial do browser e impede         o usuário de mudá-la, exibe propagandas em pop-ups ou janelas         novas, instala barras de ferramentas no navegador e podem impedir acesso         a determinados sites (como sites de software antivírus, por exemplo).&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Os spywares e os keyloggers podem ser identificados por programas anti-spywares.         Porém, algumas destas pragas são tão perigosas que         alguns antivírus podem ser preparados para identificá-las,         como se fossem vírus. No caso de hijackers, muitas vezes é         necessário usar uma ferramenta desenvolvida especialmente para         combater aquela praga. Isso porque os hijackers podem se infiltrar no         sistema operacional de uma forma que nem antivírus nem anti-spywares         conseguem "pegar". &lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;Antivírus&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Existe uma variedade enorme de softwares antivírus no mercado.         Independente de qual você usa, mantenha-o sempre atualizado. Isso         porque surgem vírus novos todos os dias e seu antivírus         precisa saber da existência deles para proteger seu sistema operacional.         A maioria dos softwares antivírus possuem serviços de atualização         automática. Abaixo há uma lista com os antivírus         mais conhecidos:&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;Norton AntiVirus &lt;/b&gt; - &lt;i&gt;Symantec&lt;/i&gt; - &lt;a href="http://www.symantec.com.br/" target="_blank"&gt;www.symantec.com.br&lt;/a&gt;         - Possui versão de teste.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;McAfee &lt;/b&gt; - &lt;i&gt;McAfee&lt;/i&gt; - &lt;a href="http://www.mcafee.com.br/" target="_blank"&gt;http://www.mcafee.com.br&lt;/a&gt;         - Possui versão de teste.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;AVG - &lt;/b&gt;&lt;i&gt;Grisoft&lt;/i&gt;&lt;b&gt; - &lt;/b&gt;&lt;a href="http://www.grisoft.com/" target="_blank"&gt;www.grisoft.com&lt;/a&gt;&lt;b&gt;         - &lt;/b&gt;Possui versão paga e outra gratuita para uso não-comercial         (com menos funcionalidades).&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;Panda Antivirus &lt;/b&gt; - &lt;i&gt;Panda Software&lt;/i&gt; - &lt;a href="http://www.pandasoftware.com.br/" target="_blank"&gt;www.pandasoftware.com.br&lt;/a&gt;         - Possui versão de teste.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;É importante frisar que a maioria destes desenvolvedores possuem         ferramentas gratuitas destinadas a remover vírus específicos.         Geralmente, tais softwares são criados para combater vírus         perigosos ou com alto grau de propagação.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7409923550884140720-5545762410593718793?l=sistemasdeinformacao4e.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/feeds/5545762410593718793/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/2009/06/virus-de-computador-o-que-sao-e-como.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7409923550884140720/posts/default/5545762410593718793'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7409923550884140720/posts/default/5545762410593718793'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/2009/06/virus-de-computador-o-que-sao-e-como.html' title='Vírus de computador: o que são e como agem'/><author><name>Marcos Antonio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00790137305803302232</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7409923550884140720.post-4723158539908812318</id><published>2009-06-02T11:58:00.000-07:00</published><updated>2009-06-02T12:01:55.166-07:00</updated><title type='text'>Sistemas de arquivos NTFS</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;b&gt;Introdução&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;       &lt;table width="305" align="right" border="0" height="255"&gt;         &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;            &lt;td&gt;              &lt;script type="text/javascript"&gt;&lt;!-- google_ad_client = "pub-2797463243909555"; /* 300x250, criado 19/08/08, software */ google_ad_slot = "7903450944"; google_ad_width = 300; google_ad_height = 250; //--&gt; &lt;/script&gt; &lt;script type="text/javascript" src="http://pagead2.googlesyndication.com/pagead/show_ads.js"&gt; &lt;/script&gt;&lt;script&gt;window.google_render_ad();&lt;/script&gt;&lt;ins style="border: medium none ; margin: 0pt; padding: 0pt; display: inline-table; height: 250px; position: relative; visibility: visible; width: 300px;"&gt;&lt;ins style="border: medium none ; margin: 0pt; padding: 0pt; display: block; height: 250px; position: relative; visibility: visible; width: 300px;"&gt;&lt;iframe allowtransparency="true" hspace="0" id="google_ads_frame3" marginheight="0" marginwidth="0" name="google_ads_frame" src="http://googleads.g.doubleclick.net/pagead/ads?client=ca-pub-2797463243909555&amp;amp;dt=1243969284401&amp;amp;lmt=1243969280&amp;amp;prev_slotnames=0609391704%2C8178736420&amp;amp;output=html&amp;amp;slotname=7903450944&amp;amp;correlator=1243969283075&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.infowester.com%2Fntfs.php&amp;amp;ref=http%3A%2F%2Fwww.infowester.com%2Fsoftware.php&amp;amp;frm=0&amp;amp;ga_vid=176059136.1243267724&amp;amp;ga_sid=1243967973&amp;amp;ga_hid=16542438&amp;amp;ga_fc=true&amp;amp;flash=10.0.22&amp;amp;w=300&amp;amp;h=250&amp;amp;u_h=768&amp;amp;u_w=1024&amp;amp;u_ah=738&amp;amp;u_aw=1024&amp;amp;u_cd=32&amp;amp;u_tz=-180&amp;amp;u_his=20&amp;amp;u_java=true&amp;amp;u_nplug=16&amp;amp;u_nmime=64&amp;amp;dtd=7&amp;amp;xpc=KPkInvdYjM&amp;amp;p=http%3A//www.infowester.com" style="left: 0pt; position: absolute; top: 0pt;" vspace="0" scrolling="no" width="300" frameborder="0" height="250"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/ins&gt;&lt;/ins&gt;            &lt;/td&gt;         &lt;/tr&gt;       &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;         &lt;p align="left"&gt;NTFS é a sigla para &lt;b&gt;N&lt;/b&gt;ew &lt;b&gt;T&lt;/b&gt;echnology&lt;b&gt;          F&lt;/b&gt;ile&lt;b&gt; S&lt;/b&gt;ystem. Desde a época do DOS, a Microsoft vinha          utilizando o sistema de arquivos FAT, que foi sofrendo variações          ao longo do tempo, de acordo com o lançamento de seus sistemas          operacionais. No entanto, o FAT apresenta algumas limitações,          principalmente no quesito segurança. Por causa disso, a Microsoft          lançou o sistema de arquivos NTFS, usado inicialmente em versões          do Windows para servidores. Nas próximas linhas, você saberá          a respeito do funcionamento do NTFS e conhecerá sua história.&lt;/p&gt;                     &lt;p align="left"&gt;&lt;b&gt;Como o NTFS surgiu&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;                     &lt;p align="left"&gt;O sistema de arquivos FAT é aceitável                       e perfeitamente funcional para a maioria dos usuários                       domésticos. Trata-se um sistema antigo, que mesmo                       com novas versões, herdou a simplicidade da primeira                       versão. Veja mais sobre FAT &lt;a href="http://www.infowester.com/fat.php"&gt;aqui&lt;/a&gt;.                       As limitações do FAT, principalmente quanto                       à segurança, capacidade e confiança,                       fizeram do FAT um sistema de arquivos inadequado para uso                       em servidores e aplicações críticas.                       A Microsoft, estando ciente disso, decidiu desenvolver um                       sistema de arquivos que se adequasse aos princípios                       de funcionamento do Windows NT e lançou o New Technology                       File System, conhecido pela sigla NTFS. Entre os objetivos                       da idealização do NTFS estavam o fornecimento                       de um sistema de arquivos flexível, adaptável,                       altamente seguro e confiável. Sem dúvida,                       tais características fizeram do Windows NT um sistema                       operacional aceitável para as aplicações                       cujo seu desenvolvimento foi planejado.&lt;/p&gt;                     &lt;p align="left"&gt;A  &lt;a href="http://www.infowester.com/ntfs.php#" onclick="hwClick11188680112879(-490665440);return false;" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline;" onmouseover="hw11188680112879(event, this, '-490665440'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " oncontextmenu="return false;"&gt;idéia&lt;/a&gt; de lançar o Windows                       NT surgiu em 1990, quando a Microsoft sentiu a necessidade                       de ter um sistema operacional com as qualidades citadas                       acima e com funcionalidades típicas de servidor.                       Nesta época, a Microsoft não tinha nenhum                       sistema que pudesse se equiparar ao poderoso Unix (tinha                       somente o MS-DOS e o Windows 3.x). Decidida a ter uma fatia                       do mercado que pertencia ao Unix, a Microsoft deu início                       ao desenvolvimento do Windows NT. Esta sigla - NT - significa                       New Technology. A Microsoft logo percebeu que este novo                       Windows não teria sucesso se utilizasse o FAT, pelas                       razões já citadas. Era preciso criar um sistema                       de arquivos novo.&lt;/p&gt;                     &lt;p align="left"&gt;O NTFS foi desenvolvido e muitos até                       hoje pensam que ele é um sistema de arquivos inteiramente                       desenvolvido pela Microsoft, o que não é verdade.                       Seu projeto foi baseado nas análises das necessidades                       do novo sistema operacional, mas seus conceitos funcionais                       foram "herdados" do sistema de arquivos HPFS (High                       Performance File System).&lt;/p&gt;                     &lt;p align="left"&gt;Um sistema operacional muito conhecido nesta                       época era o OS/2, um projeto realizado em conjunto                       entre a Microsoft e a IBM. Ambas as empresas estavam tentando                       criar um sistema operacional de grande sucesso, cujo apelo                       principal seria a capacidade gráfica (lembre-se que                       naquela época, era muito maior o uso de sistemas                       operacionais baseados em linha de comando, como o DOS).                       O OS/2 de fato continha inovações  &lt;a href="http://www.infowester.com/ntfs.php#" onclick="hwClick13785371001879(-490665440);return false;" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline;" onmouseover="hw13785371001879(event, this, '-490665440'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " oncontextmenu="return false;"&gt;tecnológicas&lt;/a&gt;,                       mas esbarrava nos quesitos suporte e  &lt;a href="http://www.infowester.com/ntfs.php#" onclick="hwClick7395362440879(-490665440);return false;" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline;" onmouseover="hw7395362440879(event, this, '-490665440'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " oncontextmenu="return false;"&gt;marketing&lt;/a&gt;. Fora isso,                       a IBM e a Microsoft começaram a se desentender e                       a empresa de Bill Gates decidiu abandonar o projeto e se                       dedicar ao desenvolvimento do Windows NT. No entanto, a                       Microsoft acabou levando consigo muitos conceitos funcionais                       do sistema de arquivos do OS/2, o HPFS. É claro que                       tais conceitos foram essenciais para a criação                       do NTFS, o que fez com muitos pensassem que a Microsoft                       passou um golpe na IBM. No entanto, este artigo não                       visa discutir isso.&lt;/p&gt;                     &lt;p align="left"&gt;&lt;b&gt;Características do NTFS&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;                     &lt;p align="left"&gt;O NTFS possui características importantes,                       que o fez ser considerado um bom sistema de arquivos. Entre                       essas qualidades estão: confiança, pois permite                       que o sistema operacional se recupere de problemas sem perder                       informações, fazendo-o ser tolerante a falhas;                       segurança, onde é possível ter um controle                       de acesso preciso e ter aplicações que rodem                       em rede, fazendo com que seja possível o gerenciamento                       de usuários, incluindo suas permissões de                       acesso e escrita de dados; armazenamento, onde é                       possível trabalhar com uma grande quantidade de dados,                       permitindo inclusive o uso de arrays &lt;a href="http://www.infowester.com/raid.php" target="_blank"&gt;RAID&lt;/a&gt;;                       rede, fazendo do sistema plenamente funcional para o trabalho                       e o fluxo de dados em rede.&lt;/p&gt;                     &lt;p align="left"&gt;Há muitas outras características,                       que ficam mais ainda visíveis se comparadas ao FAT.                       A Microsoft vem trabalhando bastante para aperfeiçoar                       o NTFS, por isso, é de se esperar que novas características                       sejam implementadas no sistema de arquivos, de acordo com                       o lançamento de novas versões do Windows.&lt;/p&gt;                     &lt;p align="left"&gt;&lt;b&gt;Versões do NTFS&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;                     &lt;p align="left"&gt;Assim como aconteceu com o FAT, o NTFS também                       tem versões, que foram lançadas principalmente                       no surgimento de novos Windows. A cada versão, correções                       de falhas são feitas, suportes a hardware são                       implementados e novas características são                       dadas ao NTFS. A princípio houve o NTFS 1.0 usado                       no Windows NT 3.1 (por isso, esta versão do NTFS                       também ficou conhecida por NTFS 3.1).&lt;/p&gt;                     &lt;p align="left"&gt;Com o lançamento do Windows NT 4, o                       NTFS ganhou a versão 1.1 (ou versão 4). Esta                       versão também foi usada no Windows NT 3.51.                       O sucesso do Windows NT foi tão grande que sua versão                       do NTFS virou referência em sistemas de arquivos.&lt;/p&gt;                     &lt;p align="left"&gt;A Microsoft não ficou parada e lançou                       a versão conhecida como NTFS 5.0 com o lançamento                       do Windows 2000, substituto do Windows NT. Apesar da nova                       versão, o NTFS 4 foi tão difundido que seu                       suporte a outro sistemas operacionais não acabará                       tão cedo.&lt;/p&gt;                     &lt;p align="left"&gt;Esta nova versão do NTFS possui novas                       características importantes, além daquelas                       herdadas da versão anterior. Essas mudanças                       foram essenciais para fazer do Windows 2000 um sistema que                       fosse realmente adequado para substituir o Windows NT. Só                       para servir de exemplo, o serviço Active Directory                       é um dos chamativos do Windows 2000 e foi implementado                       graças a alterações no FTFS. Entre                       os novos recursos do NTFS 5 estão: Reparse Points,                       onde arquivos e pastas dentro do sistema de arquivos podem                       ter ações associadas a eles, de forma que                       operações particulares a estes arquivos possam                       ser executadas; novas características de segurança,                       onde o mecanismo para gerenciamento da segurança                       e de usuários, principalmente em relação                       a acesso e arquivos foram melhorados; quotas de discos,                       onde o administrador do sistema pode determinar o espaço                       em disco disponível a um usuário ou a um grupo                       de usuários; diários de alterações,                       onde volumes podem ser ajustados para rastrear as operações                       efetuadas nos arquivos e pastas; codificação,                       onde o sistema permite que arquivos sejam codificados/decodificados                       automaticamente; suporte a arquivos esparsos, onde é                       possível armazenar de forma eficiente arquivos esparsos                       (que são arquivos grandes mas que possuem algumas                       estruturas vazias, desperdiçando espaço em                       disco).&lt;/p&gt;                     &lt;p align="left"&gt;Com o lançamento do Windows XP, Windows                       2003 Server e futuras versões, o NFTS vai ganhando                       melhoramentos e novas características, mas certamente                       a versão 4 ainda será uma referência.                       Isso deixa claro que o NFTS não deixará de                       ser usado tão cedo pela Microsoft.&lt;/p&gt;                     &lt;p align="left"&gt;&lt;b&gt;Funcionamento do NTFS&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;                     &lt;p align="left"&gt;Conforme as características herdadas                       do HPFS, o NTFS trabalha de uma forma mais eficiente no                       gerenciamento do espaço de disco. Isso porque as                       informações são armazenadas em uma                       base por setor do disco, em vez de utilizar clusters de                       múltiplos setores (veja mais sobre isso lendo o artigo                       sobre &lt;a href="http://www.infowester.com/fat.php" target="_blank"&gt;FAT&lt;/a&gt;). Essa forma                       de trabalho, traz várias vantagens, como menor necessidade                       de desfragmentação de disco e maior consistência                       de dados. Isso porque essa arquitetura de dados por base                       em setor permite manter os dados próximos, ou seja,                       não espalhados pelo disco. Até o gerenciamento                       de grandes quantidades de dados é beneficiado por                       esta característica, já que como acontecia                       com o FAT, trabalhar com clusters por setor, fazia do sistema                       de arquivos dependente de um número pré-determinado                       de setores.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7409923550884140720-4723158539908812318?l=sistemasdeinformacao4e.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/feeds/4723158539908812318/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/2009/06/sistemas-de-arquivos-ntfs.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7409923550884140720/posts/default/4723158539908812318'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7409923550884140720/posts/default/4723158539908812318'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/2009/06/sistemas-de-arquivos-ntfs.html' title='Sistemas de arquivos NTFS'/><author><name>Marcos Antonio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00790137305803302232</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7409923550884140720.post-7913862422166488521</id><published>2009-06-02T11:56:00.000-07:00</published><updated>2009-06-02T11:57:59.970-07:00</updated><title type='text'>Como usar o Google Earth (Parte 2)</title><content type='html'>&lt;h3&gt;Latitude e longitude&lt;/h3&gt;              &lt;p&gt;Uma maneira de localizar lugares com precisão no Google Earth          é através dos parâmetros de latitude e longitude.          Caso você não se lembre ou não saiba o que é          isso, eis uma rápida explicação:&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;O planeta Terra é dividido em linhas imaginárias chamadas          meridianos e paralelos. Os meridianos são linhas que "cortam"          o planeta do Polo Sul ao Polo Norte (ou vice-versa). Por sua vez, os paralelos          são linhas que "cortam" o planeta de leste a oeste (ou          vice-versa).&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;O meridiano mais conhecido é o Greenwich, que divide o planeta          em duas metades iguais, uma do lado direito e outra do lado esquerdo,          grossamente falando. Por sua vez, o paralelo mais conhecido é a          Linha do Equador, que também divide o planeta em dois, sendo o          lado norte a parte de cima e o lado sul a parte de baixo. Em outras palavras,          o meridiano de Greenwich divide o planeta verticalmente, enquanto que          a Linha do Equador divide a Terra horizontalmente.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Onde latitude e longitude "entram em cena"? Simples: latitude          é a distância de um ponto qualquer do planeta em relação          à Linha do Equador. Um ponto localizado na parte Norte é          indicado com N (do inglês north). Um ponto localizado no sul é          indicado com S (do inglês south).&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Você já deve ter notado que a longitude é a distância          de um ponto qualquer da Terra em relação ao meridiano de          Greenwich. Os pontos localizados no lado leste são indicados com          E (do inglês east), enquanto que os pontos no lado oeste são          indicados com W (do inglês west).&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Assim sendo, fica claro que a localização exata de um determinado          ponto na Terra depende do cruzamento das informações de          latitude e longitude. Por fim, resta frisar que as medições          de distâncias são dadas, por padrão, em graus (º),          minutos (') e segundos ("). Como exemplo, digite &lt;i&gt;33 53 37.73 S,          151 16 33.72 E&lt;/i&gt; no campo &lt;i&gt;Voar para&lt;/i&gt; (não é obrigatório          manter símbolos como º ou "). Note que o Google Earth          exibirá a localidade que corresponde às coordenadas 33°53'37.73"S,          151°16'33.72"E.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;O Google Earth também pode trabalhar com coordenadas de grau fornecidas          em formato decimal. O mesmo ponto do parágrafo anterior pode ser          localizado por &lt;i&gt;-33.8938, 151.276&lt;/i&gt; (dica: quando o programa mostrar          esse ponto, aproxime a imagem ao máximo, talvez você vá          gostar do que vai ver).&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;Obtendo informações de latitude de longitude de um local&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Você achou um local muito bacana e quer mostrar a um amigo. Passar          as informações de longitude e latitude desse ponto é          um meio fácil para isso. Se é isso que você precisa,          proceda da seguinte forma: vá em &lt;i&gt;Adicionar / Marcador&lt;/i&gt; para          marcar o ponto de seu interesse. Você não precisa salvar          esse marcador se não quiser, pois basta ir à aba &lt;i&gt;Exibir&lt;/i&gt;          da janela que abrir e anotar as informações de latitude          e longitude. Depois, basta colocar essas informações uma          ao lado da outra e inserir no campo &lt;i&gt;Voar para&lt;/i&gt;.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Quer um jeito mais fácil? Basta então olhar a área          de visualização de imagens do programa. Note que ela mostra          as coordenadas do local visualizado no canto inferior esquerdo.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/tut_gearth/ge8.jpg" alt="Informações no rodapé do Google  Earth" width="409" height="164" /&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Se você estiver usando o Google Earth em português, provavelmente          o software fornecerá as coordenadas representando as informações          de leste e oeste pelas letras L e O, respectivamente. Quando isso acontecer,          é recomendável trocar a letra L por E (do inglês east)          e a letra O por W (do inglês west). Como exemplo, o InfoWester localizou          um ponto cujas coordenadas são: &lt;/p&gt;       &lt;p&gt;- Latitude: 23°25'34.90"S&lt;br /&gt;       - Longitude: 51°56'17.47"O&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Para que não haja erros no momento de visualizar esse ponto no          Google Earth, é recomendável deixar essas informações          na seguinte forma:&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;i&gt;23°25'34.90"S 51°56'17.47"W&lt;/i&gt; (ou &lt;i&gt;23 25 34.90          S 51 56 17.47 W&lt;/i&gt;)&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Copie e cole essa  &lt;a href="http://www.infowester.com/tutgoogleearth2.php#" onclick="hwClick19554557460236(-490665440);return false;" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline;" onmouseover="hw19554557460236(event, this, '-490665440'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " oncontextmenu="return false;"&gt;informação&lt;/a&gt; em &lt;i&gt;Voar para&lt;/i&gt; e veja          a imagem do local.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Se preferir, você pode obter esses dados na forma decimal. Para          isso, vá em &lt;i&gt;Ferramentas / Opções / Visualização          em 3D&lt;/i&gt;. Na caixa &lt;i&gt;Mostrar lat/long&lt;/i&gt;, escolha a opção          &lt;i&gt;Graus Decimais&lt;/i&gt;.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Nesse formato, a localização acima será:&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;- Latitude: -23.4264°&lt;br /&gt;       - Longitude: -51.9382&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Insira essas informações em &lt;i&gt;Voar para&lt;/i&gt; separando-as          por vírgula. Ficará assim: &lt;i&gt;-23.4264°, -51.9382&lt;/i&gt;.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;     &lt;h3&gt;Arquivos KML (Keyhole Markup Language)&lt;/h3&gt;       &lt;p&gt;Como dito anteriormente, você pode fornecer por longitude e latitude          as coordenadas de um ponto qualquer visualizado no Google Earth. No entanto,          essa não é a única forma. Você também          utilizar arquivos de extensão &lt;i&gt;.kml&lt;/i&gt; (ou &lt;i&gt;.kmz&lt;/i&gt;, quando          compactados) que, quando abertos pelo programa, o orienta a mostrar os          pontos que você determinou.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Os arquivos KMZ são baseados na &lt;a href="http://www.infowester.com/lingxml.php" target="_blank"&gt;linguagem          XML&lt;/a&gt; e podem contar com informações como latitude, longitude,          escala, textura, links, entre outros. Para servir de exemplo, criamos          aqui no &lt;a href="http://www.infowester.com/" target="_blank"&gt;InfoWester&lt;/a&gt;          um arquivo que mostra três pontos importantes da cidade de São          Paulo: A Catedral da Sé, o MASP e o Museu do Ipiranga. Você          pode &lt;a href="http://www.infowester.com/especial/infowester.kml" target="_blank"&gt;baixar o arquivo          KML que contém esses três pontos aqui&lt;/a&gt; (talvez você          tenha que clicar com o botão direito do mouse em cima do link e          escolher uma opção de nome "Salvar destino como"          ou equivalente para fazer download do arquivo).&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Criar esse arquivo foi tarefa fácil. Em primeiro lugar, foi criada          uma pasta (&lt;i&gt;Adicionar / Pasta&lt;/i&gt;). Em seguida, o campo &lt;i&gt;Voar para&lt;/i&gt;          foi utilizado para encontrar os três pontos do arquivo. Cada lugar          recebeu um marcador (&lt;i&gt;Adicionar / Marcador&lt;/i&gt;). Cada um desses marcadores          foi inserido dentro da pasta criada, no quadro &lt;i&gt;Lugares&lt;/i&gt;. Bastou          então clicar com o botão direito do mouse sobre a pasta          e escolher a opção &lt;i&gt;Salvar como&lt;/i&gt;. Repare que o Google          Earth permite salvar tanto no formato KML quanto no formato KMZ. Este          último é útil para arquivos muito grandes, pois é          um formato de compactação.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Note que, com isso, você pode, por exemplo, criar um arquivo que          contém todas as filiais de sua empresa, criar um guia turístico,          mostrar todos os campi de uma universidade, etc.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Para que o Google Earth execute o arquivo, basta clicar sobre ele ou,          no programa, ir em &lt;i&gt;Arquivo / Abrir&lt;/i&gt;. Quando isso ocorre, o Google          Earth tentará mostrar todos os pontos de uma vez, por isso, quanto          mais distantes forem os lugares, mais afastada será visualização          das imagens. No entanto, uma vez que o arquivo esteja carregado, basta          clicar no botão &lt;i&gt;Reproduzir passeio&lt;/i&gt; (indicado pela seta na          figura abaixo), em &lt;i&gt;Lugares&lt;/i&gt;, e o Google Earth mostrará ponto          por ponto, automaticamente.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/tut_gearth/ge9.jpg" alt="Reproduzir Passeio" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;     &lt;h3&gt;Medindo distâncias&lt;/h3&gt;       &lt;p&gt;Você encontrou dois lugares  &lt;a href="http://www.infowester.com/tutgoogleearth2.php#" onclick="hwClick7824021032236(-490665440);return false;" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline;" onmouseover="hw7824021032236(event, this, '-490665440'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " oncontextmenu="return false;"&gt;interessantes&lt;/a&gt; no Google Earth, e quer          medir a distância entre eles. Isso é fácil. Vá          ao menu &lt;i&gt;Ferramentas&lt;/i&gt; e clique em &lt;i&gt;Régua&lt;/i&gt;. O programa          mostrará uma pequena caixa onde você pode escolher a medida          (milhas, polegadas, metros, quilômetros, etc). Escolha qualquer          uma, clique no ponto de origem e arraste o cursor do mouse até          o ponto de destino. Note que a distância será exibida na          caixa. Se quiser medir a distância entre mais de dois pontos, basta          clicar na aba &lt;i&gt;Caminho&lt;/i&gt;, na caixa &lt;i&gt;Régua&lt;/i&gt;.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/tut_gearth/ge10.jpg" alt="Medindo distâncias" width="384" height="346" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;     &lt;h3&gt;Clima em tempo real no Google Earth&lt;/h3&gt;       &lt;p&gt;Que tal saber a temperatura de uma região em um determinado dia?          Ou, então, saber se vai ser chover ou se vai ter nuvens? A partir          da versão 4.2.0205.5730 isso se tornou possível no Google          Earth. Para utilizar esse recurso, basta ir em &lt;i&gt;Camadas&lt;/i&gt; e ativar          a opção &lt;i&gt;Clima&lt;/i&gt;. Com isso, será possível          obter dados em tempo real das condições meteorológicas          de várias regiões do planeta. As temperaturas são          exibidas nas escalas Fahrenheit e Celsius.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/tut_gearth/ge15.jpg" alt="Clima no Google Earth" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;     &lt;h3&gt;O mundo não é o bastante: a opção Mudar          para Sky (Céu)&lt;/h3&gt;       &lt;p&gt;Ok, você já sabe, o Google Earth é maravilhoso e          tal. Mas você cansou de ver imagens da Terra? Tudo bem, então          veja imagens do céu. Não acredita? Então vá          ao menu &lt;i&gt;Visualizar&lt;/i&gt; e clique em &lt;i&gt;Mudar para Sky &lt;/i&gt;(Céu).          O Google Earth mostrará imagens de constelações,          planetas, galáxias, etc.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/tut_gearth/ge11.jpg" alt="Vendo o espaço no Google Earth" /&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Em diversos pontos da visualização é possível          obter explicações sobre as constelações, galáxias          e outras relações astronômicas. A navegação          por esses itens é semelhante ao modo de visualização          da Terra, mas é recomendável se orientar pelas categorias          existentes em &lt;i&gt;Camadas&lt;/i&gt; para ter acesso rápido às imagens          desejadas.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;Marte&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Marte, o "planeta vermelho", tem cerca de metade do tamanho          da Terra e, assim como o nosso planeta, seus dias duram aproximadamente          24 horas. É um dos planetas mais estudados por astrônomos.          E se você quiser ser um estudioso de Marte, pode usar o Google Earth          para isso. É que, a partir da versão 5, o programa passou          a exibir imagens de Marte também. Acessar essa opção          é muito fácil: basta clicar no botão com o símbolo          de um planeta na barra de ícones existente na área de visualização          de imagens e escolher &lt;i&gt;Marte&lt;/i&gt;:&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/tut_gearth/ge16.jpg" alt="Marte no Google Earth" width="489" height="462" /&gt;&lt;/p&gt;     &lt;br /&gt;     &lt;h3&gt;Um segredo no Google Earth: simulador de vôo&lt;/h3&gt;       &lt;p&gt;Pouco tempo depois do lançamento da versão 4.2 do Google          Earth, um rapaz de nome &lt;a href="http://marco-za.blogspot.com/" target="_blank"&gt;Marco          Gallotta&lt;/a&gt; descobriu um segredo muito bem escondido no software: um          simulador de voo! É claro que não é nada tão          sofisticado e realista quanto o &lt;a href="http://www.br.flightgear.org/" target="_blank"&gt;FlightGear&lt;/a&gt;,          por exemplo, mas dá para curtir bastante.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Para habilitar o simulador, abra o Google Earth, aguarde alguns segundos          e pressione ao &lt;u&gt;mesmo tempo&lt;/u&gt; os botões Ctrl, Alt e A em seu          teclado. Uma janela irá aparecer oferecendo dois aviões,          um F16 e um SR22, este último mais fácil de pilotar. Na          parte inferior da janela, é possível escolher em que ponto          iniciar o voo: em um aeroporto ou no local visualizado atualmente. Repare          que há uma opção que permite habilitar um joystick          (controle) para ser usado no simulador. Essa opção só          estará disponível se o Google Earth detectar o dispositivo.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/tut_gearth/ge12.jpg" alt="Simulador de vôo no Google Earth" width="544" height="342" /&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;a href="http://earth.google.com/intl/en/userguide/v4/flightsim/index.html" target="_blank"&gt;Visite          esta página para conhecer os comandos&lt;/a&gt; que controlam as aeronaves.          Vale frisar que esse recurso também está presente no Google          Earth para Mac. Para ativá-lo, a combinação de teclas          é: Command, Option e A. Após o primeiro acesso, o simulador          também poderá ser acessado em &lt;i&gt;Ferramentas / Entrar no          simulador de voo&lt;/i&gt;.&lt;/p&gt;     &lt;br /&gt;     &lt;h3&gt;Adicionando informações no Google Earth&lt;/h3&gt;       &lt;p&gt;Graças ao item &lt;i&gt;Google Earth Community&lt;/i&gt;, em &lt;i&gt;Camadas&lt;/i&gt;,          é possível visualizar informações fornecidas          pelos próprios  &lt;a href="http://www.infowester.com/tutgoogleearth2.php#" onclick="hwClick12421466091236(-490665440);return false;" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline;" onmouseover="hw12421466091236(event, this, '-490665440'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " oncontextmenu="return false;"&gt;usuários&lt;/a&gt; do programa. Se você conhece          algum lugar que é visível no Google Earth, mas não          possui descrição alguma, pode tentar fornecer uma para o          local. Para isso, basta utilizar o recurso de compartilhamento.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Ao visualizar um ponto ou um marcador, vá em &lt;i&gt;Arquivo&lt;/i&gt; e          clique em &lt;i&gt;Compartilhar/Postar&lt;/i&gt;. O Google Earth mostrará uma          página na internet que contém as orientações          necessárias para enviar a sua colaboração. No entanto,          isso somente será possível depois de uma conta ser criada          no serviço, por essa razão, procure o link de registro na          referida página.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Feito isso, basta seguir as instruções. Se tudo der certo,          seu ponto poderá ser visto por outros usuários do programa.          No entanto, a disponibilização pode levar algumas horas.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;     &lt;h3&gt;O Google Earth exibe imagens em tempo real? E por que as imagens de muitos          lugares estão "borradas"?&lt;/h3&gt;       &lt;p&gt;Muita gente acredita que o Google Earth exibe imagens em tempo real,          mas isso não acontece. As imagens do programa são fornecidas          ao Google por empresas e entidades especializadas no assunto, mas trata-se          apenas de fotografias. Esse material, em sua maioria, é capturado          por satélites, no entanto, isso não é feito de uma          só vez. Cada "pedaço" do planeta é "fotografado"          em períodos diferentes. Dependendo da região, a atualização          das imagens acontece com mais frequência do que outras. Todavia,          o Google tenta fornecer fotos que tenham, no máximo, três          anos de existência.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Muita gente também reclama que as imagens de uma determinada cidade          estão "borradas". Isso acontece porque o Google ainda          não conseguiu imagens melhores da região. Mas a intenção          do Google é fornecer o melhor conteúdo possível,          e tão logo a empresa possa atualizar essas imagens, ela o fará.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;A melhor solução para esse problema é aguardar.          Adquirir versões mais avançadas do Google Earth (isto é,          versões pagas) não fará as imagens melhorarem. Desinstalar          e instalar outra versão do Google Earth também não,          afinal, as imagens não ficam armazenadas no programa, mas sim nos          servidores do Google. É por isso que é necessário          ter uma conexão à internet em banda larga para utilizar          o Google Earth.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;     &lt;h3&gt;Finalizando&lt;/h3&gt;       &lt;p&gt;O Google Earth é um programa riquíssimo em recursos e,          por mais que este tutorial tenha sido escrito com o intuito de oferecer          o máximo de detalhes, não é possível descrever          todas as suas funcionalidades e possibilidades. Por isso, como última          sugestão, o InfoWester recomenda que você explore com afinco          o Google Earth para descobrir ainda mais sobre ele. E fique atento: o          Google está sempre adicionando recursos novos ao programa, por          isso, visite o site &lt;a href="http://earth.google.com/" target="_blank"&gt;oficial          do Google Earth&lt;/a&gt; periodicamente para saber das novidades.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7409923550884140720-7913862422166488521?l=sistemasdeinformacao4e.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/feeds/7913862422166488521/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/2009/06/latitude-e-longitude-uma-maneira-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7409923550884140720/posts/default/7913862422166488521'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7409923550884140720/posts/default/7913862422166488521'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/2009/06/latitude-e-longitude-uma-maneira-de.html' title='Como usar o Google Earth (Parte 2)'/><author><name>Marcos Antonio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00790137305803302232</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7409923550884140720.post-5991528525360863177</id><published>2009-06-02T11:53:00.000-07:00</published><updated>2009-06-02T11:56:16.129-07:00</updated><title type='text'>Como usar o Google Earth (Parte 1)</title><content type='html'>&lt;h3&gt;Introdução&lt;/h3&gt;       &lt;table width="305" align="right" border="0" height="255"&gt;         &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;           &lt;td&gt;             &lt;script type="text/javascript"&gt;&lt;!-- google_ad_client = "pub-2797463243909555"; /* 300x250, criado 19/08/08, tutoriais + software */ google_ad_slot = "3364712085"; google_ad_width = 300; google_ad_height = 250; //--&gt; &lt;/script&gt; &lt;script type="text/javascript" src="http://pagead2.googlesyndication.com/pagead/show_ads.js"&gt; &lt;/script&gt;&lt;script&gt;window.google_render_ad();&lt;/script&gt;&lt;ins style="border: medium none ; margin: 0pt; padding: 0pt; display: inline-table; height: 250px; position: relative; visibility: visible; width: 300px;"&gt;&lt;ins style="border: medium none ; margin: 0pt; padding: 0pt; display: block; height: 250px; position: relative; visibility: visible; width: 300px;"&gt;&lt;iframe allowtransparency="true" hspace="0" id="google_ads_frame3" marginheight="0" marginwidth="0" name="google_ads_frame" src="http://googleads.g.doubleclick.net/pagead/ads?client=ca-pub-2797463243909555&amp;amp;dt=1243968924366&amp;amp;lmt=1243968920&amp;amp;prev_slotnames=0609391704%2C8178736420&amp;amp;output=html&amp;amp;slotname=3364712085&amp;amp;correlator=1243968922136&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.infowester.com%2Ftutgoogleearth.php&amp;amp;ref=http%3A%2F%2Fwww.infowester.com%2Ftutoriais.php&amp;amp;frm=0&amp;amp;ga_vid=176059136.1243267724&amp;amp;ga_sid=1243967973&amp;amp;ga_hid=720414397&amp;amp;ga_fc=true&amp;amp;flash=10.0.22&amp;amp;w=300&amp;amp;h=250&amp;amp;u_h=768&amp;amp;u_w=1024&amp;amp;u_ah=738&amp;amp;u_aw=1024&amp;amp;u_cd=32&amp;amp;u_tz=-180&amp;amp;u_his=18&amp;amp;u_java=true&amp;amp;u_nplug=16&amp;amp;u_nmime=64&amp;amp;dtd=7&amp;amp;xpc=I21b3ziQyn&amp;amp;p=http%3A//www.infowester.com" style="left: 0pt; position: absolute; top: 0pt;" vspace="0" scrolling="no" width="300" frameborder="0" height="250"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/ins&gt;&lt;/ins&gt;            &lt;/td&gt;         &lt;/tr&gt;       &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;         &lt;p&gt;Imagine ter o mundo dentro do seu computador. Imagine a possibilidade          de ver fotos dos lugares mais importantes do planeta - e dos menos importantes          também. Imagine a chance de conhecer lugares, de ver monumentos          históricos, de viajar sem sair da cadeira. Imagine a experiência          de ver fotografias da vida acontecendo em toda a Terra. Imagine poder          explorar constelações, galáxias e até mesmo          Marte. E a superfície do mar, que tal? Pois se você imaginou          tudo isso, saiba que está apto a utilizar o &lt;b&gt;Google Earth&lt;/b&gt;,          o poderoso programa mantido e desenvolvido pelo Google que permite a visualização          de imagens reais capturadas por satélite de praticamente qualquer          lugar do mundo e de parte do Universo também. Trata-se de uma ferramenta          útil, divertida, fascinante e repleta de recursos. Para que você          possa aproveitar tudo e mais um pouco do que o Google Earth oferece, o          InfoWester preparou este tutorial sobre como utilizá-lo. Bem-vindo          ao mundo dentro do seu computador!&lt;/p&gt;      &lt;br /&gt;      &lt;h3&gt;Requisitos&lt;/h3&gt;       &lt;p&gt;O primeiro passo para utilizar o Google Earth, é claro, consiste          em instalá-lo. Mas não é qualquer computador que          suporta o programa. A configuração mínima exigida          é a de um PC com processador Pentium III 500 MHz (ou equivalente),          256 MB de memória RAM, 400 MB de espaço em disco, placa          de vídeo 3D com 16 MB e resolução de 1024 x 768,          além de conexão à internet em banda larga. Note,          no entanto, que o Google recomenda uma máquina com, no mínimo,          processador Pentium 4 de 2,4 GHz (ou equivalente), 512 MB de memória          RAM, espaço em disco de 2 GB e placa de vídeo 3D com 32          MB.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;A versão usada neste tutorial é a &lt;b&gt;5.0.11337.1968 (beta)&lt;/b&gt;,          em português, para os sistemas operacionais Windows (versões          2000, XP, 2003 e Vista). O Google também oferece uma versão          para o sistema operacional Mac OS X e outra para distribuições          Linux. Todas as versões funcionam de maneira semelhante, motivo          pelo qual este tutorial, embora baseado na versão para Windows,          serve a todas elas, mesmo que com algumas distinções. Note          que versões anteriores ou posteriores a este tutorial podem apresentar          funcionamento ligeiramente diferente do que é mostrado aqui.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Para baixar o Google Earth, visite a página &lt;b&gt;&lt;a href="http://earth.google.com/" target="_blank"&gt;earth.google.com&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;         e procure o link de download. Se você tiver alguma dificuldade para         baixar ou localizar o programa, pode procurá-lo em sites como o         &lt;a href="http://www.superdownloads.com.br/" target="_blank"&gt;SuperDownloads&lt;/a&gt;         e o &lt;a href="http://www.baixaki.com.br/" target="_blank"&gt;Baixaki&lt;/a&gt;. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;      &lt;h3&gt;Utilizando o Google Earth&lt;/h3&gt;       &lt;p&gt;Depois de instalado (os passos da instalação não         são abordados aqui por serem triviais), é possível         acessar o Google Earth por um atalho na Área de Trabalho (Desktop)         do Windows ou pelo Menu Iniciar, no item &lt;i&gt;Google Earth&lt;/i&gt;. O sub-menu         deste oferece três opções para iniciar o software:         &lt;i&gt;Google Earth&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Iniciar Google Earth no modo DirectX&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Iniciar         Google Earth no modo OpenGL&lt;/i&gt;. A primeira opção - &lt;i&gt;Iniciar         Google Earth&lt;/i&gt; - abre o programa em sua configuração padrão,         que usa as bibliotecas gráficas &lt;a href="http://www.opengl.org/" target="_blank"&gt;OpenLG&lt;/a&gt;.         Se você notar uma lentidão muito grande ao fazer isso, feche         o Google Earth e escolha o item &lt;i&gt;Iniciar Google Earth no modo DirectX&lt;/i&gt;.         Se notar alguma melhora, é porque sua placas de vídeo executa         melhor o Google Earth usando as bibliotecas gráficas &lt;a href="http://www.google.com.br/url?sa=t&amp;amp;ct=res&amp;amp;cd=6&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fpt.wikipedia.org%2Fwiki%2FDirectX&amp;amp;ei=dvjpRoWgF4esigG8keToBg&amp;amp;usg=AFQjCNFJvf7kF5l6UXiDvU5LKxlU897WGA&amp;amp;sig2=-vsuZMJTZ4OgLZPx4KFgQw" target="_blank"&gt;DirectX&lt;/a&gt;.       &lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Uma vez que o Google Earth tenha sido carregado, uma tela semelhante         a que é mostrada na imagem abaixo é exibida. Note que, para         este tutorial, a visualização foi dividida em quatro partes         para facilitar a explicação dos recursos do software.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;A parte 1 contém os menus do programa. A parte 2 contém         os recursos &lt;i&gt;Pesquisar&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Lugares&lt;/i&gt;, que permitem a localização         das localidades das quais você deseja ver imagens. A parte 3, chamada         &lt;i&gt;Camadas&lt;/i&gt;, possui uma série de recursos que complementam o         Google Earth. A parte 4 é a mais interessante, afinal, é         a que mostra as imagens capturadas, a que exibe a barra de ferramentas         com os recursos mais importantes dos menus, e a que contém os botões         que efetuem a navegação. Repare que, ao invés desses         botões, você verá uma bússola assim que abrir         o programa. Para os botões aparecerem, basta aproximar a seta do         mouse da bússola.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/tut_gearth/ge1_m.jpg" alt="Tela principal do Google Earth" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;Parte 1: menus&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Os menus permitem o acesso às funcionalidades essenciais do Google         Earth. A versão usada neste tutorial contém as seguintes         opções:&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;:: Arquivo:&lt;/b&gt; este botão dá acesso a vários         recursos, entre eles:&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;- Botão &lt;i&gt;Abrir&lt;/i&gt;, que permite abrir um arquivo de localização          (assunto abordado na segunda parte deste tutorial);&lt;br /&gt;        - Sub-menu &lt;i&gt;Salvar&lt;/i&gt;, que permite salvar em formato JPEG a imagem          que está sendo mostrada no momento e que também permite          salvar um arquivo de localização dessa imagem. Assim, quando          você quiser visitar esse ponto no Google Earth novamente, basta          ir em &lt;i&gt;Abrir&lt;/i&gt; e procurar esse arquivo. A opção &lt;i&gt;Salvar&lt;/i&gt;          também permite guardar um atalho do local que está sendo          visualizado. Basta dar um nome a esse atalho e procurá-lo no recurso          &lt;i&gt;Lugares&lt;/i&gt;, mostrado na parte 2;&lt;br /&gt;        - Botão &lt;i&gt;Reverter&lt;/i&gt;, que permite reverter as informações          armazenadas em &lt;i&gt;Lugares&lt;/i&gt;;&lt;br /&gt;        - Sub-menu &lt;i&gt;Enviar por e-mail&lt;/i&gt;, que permite enviar pelo &lt;a href="http://www.gmail.com/" target="_blank"&gt;Gmail&lt;/a&gt;          ou por um  &lt;a href="http://www.infowester.com/tutgoogleearth.php#" onclick="hwClick8294661310863(-490665440);return false;" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline;" onmouseover="hw8294661310863(event, this, '-490665440'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " oncontextmenu="return false;"&gt;cliente&lt;/a&gt; de e-mail imagens ou arquivos de localização;&lt;br /&gt;        - botão &lt;i&gt;Compartilhar/Publicar&lt;/i&gt;, que direciona o usuário          a uma página que explica como é possível compartilhar          conteúdo (imagens, pontos  &lt;a href="http://www.infowester.com/tutgoogleearth.php#" onclick="hwClick7402787331863(-490665440);return false;" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline;" onmouseover="hw7402787331863(event, this, '-490665440'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " oncontextmenu="return false;"&gt;interessantes&lt;/a&gt;, etc) pelo Google Earth;&lt;br /&gt;        - botão &lt;i&gt;Visualizar no Google Maps&lt;/i&gt;, que permite a visualização          do ponto atual no site &lt;a href="http://maps.google.com/" target="_blank"&gt;Google          Maps&lt;/a&gt;;&lt;br /&gt;        - botão &lt;i&gt;Imprimir&lt;/i&gt;, para passar ao papel a imagem visualizada;&lt;br /&gt;        - botão &lt;i&gt;Logout do servidor&lt;/i&gt;, que faz com que o Google Earth          pare de acessar os servidores de imagens&lt;i&gt;.&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;:: Editar:&lt;/b&gt; menu que dá acesso às opções          de colar, copiar, recortar, renomear, excluir ou atualizar atalhos de          lugares e imagens, entre outros;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;:: Visualizar:&lt;/b&gt; botão que dá acesso às opções          de visualização, entre elas, desativar/ativar as barras          de ferramentas, alterar a resolução, desativar/ativar grades,          entre outros. Note que esse menu também dá acesso ao item          &lt;i&gt;Mudar para Sky&lt;/i&gt; (Céu) que, ao invés de mostrar o planeta          Terra, faz o Google Earth exibir constelações, planetas,          etc, e também aos botões &lt;i&gt;Imagens históricas&lt;/i&gt;          e &lt;i&gt;Superfície da água&lt;/i&gt; (ou equivalente). O primeiro          permite ver conteúdo histórico de vários lugares          (imagens anteriores), enquanto que o segundo permite analisar o mar. Você          saberá mais sobre alguns desses recursos na segunda parte deste          artigo. Outra funcionalidade interessante disponível no menu Visualizar          é a opção de conferir as partes do planeta onde é          noite. Para isso, basta escolha o item &lt;i&gt;Dom&lt;/i&gt; (ou equivalente);&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;:: Ferramentas:&lt;/b&gt; o menu Ferramentas permite alterar as configurações          do Google Earth e acessar recursos adicionais, como o botão &lt;i&gt;Web&lt;/i&gt;,          que exibe um navegador de internet no programa, o botão &lt;i&gt;Régua&lt;/i&gt;,          que permite traçar um caminho ou medir a distância entre          dois pontos, o botão &lt;i&gt;GPS&lt;/i&gt;, que funciona apenas para quem          é assinante do Google Earth Plus, o botão &lt;i&gt;Reproduzir          Passeio&lt;/i&gt; (ou equivalente), que exibe automaticamente os pontos marcados          em &lt;i&gt;Lugares&lt;/i&gt;, e o importantíssimo botão &lt;i&gt;Opções&lt;/i&gt;.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;O botão Opções é o que permite alterar as         configurações do Google Earth. Em sua janela, a aba &lt;i&gt;Visualização         em 3D&lt;/i&gt; permite, por exemplo, alterar a resolução, a quantidade         de cores (high color ou true color), o tamanho dos rótulos e a         relação de zoom. Também é possível         alterar as bibliotecas gráficas padrão (se OpenGL ou DirectX),         assim como os tipos de medidas (pés, milhas, metros, quilômetros,         etc). A aba &lt;i&gt;Cache&lt;/i&gt; permite aumentar ou diminuir o espaço         em disco que guarda temporariamente as imagens do programa. Note que você         pode apagar o conteúdo atual do cache para recuperar o espaço         usado pelo programa. A aba &lt;i&gt;Passeio&lt;/i&gt; permite configurar os parâmetros         do recurso que recebe o mesmo nome. Use a aba &lt;i&gt;Navegação&lt;/i&gt;         para alterar os parâmetros que permitem a navegação         pelo Google Earth. Na aba &lt;i&gt;Geral&lt;/i&gt;, é possível ativar         ou desativar configurações sobre vários recursos         do programa. Por exemplo, é nela que você pode mudar o idioma         do Google Earth ou desativar/ativar as exibições de dicas         na abertura do software. Se quiser voltar às configurações          &lt;a href="http://www.infowester.com/tutgoogleearth.php#" onclick="hwClick19246737654863(-490665440);return false;" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline;" onmouseover="hw19246737654863(event, this, '-490665440'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " oncontextmenu="return false;"&gt;originais&lt;/a&gt;, basta clicar no botão &lt;i&gt;Restaurar padrão&lt;/i&gt;.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/tut_gearth/ge2.jpg" alt="Opções do Google Earth" width="552" height="390" /&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;:: Adicionar:&lt;/b&gt; este menu permite a adição de marcadores         às localizações encontradas no Google Earth. Assim,         é possível acessar rapidamente as imagens de seus locais         preferidos (sua casa, seu local de trabalho, seu clube favorito, um ponto         turístico, etc). Note que este menu está diretamente ligado         à caixa &lt;i&gt;Lugares&lt;/i&gt;. Suas opções principais são:&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;- Pasta:&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; através deste item, é possível         agrupar as localizações por meio de uma classificação.         Por exemplo, você pode criar uma pasta de nome "Estádios"         para guardar todos os marcadores dos estádios de futebol que você         achou. Depois de criada a pasta, ela será exibida em &lt;i&gt;Lugares&lt;/i&gt;.         Nessa mesma opção, basta arrastar os marcadores que quiser         para dentro dela;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;- Marcador:&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; essa opção permite marcar os         lugares de seu interesse. Por exemplo, a localização de         sua casa. Para isso, depois de encontrar o local, vá em &lt;i&gt;Adicionar&lt;/i&gt;         e clique em &lt;i&gt;Marcador&lt;/i&gt;. Observe que um ícone de marcação         aparece na imagem. Arraste-a para o local adequado. Em seguida, preencha         os dados da janela que aparece ao lado, inserindo um nome e uma descrição.         Ao lado do campo &lt;i&gt;Nome&lt;/i&gt; há um botão onde você         pode escolher um ícone. Clicando em &lt;i&gt;Estilo/Cor&lt;/i&gt;, é         possível personalizar a marcação alterando a cor,         tamanho, etc;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/tut_gearth/ge13.jpg" alt="Adicionando um marcador" width="548" height="502" /&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;- Caminho:&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; permite traçar um caminho sobre a imagem.         Por exemplo, suponha que você queira marcar o trajeto feito de uma         estação do Metrô até um prédio próximo.         Para isso, basta ir em &lt;i&gt;Adicionar&lt;/i&gt;, clicar em &lt;i&gt;Caminho&lt;/i&gt; e, em         seguida, clicar no ponto de origem na imagem exibida. Depois, basta marcar         os pontos seguintes, como se fosse em um mapa. Quando terminar, dê         um nome ao caminho na caixa que estiver aparecendo e clique em &lt;i&gt;Ok&lt;/i&gt;.         Quando quiser ver esse caminho novamente, basta procurá-lo em &lt;i&gt;Lugares&lt;/i&gt;;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;- Polígono:&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; permite a utilização de         polígonos para definir marcações mais detalhadas,         por exemplo, a área de um terreno. Seu funcionamento é semelhante         aos recursos &lt;i&gt;Marcador&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Caminho&lt;/i&gt;;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;- Modelo:&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; esse é um recurso avançado no Google          Earth. Permite a adição de um conjunto de informações          vetoriais para, por exemplo, realizar reproduções em 3D          em cima da imagem exibida;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;- Passeio:&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; funcionalidade que permite ao usuário          criar "rotas" de visualização e narrar o que é          exibido;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;- Foto:&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; suponha, por exemplo, que você tenha encontrado         a casa de seu tio no Google Earth. Você pode adicionar uma fotografia         desse ponto usando a opção &lt;i&gt;Foto&lt;/i&gt;. Ao ativar esse item,         basta clicar no botão &lt;i&gt;Navegar&lt;/i&gt; para procurar a imagem. Em         seguida, clique na aba &lt;i&gt;Foto&lt;/i&gt; para fazer ajustes nela;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;- Superposição de imagem:&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; suponha que você         tenha achado o prédio da empresa em que trabalha. Se tiver autorização,         você pode inserir uma imagem próxima ao local com o logotipo         da companhia. No exemplo abaixo, uma imagem do &lt;a href="http://www.infowester.com/"&gt;InfoWester&lt;/a&gt;         foi inserida em um ponto de São Paulo. Você pode colocar         a imagem que quiser, desde que ela esteja em uma das seguintes extensões:         .jpg, .bmp, .tif, .png, .tga ou .gif;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/tut_gearth/ge3.jpg" alt="Imagem inserida no Google Earth" width="468" height="386" /&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;- Link da rede:&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; permite adicionar ao programa um link que         aponte para um arquivo local, em rede ou na internet que contenha parâmetros         de uma determinada localização. Por exemplo, suponha que         o site da universidade em que você estuda disponibilize um arquivo         do tipo para que os alunos possam localizar rapidamente as imagens do         campus da instituição. Basta você clicar em &lt;i&gt;Link         da rede&lt;/i&gt; e, na caixa que surgir, inserir o link do arquivo por meio         do botão &lt;i&gt;Navegar&lt;/i&gt;.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;:: Ajuda:&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; neste menu, é possível acessar         links para tutoriais e  &lt;a href="http://www.infowester.com/tutgoogleearth.php#" onclick="hwClick11628862672863(-490665440);return false;" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline;" onmouseover="hw11628862672863(event, this, '-490665440'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " oncontextmenu="return false;"&gt;dicas&lt;/a&gt;, verificar atualizações do         programa, descobrir a sua versão, entre outros.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;Parte 2: Pesquisar e Lugares&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;As caixas &lt;i&gt;Pesquisar&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Lugares&lt;/i&gt; são ferramentas fundamentais         para localizar pontos no Google Earth e para visualizá-los posteriormente.         Por isso, entender seu funcionamento é essencial para utilizar         bem programa.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;:: Pesquisar&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;A caixa &lt;i&gt;Pesquisar&lt;/i&gt; é dividida em três abas, &lt;i&gt;Voar         para&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Localizar empresas&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Trajeto&lt;/i&gt;:&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;- Voar para:&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; nesta opção, você pode         localizar países, cidades, províncias, pontos turísticos,         etc. Por exemplo, suponha que você queira localizar a cidade de         Maringá, no Paraná. Para isso, basta digitar esse nome no         campo &lt;i&gt;Voar para&lt;/i&gt; e clicar no botão com o desenho de uma lupa.         Se conseguir encontrar essa localidade, o Google Earth a exibirá         na área de visualização. Como há cidades que         têm o mesmo nome, você pode adicionar informações         extras para encontrar o lugar desejado. Por exemplo, se você digitar         apenas a palavra Colorado, o Google Earth provavelmente mostrará         o estado de Colorado, nos EUA. Para mostrar a cidade de Colorado localizada         no estado do Paraná, digite "Colorado, Paraná"         em &lt;i&gt;Voar para&lt;/i&gt;. Dependendo do local, o próprio Google Earth         exibirá uma lista das localidades com o nome informado e perguntará         qual deve exibir.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Mas o que você quer é localizar o Museu do Ipiranga, em         São Paulo? Basta digitar esse nome e clicar no botão de         pesquisa. Note que você também pode localizar pontos usando         orientação por longitude e latitude (saiba mais sobre isso         na segunda parte deste artigo);&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;- Localizar empresas:&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; suponha que você esteja em         Brasília e viajará a São Paulo para assistir a um         show na casa de espetáculos Via Funchal. Você não         conhece o lugar, então decide ver no Google Earth como é         o local. Para isso, bastar usar a opção &lt;i&gt;Localizar empresas&lt;/i&gt;         (por esse recurso também é possível encontrar outros         estabelecimentos, não apenas empresas). No campo &lt;i&gt;O que&lt;/i&gt;,         escreva o nome da empresa, em nosso caso, Via Funchal. No campo &lt;i&gt;Onde&lt;/i&gt;,         escreva o lugar - São Paulo, neste exemplo. Note que o Google Earth         exibirá imagens do ponto onde a empresa está localizada,         se a encontrar;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;- Rotas:&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; suponha que você queira saber como sair          da Avenida Ibirapuera, em São Paulo, para chegar à Avenida          Paulista, na mesma cidade. Para isso, use a aba &lt;i&gt;Rotas&lt;/i&gt;. No campo          &lt;i&gt;De&lt;/i&gt;, informe o ponto de origem (Avenida Ibirapuera, São Paulo)          e, no campo &lt;i&gt;Para&lt;/i&gt;, informe o destino (Avenida Paulista, São          Paulo). Se conseguir traçar o caminho, o Google Earth o mostrará.          Note que você pode pedir o trajeto entre cidades, usar número          nas ruas, utilizar pontos de referência, entre outros.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/tut_gearth/ge4.jpg" alt="Caixa Pesquisar" width="536" height="555" /&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Esses três recursos estão em constante aperfeiçoamento         pelo Google, portanto, se em um primeiro momento você não         obtiver  &lt;a href="http://www.infowester.com/tutgoogleearth.php#" onclick="hwClick7223028045863(-490665440);return false;" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline;" onmouseover="hw7223028045863(event, this, '-490665440'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " oncontextmenu="return false;"&gt;sucesso&lt;/a&gt; utilizando uma dessas ferramentas, esteja certo de que,         em um futuro não muito distante, você terá. Em todo         caso, tente melhorar sua pesquisa inserindo informações         adicionais.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;:: Lugares&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Se você utiliza o Google Earth, é porque quer localizar         lugares. Se você quer localizar uma cidade, pode fazê-lo digitando         seu nome na caixa &lt;i&gt;Pesquisar&lt;/i&gt;. Agora, suponha que você tenha         localizado a casa de sua sogra. Você teve muito trabalho, sua esposa         ou o seu marido fez bastante pressão, mas você finalmente         a encontrou. Bom, seria ideal ter um jeito de acessar esse lugar novamente         sem quer que ficar procurando, não? Pois você pode fazer         isso colocando os marcadores existentes no menu &lt;i&gt;Adicionar&lt;/i&gt;. Quando         você cria um marcador, uma pasta ou um caminho, é na caixa         &lt;i&gt;Lugares&lt;/i&gt; que esses itens ficam guardados. Portanto, para ver a casa         da sua sogra em outros momentos, basta criar um marcador (lembre-se, vá         em &lt;i&gt;Adicionar / Marcador&lt;/i&gt; para isso) e acessar a caixa &lt;i&gt;Lugares&lt;/i&gt;         para encontrá-la futuramente. Se você quiser excluir, renomear         ou alterar qualquer dos marcadores exibidos, clique nele com o botão         direito do mouse e escolha a opção apropriada.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/tut_gearth/ge5.jpg" alt="Caixa Lugares" width="243" height="211" /&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;Parte 3: Camadas&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Se você quer mesmo aproveitar tudo o que o Google Earth oferece,         nunca descarte o quadro &lt;i&gt;Camadas&lt;/i&gt;. É nele que estão         organizados os recursos que incrementam e adicionam informação         às imagens que você visualiza no programa. Nesta opção,         todos os recursos complementares estão organizados em categorias.         Para vê-las, basta marcá-las.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Por exemplo, se você quer ver os nomes das ruas do local que está          visualizando, basta clicar no item &lt;i&gt;Ruas e Rodovias&lt;/i&gt;. Se você          está vendo a cidade de São Paulo ou Buenos Aires, e quer          localizar suas estações de Metrô, basta ir ao menu          &lt;i&gt;Locais de interesse&lt;/i&gt;, escolher o item &lt;i&gt;Transporte&lt;/i&gt; e marcar          a opção &lt;i&gt;Metrô&lt;/i&gt;. Se você quer localizar          parques, vá ao item &lt;i&gt;Parques e áreas de recreação          &lt;/i&gt;do mesmo menu, e escolha o tipo de parque desejado.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Um item muito útil é o &lt;i&gt;Google Earth Community&lt;/i&gt;, dentro         da opção &lt;i&gt;Galeria&lt;/i&gt;. Ele exibe informações         de determinados locais inseridas por usuários do Google Earth.         Graças a isso, lugares que até então não continham         muita  &lt;a href="http://www.infowester.com/tutgoogleearth.php#" onclick="hwClick4911645793863(-490665440);return false;" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline;" onmouseover="hw4911645793863(event, this, '-490665440'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " oncontextmenu="return false;"&gt;informação&lt;/a&gt;, acabam sendo beneficiados pelos próprios         usuários. Essa opção é representada por um         ícone em forma de "i" nos mapas. &lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Note que a caixa &lt;i&gt;Camadas&lt;/i&gt; está repleta de itens, e o Google          adiciona novos recursos constantemente. É claro que, dependendo          do lugar, um item não oferecerá detalhe algum, mas o número          de informações no Google Earth não para de aumentar,          o que significa que uma determinada camada pode ser útil em local          específico futuramente.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/tut_gearth/ge6.jpg" alt="Caixa Camadas" width="535" height="325" /&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Em &lt;i&gt;Camadas&lt;/i&gt;, também há uma parte dedicada ao mar          chamada &lt;i&gt;Ocean&lt;/i&gt;. Com ela, o usuário pode estudar pontos de          naufrágio, expedições oceânicas, acessar conteúdo          referente às formas de vida no mar, entre outros. Essas opções          funcionam melhor se a opção &lt;i&gt;Superfície da Água&lt;/i&gt;,          no menu &lt;i&gt;Visualizar&lt;/i&gt;, estiver ativada.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Não deixe de explorar os itens da caixa &lt;i&gt;Camadas&lt;/i&gt;, pois certamente          alguns deles vão te surpreender!&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;Parte 4: Área de navegação&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;A área de navegação é onde, de fato, você         verá as imagens dos lugares. Utilizá-la é muito fácil,         especialmente com o auxílio do mouse. Com esse dispositivo, você         pode aproximar ou distanciar a imagem usando o botão de rolagem         (o botão giratório geralmente localizado entras as teclas         esquerda e direita do mouse). Se o seu mouse não tem botão         de rolagem, basta manter o botão direito pressionado e movimentar         o cursor do mouse para cima ou para baixo. O efeito de aproximação         é o mesmo.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/tut_gearth/ge14.jpg" alt="Área de navegação" /&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Se você mantiver pressionado o botão esquerdo do mouse sob         qualquer ponto da imagem e movimentá-lo, o foco do Google Earth         se moverá de acordo com a direção do movimento. Se         você quiser que o programa se aproxime automaticamente de algum         ponto, basta clicar duas vezes seguidas sobre ele.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Mas os recursos de navegação não param por aí.          Por padrão, o Google Earth exibe à direita, na área          de imagens, um conjunto de botões, mostrado abaixo:&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/tut_gearth/ge7.jpg" alt="Joystick de navegação" /&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;- 1:&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; recurso de zoom que permite mudar a inclinação          da visão, isto é, faz com que o modo de exibição          se aproxime ou se distancie do ângulo de visão que se tem          em terra firme. Quanto mais próximo da superfície, maior          a inclinação;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;- 2:&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; esse botão permite mudar a área de visualização.          Clique em suas setas para ir para cima, para baixo, para a direita ou          para a esquerda. Se preferir, clique no espaço existentes entre          duas setas para fazer com que o programa exiba imagens da diagonal correspondente;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;- 3:&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; por padrão, o Google Earth exibe as imagens          de forma orientada ao Norte, mas você pode mudar esse ângulo          clicando e girando qualquer ponto desse círculo. Também          é possível fazer isso usando as setas que estão na          parte de dentro do botão.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7409923550884140720-5991528525360863177?l=sistemasdeinformacao4e.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/feeds/5991528525360863177/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/2009/06/como-usar-o-google-earth-parte-1.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7409923550884140720/posts/default/5991528525360863177'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7409923550884140720/posts/default/5991528525360863177'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/2009/06/como-usar-o-google-earth-parte-1.html' title='Como usar o Google Earth (Parte 1)'/><author><name>Marcos Antonio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00790137305803302232</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7409923550884140720.post-1384330969427618022</id><published>2009-06-02T11:49:00.000-07:00</published><updated>2009-06-02T11:53:29.614-07:00</updated><title type='text'>Tutorial básico de Access 2007</title><content type='html'>&lt;h3&gt;Introdução&lt;/h3&gt;       &lt;table width="305" align="right" border="0" height="255"&gt;         &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;            &lt;td&gt;              &lt;script type="text/javascript"&gt;&lt;!-- google_ad_client = "pub-2797463243909555"; /* 300x250, criado 19/08/08, tutoriais + software */ google_ad_slot = "3364712085"; google_ad_width = 300; google_ad_height = 250; //--&gt; &lt;/script&gt; &lt;script type="text/javascript" src="http://pagead2.googlesyndication.com/pagead/show_ads.js"&gt; &lt;/script&gt;&lt;script&gt;window.google_render_ad();&lt;/script&gt;&lt;ins style="border: medium none ; margin: 0pt; padding: 0pt; display: inline-table; height: 250px; position: relative; visibility: visible; width: 300px;"&gt;&lt;ins style="border: medium none ; margin: 0pt; padding: 0pt; display: block; height: 250px; position: relative; visibility: visible; width: 300px;"&gt;&lt;iframe allowtransparency="true" hspace="0" id="google_ads_frame3" marginheight="0" marginwidth="0" name="google_ads_frame" src="http://googleads.g.doubleclick.net/pagead/ads?client=ca-pub-2797463243909555&amp;amp;dt=1243968714265&amp;amp;lmt=1243968711&amp;amp;prev_slotnames=0609391704%2C8178736420&amp;amp;output=html&amp;amp;slotname=3364712085&amp;amp;correlator=1243968712742&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.infowester.com%2Ftutaccess2007.php&amp;amp;ref=http%3A%2F%2Fwww.infowester.com%2Ftutoriais.php&amp;amp;frm=0&amp;amp;ga_vid=176059136.1243267724&amp;amp;ga_sid=1243967973&amp;amp;ga_hid=612971899&amp;amp;ga_fc=true&amp;amp;flash=10.0.22&amp;amp;w=300&amp;amp;h=250&amp;amp;u_h=768&amp;amp;u_w=1024&amp;amp;u_ah=738&amp;amp;u_aw=1024&amp;amp;u_cd=32&amp;amp;u_tz=-180&amp;amp;u_his=18&amp;amp;u_java=true&amp;amp;u_nplug=16&amp;amp;u_nmime=64&amp;amp;dtd=7&amp;amp;xpc=hWjrmEYkpS&amp;amp;p=http%3A//www.infowester.com" style="left: 0pt; position: absolute; top: 0pt;" vspace="0" scrolling="no" width="300" frameborder="0" height="250"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/ins&gt;&lt;/ins&gt;            &lt;/td&gt;         &lt;/tr&gt;       &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;         &lt;p&gt;O &lt;b&gt;Access 2007&lt;/b&gt; é o programa de banco de dados que faz parte          do pacote de escritório Office 2007, da Microsoft. Com o software,          o  &lt;a href="http://www.infowester.com/tutaccess2007.php#" onclick="hwClick2173651671176(-490665440);return false;" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline;" onmouseover="hw2173651671176(event, this, '-490665440'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " oncontextmenu="return false;"&gt;usuário&lt;/a&gt; pode criar diversas aplicações, como um          pequeno controle de estoque, lista de livros, cadastro de clientes, registros          de aulas, entre outros. Neste tutorial, você terá instruções          básicas para criar e usar tabelas, relatórios, formulários          e consultas para as suas aplicações no Access 2007.&lt;/p&gt;      &lt;br /&gt;      &lt;h3&gt;A tela inicial do Access 2007&lt;/h3&gt;       &lt;p&gt;O Access 2007 possui uma interface diferente das versões anteriores          do programa. Na primeira tela do software, é possível visualizar          facilmente vários recursos, entre eles, a opção de          acessar modelos pré-prontos de aplicações de contatos,          projetos, tarefas, eventos, entre outros. Também é possível          acessar vários modelos através da conexão on-line          do Access 2007 ao site do programa na internet.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/ac_07/ac_07_1.jpg" alt="Tela principal do Access 2007" width="556" height="439" /&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Ao olhar o programa pela primeira vez, o usuário poderá          sentir falta dos tradicionais menus no topo da tela. No Access 2007, o          acesso aos principais recursos é feito através de uma pequena          barra no campo superior esquerdo da janela. Clicando no botão com          o símbolo do Microsoft Office (chamado de &lt;i&gt;Botão Office&lt;/i&gt;),          é possível acessar as opções de criar, abrir,          salvar, imprimir e fechar projetos.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/ac_07/ac_07_2.jpg" alt="Botão Office" width="493" height="380" /&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Para este tutorial, vamos criar um pequeno banco de dados para gerenciar          uma coleção pessoal de livros. Para isso, clique em &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Banco          de Dados em Branco&lt;/span&gt; na área principal do programa ou clique          em &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Novo&lt;/span&gt;, no &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Botão          Office&lt;/span&gt;. Ao contrário do que acontece com outros aplicativos,          como o Word ou o Excel, ao criar um arquivo novo no Access, é necessário          salvá-lo primeiro. Em nosso caso, daremos o nome de &lt;i&gt;tutorial_infowester.accbd&lt;/i&gt;          (a extensão é inserida automaticamente pelo programa).&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;      &lt;h3&gt;Criando tabelas&lt;/h3&gt;       &lt;p&gt;O primeiro passo para desenvolvermos o nosso controle de livros no Access          2007 é criar uma tabela com os campos necessários. Para          isso, vá ao menu &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Criar&lt;/span&gt; e escolha &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Tabela&lt;/span&gt;.          Na janela que surgir, vá ao menu &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Início&lt;/span&gt;,          clique em &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Modo de Exibição&lt;/span&gt;          e escolha a opção &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Modo Design&lt;/span&gt;.          O programa pedirá um nome para a tabela. Coloque o nome que quiser.          Para este tutorial, colocaremos &lt;i&gt;livros&lt;/i&gt;.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/ac_07/ac_07_3.jpg" alt="Criando uma tabela" width="258" height="146" /&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Aparecerá uma interface onde você deverá criar os          campos para a tabela. Vamos criar seis campos: &lt;i&gt;Nome do livro&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Autor&lt;/i&gt;,          &lt;i&gt;Editora&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Edição&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;ISBN&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Data de          aquisição&lt;/i&gt;. Note que o programa mostra um campo já          criado de nome &lt;i&gt;Código&lt;/i&gt;. Deixe-o como está, por enquanto.          Abaixo de &lt;i&gt;Código&lt;/i&gt;, digite os nomes dos campos já mencionados.          Note que, a cada campo criado, aparece ao lado uma coluna chamada &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Tipo          de dados&lt;/span&gt;. Nela, você pode definir que tipo de dados aquele          campo aceitará. No caso dos campos &lt;i&gt;Nome do livro&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Autor&lt;/i&gt;,          &lt;i&gt;Editora&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;ISBN&lt;/i&gt; pode-se deixar ativada a opção          &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Texto&lt;/span&gt;, pois ela aceitará tanto letras          como números. No campo &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Edição&lt;/span&gt;,          escolha o item &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Número&lt;/span&gt; em &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Tipo          de dados&lt;/span&gt;. No campo &lt;i&gt;Ano de aquisição&lt;/i&gt;, escolha          a opção &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Data/Hora&lt;/span&gt;. Como queremos          apenas exibir data e não hora, clique uma vez em &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Data/Hora&lt;/span&gt;          e, no final da tela, na guia &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Propriedades do Campo&lt;/span&gt;,          selecione a aba &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Geral&lt;/span&gt; e, no campo &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Formato&lt;/span&gt;,          escolha a opção &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Data abreviada&lt;/span&gt;          (ou &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Data normal&lt;/span&gt;, se preferir). Ao fazer isso,          sempre que o usuário digitar uma data, está será          exibida da seguinte forma: &lt;i&gt;10/6/2007&lt;/i&gt;.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/ac_07/ac_07_4.jpg" alt="Alterando o tipo de dados" /&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Você já deve ter percebido que, quando criamos uma tabela,          podemos inserir vários tipos de campos. Para cada &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Tipo          de dados&lt;/span&gt; de cada campo, é possível fazer modificações          de diversas formas indo em &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Propriedades do Campo&lt;/span&gt;.          Se você quiser, por exemplo, determinar que um campo &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Texto&lt;/span&gt;          tenha, no máximo, 300 caracteres, basta selecionar o campo e, em          &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Propriedades do campo&lt;/span&gt;, informar o valor desejado          em &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Tamanho do campo&lt;/span&gt;. Escolha diferentes tipos          de dados e, para cada um, explore as opções existentes em          &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Propriedades do campo&lt;/span&gt;. Você verá          que é possível criar várias coisas  &lt;a href="http://www.infowester.com/tutaccess2007.php#" onclick="hwClick17513949542176(-490665440);return false;" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline;" onmouseover="hw17513949542176(event, this, '-490665440'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " oncontextmenu="return false;"&gt;interessantes&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Lembra do campo &lt;i&gt;Código&lt;/i&gt;, criado automaticamente pelo Access          2007? Note que ele conta com a opção &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Numeração          Automática&lt;/span&gt; em &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Tipo de dados&lt;/span&gt;.          Esse recurso nos será útil, pois permitirá numerar          de maneira ordenada cada livro registrado. Repare que esse campo tem o          desenho de uma chave em seu início. Ela se chama &lt;i&gt;chave primária&lt;/i&gt;          e serve para garantir a confiabilidade dos registros. O campo de chave          primária não pode ter valores repetidos ou ficar sem dados.          Se você tiver uma tabela de clientes, por exemplo, poderá          usar esse campo para registrar o CPF/CNPJ de cada um e, assim, garantir          que não haja registros duplicados.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Para finalizar esse tópico, note que ao lado das colunas &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Nome          do campo&lt;/span&gt; e &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Tipo de dados&lt;/span&gt; há          uma terceira de nome &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Descrição&lt;/span&gt;.          Ela é opcional e é particularmente útil para descrever          um campo cujo nome não deixa claro do que se trata. Por exemplo,          suponha que você criou um campo com os dizeres CCC. Uma outra pessoa          certamente não entenderá do que se trata, a não ser          que, no campo &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Descrição&lt;/span&gt;, você          insira "Código de Cliente Corporativo".&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;      &lt;h3&gt;Criando Formulários&lt;/h3&gt;       &lt;p&gt;Ao criarmos uma tabela, definimos a estrutura de nosso banco de dados.          Que tal criarmos agora a interface que servirá para preenchermos          e consultarmos os dados dessa tabela? Para isso, usamos a opção          &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Formulários&lt;/span&gt;. Para ativá-la,          feche a tabela livros (há um botão "X" no campo          superior direito da tabela para isso) e vá em &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Criar&lt;/span&gt;.          Nesse menu, você verá vários botões em uma          seção dedicada a Formulários:&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/ac_07/ac_07_5.jpg" alt="Divisão de formulários do menu Criar" width="511" height="179" /&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Você pode escolher a opção que quiser. Neste tutorial,          usaremos a opção &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Assistente de Formulário&lt;/span&gt;.          Para acessá-la, clique em &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Mais Formulários&lt;/span&gt;          e escolha &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Assistente de Formulário&lt;/span&gt;.          A janela que surgir perguntará quais campos da tabela você          quer incluir no formulário. Clique no botão com os caracteres          &lt;b&gt;&gt;&gt;&lt;/b&gt; para escolher todos e, em seguida, clique em &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Avançar&lt;/span&gt;.          Na janela seguinte, escolha o layout que preferir. Aqui, escolheremos          a opção &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Justificado&lt;/span&gt;. Feita          a escolha, clique em &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Avançar&lt;/span&gt;. O Access          mostrará agora uma janela onde você poderá escolher          um estilo (visual) para o seu formulário. Escolha a sua opção          preferida. Neste tutorial, utilizaremos o estilo &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Papel&lt;/span&gt;.          Clique em &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Avançar&lt;/span&gt; e, depois, em &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Concluir&lt;/span&gt;.          Ao fazer isso, você verá como ficou seu formulário.        &lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Não gostou do visual ou da posição dos campos? Então          clique no botão &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Modo de Exibição&lt;/span&gt;          e escolha a opção &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Modo Design&lt;/span&gt;.        &lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/ac_07/ac_07_6.jpg" alt="Acessando o Modo Design" width="247" height="259" /&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Neste modo, você poderá fazer uma série de alterações          em seu formulário. Se você quiser mudar a posição          dos campos, selecione-os com o mouse e arreste-os. Se quiser alterar o          tamanho de cada campo, selecione-o e clique nas abas laterais para aumentá-lo          ou diminuí-lo (as setas da imagem abaixo mostram essas abas):&lt;br /&gt;      &lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/ac_07/ac_07_7.jpg" alt="Aumente/diminua o tampo dos campos" width="261" height="59" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Se você clicar com o botão direito do mouse sobre o fundo          ou sobre cada campo ou rótulo, poderá fazer uma série          de alterações. Em nosso caso, por exemplo, selecionamos          todos os itens e aplicamos uma opção do item &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Efeito          Especial&lt;/span&gt;. Também inserimos um logotipo. Para fazer o mesmo,          vá ao menu &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Design&lt;/span&gt; e escolha &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Logotipo&lt;/span&gt;.          O Access lhe permitirá buscar uma figura para servir como símbolo          de seu formulário. Neste, usaremos o logotipo do InfoWester.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Explore o &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Modo  &lt;a href="http://www.infowester.com/tutaccess2007.php#" onclick="hwClick11762259970176(-490665440);return false;" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline;" onmouseover="hw11762259970176(event, this, '-490665440'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " oncontextmenu="return false;"&gt;Design&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; para fazer a alteração          que quiser. Note que há dezenas de recursos, basta explorá-los          para escolher as melhores opções. Se quiser editar o máximo          de detalhes, inclusive alinhamento ou tamanho de campo usando precisão          milimétrica, selecione os campos desejados, clique neles com o          botão direito do mouse e escolha &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Propriedades&lt;/span&gt;.          Você certamente ficará espantado com a quantidade de configurações          possíveis. Sempre que quiser ver como está ficando seu formulário,          vá em &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Modo de Exibição&lt;/span&gt;          e escolha &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Modo Formulário&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/ac_07/ac_07_8.jpg" alt="Formulário" /&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Quando seu formulário estiver pronto, insira alguns dados para          testá-lo. Na parte inferior do formulário, há uma          barra onde você pode ir para o primeiro, para o último, para          o próximo ou para o registro anterior ou, ainda, fazer uma pesquisa          em seu banco de dados:&lt;/p&gt;       &lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/ac_07/ac_07_9.jpg" alt="Barra de navegação em formulários" width="419" height="32" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Se você clicar com o botão direito do mouse sobre o fundo          ou sobre cada campo ou rótulo, poderá fazer uma série          de alterações. Em nosso caso, por exemplo, selecionamos          todos os itens e aplicamos uma opção do item &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Efeito          Especial&lt;/span&gt;. Também inserimos um logotipo. Para fazer o mesmo,          vá ao menu &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Design&lt;/span&gt; e escolha &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Logotipo&lt;/span&gt;.          O Access lhe permitirá buscar uma figura para servir como símbolo          de seu formulário. Neste, usaremos o logotipo do InfoWester.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Explore o &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Modo  &lt;a href="http://www.infowester.com/tutaccess2007.php#" onclick="hwClick11762259970176(-490665440);return false;" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline;" onmouseover="hw11762259970176(event, this, '-490665440'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " oncontextmenu="return false;"&gt;Design&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; para fazer a alteração          que quiser. Note que há dezenas de recursos, basta explorá-los          para escolher as melhores opções. Se quiser editar o máximo          de detalhes, inclusive alinhamento ou tamanho de campo usando precisão          milimétrica, selecione os campos desejados, clique neles com o          botão direito do mouse e escolha &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Propriedades&lt;/span&gt;.          Você certamente ficará espantado com a quantidade de configurações          possíveis. Sempre que quiser ver como está ficando seu formulário,          vá em &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Modo de Exibição&lt;/span&gt;          e escolha &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Modo Formulário&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/ac_07/ac_07_8.jpg" alt="Formulário" /&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Quando seu formulário estiver pronto, insira alguns dados para          testá-lo. Na parte inferior do formulário, há uma          barra onde você pode ir para o primeiro, para o último, para          o próximo ou para o registro anterior ou, ainda, fazer uma pesquisa          em seu banco de dados:&lt;/p&gt;       &lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/ac_07/ac_07_9.jpg" alt="Barra de navegação em formulários" width="419" height="32" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Se você clicar com o botão direito do mouse sobre o fundo          ou sobre cada campo ou rótulo, poderá fazer uma série          de alterações. Em nosso caso, por exemplo, selecionamos          todos os itens e aplicamos uma opção do item &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Efeito          Especial&lt;/span&gt;. Também inserimos um logotipo. Para fazer o mesmo,          vá ao menu &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Design&lt;/span&gt; e escolha &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Logotipo&lt;/span&gt;.          O Access lhe permitirá buscar uma figura para servir como símbolo          de seu formulário. Neste, usaremos o logotipo do InfoWester.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Explore o &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Modo  &lt;a href="http://www.infowester.com/tutaccess2007.php#" onclick="hwClick11762259970176(-490665440);return false;" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline;" onmouseover="hw11762259970176(event, this, '-490665440'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " oncontextmenu="return false;"&gt;Design&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; para fazer a alteração          que quiser. Note que há dezenas de recursos, basta explorá-los          para escolher as melhores opções. Se quiser editar o máximo          de detalhes, inclusive alinhamento ou tamanho de campo usando precisão          milimétrica, selecione os campos desejados, clique neles com o          botão direito do mouse e escolha &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Propriedades&lt;/span&gt;.          Você certamente ficará espantado com a quantidade de configurações          possíveis. Sempre que quiser ver como está ficando seu formulário,          vá em &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Modo de Exibição&lt;/span&gt;          e escolha &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Modo Formulário&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/ac_07/ac_07_8.jpg" alt="Formulário" /&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Quando seu formulário estiver pronto, insira alguns dados para          testá-lo. Na parte inferior do formulário, há uma          barra onde você pode ir para o primeiro, para o último, para          o próximo ou para o registro anterior ou, ainda, fazer uma pesquisa          em seu banco de dados:&lt;/p&gt;       &lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/ac_07/ac_07_9.jpg" alt="Barra de navegação em formulários" width="419" height="32" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3&gt;Criando relatórios&lt;/h3&gt;       &lt;p&gt;Quando seu banco de dados no  &lt;a href="http://www.infowester.com/tutaccess2007_2.php#" onclick="hwClick294046271387(-490665440);return false;" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline;" onmouseover="hw294046271387(event, this, '-490665440'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " oncontextmenu="return false;"&gt;Access&lt;/a&gt; já estiver em uso, certamente          você vai querer obter dados específicos sobre ele. As opções          de relatórios podem te ajudar e muito nisso. Para auxiliá-lo          a compreender esse recurso, vamos supor que estamos interessados em obter          um relatório que mostre a relação de livros adquiridos          em cada ano.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Vá ao menu &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Criar&lt;/span&gt; e selecione a opção          &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Assistente de Relatório&lt;/span&gt;. Na janela          que surgir, escolha os campos que você deseja que apareçam          no relatório. Aqui usaremos os campos &lt;i&gt;Nome do livro&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Autor&lt;/i&gt;,          &lt;i&gt;Editora&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;ISBN&lt;/i&gt; e, claro, &lt;i&gt;Data de aquisição&lt;/i&gt;.          Feita as escolhas, clique em &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Avançar&lt;/span&gt;.          Na janela seguinte, você pode definir os níveis de agrupamento.          Escolha o campo &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Data de aquisição&lt;/span&gt;          e clique no botão &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Opções de          agrupamento&lt;/span&gt;. Na caixa que aparecer, escolha a opção          &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Ano &lt;/span&gt;em&lt;span style="color:#0000ff;"&gt; Intervalo&lt;/span&gt;          &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;de agrupamento&lt;/span&gt; e clique em &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Ok&lt;/span&gt;          e, em seguida, em &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Avançar&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/ac_07/ac_07_10.jpg" alt="Criando relatórios" width="563" height="370" /&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Na janela seguinte, você deve informar qual o seu critério          de classificação (você pode escolher mais de um).          Como vamos relacionar os livros adquiridos por ano de aquisição,          escolha o campo &lt;i&gt;Data de aquisição&lt;/i&gt;. Clique no botão          &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Crescente&lt;/span&gt; para transformá-lo em &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Decrescente&lt;/span&gt;          e vice-versa. Para este exemplo, vamos fazer com que a ordem seja crescente.          Clique em &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Avançar&lt;/span&gt; quando finalizar.          No próximo passo, você deve escolher o layout. Optamos pela          opção &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Bloco&lt;/span&gt; e pela orientação          &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Paisagem&lt;/span&gt;. Clique em &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Avançar&lt;/span&gt;.          Resta agora escolher o visual. Fique à vontade para escolher aquele          que desejar. Aqui escolheremos a opção &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Origem&lt;/span&gt;.          Clique em &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Avançar&lt;/span&gt; e, depois, em &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Concluir&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Se você escolheu as mesmas opções que as deste tutorial,          deve ter notado que o relatório foi gerado, mas sua página          está cortando dados. Vamos corrigir essa falha indo em &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Modo          de Exibição&lt;/span&gt; e escolhendo a opção &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Modo           &lt;a href="http://www.infowester.com/tutaccess2007_2.php#" onclick="hwClick1442679616187(-490665440);return false;" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline;" onmouseover="hw1442679616187(event, this, '-490665440'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " oncontextmenu="return false;"&gt;Design&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;A primeira alteração a ser feita é no rótulo          do campo &lt;i&gt;Ano&lt;/i&gt; que está como "Data de aquisição          por Ano". Deixe apenas como "Ano". Para dar mais destaque,          selecione esse rótulo e seu respectivo campo e clique no botão          de formatação &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Negrito&lt;/span&gt; (ele          está no menu &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Design&lt;/span&gt;). Próximo          a esse botão, é possível escolher a cor da fonte.          Escolhemos a cor vermelha: &lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/ac_07/ac_07_11.jpg" alt="Formatando o formulário" width="340" height="134" /&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Em seguida, ajuste o tamanho de cada campo pare que todos os dados sejam          visíveis na página de relatório. Note que você          pode arrastar, aumentar, diminuir, excluir campos, alterar o visual, enfim.          Explore as opções para conhecer todas as funcionalidades.          Quando terminar, volte ao &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Modo de Exibição          de Relatórios&lt;/span&gt; no botão &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Modo          de Exibição&lt;/span&gt;. Em nosso caso, veja como ficou o relatório:&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/ac_07/ac_07_12.jpg" alt="Relatório gerado" /&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Agora você pode visualizá-lo, imprimí-lo, enviá-lo          por e-mail, etc. Sempre que você adicionar ou alterar alguma  &lt;a href="http://www.infowester.com/tutaccess2007_2.php#" onclick="hwClick1413509039087(-490665440);return false;" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline;" onmouseover="hw1413509039087(event, this, '-490665440'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " oncontextmenu="return false;"&gt;informação&lt;/a&gt;          no banco de dados, o relatório será atualizado automaticamente.          Como você deve ter percebido, é possível criar relatórios          de vários tipos (você pode até mesmo gerar relatórios          extraindo dados de outras tabelas) e organizá-los de diversas formas.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;      &lt;h3&gt;Criando consultas&lt;/h3&gt;       &lt;p&gt;O recurso de consultas do Access é uma excelente forma de obter          determinados dados rapidamente. Vá ao menu &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Criar&lt;/span&gt;          e escolha a opção &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Assistente de Consulta&lt;/span&gt;.          Note que o programa oferece várias opções de consulta.          Por exemplo, o item &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Assistente de consulta localizar          duplicatas&lt;/span&gt; permite localizar um livro que, em nosso banco de dados,          tenha sido cadastrado duas vezes. Mas, vamos utilizar a opção          &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Assistente de consulta simples&lt;/span&gt;. Escolha-a          e clique em &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Ok&lt;/span&gt;. Na tela seguinte, selecione          os campos que deseja incluir na consulta. Em nosso caso, serão          apenas os campos &lt;i&gt;Nome do livro&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Autor&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Editora&lt;/i&gt;.          Clique em &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Avançar&lt;/span&gt; e, posteriormente,          em &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Concluir&lt;/span&gt;. &lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/ac_07/ac_07_13.jpg" alt="Criando consultas" width="508" height="420" /&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Note que o resultado final se assemelha à tabela do nosso tutorial,          com a diferença de que apenas os dados que escolhemos são          exibidos. Salve tudo. Agora, sempre que você quiser obter apenas          dados desses campos, utilize essa consulta.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/ac_07/ac_07_14.jpg" alt="Consulta gerada" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;        &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7409923550884140720-1384330969427618022?l=sistemasdeinformacao4e.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/feeds/1384330969427618022/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/2009/06/tutorial-basico-de-access-2007.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7409923550884140720/posts/default/1384330969427618022'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7409923550884140720/posts/default/1384330969427618022'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/2009/06/tutorial-basico-de-access-2007.html' title='Tutorial básico de Access 2007'/><author><name>Marcos Antonio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00790137305803302232</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7409923550884140720.post-1165108175203922711</id><published>2009-06-02T11:48:00.000-07:00</published><updated>2009-06-02T11:49:17.053-07:00</updated><title type='text'>Tecnologia RAID</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;b&gt;Introdução&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;              &lt;p&gt;Este artigo visa explicar os conceitos da tecnologia RAID, muito utilizada          para operações críticas, onde não se pode          perder dados ou ter serviços fora de funcionamento. Para um  &lt;a href="http://www.infowester.com/raid.php#" onclick="hwClick6702603971453(-490665440);return false;" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline;" onmouseover="hw6702603971453(event, this, '-490665440'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " oncontextmenu="return false;"&gt;usuário&lt;/a&gt;          normal, a perda de dados até que pode não fazer muita falta          (mesmo que tenha, inclusive, valores sentimentais). Mas para empresas          ou profissionais, a perda de informações pode significar          prejuízos enormes. A tecnologia RAID, já consolidada e usada          há alguns anos, é uma forma bastante eficiente de proteger          informações e, no caso de empresas, garantir a permanência          de seus negócios. Conheça, nas próximas linhas, os          conceitos desta tecnologia.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;O que é RAID&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;RAID é a sigla para &lt;b&gt;R&lt;/b&gt;edundant &lt;b&gt;A&lt;/b&gt;rray of &lt;b&gt;I&lt;/b&gt;ndependent          &lt;b&gt;D&lt;/b&gt;isks. Sua definição em português seria "Matriz          Redundante de Discos Independentes". Trata-se de uma tecnologia que          combina vários discos rígidos (HD) para formar uma única          unidade lógica, onde os mesmos dados são armazenados em          todos (redundância). Em outras palavras, é um conjunto de          HDs que funcionam como se fossem um só. Isso permite ter uma tolerância          alta contra falhas, pois se um disco tiver problemas, os demais continuam          funcionando, disponibilizando os dados. O RAID é uma tecnologia          consolidada, já que surgiu pelas mãos de pesquisadores da          Universidade de Berkesley, na California (EUA) no final da década          de 1980.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Para que o RAID seja formado, é preciso utilizar pelo menos 2          HDs. O sistema operacional, neste caso, enxergará os discos como          uma unidade lógica única. Quando há gravação          de dados, os mesmos se repartem entre os discos do RAID (dependendo do          nível). Com isso, além de garantir a disponibilidade dos          dados em caso de falha de um disco, é possível também          equilibrar o acesso às informações, de forma que          não haja "gargalos". &lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;Os níveis de RAID&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;A tecnologia RAID funciona de várias maneiras. Tais maneiras são         conhecidas como "níveis de RAID". No total, existem 6         níveis básicos, os quais são mostrados a seguir:&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;RAID nível 0 - &lt;/b&gt;Este nível também é         conhecido como "Striping" ou "Fracionamento". Nele,         os dados são divididos em pequenos segmentos e distribuídos         entre os discos. Este nível não oferece tolerância         a falhas, pois não existe redundância. Isso significa que         uma falha em qualquer um dos HDs pode ocasionar perda de informações.         Por essa razão, o RAID 0 é usado para melhorar a performance         do computador, uma vez que a distribuição dos dados entre         os discos proporciona grande velocidade na gravação e leitura         de informações. Quanto mais discos houver, mais velocidade         é obtida. Isso porque, se os dados fossem gravados em um único         disco, esse processo seria feito de forma sequencial. Com o RAID, os dados         cabíveis a cada disco são gravados ao mesmo tempo. O RAID         0, por ter estas características, é muito usado em aplicações         de CAD e tratamento de imagens e vídeos. &lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;RAID nível 1 -&lt;/b&gt; também conhecido como "Mirroring"         ou "Espelhamento", o RAID 1 funciona adicionando HDs paralelos         aos HDs principais existentes no computador. Assim, se por exemplo, um         computador possui 2 discos, pode-se aplicar mais um HD para cada um, totalizando         4. Os discos que foram adicionados, trabalham como uma cópia do         primeiro. Assim, se o disco principal recebe dados, o disco adicionado         também os recebe. Daí o nome de "espelhamento",         pois um HD passa a ser uma cópia praticamente idêntica do         outro. Dessa forma, se um dos HDs apresentar falha, o outro imediatamente         pode assumir a operação e continuar a disponibilizar as         informações. A conseqüência neste caso, é         que a gravação de dados é mais lenta, pois é         realizada duas vezes. No entanto, a leitura dessas informações         é mais rápida, pois pode-se acessar duas fontes. Por esta         razão, uma aplicação muito comum do RAID 1 é         seu uso em servidores de arquivos.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;RAID nível 2 -&lt;/b&gt; este tipo de RAID, adapta o mecanismo de         detecção de falhas em discos rígidos para funcionar         em memória. Assim, todos os discos da matriz ficam sendo "monitorados"         pelo mecanismo. Atualmente, o RAID 2 é pouco usado, uma vez que         praticamente todos os discos rígidos novos saem de fábrica         com mecanismos de detecção de falhas implantados. &lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;RAID nível 3 -&lt;/b&gt; neste nível, os dados são         divididos entre os discos da matriz, exceto um, que armazena informações         de paridade. Assim, todos os bytes dos dados tem sua paridade (acréscimo         de 1 bit, que permite identificar erros) armazenada em um disco específico.         Através da verificação desta  &lt;a href="http://www.infowester.com/raid.php#" onclick="hwClick2762525450453(-490665440);return false;" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline;" onmouseover="hw2762525450453(event, this, '-490665440'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " oncontextmenu="return false;"&gt;informação&lt;/a&gt;,         é possível assegurar a integridade dos dados, em casos de         recuperação. Por isso e por permitir o uso de dados divididos         entre vários discos, o RAID 3 consegue oferecer altas taxas de         transferência e confiabilidade das informações. Para         usar o RAID 3, pelo menos 3 discos são necessários. &lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;RAID nível 4 -&lt;/b&gt; este tipo de RAID, basicamente, divide os         dados entre os discos, sendo que um é  &lt;a href="http://www.infowester.com/raid.php#" onclick="hwClick14605499622453(-490665440);return false;" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline;" onmouseover="hw14605499622453(event, this, '-490665440'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " oncontextmenu="return false;"&gt;exclusivo&lt;/a&gt; para paridade.         A diferença entre o nível 4 e o nível 3, é         que em caso de falha de um dos discos, os dados podem ser reconstruídos         em tempo real através da utilização da paridade calculada         a partir dos outros discos, sendo que cada um pode ser acessado de forma         independente. O RAID 4 é indicado para o armazenamento de arquivos         grandes, onde é necessário assegurar a integridade das informações.         Isso porque, neste nível, cada operação de gravação         requer um novo cálculo de paridade, dando maior confiabilidade         ao armazenamento (apesar de isso tornae as gravações de         dados mais lentas). &lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;RAID nível 5 -&lt;/b&gt; este é muito semelhante ao nível         4, exceto o fato de que a paridade não fica destinada a um único         disco, mas a toda a matriz. Isso faz com que a gravação         de dados seja mais rápida, pois não é necessário         acessar um disco de paridade em cada gravação. Apesar disso,         como a paridade é distribuída entre os discos, o nível         5 tende a ter um pouco menos de performance que o RAID 4. O RAID 5 é         o nível mais utilizado e que oferece resultados satisfatórios         em aplicações não muito pesadas. Este nível         precisa de pelo menos 3 discos para funcionar.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;RAID 0 + 1 -&lt;/b&gt; O RAID 0 + 1 é uma combinação         dos níveis 0 (Striping) e 1 (Mirroring), onde os dados são         divididos entre os discos para melhorar o rendimento, mas também         utilizam outros discos para duplicar as informações. Assim,         é possível utilizar o bom rendimento do nível 0 com         a redundância do nível 1. No entanto, é necessário         pelo menos 4 discos para montar um RAID desse tipo. Tais características         fazem do RAID 0 + 1 o mais rápido e seguro, porém o mais         caro de ser implantado. A ilustração abaixo ilustra este         tipo de RAID:&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/raid01.gif" width="399" height="393" /&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;Tipos de RAID&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/sistemaraid.jpg" alt="Sistema RAID" width="259" align="right" height="367" /&gt;Existem         2 tipos de RAID, sendo um baseado em hardware e o outro baseado em software.         Cada uma possui vantagens e desvantagens. O primeiro tipo é o mais         utilizado, pois não depende de sistema operacional (pois estes         enxergam o RAID como um único disco grande) e são bastante         rápidos, o que possibilita explorar integralmente seus recursos.         Sua principal desvantagem é ser um tipo caro inicialmente. A foto         ao lado mostra um poderoso sistema RAID baseado em hardware. Repare que         na base da direita estão armazenados vários discos:&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;O RAID baseado em hardware, utiliza dispositivos denominados "controladores          RAID", que podem ser, inclusive, conectados em slots PCI da placa-mãe          do computador. Já o RAID baseado em software não é          muito utilizado, pois apesar de ser menos custoso, é mais lento,          possui mais dificuldades de configuração e depende do sistema          operacional para ter um desempenho satisfatório. Este tipo ainda          fica dependente do poder de processamento do computador em que é          utilizado. &lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;Finalizando&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;A tecnologia RAID é um dos principais conceitos quando o assunto          é armazenamento de dados. Sua eficiência é comprovada          por se tratar de uma tecnologia em uso há vários anos e          que mesmo assim "não sai de moda". Grandes empresas,          como a Intel, oferecem soluções de RAID, e essa tecnologia          é possível de ser encontrada até mesmo em computadores          domésticos. É muito provável que o RAID ainda venha          a apresentar novos meios de funcionalidades, ampliando seu uso para os          mais diversos tipos de necessidade de armazenamento e acesso à          dados.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7409923550884140720-1165108175203922711?l=sistemasdeinformacao4e.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/feeds/1165108175203922711/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/2009/06/tecnologia-raid.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7409923550884140720/posts/default/1165108175203922711'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7409923550884140720/posts/default/1165108175203922711'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/2009/06/tecnologia-raid.html' title='Tecnologia RAID'/><author><name>Marcos Antonio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00790137305803302232</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7409923550884140720.post-2860135654718405130</id><published>2009-06-02T11:46:00.000-07:00</published><updated>2009-06-02T11:48:15.776-07:00</updated><title type='text'>Guia de hardware para iniciantes</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;b&gt;Introdução&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;                   &lt;p&gt;Hoje, o mercado de trabalho exige conhecimentos básicos de informática,          não só no que se refere aos softwares, mas ao hardware também.          Deve-se saber, por exemplo, o que é um HD (&lt;b&gt;H&lt;/b&gt;ard &lt;b&gt;D&lt;/b&gt;isk),          para que serve o processador, qual a função da memória          RAM, etc. Nada de recursos avançados, isso pode ser deixado para          quem quer se aprofundar no assunto. No entanto, ter conhecimento básico          do assunto é essencial, até mesmo para lidar com determinadas          situações, como os casos de pessoas que têm peças          do seu computador trocadas por outras mais velhas durante um serviço          de manutenção. Com um pouco de entendimento sobre hardware,          esse e outros problemas podem ser evitados. Este artigo, voltado a iniciantes          ou àqueles que tiveram um "branco" no assunto, mostrará          um &lt;b&gt;resumo&lt;/b&gt; sobre cada uma dos principais componentes de um computador,          assim como sua utilidade e suas principais funções. Para          mais detalhes, visite a &lt;a href="http://www.infowester.com/hardware.php" target="_blank"&gt;seção          Hardware&lt;/a&gt; do InfoWester.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;Divisão do computador&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;Hardware:&lt;/b&gt; todo o equipamento, suas peças, isto é,          tudo o que "pode ser tocado", denomina-se &lt;i&gt;hardware&lt;/i&gt;. Alguns          equipamentos como monitor, teclado e mouse são também chamados          de &lt;i&gt;periféricos&lt;/i&gt;. Outros exemplos de hardware: memórias,          processadores, gabinetes, disco rígido, etc.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;Software:&lt;/b&gt; consiste na parte que "não se pode tocar",         ou seja, toda a parte virtual, onde estão incluídos as aplicações,         os programas e o sistema operacional.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;Processador&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Este é o grande pivô da história. O processador,         basicamente, é o "cérebro" do computador. Praticamente         tudo passa por ele, já que é o processador o responsável         por executar todas as instruções existentes. Quanto mais         rápido for o processador, mais rápido as instruções         serão executadas. &lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Todo processador deve ter um cooler (ou algum outro sistema de controle          de temperatura). Essa peça (que lembra um ventilador) é          a responsável por manter a temperatura do processador em níveis          aceitáveis. Quanto menor for a temperatura, maior será a          vida útil do processador. A temperatura sugerida para cada processador          varia de acordo com o fabricante, com o mecanismo e com o desempenho.          Procure saber com o fabricante qual a temperatura ideal para o seu processador.          Se o valor estiver acima do limite, talvez seja necessário melhorar          a ventilação interna do computador. Para conhecer a temperatura,          fabricantes de placas-mães costumam oferecer programas próprios          para isso. Em muitos casos, também é possível obter          essa  &lt;a href="http://www.infowester.com/guiahdinic.php#" onclick="hwClick93437773429(-490665440);return false;" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline;" onmouseover="hw93437773429(event, this, '-490665440'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " oncontextmenu="return false;"&gt;informação&lt;/a&gt; no setup do BIOS (visto no item placa-mãe,          mais adiante).&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Vale ressaltar que cada processador tem um número de pinos. Por         exemplo, o Athlon XP tem 462 pinos (essa combinação é         chamada Socket A) e, logo, é necessário fazer uso de uma         placa-mãe que aceite esse modelo (ese socket). Assim sendo, na         montagem de um computador, a primeira decisão a se tomar é         qual processador comprar, pois a partir daí é que se escolhe         a placa mãe e, em seguida, o restante das peças.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;O mercado de processadores é dominado por duas empresas: &lt;a href="http://www.intel.com/" target="_blank"&gt;Intel&lt;/a&gt;          e &lt;a href="http://www.amd.com/" target="_blank"&gt;AMD&lt;/a&gt;. Eis alguns exemplos          de seus processadores: Intel Pentium 4, AMD Duron, AMD Athlon 64, AMD          Athlon XP (visto na imagem abaixo), Intel Celeron, AMD Athlon 64 X2 e          Intel Core 2 Duo.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/proc_athlon.jpg" alt="Processador Athlon XP" width="378" height="286" /&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;Memória RAM&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;RAM significa &lt;b&gt;R&lt;/b&gt;andom &lt;b&gt;A&lt;/b&gt;ccess &lt;b&gt;M&lt;/b&gt;emory (memória          de acesso randômico). Nela, os dados se perdem quando o computador          é desligado. Os módulos de memória, também          conhecidos como "pentes de memória", são os responsáveis          pelo armazenamento dos dados e instruções que o processador          precisa para executar suas tarefas. Esses dados são fornecidos          pelo usuário e/ou tirados do HD (Hard Disk- Disco Rígido).          Existe também uma categoria chamada memória ROM, que armazena          permanentemente os dados. Para se informar melhor sobre as diferenças          entre RAM e ROM, &lt;a href="http://www.infowester.com/memoria.php" target="_blank"&gt;clique aqui&lt;/a&gt;.          Existe mais de um tipo de memória RAM. Cada um tem uma forma de          encapsulamento e um modo de funcionamento. Atualmente, o tipo de memória          mais usado é a &lt;a href="http://www.infowester.com/memddr2.php" target="_blank"&gt;DDR2&lt;/a&gt;,          cuja imagem é visto a seguir.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/mddr2.jpg" alt="Memória DDR2" width="400" height="310" /&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;Disco Rígido &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;O Disco Rígido, cujo nome em inglês é &lt;a href="http://www.infowester.com/hds1.php" target="_blank"&gt;Hard          Disk&lt;/a&gt; (HD), serve para armazenar dados permanentemente ou até          estes serem removidos. Fisicamente, os HDs são constituídos          por discos. Estes são divididos em trilhas e estas são formadas          por setores. Os HDs podem armazenar até centenas de &lt;a href="http://www.infowester.com/bit.php" target="_blank"&gt;gigabytes&lt;/a&gt;.          A velocidade de acesso às informações dos discos          dependem da velocidade em que estes giram. Os padrões mais comuns          são de 5.400 rpm (rotações por minuto), 7.200 rpm          e 10.000 rpm. &lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Para serem usados pelo computador, os HDs precisam de uma interface de          controle. As existentes são a &lt;a href="http://www.infowester.com/hds1.php" target="_blank"&gt;IDE&lt;/a&gt;          (&lt;b&gt;I&lt;/b&gt;ntergrated &lt;b&gt;D&lt;/b&gt;rive &lt;b&gt;E&lt;/b&gt;lectronics), &lt;a href="http://www.infowester.com/scsi.php" target="_blank"&gt;SCSI&lt;/a&gt;          (&lt;b&gt;S&lt;/b&gt;mall &lt;b&gt;C&lt;/b&gt;omputer &lt;b&gt;S&lt;/b&gt;ystem &lt;b&gt;I&lt;/b&gt;nterface) e &lt;a href="http://www.infowester.com/serialata.php" target="_blank"&gt;SATA&lt;/a&gt;          (&lt;b&gt;S&lt;/b&gt;erial &lt;b&gt;ATA&lt;/b&gt;). Um pequeno detalhe: os HDs também podem          ser chamados de "Winchester", porém esta é uma          antiga denominação.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;A imagem abaixo mostra a parte interna de um HD. Repare nos discos (pratos),          o local onde os dados são gravados:&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/hd_pordentro.jpg" alt="Imagem interna de um HD" /&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;Placa-mãe &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Essa peça também pode ser interpretada como a "espinha          dorsal" do computador, afinal, é ela que interliga todos os          dispositivos do equipamento. Para isso, a &lt;a href="http://www.infowester.com/motherboard.php" target="_blank"&gt;placa-mãe&lt;/a&gt;          (ou, em inglês, motherboard) possui vários tipos de conectores.          O processador é instalado em seu socket, o HD é ligado nas          portas IDE ou SATA, a placa de vídeo pode ser conectada nos slots          &lt;a href="http://www.infowester.com/barramentos.php" target="_blank"&gt;AGP 8x&lt;/a&gt; ou &lt;a href="http://www.infowester.com/pciexpress.php" target="_blank"&gt;PCI-Express          16x&lt;/a&gt; e as outras placas (placa de som, placa de rede, etc) podem ser          encaixadas nos slots &lt;a href="http://www.infowester.com/barramentos.php" target="_blank"&gt;PCI&lt;/a&gt;          ou, mais recentemente, em entradas &lt;a href="http://www.infowester.com/pciexpress.php" target="_blank"&gt;PCI          Express&lt;/a&gt; (essa tecnologia não serve apenas para conectar placas          de vídeo). Ainda há o conector da fonte, os encaixes das          memórias, enfim. &lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Todas as placas-mãe possuem BIOS (&lt;b&gt;B&lt;/b&gt;asic &lt;b&gt;I&lt;/b&gt;nput &lt;b&gt;O&lt;/b&gt;utput          &lt;b&gt;S&lt;/b&gt;ystem). Trata-se de um pequeno software de controle armazenado          em um chip de memória ROM que guarda configurações          do hardware e informações referentes à data e hora.          Para manter as configurações do BIOS, em geral, uma bateria          de níquel-cádmio ou lítio é usada. Dessa forma,          mesmo com o computador desligado, é possível manter o relógio          do sistema ativo, assim como as configurações de hardware.        &lt;/p&gt;       &lt;p&gt;A imagem abaixo mostra um exemplo de placa-mãe. Em &lt;b&gt;A&lt;/b&gt; ficam          os conectores para o mouse, para o teclado, para o áudio, etc.          Em &lt;b&gt;B&lt;/b&gt;, o slot onde o processador deve ser encaixado. Em &lt;b&gt;C&lt;/b&gt;          ficam os slots onde os pentes de memória são inseridos.          &lt;b&gt;D&lt;/b&gt; mostra um conector IDE. Em &lt;b&gt;E&lt;/b&gt; é possível          ser os conectores &lt;a href="http://www.infowester.com/serialata.php" target="_blank"&gt;SATA&lt;/a&gt;. Por          fim, &lt;b&gt;F&lt;/b&gt; mostra os slots de expansão (onde pode-se adicionar          placas de som, placas de rede, entre outros), com destaque para o slot          &lt;a href="http://www.infowester.com/pciexpress.php" target="_blank"&gt;PCI Express&lt;/a&gt; 16x (azul) para          o encaixe da placa de vídeo.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/es_mb.jpg" alt="Placa-mãe Asus" width="463" height="372" /&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;Placa de vídeo &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Eis outra placa importante em um computador. Cabe à &lt;a href="http://www.infowester.com/placavideo.php" target="_blank"&gt;placa          de vídeo&lt;/a&gt; gerar tudo o que vai aparecer em seu monitor, como          imagens de jogos e de aplicações, efeitos, etc. Hoje, tem-se          uma imensa variedade de placas, porém, as marcas mais conhecidas          desse segmento são a &lt;a href="http://www.ati.com/" target="_blank"&gt;ATI&lt;/a&gt;          e a &lt;a href="http://www.nvidia.com/" target="_blank"&gt;NVIDIA&lt;/a&gt;, duas fortes          concorrentes. Na verdade, ambas produzem o chip gráfico (uma espécie          de processador responsável pela geração de imagens,          principalmente em aplicações 3D). Quem produz as placas          são outras  &lt;a href="http://www.infowester.com/guiahdinic.php#" onclick="hwClick748911981229(-490665440);return false;" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline;" onmouseover="hw748911981229(event, this, '-490665440'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " oncontextmenu="return false;"&gt;empresas&lt;/a&gt;, como MSI, Powercolor, Gigabyte, Asus, etc.        &lt;/p&gt;       &lt;p&gt;É possível encontrar no mercado placas-mãe que possuem          placas de vídeo onboard, isto é, o vídeo já          vem integrado junto à placa-mãe. Isso permite  &lt;a href="http://www.infowester.com/guiahdinic.php#" onclick="hwClick190225929329(-490665440);return false;" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline;" onmouseover="hw190225929329(event, this, '-490665440'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " oncontextmenu="return false;"&gt;economia&lt;/a&gt; de          gastos, porém afeta o desempenho do computador, já que o          processador passa a fazer o trabalho que é executado pelo chip          gráfico em placas normais. As placas de vídeo antigas usavam          o slots PCI e AGP. Hoje, o padrão é a tecnologia &lt;a href="http://www.infowester.com/pciexpress.php" target="_blank"&gt;PCI          Express&lt;/a&gt; (PCI-E).&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/placa_de_video.jpg" alt="Foto de uma placa de vídeo" width="300" height="207" /&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;Drives de Disquete e CD-ROM/DVD&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Os drives de disquete são itens cada vez mais em desuso, tanto          que já é comum encontrar PCs que não utilizam esse          dispositivo. O disquete consiste em uma espécie de capa quadrada          que protege um disco magnético que suporta até 1,44 MB.          Por oferecerem pouco espaço para armazenamento de dados e por darem          muitos problemas (qualquer campo magnético é capaz de desorganizar          as informações gravadas), esses discos estão perdendo          sua utilidade. &lt;/p&gt;       &lt;p&gt;O drive de CD-ROM/DVD é, basicamente, o dispositivo que lê          CDs e/ou DVDs. Hoje é comum ter aparelhos leitores de CDs/DVDs          que também fazem gravação de dados. Até pouco          tempo atrás, o mercao contava apenas com leitores e gravadores          de CD. Atualmente, esses drives trabalham com CDs e DVDs. A seguir, uma          lista dos diferentes tipos de drives de disco existentes:&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;CD-ROM:&lt;/b&gt; mencionado acima, serve apenas para ler CDs. Mais informações         sobre isso &lt;a href="http://www.infowester.com/cdrom.php" target="_blank"&gt;aqui&lt;/a&gt;;&lt;br /&gt;        &lt;b&gt;CD-RW (gravador):&lt;/b&gt; serve para ler e gravar CD-Rs e CD-RWs. Para         mais informações sobre esse tipo de mídia, &lt;a href="http://www.infowester.com/midiacdrcdrw.php" target="_blank"&gt;clique         aqui&lt;/a&gt;;&lt;br /&gt;        &lt;b&gt;CD-RW + DVD (combo):&lt;/b&gt; serve como leitor de CD-ROM e de DVD, além         de gravador de CDs;&lt;br /&gt;        &lt;b&gt;DVD-RW (gravador):&lt;/b&gt; esse drive é um dos mais completos, pois         lê e gravas CDs, assim como lê e grava DVDs. &lt;/p&gt;       &lt;p&gt;A imagem a seguir mostra um drive leitor de DVDs:&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/drive_dvd.jpg" alt="Drive leitor de DVDs" width="440" height="269" /&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Note que, em um futuro não muito distante, os drives de DVD poderão          perder espaço para as unidades &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Disco_Blu-ray" target="_blank"&gt;Blu-ray&lt;/a&gt;          e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/HD_DVD" target="_blank"&gt;HD-DVD&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;Placas adicionais&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Também chamadas de placas de expansão, neste grupo, estão          as placas que adicionam funcionalidades ao computador: &lt;a href="http://www.infowester.com/placadesom.php" target="_blank"&gt;placas          de som&lt;/a&gt;, placas de rede, placa de captura de vídeo, etc. As          placas de expansão atuais são encaixáveis em slots          &lt;a href="http://www.infowester.com/barramentos.php" target="_blank"&gt;PCI&lt;/a&gt; e em slots &lt;a href="http://www.infowester.com/pciexpress.php" target="_blank"&gt;PCI          Express&lt;/a&gt;. &lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;Monitor &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Esse é um item de extrema importância. Semelhante a uma          TV, é responsável por transmitir informações          visuais. Por muito tempo, a tecnologia mais usada nos monitores foi o          &lt;a href="http://www.infowester.com/monitores.php" target="_blank"&gt;CRT&lt;/a&gt; (&lt;b&gt;C&lt;/b&gt;athode &lt;b&gt;R&lt;/b&gt;ay          &lt;b&gt;T&lt;/b&gt;ube), que está perdendo espaço para a tecnologia          &lt;a href="http://www.infowester.com/monlcd.php" target="_blank"&gt;LCD&lt;/a&gt; (&lt;b&gt;L&lt;/b&gt;iquid &lt;b&gt;C&lt;/b&gt;rystal          &lt;b&gt;D&lt;/b&gt;isplay). Os monitores CRT mais antigos apresentavam uma tela com          um certo encurvamento, porém, existem modelos CRT com tela plana          que proporcionam maior conforto visual. &lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Os monitores mais comuns encontrados no mercado oferecem telas nos tamanhos          de 15", 17" e 19" (lê-se o símbolo "          como polegadas). Hoje em dia, é muito mais vantajoso ter um monitor          com pelo menos 17", uma vez que a diferença de preços          em relação a modelos menores é pequena. &lt;/p&gt;       &lt;p&gt;A Imagem abaixo mostra um monitor LCD:&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/monitor_lcd.jpg" alt="Foto de um monitor LCD" width="283" height="320" /&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;Gabinete &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;O gabinete é uma caixa metálica (e/ou com elementos de          plástico) vertical ou horizontal, que guarda todos os componentes          do computador (placas, HD, processador, etc). Geralmente encontrados nas          cores bege e preta, cada vez mais surgem modelos que possuem algum tipo          de arte, que adicionam cores, luzes e outros elementos chamativos ao gabinete.          Normalmente, são os próprios  &lt;a href="http://www.infowester.com/guiahdinic.php#" onclick="hwClick165513561529(-490665440);return false;" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline;" onmouseover="hw165513561529(event, this, '-490665440'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " oncontextmenu="return false;"&gt;usuários&lt;/a&gt; que fazem esses          enfeites no computador. É o chamado &lt;i&gt;case modding&lt;/i&gt;. &lt;/p&gt;       &lt;p&gt;No gabinete, fica localizada também a fonte de alimentação,          que serve para converter corrente alternada em corrente contínua          para alimentar os componentes do computador. Assim, a placa-mãe,          os drives, o HD e o cooler, devem ser ligados à fonte. As placas          conectadas nos slots da placa-mãe recebem energia por ela, de modo          que dificilmente precisam de um alimentador  &lt;a href="http://www.infowester.com/guiahdinic.php#" onclick="hwClick1740028654129(-490665440);return false;" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline;" onmouseover="hw1740028654129(event, this, '-490665440'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " oncontextmenu="return false;"&gt;exclusivo&lt;/a&gt;. Gabinetes, fontes          e placas-mãe precisam ser de um mesmo padrão, do contrário,          acaba sendo praticamente impossível conectá-los. Os padrões          em uso atualmente são o &lt;a href="http://www.infowester.com/atatx.php" target="_blank"&gt;ATX          e AT&lt;/a&gt; (este último descontinuado). &lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Os gabinetes verticais podem ser encontrados em 3 tipos básicos:&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;Mini Tower:&lt;/b&gt; pequeno, possui apenas 3 baias (visto na imagem abaixo);&lt;br /&gt;        &lt;b&gt;Mid Tower: &lt;/b&gt;médio, possui 4 baias;&lt;br /&gt;        &lt;b&gt;Full Tower:&lt;/b&gt; grande, com mais de 4 baias.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;As baias são aquelas "gavetinhas", no português         vulgar, localizadas na parte frontal do gabinete. Nos espaços das         baias é que drives de CD, DVD e outros são encaixados.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Nos gabinentes, ainda é possível encontrar os seguintes         itens:&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;- Botão TURBO (apenas em gabinetes antigos)&lt;br /&gt;        - Botão RESET&lt;br /&gt;        - Botão ou chave para ligar o computador (POWER)&lt;br /&gt;        - LED de POWER ON&lt;br /&gt;        - LED indicador de modo turbo (apenas em gabinetes antigos)&lt;br /&gt;        - LED indicador de acesso ao disco rígido (indica que o disco rígido         está sendo acessado)&lt;br /&gt;        - Display digital para indicação de clock (apenas em gabinetes         antigos)&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/gabinet_atx.jpg" alt="Gabinente ATX" width="475" height="300" /&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;Periféricos gerais&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Para finalizar, falta ainda citar o teclado, o mouse e o som. Obviamente,         o teclado serve para a digitação, porém, ele também         pode ser usado em jogos e em combinações de teclas para         acesso rápido a determinados aplicativos. Existem, inclusive, teclados         que fogem ao padrão convencional (como o que é visto na         imagem abaixo) e adicionam recursos extras no acesso à aplicações         multimídia.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Os &lt;a href="http://www.infowester.com/mouse.php" target="_blank"&gt;mouses&lt;/a&gt;, dispositivos que servem          para guiar uma seta (cursor) na tela do computador, também são          itens essenciais. Existem, basicamente, dois tipos de mouse: o de "bolinha",          que usa uma esfera para movimentar o cursor; e o mouse óptico,          que faz a movimentação da seta através de laser,          dando, inclusive, mais precisão ao movimento. Dê preferência          a este último.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Mouses e teclados costumam ser conectados ao computador através          de portas chamadas PS/2. No entanto, há no mercado modelos que          são plugados em entradas &lt;a href="http://www.infowester.com/usb.php" target="_blank"&gt;USB&lt;/a&gt;,          que também servem para conectar &lt;a href="http://www.infowester.com/camerasdigitais.php" target="_blank"&gt;câmeras          digitais&lt;/a&gt;, MP3-players, pendrives, &lt;a href="http://www.infowester.com/impressoras.php" target="_blank"&gt;impressoras&lt;/a&gt;,          &lt;a href="http://www.infowester.com/scanners.php" target="_blank"&gt;scanners&lt;/a&gt;, etc. Algumas placas-mães          sofisticadas oferecem também entradas &lt;a href="http://www.infowester.com/firewire.php" target="_blank"&gt;FireWire&lt;/a&gt;,          muito utilizadas para a conexão de HDs externos e filmadoras digitais.          Antigamente, mouses utilizavam conectores seriais, teclados faziam uso          de uma porta denominada DIM e impressoras e scanners usavam uma entrada          chamada paralela.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/portaspc.jpg" alt="Portas paralela, serial e PS/2" width="386" height="286" /&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Por fim, há a questão do som. Com o lançamento de         jogos cada vez mais realistas e o aumento no uso do computador para aplicações         multimídia, hoje, vale a pena adquirir caixas de som de qualidade,         que fazem uso de 5 ou mais canais de áudio. Com o auxílio         de tecnologias como a Surround 3D, é possível obter som         de  &lt;a href="http://www.infowester.com/guiahdinic.php#" onclick="hwClick14399189029(-490665440);return false;" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline;" onmouseover="hw14399189029(event, this, '-490665440'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " oncontextmenu="return false;"&gt;alta qualidade&lt;/a&gt; em filmes, jogos ou na execução de músicas.         Para aproveitar esses recursos, além das caixas de som, é         necessário que a placa de som ofereça tais funcionalidades.         Felizmente, quase todos os modelos atuais oferecem essas vantagens. &lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/telc_n_convenci.jpg" alt="Teclado" width="347" height="248" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7409923550884140720-2860135654718405130?l=sistemasdeinformacao4e.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/feeds/2860135654718405130/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/2009/06/guia-de-hardware-para-iniciantes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7409923550884140720/posts/default/2860135654718405130'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7409923550884140720/posts/default/2860135654718405130'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/2009/06/guia-de-hardware-para-iniciantes.html' title='Guia de hardware para iniciantes'/><author><name>Marcos Antonio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00790137305803302232</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7409923550884140720.post-7270367842074800671</id><published>2009-06-02T11:44:00.000-07:00</published><updated>2009-06-02T11:46:04.186-07:00</updated><title type='text'>Barramentos: ISA, AGP, PCI, PCI Express, AMR e outros</title><content type='html'>&lt;h3&gt;Introdução&lt;/h3&gt;                    &lt;p&gt;Barramentos (ou, em inglês, &lt;i&gt;bus&lt;/i&gt;) são, em poucas palavras,          padrões de comunicação utilizados em computadores          para a interconexão dos mais variados dispositivos. Neste artigo,          você conhecerá algumas características dos principais          barramentos presentes nos PCs, como &lt;b&gt;ISA&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;AGP&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;PCI&lt;/b&gt;,          &lt;b&gt;PCI Express &lt;/b&gt;e&lt;b&gt; AMR&lt;/b&gt;. Note que muitos desses padrões          já não são utilizados em computadores novos, mesmo          assim, conhecê-los é importante.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Antes de começarmos, é importante você saber que,          no decorrer deste texto, o InfoWester utilizará com certa freqüência          a palavra &lt;i&gt;slot&lt;/i&gt;. Esse termo faz referência aos encaixes físicos          de cada barramento para a conexão de dispositivos (placas de vídeo,          placas de rede, etc). Em geral, cada barramento possui um tipo de slot          diferente.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;      &lt;h3&gt;Barramento ISA (Industry Standard Architecture)&lt;/h3&gt;       &lt;p&gt;O barramento ISA é um padrão não mais utilizado,          sendo encontrado apenas em computadores antigos. Seu aparecimento se deu          na época do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/IBM_PC" target="_blank"&gt;IBM          PC&lt;/a&gt; e essa primeira versão trabalha com transferência          de 8 bits por vez e clock de 8,33 MHz (na verdade, antes do surgimento          do  &lt;a href="http://www.infowester.com/barramentos.php#" onclick="hwClick16914779395628(-490665440);return false;" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline;" onmouseover="hw16914779395628(event, this, '-490665440'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " oncontextmenu="return false;"&gt;IBM&lt;/a&gt; PC-XT, essa valor era de 4,77 MHz).&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Na época do surgimento do processador 286, o barramento ISA ganhou          uma versão capaz de trabalhar com 16 bits. Dispositivos anteriores          que trabalhavam com 8 bits funcionavam normalmente em slots com o padrão          de 16 bits, mas o contrário não era possível, isto          é, de dispositivos ISA de 16 bits trabalharem com slots de 8 bits,          mesmo porque os encaixes ISA de 16 bits tinham uma extensão que          os tornavam maiores que os de 8 bits, conforme indica a imagem abaixo:&lt;/p&gt;                    &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/isa.jpg" alt="Slots ISA" width="454" height="229" /&gt;&lt;br /&gt;        &lt;i&gt;Slots ISA&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Repare na imagem acima que o slot contém uma divisão. As          placas de 8 bits utilizam somente a parte maior. Como você já          deve ter imaginado, as placas de 16 bits usam ambas as partes. Por conta          disso, as placas-mãe da época passaram a contar apenas com          slots ISA de 16 bits. Curiosamente, alguns modelos foram lançados          tendo tanto slots de 8 bits quanto slots de 16 bits.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Se você está acostumado com slots mais recentes, certamente          percebeu o quão grandes são os encaixes ISA. O de 16 bits,          por exemplo, conta com 98 terminais. Por aí, é possível          perceber que as placas de expansão da época (isto é,          placas de vídeo, placas de som, placas de modem, etc) eram igualmente          grandes. Apesar disso, não era difícil encontrar placas          que não utilizavam todos os contatos dos slots ISA, deixando um          espaço de sobra no encaixe.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Com a evolução da informática, o padrão ISA          foi aos poucos perdendo espaço. A versão de 16 bits é          capaz de proporcionar transferência de dados na casa dos 8 MB por          segundo, mas dificilmente esse valor é alcançado, ficando          em torno de 5 MB. Como essa taxa de transferência era suficiente          para determinados dispositivos (placas de modem, por exemplo), por algum          tempo foi possível encontrar placas-mãe que contavam tanto          com slots ISA quanto com slots PCI (o padrão sucessor).&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;      &lt;h3&gt;Barramento PCI (Peripheral Component Interconnect)&lt;/h3&gt;       &lt;p&gt;O barramento PCI surgiu no início de 1990 pelas mãos da          Intel. Suas principais características são a capacidade          de transferir dados a 32 bits e clock de 33 MHz, especificações          estas que tornaram o padrão capaz de transmitir dados a uma taxa          de até 132 MB por segundo. Os slots PCI são menores que          os slots ISA, assim como os seus dispositivos, obviamente.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Mas, há uma outra característica que tornou o padrão          PCI atraente: o recurso &lt;i&gt;Bus Mastering&lt;/i&gt;. Em poucas palavras, trata-se          de um sistema que permite a dispositivos que fazem uso do barramento ler          e gravar dados direto na memória RAM, sem que o processador tenha          que "parar" e interferir para tornar isso possível. Note          que esse recurso não é  &lt;a href="http://www.infowester.com/barramentos.php#" onclick="hwClick17544694890628(-490665440);return false;" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline;" onmouseover="hw17544694890628(event, this, '-490665440'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " oncontextmenu="return false;"&gt;exclusivo&lt;/a&gt; do barramento PCI.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/pci.jpg" alt="Slots PCI" /&gt;&lt;br /&gt;        &lt;i&gt;Slots PCI&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Outra característica marcante do PCI é a sua compatibilidade          com o recurso &lt;i&gt;Plug and Play&lt;/i&gt; (PnP), algo como "plugar e usar".          Com essa funcionalidade, o computador é capaz de reconhecer automaticamente          os dispositivos que são conectados ao slot PCI. Atualmente, tal          capacidade é trivial nos computadores, isto é, basta conectar          o dispositivo, ligar o computador e esperar o sistema operacional avisar          sobre o reconhecimento de um novo item para que você possa instalar          os drivers adequados (isso se o sistema operacional não instalá-lo          sozinho). Antigamente, os computadores não trabalhavam dessa maneira          e o surgimento do recurso Plug and Play foi uma revolução          nesse sentido. Além de ser utilizada em barramentos atuais, essa          funcionalidade chegou a ser implementada em padrões mais antigos,          inclusive no ISA.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;O barramento PCI também passou por evoluções: uma          versão que trabalha com 64 bits e 66 MHz foi lançada, tendo          também uma extensão em seu slot. Sua taxa máxima          de transferência de dados é estimada em 512 MB por segundo.          Apesar disso, o padrão PCI de 64 bits nunca chegou a ser popular.          Um dos motivos para isso é o fato de essa especificação          gerar mais custos para os fabricantes. Além disso, a maioria dos          dispositivos da época de auge do PCI não necessitava de          taxas de transferência de dados maiores.&lt;/p&gt;      &lt;br /&gt;      &lt;h3&gt;Barramento PCI-X (Peripheral Component Interconnect Extended)&lt;/h3&gt;       &lt;p&gt;Muita gente confunde o barramento PCI-X com o padrão PCI Express          (mostrado mais abaixo), mas ambos são diferentes. O PCI-X nada          mais é do que uma evolução do PCI de 64 bits, sendo          compatível com as especificações anteriores. A versão          PCI-X 1.0 é capaz de operar nas freqüêcias de 100 MHz          e 133 MHz. Neste última, o padrão pode atingir a taxa de          transferência de dados de 1.064 MB por segundo. O PCI-X 2.0, por          sua vez, pode trabalhar também com as freqüências de          266 MHz e 533 MHz.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/pcix.jpg" alt="Slot PCI-X" width="290" height="313" /&gt;&lt;br /&gt;        &lt;i&gt;Slot PCI-X&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;      &lt;br /&gt;      &lt;h3&gt;Barramento AGP (Accelerated Graphics Port)&lt;/h3&gt;       &lt;p&gt;Se antes os computadores se limitavam a exibir apenas caracteres em telas        escuras, hoje eles são capazes de exibir e criar imagens em altíssima        qualidade. Mas, isso tem um preço: quanto mais evoluída for        uma aplicação gráfica, em geral, mais dados ela consumirá.        Para lidar com o volume crescente de dados gerados pelos processadores gráficos,        a Intel anunciou em meados de 1996 o padrão AGP, cujo slot serve        exclusivamente às placas de vídeo.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;A primeira versão do AGP (chamada de AGP 1.0) trabalha a 32 bits          e tem clock de 66 MHz, o que equivale a uma taxa de transferência          de dados de até 266 MB por segundo, mas na verdade, pode chegar          ao valor de 532 MB por segundo. Explica-se: o AGP 1.0 pode funcionar no          modo 1x ou 2x. Com 1x, um dado por pulso de clock é transferido.          Com 2x, são dois dados por pulso de clock.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Em meados de 1998, a Intel lançou o AGP 2.0, cujos diferenciais          estão na possibilidade de trabalhar também com o novo modo          de operação 4x (oferecendo uma taxa de transferência          de 1.066 MB por segundo) e alimentação elétrica de          1,5 V (o AGP 1.0 funciona com 3,3 V). Algum tempo depois surgiu o AGP          3.0, que conta com a capacidade de trabalhar com alimentação          elétrica de 0,8 V e modo de operação de 8x, correspondendo          a uma taxa de transferência de 2.133 MB por segundo.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Além da alta taxa de transferência de dados, o padrão          AGP também oferece outras  &lt;a href="http://www.infowester.com/barramentos.php#" onclick="hwClick21432191201628(-490665440);return false;" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline;" onmouseover="hw21432191201628(event, this, '-490665440'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " oncontextmenu="return false;"&gt;vantagens&lt;/a&gt;. Uma delas é o fato          de sempre poder operar em sua máxima capacidade, já que          não há outro dispositivo no barramento que possa, de alguma          forma, interferir na comunicação entre a placa de vídeo          e o processador (lembre-se que o AGP é compatível apenas          com placas de vídeo). O AGP também permite que a placa de          vídeo faça uso de parte da memória RAM do computador          como um incremento de sua própria memória, um recurso chamado          &lt;i&gt;Direct Memory Execute&lt;/i&gt;.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/agp.jpg" alt="Slot AGP" /&gt;&lt;br /&gt;        &lt;i&gt;Slot AGP 8x (3.0)&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Quanto ao slot, o AGP é ligeiramente menor que um encaixe PCI.          No entanto, como há várias versões do AGP, há          variações nos slots também (o que é lamentável,          pois isso gera muita confusão). Essas diferenças ocorrem          principalmente por causa das definições de alimentação          elétrica existentes entre os dispositivos que utilizam cada versão.          Há, por exemplo, um slot que funciona para o AGP 1.0, outro que          funciona para o AGP 2.0, um terceiro que trabalha com todas as versões          (slot universal) e assim por diante. A ilustração abaixo          mostra todos os tipos de conectores:&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/agp_esq.jpg" alt="Versões do AGP" width="408" height="538" /&gt;&lt;br /&gt;        &lt;i&gt;As variações do AGP. Ilustração por &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Image:AGP_%26_AGP_Pro_Keying.svg" target="_blank"&gt;Wikipedia&lt;/a&gt;.&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;              &lt;p&gt;Como você deve ter reparado na imagem acima, o mercado também          conheceu versões especiais do AGP chamadas &lt;i&gt;AGP Pro&lt;/i&gt;, direcionadas          a placas de vídeo que consomem grande quantidade de energia. &lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Apesar de algumas vantagens, o padrão AGP acabou perdendo espaço          e foi substituído pelo barramento PCI Express.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;      &lt;h3&gt;Barramento PCI Express&lt;/h3&gt;       &lt;p&gt;O padrão PCI Express (ou &lt;i&gt;PCIe&lt;/i&gt; ou, ainda, &lt;i&gt;PCI-EX&lt;/i&gt;)          foi concebido pela Intel em 2004 e se destaca por substituir, ao mesmo          tempo, os barramentos PCI e AGP. Isso acontece porque o PCI Express está          disponível em vários segmentos: 1x, 2x, 4x, 8x e 16x (há          também o de 32x, mas até o fechamento deste artigo, este          não estava em uso pela indústria). Quanto maior esse número,          maior é a taxa de transferência de dados. Como mostra a imagem          abaixo, esse divisão também reflete no tamanho dos slots          PCI Express:&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/plcamaepciexpres.jpg" alt="Slots PCI Express 16x e 1x" width="598" height="239" /&gt;&lt;br /&gt;        &lt;i&gt;Slots PCI Express 16x (branco) e 1x (preto) &lt;/i&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;O PCI Express 16x, por exemplo, é capaz de trabalhar com taxa          de transferência de cerca de 4 GB por segundo, característica          que o faz ser utilizado por placas de vídeo, um dos dispositivos          que mais geram dados em um computador. O PCI Express 1x, mesmo sendo o          mais "fraco", é capaz de alcançar uma taxa de          transferência de cerca de 250 MB por segundo, um valor suficiente          para boa parte dos dispositivos mais simples.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Com o lançamento do PCI Express 2.0, que aconteceu no início          de 2007, as taxas de transferência da tecnologia praticamente dobraram.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;Saiba mais sobre a tecnologia PCI Express &lt;a href="http://www.infowester.com/pciexpress.php" target="_blank"&gt;nesta          matéria publicada aqui no InfoWester&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt; &lt;/p&gt;       &lt;h3&gt;Barramentos AMR, CNR e ACR&lt;/h3&gt;       &lt;p&gt;Os padrões AMR (&lt;i&gt;Audio Modem Riser&lt;/i&gt;), CNR (&lt;i&gt;Communications          and Network Riser&lt;/i&gt;) e ACR (&lt;i&gt;Advanced Communications Riser&lt;/i&gt;) são          diferentes entre si, mas compartilham da  &lt;a href="http://www.infowester.com/barramentos.php#" onclick="hwClick8151458213628(-490665440);return false;" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline;" onmouseover="hw8151458213628(event, this, '-490665440'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " oncontextmenu="return false;"&gt;idéia&lt;/a&gt; de permitir a conexão          à placa-mãe de dispositivos &lt;i&gt;Host Signal Processing&lt;/i&gt;          (HSP), isto é, dispositivos cujo controle é feito pelo processador          do computador. Para isso, o chipset da placa-mãe precisa ser compatível.          Em geral, esses slots são usados por placas que exigem pouco processamento,          como placas de som, placas de rede ou placas de modem simples.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;O slot AMR foi desenvolvido para ser usado especialmente para funções          de modem e áudio. Seu projeto foi liderado pela Intel. Para ser          usado, o chipset da placa-mãe precisava contar com os circuitos          AC'97 e MC'97 (áudio e modem, respectivamente). Se comparado aos          padrões vistos até agora, o slot AMR é muito pequeno:&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/amr.jpg" alt="Slot AMR" width="390" height="197" /&gt;&lt;br /&gt;        &lt;i&gt;Slot AMR&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;              &lt;p&gt;O padrão CNR, por sua vez, surgiu praticamente como um substituto          do AMR e também tem a Intel como principal nome no seu desenvolvimento.          Ambos são, na verdade, muito parecidos, inclusive nos slots. O          principal diferencial do CNR é o suporte a recursos de rede, além          dos de áudio e modem.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Em relação ao ACR, trata-se de um padrão cujo desenvolvimento          tem como principal nome a AMD. Seu foco principal são as  &lt;a href="http://www.infowester.com/barramentos.php#" onclick="hwClick19115696344628(-490665440);return false;" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline;" onmouseover="hw19115696344628(event, this, '-490665440'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " oncontextmenu="return false;"&gt;comunicações&lt;/a&gt;          de rede e USB. Esse tipo foi por algum tempo comum de ser encontrado em          placas-mãe da Asus e seu slot é extremamente parecido com          um encaixe PCI, com a diferença de ser posicionado de forma contrária          na placa-mãe, ou seja, é uma espécie de "PCI          invertido".&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;      &lt;h3&gt;Outros barramentos&lt;/h3&gt;       &lt;p&gt;Os barramentos mencionados neste texto foram ou são bastante utilizados          pela indústria, mas há vários padrões que,          por razões diversas, tiveram aceitação mais limitada          no mercado. É o caso, por exemplo, dos barramentos VESA, MCA e          EISA:&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;VESA:&lt;/b&gt; também chamado de VLB (&lt;i&gt;VESA Local Bus&lt;/i&gt;), esse          padrão foi estabelecido pela &lt;a href="http://www.vesa.org/" target="_blank"&gt;Video          Electronics Standards Association&lt;/a&gt; (daí a sigla VESA) e funciona,          fisicamente, como uma extensão do padrão ISA (há          um encaixe adicional após um slot ISA nas placas-mãe compatíveis          com o padrão). O VLB pode trabalhar a 32 bits e com a freqüência          do barramento externo do processador (na época, o padrão          era de 33 MHz), fazendo com que sua taxa de transferência de dados          pudesse alcançar até 132 MB por segundo. Apesar disso, a          tecnologia não durou muito tempo, principalmente com a chegada          do barramento PCI;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;MCA:&lt;/b&gt; sigla para &lt;i&gt;Micro Channel Architecture&lt;/i&gt;, o MCA foi idealizado          pela IBM para ser o substituto do padrão ISA. Essa tecnologia trabalha          à taxa de 32 bits e à freqüência de 10 MHz, além          de ser compatível como recursos como &lt;i&gt;Plug and Play&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Bus          Mastering&lt;/i&gt;. Um dos empecilhos que contribuiu para a não popularização          do MCA foi o fato de este ser um barramento proprietário, isto          é, pertencente à IBM. Por conta disso,  &lt;a href="http://www.infowester.com/barramentos.php#" onclick="hwClick1098058592628(-490665440);return false;" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline;" onmouseover="hw1098058592628(event, this, '-490665440'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " oncontextmenu="return false;"&gt;empresas&lt;/a&gt; interessadas          na tecnologia tinham que pagar &lt;i&gt;royalties&lt;/i&gt; para inserí-la          em seus produtos, idéia essa que, obviamente, não foi bem          recebida;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;EISA:&lt;/b&gt; sigla de &lt;i&gt;Extended Industry Standard Architecture&lt;/i&gt;,          o EISA é, conforme o nome indica, um barramento compatível          com a tecnologia ISA. Por conta disso, pode operar a 32 bits, mas mantém          sua freqüência em 8,33 MHz (a mesma do ISA). Seu slot é          praticamente idêntico ao do padrão ISA, no entanto, é          mais alto, já que utiliza duas linhas de contatos: a primeira é          destinada aos dispositivos ISA, enquanto que a segunda serve aos dispositivos          de 32 bits.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7409923550884140720-7270367842074800671?l=sistemasdeinformacao4e.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/feeds/7270367842074800671/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/2009/06/barramentos-isa-agp-pci-pci-express-amr.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7409923550884140720/posts/default/7270367842074800671'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7409923550884140720/posts/default/7270367842074800671'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/2009/06/barramentos-isa-agp-pci-pci-express-amr.html' title='Barramentos: ISA, AGP, PCI, PCI Express, AMR e outros'/><author><name>Marcos Antonio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00790137305803302232</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7409923550884140720.post-4595518513536063879</id><published>2009-06-02T11:43:00.000-07:00</published><updated>2009-06-02T11:44:55.045-07:00</updated><title type='text'>Processadores - Parte 2: fabricação, miniaturalização e encapsulamento</title><content type='html'>&lt;h3&gt;Introdução&lt;/h3&gt;                    &lt;p&gt;No artigo Processadores - Parte 1, os conceitos mais básicos de          um processador foram abordados, como &lt;i&gt;clock&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Front Side Bus&lt;/i&gt;          (FSB) e &lt;i&gt;memória cache&lt;/i&gt;. Nesta segunda parte, você conhecerá          outros conceitos relacionados aos processadores, como &lt;b&gt;miniaturalização&lt;/b&gt;          e &lt;b&gt;encapsulamento&lt;/b&gt;. No entanto, o mais importante é que você          também encontrará resposta para uma pergunta muito comum:          &lt;b&gt;como os processadores são fabricados?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;       &lt;br /&gt;        É claro que esse é um assunto de extrema complexidade. Por          esse motivo, somente os conceitos mais básicos serão explicados          aqui. Todavia, essa explanação será suficiente para          que você possa ter uma noção de como os processadores          são fabricados. Antes de começar, uma sugestão: leia          &lt;a href="http://www.infowester.com/processadores1.php"&gt;a primeira parte deste artigo&lt;/a&gt; para não          se "perder" diante de algum termo técnico mencionado          aqui ;)&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Vamos lá?&lt;/p&gt;      &lt;br /&gt;       &lt;h3&gt;Silício&lt;/h3&gt;       &lt;p&gt;O primeiro passo na fabricação de processadores consiste,          obviamente, na obtenção de matéria-prima. Geralmente,          os chips são formados por &lt;b&gt;silício&lt;/b&gt;, e com os processadores          não é diferente. O silício é um elemento químico          extremamente abundante, tanto que é considerado o segundo mais          comum na Terra. É possível extraí-lo de areia, granito,          argila, entre outros.&lt;br /&gt;       &lt;br /&gt;        Esse elemento químico é utilizado para a constituição          de vários materiais resistentes, como vidro e cerâmica. No          entanto, é também semicondutor, isto é, tem a capacidade          de conduzir eletricidade. Essa característica somada à sua          existência em abundância faz com que o silício seja          um elemento extremamente utilizado pela indústria  &lt;a href="http://www.infowester.com/processadores2.php#" onclick="hwClick6639364574122(-490665440);return false;" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline;" onmouseover="hw6639364574122(event, this, '-490665440'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " oncontextmenu="return false;"&gt;eletrônica&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;       &lt;br /&gt;        Para você ter uma  &lt;a href="http://www.infowester.com/processadores2.php#" onclick="hwClick20296446200122(-490665440);return false;" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline;" onmouseover="hw20296446200122(event, this, '-490665440'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " oncontextmenu="return false;"&gt;ideia&lt;/a&gt; da importância desse material, a concentração          de  &lt;a href="http://www.infowester.com/processadores2.php#" onclick="hwClick10144733541122(-490665440);return false;" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline;" onmouseover="hw10144733541122(event, this, '-490665440'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " oncontextmenu="return false;"&gt;empresas&lt;/a&gt; que utilizam silício em seus produtos eletrônicos          em várias cidades da Califórnia, nos EUA, fez com que a          região recebesse o nome de Vale do Silício (&lt;i&gt;Silicon Valley&lt;/i&gt;).          É lá que estão localizadas, por exemplo, as sedes          da &lt;a href="http://www.amd.com/" target="_blank"&gt;AMD&lt;/a&gt; e da &lt;a href="http://www.intel.com/" target="_blank"&gt;Intel&lt;/a&gt;,          as maiores fabricantes de microprocessadores do mundo. &lt;/p&gt;      &lt;br /&gt;      &lt;h3&gt;Fabricação de processadores&lt;/h3&gt;       &lt;p&gt;A fabricação dos processadores se inicia em  &lt;a href="http://www.infowester.com/processadores2.php#" onclick="hwClick9996060645122(-490665440);return false;" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline;" onmouseover="hw9996060645122(event, this, '-490665440'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " oncontextmenu="return false;"&gt;modernos&lt;/a&gt; centros           &lt;a href="http://www.infowester.com/processadores2.php#" onclick="hwClick21343422933122(-490665440);return false;" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline;" onmouseover="hw21343422933122(event, this, '-490665440'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " oncontextmenu="return false;"&gt;tecnológicos&lt;/a&gt; especializados. Esses locais são tão          sofisticados e de construção de valor tão elevado,          que existem poucos no mundo. Nos laboratórios desses centros, uma          determinada quantidade de cristal de silício é colocada          em uma espécie de haste e, posteriormente, inserida em silício          fundido submetido a uma pressão e a uma temperatura extremamente          alta - em torno dos 300º. A haste é então retirada          e girada ao mesmo tempo. Esse processo (chamado de técnica &lt;i&gt;Czochralski&lt;/i&gt;)          faz com que o material que se juntou à haste forme uma espécie          de cilindro (também conhecido como "&lt;i&gt;ingot&lt;/i&gt;"). Seu          diâmetro varia de acordo com o avanço da tecnologia, mas          em geral possui entre 200 e 300 milímetros. O mesmo vale para o          seu comprimento: de 1 a 2 metros. É importante frisar que esses          cilindros precisam ser formados de silício puro. O processo de          purificação desse material é complexo, o que encarece          ainda mais a fabricação.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/proc21.jpg" alt="Cilindro formado por silício (ingot). Imagem por Wikipedia" width="590" height="222" /&gt;&lt;br /&gt;        &lt;i&gt;Cilindro formado por silício (ingot). Imagem por &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Czochralski_process" target="_blank"&gt;Wikipedia&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Uma vez concluída essa etapa, o cilindro é "fatiado",          isto é, cortado em várias partes. Cada uma dessas divisões          recebe o nome de &lt;b&gt;wafer&lt;/b&gt;. Cada "fatia" é polida          até ficar perfeita, sem variações, manchas, diferenças          de brilho ou qualquer irregularidade em sua composição.          Sua espessura, geralmente é menor que 1 milímetro. Em uma          etapa mais adiante, cada wafer será dividido em vários "quadradinhos"          (ou "pastilhas"), que posteriormente serão separados          e formarão os processadores em si.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;No passo seguinte, a superfície do wafer passa por um processo          de oxidação, onde a aplicação de gases - especialmente          oxigênio - e temperatura elevada forma uma camada de dióxido          de silício. Essa camada servirá de base para a construção          de milhares e milhares de transistores, em poucas palavras, minúsculos          componentes capazes de "amplificar" ou "chavear" sinais          elétricos, além de outras funções relacionadas.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Na próxima etapa, os wafers passam por um processo onde recebem          uma camada de material fotossensível, isto é, que reage          à luz. Nessa etapa, cada um dos blocos que se transformará          em processador recebe luz ultravioleta em certos pontos e em determinadas          intensidades. Os pontos da camada fotossensível que reagem à          luz ultravioleta se tornam mais "gelatinosos" e são posteriormente          removidos, deixando expostos os respectivos pontos da camada de dióxido          de silício. Com isso, tem-se pontos cobertos com camada fotossensível          e pontos cobertos com dióxido de silício. Obviamente, a          camada fotossensível restante tem dióxido de silício          por baixo. As partes deste último que não estiverem protegidas          pela camada fotossensível são então removidas através          de outro procedimento. No próximo passo, a camada fotossensível          é removida. O que sobra então é utilizado como estrutura          para a montagem dos transistores, procedimento esse que continua          sendo feito a partir de aplicação de mais materiais e exposição          à luz ultravioleta.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/proc22.jpg" alt="Engenheiro segurando um wafer - Imagem por Intel" width="377" height="463" /&gt;&lt;br /&gt;        &lt;i&gt;Engenheiro segurando um wafer - Imagem por &lt;a href="http://www.intel.com/" target="_blank"&gt;Intel&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Quem tem alguma experiência com fotos baseadas em filmes, provavelmente          perceberá que as etapas descritas acima lembram bastante os procedimentos          de revelação de fotografias. De fato, os princípios          são essencialmente os mesmos.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;É importante frisar que um único processador pode conter          milhões de transistores. Só como exemplo, os primeiros          processadores da linha Intel Core 2 Duo possuem cerca de 291 milhões          de transistores em um único chip. Assim como acontece com          qualquer processador, esses transistores são divididos e          organizados em agrupamentos, onde cada grupo é responsável          por uma função.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Uma vez terminada a montagem dos transistores, os wafers são "recortados"          em um formato que lembra pequenos quadrados ou pastilhas. Cada unidade          se transformará em um processador. Como os wafers são redondos,          o que sobra da borda, obviamente, não pode virar um processador,          então esse material é descartado, assim como qualquer unidade          que apresentar defeito ou anormalidade.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Você pode ter se perguntado se não seria ideal fabricar          wafers quadrados ou retangulares para evitar desperdício na borda.          Teoricamente, seria, mas os wafers são formados por cilindros devido          à técnica de fabricação explicada no início          deste tópico, onde uma haste é inserida em silício          e, em seguida, retirada e girada. Esse procedimento faz com que um cilindro          seja constituído &lt;u&gt;naturalmente&lt;/u&gt;.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/proc23.jpg" alt="Wafer de silício - repare que as bordas são desperdiçadas - Imagem por Intel" width="511" height="518" /&gt;&lt;br /&gt;        &lt;i&gt;Wafer de silício - repare que as bordas são desperdiçadas          - Imagem por &lt;a href="http://www.intel.com/" target="_blank"&gt;Intel&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;É importante frisar que cada wafer dá origem a centenas          de processadores, portanto, todo o processo de fabricação          é realizado com base em uma série de cuidados. Para começar,          os laboratórios das fábricas são locais extremamente          limpos e protegidos (conhecidos como "&lt;i&gt;clean room&lt;/i&gt;"), tanto          é que as poucas pessoas que acompanham a produção          utilizam roupas que lembram astronautas (como mostra a segunda foto deste          tópico). Além disso, as máquinas responsáveis          pela produção precisam estar perfeitamente ajustadas para          seguir as instruções dos projetos dos chips que estão          sendo fabricados.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/proc210.jpg" alt="Wafer, pastilha (die), processador - Montagem baseada em imagens da Intel" width="576" height="648" /&gt;&lt;br /&gt;        &lt;i&gt;Wafer, pastilha (die), processador - Montagem baseada em imagens da          &lt;a href="http://www.intel.com/" target="_blank"&gt;Intel&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;      &lt;br /&gt;      &lt;h3&gt;Diferença de clock&lt;/h3&gt;       &lt;p&gt;Quando os processadores chegam ao mercado, eles são classificados          em linhas, por exemplo, Intel Core 2 Duo, AMD Phenom II e assim por diante.          Cada uma dessas linhas é constituída por processadores de          diversas velocidades de processamento. Como exemplo, a linha Intel Core          2 Duo possui os modelos E8400, E8500 e E8600. O que os diferencia é          que o clock do primeiro é de 3 GHz, o clock do segundo é          de 3,16 GHz e, por fim, o clock do terceiro é de 3,33 GHz.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Todos esses processadores são oriundos do mesmo projeto, portanto,          têm a mesma arquitetura. O que torna um modelo mais rápido          que o outro é que a fabricação do mais veloz foi          mais perfeita que a dos modelos imediatamente inferiores. Pequenos detalhes          durante todo o processo de fabricação fazem com que, dentro          de um mesmo wafer, as "pastilhas" sejam ligeiramente diferentes          uma das outras. Isso pode acontecer, por exemplo, em virtude de pequenos          desvios nas camadas, em pequenas diferenças na passagem do feixe          de luz, entre outros.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Por esse motivo, os wafers passam por testes que apontam com qual frequência          cada chip pode utilizar. Apenas depois disso é que o wafer é          cortado e os chips passam para a fase de encapsulamento. Esses testes          também apontam quais chips deverão ser descartados por não          terem condições de uso.&lt;/p&gt;      &lt;br /&gt;      &lt;h3&gt;Miniaturalização&lt;/h3&gt;       &lt;p&gt;A indústria conseguiu elevar a capacidade dos processadores ao          longo do tempo sem que, para tanto, tivesse que aumentar o tamanho físico          desses dispositivos. Esse feito é possível graças          à &lt;b&gt;nanotecnologia&lt;/b&gt;, em poucas palavras, um ramo da ciência          que envolve as pesquisas que lidam com itens medidos na casa dos &lt;b&gt;nanômetros&lt;/b&gt;.          Para quem não sabe, um nanômetro equivale a um milionésimo          de milímetro, isto é, um milímetro dividido por um          milhão, e sua sigla é nm. A medida mais usada, no entanto,          é o micron, que equivale a um milésimo de milímetro,          ou seja, um milímetro dividido por mil.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Graças às pesquisas de nanotecnologia, é possível          deixar os transistores dos chips cada vez menores. O processador          Intel 486, por exemplo, tem cerca de 1 milhão de transistores,          sendo que cada um deles conta com praticamente 1 micron de tamanho. Muito          pequeno, não? Na verdade, é um tamanho monstruoso, se comparado          aos processadores atuais. Só para você ter uma ideia, neste          artigo já foi dito que os primeiros processadores da linha Intel          Core 2 Duo contam com cerca de 291 milhões de transistores.          Esses chips utilizam tecnologia de fabricação de 0,065 micron          (ou 65 nanômetros), sendo que os mais recentes dessa linha são          fabricados com 0,045 micron (45 nanômetros).&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;As pesquisas sobre miniaturalização de chips indicam que          será possível levar esse processo até a casa dos          25 nanômetros (ou um valor não muito menor que isso). Depois          disso, a indústria chegará a um limite físico onde          os transistores provavelmente serão formados por poucos          átomos e não poderão mais ser diminuídos.          É claro que pesquisas já estão em andamento para          criar uma saída para esse problema. Uma delas é a "computação          quântica" , que muito mais que contornar os limites físicos          dos processadores da "computação clássica",          poderá revolucionar a computação como um todo.&lt;/p&gt;      &lt;br /&gt;      &lt;h3&gt;Encapsulamento dos processadores&lt;/h3&gt;       &lt;p&gt;Nas etapas de encapsulamento, o processador é inserido em uma          espécie de "carcaça" que o protege e contém          contatos metálicos para a sua comunicação com os          componentes do computador. Cada modelo de processador pode contar com          tipos de encapsulamento diferentes, que variam conforme o seu projeto.          Em geral, os processadores possuem em sua parte superior uma espécie          de "tampa" metálica chamada "&lt;i&gt;Integrated Heat          Spreader&lt;/i&gt;" (IHS), que serve para protegê-lo e, muitas vezes,          para facilitar a dissipação de calor. Esse componente normalmente          cobre toda a parte superior do chip e, dentro dele, no centro, fica o          processador em si (também chamado de "&lt;i&gt;die&lt;/i&gt;"). No          entanto, em alguns modelos, o IHS não é utilizado. Nesses          casos, a ausência dessa proteção pode facilitar a          dispersão de calor devido ao contato direto do die com o &lt;i&gt;cooler&lt;/i&gt;          (ventoinha) do processador e reduzir custos de fabricação.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;É importante frisar que há várias tecnologias usadas          no encapsulamento dos processadores. A aplicação de cada          uma varia conforme o projeto do chip. Eis os tipos principais, tendo como          base tecnologias da Intel:&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;- PGA:&lt;/b&gt; sigla de &lt;i&gt;Pin Grid Array&lt;/i&gt; (algo como "matriz          de pinos"), esse é um tipo de encapsulamento que faz com que          o processador utilize pinos de contato que devem ser inseridos em um encaixe          adequado na placa-mãe do computador (ver soquete, logo abaixo).          Seu material básico pode ser cerâmica (&lt;i&gt;Ceramic Pin Grid          Array&lt;/i&gt; - CPGA) ou plástico (&lt;i&gt;Plastic Pin Grid Array&lt;/i&gt; -          PPGA). Há também um tipo chamado &lt;i&gt;Flip Chip Pin Grid Array&lt;/i&gt;          (FC-PGA) onde a pastilha fica parcialmente exposto na parte superior do          chip;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/proc24.jpg" alt="Intel Pentium 4 - Encapsulamento FC-PGA2, que é semelhante ao FC-PGA, mas conta com um IHS (não presente no FC-PGA)" width="599" height="243" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Intel          Pentium 4 - Encapsulamento FC-PGA2, que é semelhante ao FC-PGA,         &lt;br /&gt;mas conta com um IHS (não presente no FC-PGA)&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;              &lt;p&gt;&lt;b&gt;- SECC:&lt;/b&gt; sigla para &lt;i&gt;Single Edge Contact Cartridge&lt;/i&gt;, este          tipo faz com que o processador utilize um encaixe linear (ligeiramente          semelhante aos slots de memória, por exemplo) ao invés de          contatos em formato de pinos. Para isso, o processador é montado          dentro de uma espécie de cartucho;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/proc25.jpg" alt="Intel Pentium II - Encapsulamento SECC - Imagem por Intel" width="521" height="235" /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;        Intel Pentium II - Encapsulamento SECC - Imagem por &lt;a href="http://www.intel.com/" target="_blank"&gt;Intel&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;- SEPP:&lt;/b&gt; sigla para &lt;i&gt;Single Edge Processor Package&lt;/i&gt;, este          tipo é semelhante ao SECC, no entanto, o processador fica acoplado          em um placa que não é protegida por um cartucho;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;- LGA:&lt;/b&gt; sigla para &lt;i&gt;Land Grid Array&lt;/i&gt;, esse é um padrão          recente da Intel. Tem alguma semelhança com os padrões PGA,          tendo como principal diferença o fato de que os processadores não          utilizam pinos de contato em sua parte inferior, mas sim pontos metálicos.          Quando o processador é encaixado na placa-mãe, esses pontos          ficam em contato com pinos existentes no soquete (lembrando que nos padrões          PGA há furos ao invés de pinos no soquete). No que se refere          ao LGA, a Intel utilizava (até o fechamento deste texto no InfoWester)          um tipo chamado FC-LGA4 (&lt;i&gt;Flip Chip Land Grid Array&lt;/i&gt;, onde o número          4 indica o número de revisão do padrão).&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/proc26.jpg" alt="Processador com encapsulamento FC-LGA4 - Repare que n�o h� pinos, somente contatos met�licos - Imagem por Wikimedia" width="475" height="428" /&gt;&lt;br /&gt;        &lt;i&gt;Processador com encapsulamento FC-LGA4 -&lt;br /&gt;        Repare que não há pinos, somente contatos metálicos          -&lt;br /&gt;        Imagem por &lt;a href="http://commons.wikimedia.org/wiki/File:LGA_775.jpg" target="_blank"&gt;Wikimedia&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Na parte inferior dos processadores com encapsulamentos nos padrões          PGA e semelhantes, ficam expostos uma série de contatos metálicos          que fazem a comunicação entre o processador em si e os componentes          do computador. Para isso, esse contatos são encaixados em uma área          apropriada na placa-mãe da máquina, chamada de &lt;b&gt;soquete&lt;/b&gt;          (ou &lt;i&gt;socket&lt;/i&gt;). Acontece que a quantidade e a disposição          desses pinos varia conforme o modelo do processador. Por exemplo, a linha          Intel Core 2 Duo e alguns dos modelos mais recentes da linha Pentium 4          utilizam o soquete 775 (LGA 775):&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/proc27.jpg" alt="Soquete LGA 775 - Imagem por Intel" width="597" height="474" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Soquete          LGA 775 - Imagem por &lt;a href="http://www.intel.com/" target="_blank"&gt;Intel&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Já os processadores AMD Phenom X4 utilizam o soquete AM2+:&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/proc28.jpg" alt="Soquete AM2/AM2+ - Imagem por Wikipedia" width="485" height="364" /&gt;&lt;br /&gt;        &lt;i&gt;Soquete AM2/AM2+ - Imagem por &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/File:Socket_am2_retention_module.jpg" target="_blank"&gt;Wikipedia&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/proc29.jpg" alt="Processador Phenom X4 - Imagem por AMD" width="505" height="306" /&gt;&lt;br /&gt;        &lt;i&gt;Processador Phenom X4 - Imagem por &lt;a href="http://www.amd.com/" target="_blank"&gt;AMD&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;br /&gt;        Isso deixa claro que é necessário utilizar placa-mãe          e processador com o mesmo soquete no momento de montar um computador.          Porém, é importante frisar que isso não é          garantia de compatibilidade entre ambos. É possível, por          exemplo, que uma determinada placa-mãe utilize o mesmo soquete          de um processador lançado depois de sua chegada ao mercado. Apesar          de ambos terem o mesmo soquete, uma incompatibilidade pode ocorrer, já          que o chipset da placa-mãe pode não ter sido preparado para          receber aquele processador. Por essa razão, é importante          checar sempre no site do fabricante ou no manual da placa-mãe quais          processadores esta suporta.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Note que a disposição de pinos (ou pontos de contato, no          caso de chips com encapsulamento do tipo LGA) é feita de forma          que o  &lt;a href="http://www.infowester.com/processadores2.php#" onclick="hwClick11335950802122(-490665440);return false;" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline;" onmouseover="hw11335950802122(event, this, '-490665440'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " oncontextmenu="return false;"&gt;usuário&lt;/a&gt; tenha apenas uma forma de encaixar o processador          na placa-mãe. Com isso, impede-se inserções erradas          que possam resultar em danos ao computador. Por essa razão, se          o usuário não estiver conseguindo encaixar o processador,          deve evitar esforços e procurar no manual da placa-mãe a          orientação correta.&lt;br /&gt;      &lt;/p&gt;      &lt;br /&gt;      &lt;h3&gt;Nomes-código dos núcleos&lt;/h3&gt;       &lt;p&gt;Todo processador chega ao mercado tendo um nome que permita facilmente          identificá-lo, como Pentium 4, Core 2 Duo, Itanium, Athlon 64,          Phenom, etc. O que pouca gente sabe é que o núcleo dos processadores          recebe outra denominação antes mesmo de seu lançamento          oficial: o nome-código.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;A utilização de nomes-código é importante          porque permite distinguir as características de arquitetura de          cada chip. Mesmo dentro de uma determinada linha é possível          encontrar processadores com diferenças em seu projeto. Podemos          utilizar como exemplo os primeiros modelos da linha Intel Core 2 Duo,          que são baseados nos núcleos de nomes Conroe e Merom. O          primeiro é direcionado a desktops, enquanto que o segundo é          voltado a computadores portáteis (como notebooks). Sendo assim,          o Merom possui recursos que otimizam seu desempenho para exigir menos          energia (por exemplo, utiliza voltagem menor e FSB reduzido, se comparado          ao Conroe).&lt;/p&gt;       &lt;h3&gt;Finalizando&lt;/h3&gt;Os processadores são dispositivos altamente complexos, mas igualmente          fascinantes. Chega a ser difícil acreditar que um chip que cabe          na ponta do dedo pode realizar tantas coisas. Infelizmente, não          é possível encontrar muitos documentos e imagens que detalhem          os locais e as etapas da fabricação dos processadores. E          não é difícil entender o motivo: esses lugares são          bastante protegidos e contam com uma política extremamente rigorosa          de acesso, pois simples grãos de poeira ou até mesmo as          luzes do flash das câmeras podem prejudicar a produção.          Além disso, é notório que cada fabricante tenta se          proteger de espionagem industrial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;       &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7409923550884140720-4595518513536063879?l=sistemasdeinformacao4e.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/feeds/4595518513536063879/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/2009/06/processadores-parte-2-fabricacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7409923550884140720/posts/default/4595518513536063879'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7409923550884140720/posts/default/4595518513536063879'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/2009/06/processadores-parte-2-fabricacao.html' title='Processadores - Parte 2: fabricação, miniaturalização e encapsulamento'/><author><name>Marcos Antonio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00790137305803302232</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7409923550884140720.post-982182479792259521</id><published>2009-06-02T11:42:00.000-07:00</published><updated>2009-06-02T11:43:09.566-07:00</updated><title type='text'>Processadores - Parte 1: clock, bits, memória cache e múltiplos núcleos</title><content type='html'>&lt;h3&gt;Introdução&lt;/h3&gt;        &lt;p&gt;Os processadores (ou CPUs, de &lt;i&gt;Central        Processing Unit&lt;/i&gt;) são chips responsáveis pela execução        de cálculos, decisões lógicas e instruções        que resultam em todas as tarefas que um computador pode fazer e, por esse        motivo, são também referenciados como "cérebros"        dessas máquinas. Embora haja poucos fabricantes (essencialmente,        &lt;a href="http://www.intel.com/" target="_blank"&gt;Intel&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.amd.com/" target="_blank"&gt;AMD&lt;/a&gt;        e &lt;a href="http://www.via.com.tw/" target="_blank"&gt;VIA&lt;/a&gt;), o mercado conta        com uma grande variedade de processadores. Apesar disso e das diferenças        existentes entre cada modelo, todos compartilham de alguns conceitos e características.        Com base nisso, o InfoWester apresenta este artigo de introdução        aos processadores, onde você conhecerá a função        e o significado de clock, bits internos, memória cache e chips com        dois ou mais núcleos.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;       &lt;h3&gt;O trabalho de um processador&lt;/h3&gt;       &lt;p&gt;O processador é um chip de silício responsável pela          execução das tarefas cabíveis a um computador. Para          entender como um processador trabalha, é conveniente dividirmos          um computador em três partes: processador, memória e um conjunto          de dispositivos de entrada e saída (ou I/O, de &lt;i&gt;Input/Output&lt;/i&gt;).          Neste último, encontra-se qualquer item responsável pela          entrada ou saída de dados no computador, como monitores de vídeo,          teclados, mouses, impressoras, scanners, discos rígidos, etc. Nesse          esquema, obviamente, o processador exerce a função principal,          já que a ele cabe o acesso e a utilização da memória          e dos dispositivos de entrada e saída para a execução          de suas atividades.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Para entender melhor, suponha que você queira que o seu computador          execute um programa qualquer. Um programa consiste em uma série          de instruções que o processador deverá executar para          que a tarefa solicitada seja realizada. Para isso, o processador transfere          todos os dados necessários à execução, de          um dispositivo de entrada e/ou saída - como um disco rígido          - para a memória. A partir daí, todo o trabalho é          realizado e o que vai ser feito do resultado depende do programa. O processador          pode ser orientado a enviar as informações processadas para          o HD novamente ou para uma impressora, por exemplo, tudo depende das instruções          com as quais lidar.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;      &lt;h3&gt;Barramentos&lt;/h3&gt;       &lt;p&gt;A imagem a seguir ilustra a comunicação entre o processador,          a memória e o conjunto de dispositivos de entrada e saída.          Note que a conexão entre esses itens é indicada por setas.          Isso é feito para que você possa entender a função          dos barramentos. De maneira geral, estes são os responsáveis          pela interligação e comunicação dos dispositivos          em um computador. Note que, para o processador se comunicar com a memória          e com o conjunto de dispositivos de entrada e saída, há          3 setas, isto é, barramentos: um se chama &lt;b&gt;barramento de endereços&lt;/b&gt;          (&lt;i&gt;address bus&lt;/i&gt;); outro, &lt;b&gt;barramento de dados&lt;/b&gt; (&lt;i&gt;data bus&lt;/i&gt;);          o terceiro, &lt;b&gt;barramento de controle&lt;/b&gt; (&lt;i&gt;control bus&lt;/i&gt;).&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/proc1.jpg" alt="Barramentos - processadores" width="305" height="235" /&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;O barramento de endereços, basicamente, indica de onde os dados          a serem processados devem ser retirados ou para onde devem ser enviados.          A comunicação por esse barramento é unidirecional,          razão pela qual só há seta em uma das extremidades          da linha no gráfico que representa a sua comunicação.          Como o nome deixa claro, é pelo barramento de dados que os dados          transitam. Por sua vez, o barramento de controle faz a sincronização          das referidas atividades, habilitando ou desabilitando o fluxo de dados,          por exemplo.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Para você compreender melhor, imagine que o processador necessita          de um dado presente na memória. Pelo barramento de endereços,          ele obtém a localização desse dado dentro da memória.          Como precisa apenas acessar o dado, o processador indica pelo barramento          de controle que esta é uma operação de leitura na          memória. O dado é então localizado e inserido no          barramento de dados, por onde o processador, finalmente, o lê.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;      &lt;h3&gt;Clock interno e clock externo&lt;/h3&gt;       &lt;p&gt;Em um computador, todas as atividades necessitam de sincronização.          O &lt;b&gt;clock&lt;/b&gt; serve justamente para isso, ou seja, basicamente, atua          como de sinal de sincronização. Quando os dispositivos do          computador recebem o sinal de executar suas atividades, dá-se a          esse acontecimento o nome de "pulso de clock". Em cada pulso,          os dispositivos executam suas tarefas, param e vão para o próximo          ciclo de clock.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;A medição do clock é feita em &lt;i&gt;hertz&lt;/i&gt; (Hz),          a unidade padrão de medidas de freqüência, que indica          o número de oscilações ou ciclos que ocorre dentro          de uma determinada medida de tempo, no caso, segundos. Assim, se um processador          trabalha à 800 Hz, por exemplo, significa que é capaz de          lidar com 800 operações de ciclos de clock por segundo.          Repare que, para fins práticos, a palavra &lt;i&gt;kilohertz&lt;/i&gt; (KHz)          é utilizada para indicar 1000 Hz, assim como o termo &lt;i&gt;megahertz&lt;/i&gt;          (MHz) é usado para indicar 1000 KHz (ou 1 milhão de hertz).          De igual forma, &lt;i&gt;gigahertz&lt;/i&gt; (GHz) é a denominação          usada quando se tem 1000 MHz, e assim por diante. Com isso, se um processador          tem, por exemplo, uma freqüência de 800 MHz, significa que          pode trabalhar com 800 milhões de ciclos por segundo.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;As freqüências com as quais os processadores trabalham são          chamadas também de &lt;b&gt;clock interno&lt;/b&gt;. Neste ponto, você          certamente já deve ter entendido que é daí que vem          expressões como Pentium 4 de 3,2 GHz, por exemplo. Mas, os processadores          também contam com o que chamamos de &lt;b&gt;clock externo&lt;/b&gt; ou &lt;b&gt;&lt;i&gt;Front          Side Bus&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (FSB) ou, ainda, &lt;b&gt;barramento frontal&lt;/b&gt;.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;O FSB existe porque, devido a limitações físicas,          os processadores não podem se comunicar com a memória (mais          precisamente, como a ponte norte - ou &lt;i&gt;northbridge&lt;/i&gt; - do chipset,          que contém o controlador da memória) usando a mesma velocidade          do clock interno. Assim, quando essa comunicação é          feita, o clock externo, de freqüência mais baixa, é          que é usado. Note que, para obter o clock interno, o processador          usa uma multiplicação do clock externo. Para entender melhor,          suponha que um determinado processador tenha clock externo de 100 MHz.          Como o seu fabricante indica que esse chip trabalha à 1,6 GHz (ou          seja, tem clock interno de 1,6 GHz), seu clock externo é multiplicado          por 16: 100 x 16 = 1600 MHz ou 1,6 GHz.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;É importante deixar claro, no entanto, que se dois processadores          diferentes - um da Intel e outro da AMD, por exemplo - tiverem clock interno          de mesmo valor - 2,8 GHz, para exemplificar -, não significa que          ambos trabalham à mesma velocidade. Cada processador tem um projeto          distinto e conta com características que determinam o quão          rápido é. Assim, um determinado processador pode levar,          por exemplo, 2 ciclos de clock para executar uma instrução.          Em outro processador, essa mesma instrução pode requerer          3 ciclos. Além disso, muitos processadores - especialmente os mais          recentes - transferem 2 ou mais dados por ciclo de clock, dando a entender          que um processador que faz, por exemplo, transferência de 2 dados          por ciclo e que trabalha com clock externo de 133 MHz, o faz à          266 MHz. Por esses e outros motivos, é um erro considerar apenas          o clock interno como parâmetro de comparação entre          processadores diferentes.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;      &lt;h3&gt;Bits dos processadores&lt;/h3&gt;       &lt;p&gt;O número de bits é outra importante característica          dos processadores e, naturalmente, tem grande influência no desempenho          desse dispositivo. Processadores mais antigos, como o 286, trabalhavam          com 16 bits. Durante muito, no entanto, processadores que trabalham com          32 bits foram muitos comuns, como as linhas Pentium, Pentium II, Pentium          III e Pentium 4 da Intel, ou Athlon XP e Duron da AMD. Alguns modelos          de 32 bits ainda são encontrados no mercado, todavia, o padrão          atual são os processadores de 64 bits, como os da linha Core 2          Duo, da Intel, ou Athlon 64, da AMD.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Em resumo, quanto mais bits internos o processador trabalhar, mais rapidamente          ele poderá fazer cálculos e processar dados em geral, depedendo          da execução a ser feita. Isso acontece porque os bits dos          processadores representam a quantidade de dados que os circuitos desses          dispositivos conseguem trabalhar por vez. Um processador com 16 bits,          por exemplo, pode manipular um número de valor até 65.535.          Se esse processador tiver que realizar uma operação com          um número de 100.000, terá que fazer a operação          em duas partes. No entanto, se um chip trabalha a 32 bits, ele pode manipular          números de valor até 4.294.967.295 em uma única operação.          Como esse valor é superior a 100.000, a operação          será possível em uma única vez.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Em relação aos processadores de 64 bits, saiba mais sobre          eles &lt;a href="http://www.infowester.com/64bitsx32bits.php" target="_blank"&gt;neste artigo&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;      &lt;h3&gt;Memória cache&lt;/h3&gt;       &lt;p&gt;Os processadores passam por aperfeiçoamentos constantes, o que          os tornam cada vez mais rápidos e  &lt;a href="http://www.infowester.com/processadores1.php#" onclick="hwClick16371576071451(-490665440);return false;" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline;" onmouseover="hw16371576071451(event, this, '-490665440'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " oncontextmenu="return false;"&gt;eficientes&lt;/a&gt;. No entanto, o mesmo          não se pode dizer das tecnologias de memória RAM. Embora          estas também passem por constantes melhorias, não conseguem          acompanhar os processadores em termos de velocidade. Assim sendo, de nada          adianta ter um processador rápido se este tem o seu desempenho          comprometido por causa da "lentidão" da memória.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Uma solução para esse problema seria equipar os computadores          com um tipo de memória muito mais rápida, a SRAM (&lt;i&gt;Static          RAM&lt;/i&gt;). Estas se diferenciam das memórias convencionais DRAM          (&lt;i&gt;Dynamic RAM&lt;/i&gt;) por serem muito rápidas, por outro lado, são          muito mais caras e não contam com o mesmo nível de miniaturização,          sendo, portanto, inviáveis. Apesar disso, a  &lt;a href="http://www.infowester.com/processadores1.php#" onclick="hwClick1000551030451(-490665440);return false;" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline;" onmouseover="hw1000551030451(event, this, '-490665440'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " oncontextmenu="return false;"&gt;idéia&lt;/a&gt; não          foi totalmente descartada, pois foi adaptada para o que conhecemos como          &lt;b&gt;memória cache&lt;/b&gt;.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;A memória cache consiste em uma pequena quantidade de memória          SRAM embutida no processador. Quando este precisa ler dados na memória          RAM, um circuito especial chamado "controlador de cache" transfere          blocos de dados muito utilizados da RAM para a memória cache. Assim,          no próximo acesso do processador, este consultará a memória          cache, que é bem mais rápida, permitindo o processamento          de dados de maneira mais eficiente. Se o dado estiver no cache, o processador          a utiliza, do contrário, irá buscá-lo na memória          RAM, etapa essa que é mais lenta. Dessa forma, a memória          cache atua como um intermediário, isto é, faz com que o          processador nem sempre necessite chegar à memória RAM para          acessar os dados dos quais necessita. O trabalho da memória cache          é tão importante que, sem ela, o desempenho de um processador          pode ser seriamente comprometido.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Os processadores trabalham, basicamente, com dois tipos de cache: cache          L1 (&lt;i&gt;Level 1&lt;/i&gt; - Nível 1) e cache L2 (&lt;i&gt;Level 2&lt;/i&gt; - Nível          2). Este último é ligeiramente maior em termos de capacidade          e passou a ser utilizado quando o cache L1 se mostrou insuficiente. Antigamente,          um tipo distinguia do outro pelo fato da memória cache L1 estar          localizada junto ao núcleo do processador, enquanto que a cache          L2 ficava localizada na placa-mãe. Atualmente, ambos os tipos ficam          localizados dentro do chip do processador, sendo que, em muitos casos,          a cache L1 é dividida em duas partes: "L1 para dados"          e "L1 para instruções".&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Vale ressaltar que, dependendo da arquitetura do processador, é          possível o surgimento de modelos que tenham um terceiro nível          de cache (L3). Mas, isso não é novidade: a AMD chegou a          ter um processador em 1999 chamado K6-III que contava com cache L1 e L2          internamente, algo incomum à época, já que naquele          tempo o cache L2 se localizava na placa-mãe. Com isso, esta última          acabou assumindo o papel de cache L3.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;A foto abaixo mostra um processador AMD Athlon, com 64 KB de cache L1          para instruções, 64 KB de cache L1 para dados e 512 KB de          cache L2. Note que a capacidade de cada tipo de cache varia conforme o          modelo do processador.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/proc2.jpg" alt="AMD Athlon 64" width="445" height="283" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;      &lt;h3&gt;Processadores com dois ou mais núcleos&lt;/h3&gt;       &lt;p&gt;Há tempos que é possível encontrar no mercado placas-mãe          que contam com dois ou mais slots para processadores. A maioria esmagadora          dessas placas são usadas em computadores especiais, como servidores          e &lt;i&gt;workstations&lt;/i&gt;, que são utilizados em aplicações          que exigem grandes recursos de processamento. Para aplicações          domésticas e de escritório, no entanto, computadores com          dois ou mais processadores são inviáveis devido aos elevados          custos que esses equipamentos representam, razão pela qual é          conveniente a esses nichos de mercado contar com processadores cada vez          mais rápidos.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Até um passado não muito distante, o  &lt;a href="http://www.infowester.com/processadores1.php#" onclick="hwClick18616331372451(-490665440);return false;" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline;" onmouseover="hw18616331372451(event, this, '-490665440'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " oncontextmenu="return false;"&gt;usuário&lt;/a&gt; tinha          noção do quão rápido eram os processadores          de acordo com a taxa de seu clock interno. O problema é que, quando          um determinado valor de clock é alcançado, torna-se mais          difícil desenvolver outro chip com clock maior. Limitações          físicas e tecnológicas são os motivos para isso.          Uma delas é a questão da temperatura: quanto mais megahertz          um processador tiver, mais calor ele gerará.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Uma das formas encontradas pelos fabricantes para lidar com essa limitação          é fabricar e disponibilizar processadores com dois núcleos          (&lt;i&gt;dual-core&lt;/i&gt;) ou mais (&lt;i&gt;multi-core&lt;/i&gt;). Mas, o que isso significa?          Processadores desse tipo contam com dois ou mais núcleos distintos          no mesmo circuito integrado, como se houvesse dois processadores dentro          de um. Dessa forma, o processador pode lidar com dois processos por vez,          um para cada núcleo, melhorando o desempenho do computador como          um todo. Note que, em um chip de único núcleo, o usuário          pode ter a impressão de que vários processos são          executados simultaneamente, já que a máquina está          quase sempre executando mais de uma aplicação ao mesmo tempo.          Na verdade, o que acontece é que o processador dedica determinados          intervalos de tempo a cada processo e isso ocorre de maneira tão          rápida, que se tem a impressão de processamento simultâneo.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Pelo menos teoricamente, é possível fabricar processadores          com dezenas de núcleos. No momento em que este artigo era escrito          no InfoWester, era possível encontrar processadores com 2, 3 e          4 núcleos (&lt;i&gt;dual-core&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;triple-clore&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;quad-core&lt;/i&gt;,          respectivamente). É importante ressaltar que ter processadores          com dois ou mais núcleos não implica, necessariamente, em          computadores que são proporcionalmente mais rápidos. Uma          série de fatores influenciam nesse quesito, como as velocidades          limitadas das memórias e dos dispositivos de entrada e saída,          e as formas como os programas são desenvolvidos.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Na imagem abaixo, uma montagem que ilustra o interior de um processador          Intel Core 2 Extreme Quad-Core (com 4 núcleos):&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/proc3.jpg" alt="Intel Core 2 Extreme Quad-Cor" width="516" height="447" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;h3&gt;Finalizando&lt;/h3&gt;O processador é um componente de extrema complexidade, o que deixa          claro que o assunto pode ser estudado com muito mais profundidade. No          entanto, este artigo apresentou características básicas          que permitem ao leitor ter uma noção inicial de como esses          chips trabalham e o que significam parte dos tantos nomes que os envolvem.          Se você deseja entender o assunto de modo mais amplo, é recomendável          iniciar estudos na área de arquitetura de computadores, que fornece          conceitos que ajudam a entender o funcionamento não só do          processador, mas do computador como um todo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7409923550884140720-982182479792259521?l=sistemasdeinformacao4e.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/feeds/982182479792259521/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/2009/06/processadores-parte-1-clock-bits.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7409923550884140720/posts/default/982182479792259521'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7409923550884140720/posts/default/982182479792259521'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/2009/06/processadores-parte-1-clock-bits.html' title='Processadores - Parte 1: clock, bits, memória cache e múltiplos núcleos'/><author><name>Marcos Antonio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00790137305803302232</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7409923550884140720.post-7547805113106716534</id><published>2009-06-02T11:40:00.000-07:00</published><updated>2009-06-02T11:41:36.284-07:00</updated><title type='text'>Tecnologia USB (Universal Serial Bus)</title><content type='html'>&lt;h3&gt;Introdução&lt;/h3&gt;                            &lt;p&gt;&lt;b&gt;USB&lt;/b&gt; é a sigla para &lt;b&gt;Universal Serial Bus&lt;/b&gt;. Trata-se          de uma tecnologia que tornou mais simples, fácil e rápida          a conexão de diversos tipos de aparelhos (câmeras digitais,          HDs externos, pendrives, mouses, teclados, MP3-players, impressoras, scanners,          leitor de cartões, etc) ao computador, evitando assim o uso de          um tipo específico de conector para cada dispositivo. Neste artigo,          você verá as principais características dessa tecnologia,          conhecerá os seus conectores, saberá um pouco de seu funcionamento          e entenderá os motivos que levaram o USB a ser "presença          obrigatória" em computadores e em vários outros dispositivos.&lt;/p&gt;      &lt;br /&gt;      &lt;h3&gt;Surgimento do padrão USB&lt;/h3&gt;       &lt;p&gt;Antigamente, conectar dispositivos ao computador era uma tarefa pouco          intuitiva, muitas vezes digna apenas de técnicos ou usuários          com experiência no assunto. Para começar, diante de vários          tipos de cabos e conectores, era necessário descobrir, quase que          por adivinhação, em qual porta do computador conectar o          dispositivo em questão. Quando a instalação era interna,          a situação era pior, já que o usuário tinha          que abrir o computador e quase sempre configurar &lt;i&gt;jumpers&lt;/i&gt; e/ou &lt;i&gt;IRQs&lt;/i&gt;.          Somente de pensar em ter que encarar um emaranhado de fios e conectores,          muitos usuários desistiam da  &lt;a href="http://www.infowester.com/usb.php#" onclick="hwClick7465181544896(-490665440);return false;" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline;" onmouseover="hw7465181544896(event, this, '-490665440'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " oncontextmenu="return false;"&gt;ideia&lt;/a&gt; de adicionar um novo item à          sua máquina.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/usb_symbol.jpg" alt="Símbolo do USB" width="249" align="right" height="114" /&gt;Diante          de situações desse tipo, a indústria entendeu a necessidade          de criar um padrão que facilitasse a conexão de dispositivos          ao computador. Assim, em 1995, um conjunto de  &lt;a href="http://www.infowester.com/usb.php#" onclick="hwClick755773690896(-490665440);return false;" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline;" onmouseover="hw755773690896(event, this, '-490665440'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " oncontextmenu="return false;"&gt;empresas&lt;/a&gt; - entre elas, Microsoft,          Intel, NEC, IBM e Apple - formou um consórcio para estabelecer          um padrão. Surgia então o &lt;b&gt;&lt;a href="http://www.usb.org/" target="_blank"&gt;USB          Implementers Forum&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;. Pouco tempo depois disso, as primeiras especificações          comerciais do que ficou conhecido como Universal Serial Bus (USB) surgiram.          A imagem ao lado mostra o símbolo da tecnologia.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Na verdade, a tecnologia já vinha sendo trabalhada antes mesma          da definição do consórcio como USB Implementers Forum.          As primeiras versões estabelecidas datam de 1994:&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;- USB 0.7:&lt;/b&gt; novembro de 1994;&lt;br /&gt;        &lt;b&gt;- USB 0.8:&lt;/b&gt; dezembro de 1994;&lt;br /&gt;        &lt;b&gt;- USB 0.9:&lt;/b&gt; abril de 1995;&lt;br /&gt;        &lt;b&gt;- USB 0.99:&lt;/b&gt; agosto de 1995;&lt;br /&gt;        &lt;b&gt;- USB 1.0:&lt;/b&gt; janeiro de 1996;&lt;br /&gt;        &lt;b&gt;- USB 1.1:&lt;/b&gt; setembro de 1998;&lt;br /&gt;        &lt;b&gt;- USB 2.0:&lt;/b&gt; abril de 2000.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;As versões que entraram para uso comercial em larga escala foram          a 1.1 e a 2.0, que serão vistas com mais detalhes neste texto.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;      &lt;h3&gt;Vantagens do padrão USB&lt;/h3&gt;       &lt;p&gt;Um dos principais motivos que levou à criação da          tecnologia USB é a necessidade de facilitar a conexão de          variados dispositivos ao computador. Sendo assim, o USB oferece uma série          de vantagens:&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;- Padrão de conexão:&lt;/b&gt; qualquer dispositivo compatível          como USB usa padrões definidos de conexão (ver mais no tópico          sobre conectores), assim não é necessário ter um          tipo de conector específico para cada aparelho;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;- &lt;i&gt;Plug and Play&lt;/i&gt; (algo como "Plugar e Usar"):&lt;/b&gt;          quase todos os dispositivos USB são concebidos para serem conectados          ao computador e utilizados logo em seguida. Apenas alguns exigem a instalação          de drivers ou softwares específicos. No entanto, mesmo nesses casos,          o sistema operacional reconhecerá a conexão do dispositivo          imediatamente;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;- Alimentação elétrica:&lt;/b&gt; a maioria dos dispositivos          que usam USB não precisa ser ligada a uma fonte de energia, já          que a própria conexão USB é capaz de fornecer eletricidade.          Por conta disso, há até determinados dispositivos, como          telefones celulares e MP3-players, que têm sua bateria recarregada          via USB. A exceção fica por conta de aparelhos que consomem          maior quantidade de energia, como scanners e impressoras;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;- Conexão de vários aparelhos ao mesmo tempo:&lt;/b&gt; é          possível conectar até 127 dispositivos ao mesmo tempo em          uma única porta USB. Isso pode ser feito, por exemplo, através          de &lt;i&gt;&lt;b&gt;hubs&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;, dispositivos que utilizam uma conexão USB          para oferecer um número maior delas. Mas, isso pode não          ser viável, uma vez que a velocidade de transmissão de dados          de todos os equipamentos envolvidos pode ser comprometida. No entanto,          com uma quantidade menor de dispositivos, as conexões podem funcionar          perfeitamente;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;- Ampla compatibilidade:&lt;/b&gt; o padrão USB é compatível          com diversas plataformas e sistemas operacionais. O Windows, por exemplo,          o suporta desde a versão 98. Sistemas operacionais Linux e Mac          também são compatíveis. Atualmente, é possível          encontrar portas USB em vários outros aparelhos, como televisores,          sistemas de comunicação de carros e até aparelhos          de som, como mostra a foto abaixo:&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/usb9.jpg" alt="USB em um aparelho de som" width="437" height="328" /&gt;&lt;br /&gt;        &lt;i&gt;USB em um aparelho de som&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;- &lt;i&gt;Hot-swappable&lt;/i&gt;:&lt;/b&gt; dispositivos USB podem ser conectados          e desconectados a qualquer momento. Em um computador, por exemplo, não          é necessário reiniciá-lo ou desligá-lo para          conectar ou desconectar o dispositivo;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;- Cabos de até 5 metros:&lt;/b&gt; os cabos USB podem ter até          5 metros de tamanho, e esse limite pode ser aumentado com uso de hubs          ou de equipamentos capazes de repetir os sinais da comunicação.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;          &lt;h3&gt;Sobre o funcionamento do USB&lt;/h3&gt;       &lt;p&gt;Como já informado, o barramento USB pode ser utilizado para prover          energia elétrica a determinados dispositivos. Para que isso seja          possível, os cabos USB contam com quatro fios internos: VBus (VCC),          D+, D- e GND. O primeiro é o responsável pela alimentação          elétrica. O segundo e o terceiro são utilizados na transmissão          de dados (a letra "D" provém de &lt;i&gt;data&lt;/i&gt;, dado em          inglês). O quarto, por sua vez, é para controle elétrico,          servindo como "fio-terra".&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Vale frisar que, conforme dito no tópico anterior, os cabos USB          devem ter, no máximo, 5 metros de comprimento. Isso é necessário          porque, em cabos maiores, o tempo de transmissão dos dados pode          exceder o limite de 1500 nanossegundos. Quando isso ocorre, a  &lt;a href="http://www.infowester.com/usb.php#" onclick="hwClick10913451131896(-490665440);return false;" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline;" onmouseover="hw10913451131896(event, this, '-490665440'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " oncontextmenu="return false;"&gt;informação&lt;/a&gt;          é considerada perdida.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;A comunicação entre os dispositivos conectados via USB          é feita através de um protocolo. Nele, o &lt;b&gt;&lt;i&gt;host&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;,          isto é, o computador ou o equipamento que recebe as conexões,          emite um sinal para encontrar os dispositivos conectados e estabelece          um endereço para cada um deles, lembrando que até 127 dispositivos          podem ser endereçados. Uma vez estabelecida a comunicação,          o host recebe a informação de que tipo de conexão          o dispositivo conectado utiliza. Há quatro possibilidades:&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Bulk&lt;/i&gt;:&lt;/b&gt; esse tipo é utilizado por dispositivos que          lidam com grandes volumes de dados, como impressoras e scanners, por exemplo.          O Bulk conta com recursos de detecção de erro para garantir          a integridade das informações transmitidas;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Control&lt;/i&gt;:&lt;/b&gt; tipo utilizado para transmissão de parâmetros          de controle e configuração do dispositivo;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Interrupt&lt;/i&gt;:&lt;/b&gt; tipo utilizado para dispositivos que transferem          poucos dados, como mouses, teclados e joysticks;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Isochronous&lt;/i&gt;:&lt;/b&gt; esse tipo é aplicado em transmissões          contínuas, onde os dados são transferidos a todo o momento,          razão pela qual não há recursos de detecção          de erros, já que isso atrasaria a comunicação. Dispositivos          como caixas de som utilizam esse modo.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;      &lt;h3&gt;USB 1.1 e USB 2.0&lt;/h3&gt;       &lt;p&gt;Tal como ocorre com outras tecnologias, o padrão USB passa periodicamente          por revisões em suas especificações para atender          as necessidades atuais do mercado. A primeira versão do USB que          se tornou padrão foi a 1.1. Essa versão, lançada          em setembro de 1998, contém praticamente todas as características          explicadas no tópico anterior, no entanto, sua velocidade de transmissão          de dados não é muito alta: nas conexões mais lentas,          a taxa de transmissão é de até 1,5 Mbps (&lt;i&gt;&lt;b&gt;Low-Speed&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;),          ou seja, de cerca de 190 KB por segundo. Por sua vez, nas conexões          mais rápidas, esse valor é de até 12 Mbps (&lt;i&gt;&lt;b&gt;Full-Speed&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;),          cerca de 1,5 MB por segundo.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Na época do lançamento do USB 1.1, essas taxas não          eram necessariamente baixas, uma vez que serviam à grande maioria          dos dispositivos. No entanto, à medida que o uso do USB crescia,          notou-se que também aumentava a necessidade de taxas maiores na          transferência de dados. Dispositivos como scanners e câmeras          digitais, por exemplo, passaram a trabalhar com resoluções          mais altas, resultando em maior volume de informações.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Diante desse cenário e do surgimento de tecnologias "concorrentes",          em especial, o &lt;a href="http://www.infowester.com/firewire.php" target="_blank"&gt;FireWire (ou IEEE          1934)&lt;/a&gt;, o consórcio responsável pelo USB se viu obrigado          a colocar no mercado uma nova revisão da tecnologia. Surgia então          em abril de 2000 o USB 2.0 (&lt;i&gt;&lt;b&gt;Hi-Speed&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;), que é o padrão          de mercado até os dias de hoje (considerando a data de publicação          deste artigo no InfoWester).&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;O USB 2.0 chegou ao mercado oferecendo a velocidade de 480 Mbps, o equivalente          a cerca de 60 MB por segundo. O padrão de conexão continua          sendo o mesmo da versão anterior. Além disso, o USB 2.0          é totalmente compatível com dispositivos que funcionam com          o USB 1.1. No entanto, nestes casos, a velocidade da transferência          de dados será a deste último, obviamente. Isso ocorre porque          o barramento USB tentará se comunicar à velocidade de 480          Mbps. Se não conseguir, tentará à velocidade de 12          Mbps e, por fim, se não obter êxito, tentará se comunicar          à taxa de 1,5 Mbps. Quanto à possibilidade de um aparelho          USB 2.0 funcionar em conexões USB 1.1, isso pode acontecer, mas          dependerá, essencialmente, do fabricante e do dispositivo.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Uma coisa que é  &lt;a href="http://www.infowester.com/usb.php#" onclick="hwClick13505432783896(-490665440);return false;" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline;" onmouseover="hw13505432783896(event, this, '-490665440'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " oncontextmenu="return false;"&gt;interessante&lt;/a&gt; destacar em relação          ao USB 2.0 é que seu lançamento trouxe também uma          novidade que serviu para tornar a tecnologia ainda mais popular: a partir          da versão 2.0, fabricantes puderam adotar o padrão em seus          produtos sem a obrigatoriedade de pagar &lt;i&gt;royalties&lt;/i&gt;, ou seja, sem          ter que pagar licenças de uso da tecnologia.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;O lançamento do USB 2.0 também trouxe outra vantagem: o          padrão FireWire foi padronizado principalmente para trabalhar com          aplicações que envolvem vídeo e áudio, tendo          a Apple como maior apoiador. Assim, é bastante prático conectar          uma câmera de vídeo por este meio. Como a velocidade do USB          2.0 supera a velocidade das primeiras implementações do          FireWire (com velocidade de até 400 Mbps), o padrão também          se tornou uma opção viável para aplicações          de  &lt;a href="http://www.infowester.com/usb.php#" onclick="hwClick9205068852896(-490665440);return false;" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline;" onmouseover="hw9205068852896(event, this, '-490665440'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " oncontextmenu="return false;"&gt;mídia&lt;/a&gt;, o que aumentou seu leque de utilidades. Mas, os desenvolvedores          do padrão FireWire não ficaram parados e lançaram          especificações novas (o FireWire 800, que trabalha à          800 Mbps). Além disso, a necessidade de velocidades cada vez maiores          de transmissão de dados ainda é realidade. Por conta disso,          o USB continua sendo revisado. Esse trabalho deu espaço ao USB          3.0.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/usb6.jpg" alt="USB Flash Drive, no Brasil, conhecido como Pendrive" width="339" height="254" /&gt;&lt;br /&gt;        &lt;i&gt;USB Flash Drive, no Brasil, conhecido como Pendrive&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;      &lt;br /&gt;      &lt;h3&gt;USB 3.0&lt;/h3&gt;       &lt;p&gt;Na época do fechamento deste artigo no InfoWester, não          havia nenhum dispositivo USB 3.0 no mercado. Todavia, as especificações          desse padrão foram definidas no final de 2008. Se as previsões          do mercado se confirmarem, os primeiros produtos compatíveis com          o novo padrão deverão chegar aos consumidores finais já          em 2010. Eis as principais características do USB 3.0 (&lt;b&gt;&lt;i&gt;SuperSpeed&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;):&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;- Transmissão bidirecional de dados:&lt;/b&gt; até a versão          2.0, o padrão USB permite que os dados trafeguem do dispositivo          A para o B e do dispositivo B para o A, mas cada um em sua vez. No padrão          3.0, o envio e a recepção de dados entre dois dispositivos          poderá acontecer ao mesmo tempo;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;- Maior velocidade:&lt;/b&gt; a velocidade de transmissão de dados          será de até 4,8 Gbps, equivalente a cerca de 600 MB por          segundo, um valor absurdamente mais alto que os 480 Mbps do padrão          USB 2.0;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;- Alimentação elétrica mais potente:&lt;/b&gt; o padrão          USB 3.0 poderá oferecer maior quantidade de energia: 900 miliampéres          contra 100 miliampéres do USB 2.0;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;- Compatibilidade:&lt;/b&gt; conexões USB 3.0 poderão suportar          dispositivos USB 1.1 e USB 2.0;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;- Conectividade:&lt;/b&gt; o USB 3.0 poderá fazer uso de novos tipos          de conectores.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Uma matéria  &lt;a href="http://www.infowester.com/usb.php#" onclick="hwClick11418294485896(-490665440);return false;" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline;" onmouseover="hw11418294485896(event, this, '-490665440'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " oncontextmenu="return false;"&gt;exclusiva&lt;/a&gt; sobre o USB 3.0 poderá ser disponibilizada          no InfoWester quando o padrão estiver se estabelecendo no mercado.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;      &lt;h3&gt;Tipos de conectores&lt;/h3&gt;       &lt;p&gt;A tecnologia USB conta com vários tipos de conectores, sendo o          tipo A o mais conhecido, uma vez que está presente na maioria esmagadora          dos computadores compatíveis com a tecnologia, além de poder          ser encontrado em outros tipos de aparelhos. Uma vez que o objetivo principal          do padrão USB é facilitar a conexão de variados dispositivos          ao computador, geralmente os cabos desses aparelhos são do tipo          A em uma ponta e de algum dos outros tipos na outra, podendo a segunda          ponta ter também algum formato proprietário, isto é,          específico de um fabricante.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Nas imagens a seguir, os conectores (macho) estão do lado esquerdo,          enquanto que seus respectivos encaixes (conectores fêmea) estão          do lado direito:&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;USB A&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;É o tipo mais comum, estando presente na maioria absoluta dos          computadores atuais. É também o tipo mais utilizado para          os dispositivos de armazenamento de dados conhecidos como "pendrives":&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/usb1.jpg" alt="USB A" width="598" height="216" /&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;USB B&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Tipo comum de ser encontrado em dispositivos de porte maior, como impressoras          e scanners:&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/usb2.jpg" alt="USB B" width="598" height="216" /&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;Mini-USB&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Utilizado em dispositivos de porte pequeno por ter tamanho reduzido,          como câmeras digitais compactas e MP3-players. Na verdade, o Mini          USB se chama USB Mini-B, já que existe um formato praticamente          inutilizado chamado USB Mini-A. Eis os conectores Mini-USB:&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/usb3.jpg" alt="Mini-USB" width="598" height="212" /&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;b&gt;Micro-USB&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;USB Micro-A: formato mais novo, menor que o Mini-USB, voltado a dispositivos          de espessura fina, como telefones celulares:&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/usb10.jpg" alt="USB Micro-A" /&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;USB Micro-B: semelhante ao formato Micro-A, no entanto, seu encaixe é          ligeiramente diferente e a tendência é a de que este seja,          entre ambos, o mais popular:&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/usb4.jpg" alt="USB Micro-B" width="599" height="215" /&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Vale frisar que conectores fêmeas Micro-A podem ser chamados de          Micro A-B por serem compatíveis com conectores machos de ambos          os tipos. &lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Tal como informado no início do tópico, há fabricantes          que utilizam USB com conectores proprietários. O cabo abaixo, utilizado          em um MP3-player da Sony, é um exemplo:&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/usb7.jpg" alt="USB com conector proprietário" width="339" height="254" /&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Conectores proprietários costumam não ser bem aceitos por          terem custo elevado em relação a padrões de mercado          e por serem mais difíceis de encontrar.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.infowester.com/img_art/usb8.jpg" alt="HD externo conectado em notebook via USB" width="479" height="360" /&gt;&lt;br /&gt;        &lt;i&gt;HD externo conectado em notebook via USB&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;h3&gt;Finalizando&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Com a popularização de tecnologias de comunicação          sem fio, como &lt;a href="http://www.infowester.com/bluetooth.php"&gt;Bluetooth&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.infowester.com/wifi.php"&gt;Wi-Fi&lt;/a&gt;,          há quem questione o futuro do USB, uma vez que a tendência          é a de que todos os dispositivos passem a se comunicar sem o uso          de cabos. O fato é que ainda vai levar alguns anos para isso acontecer          de maneira significativa e, quando ocorrer, teremos como opção          de conexão o &lt;b&gt;Wireless USB&lt;/b&gt; (&lt;b&gt;WUSB&lt;/b&gt;), que aliás,          já é realidade.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;O WUSB, atualmente, é capaz de transmitir dados em velocidades          de até 480 Mbps para conexões em um raio de até 3          metros ou 110 Mbps para conexões em um raio de até 10 metros.          Sua frequência de operação corresponde à faixa          UWB (&lt;i&gt;Ultra Wide Band&lt;/i&gt;), que estabelece taxas entre 3,1 GHz e 10,6          GHz.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7409923550884140720-7547805113106716534?l=sistemasdeinformacao4e.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/feeds/7547805113106716534/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/2009/06/tecnologia-usb-universal-serial-bus.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7409923550884140720/posts/default/7547805113106716534'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7409923550884140720/posts/default/7547805113106716534'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/2009/06/tecnologia-usb-universal-serial-bus.html' title='Tecnologia USB (Universal Serial Bus)'/><author><name>Marcos Antonio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00790137305803302232</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7409923550884140720.post-4763767899375581621</id><published>2009-06-01T11:44:00.000-07:00</published><updated>2009-06-01T11:46:18.899-07:00</updated><title type='text'>Apple Inc.</title><content type='html'>&lt;div class="thumb tleft"&gt; &lt;div class="thumbinner" style="width: 202px;"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Stevejobs_Macworld2005.jpg" class="image" title="Steve Jobs, CEO da Apple, durante apresentação na MacWorld"&gt;&lt;img alt="" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/5/58/Stevejobs_Macworld2005.jpg/200px-Stevejobs_Macworld2005.jpg" class="thumbimage" width="200" border="0" height="333" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div class="thumbcaption"&gt;  &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Steve_Jobs" title="Steve Jobs"&gt;Steve Jobs&lt;/a&gt;, CEO da Apple, durante apresentação na &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/MacWorld" title="MacWorld"&gt;MacWorld&lt;/a&gt;&lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div class="thumb tright"&gt; &lt;div class="thumbinner" style="width: 252px;"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Applecomputerheadquarters.jpg" class="image" title="Sede da Apple em Cupertino (uma das cidades que compõe o Vale do Silício), Califórnia"&gt;&lt;img alt="" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/c/c8/Applecomputerheadquarters.jpg/250px-Applecomputerheadquarters.jpg" class="thumbimage" width="250" border="0" height="188" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div class="thumbcaption"&gt;  Sede da Apple em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cupertino" title="Cupertino"&gt;Cupertino&lt;/a&gt; (uma das &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cidade" title="Cidade"&gt;cidades&lt;/a&gt; que compõe o &lt;i&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vale_do_Sil%C3%ADcio" title="Vale do Silício"&gt;Vale do Silício&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;), &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Calif%C3%B3rnia" title="Califórnia"&gt;Califórnia&lt;/a&gt;&lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;p&gt;A &lt;b&gt;Apple Inc.&lt;/b&gt; é uma &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Empresa_multinacional" title="Empresa multinacional" class="mw-redirect"&gt;empresa multinacional&lt;/a&gt; &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Estados_Unidos" title="Estados Unidos"&gt;norte-americana&lt;/a&gt; que atua no ramo de aparelhos &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Electr%C3%B3nica_de_consumo" title="Electrónica de consumo"&gt;eletrônicos&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Inform%C3%A1tica" title="Informática"&gt;informática&lt;/a&gt; famosa principalmente pela fabricação do computador de marca registrada, &lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Macintosh" title="Macintosh"&gt;Macintosh&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;, com seu próprio sistema operacional, &lt;b&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mac_OS" title="Mac OS"&gt;Mac OS&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;, entre outros produtos. Fundada por &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Steve_Wozniak" title="Steve Wozniak"&gt;Steve Wozniak&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Steve_Jobs" title="Steve Jobs"&gt;Steve Jobs&lt;/a&gt; com o nome de &lt;i&gt;Apple Computers&lt;/i&gt;, em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1976" title="1976"&gt;1976&lt;/a&gt;, na &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Calif%C3%B3rnia" title="Califórnia"&gt;Califórnia&lt;/a&gt;. Com vendas anuais (no ano fiscal de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/2006" title="2006"&gt;2006&lt;/a&gt;) em torno dos &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/D%C3%B3lar_americano" title="Dólar americano"&gt;US$&lt;/a&gt; 19,3 bilhões&lt;sup id="cite_ref-morningstar_2-0" class="reference"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Apple#cite_note-morningstar-2" title=""&gt;[3]&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;, e sediada em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cupertino" title="Cupertino"&gt;Cupertino&lt;/a&gt;, na &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Calif%C3%B3rnia" title="Califórnia"&gt;Califórnia&lt;/a&gt;, a Apple desenvolve, vende e oferece suporte a uma série de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Computador_pessoal" title="Computador pessoal"&gt;computadores pessoais&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/MP3_player" title="MP3 player"&gt;reprodutores de mídia portáteis&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Software" title="Software"&gt;software&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hardware" title="Hardware"&gt;hardware&lt;/a&gt;. Entre os produtos mais conhecidos da empresa estão a linha de computadores &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Macintosh" title="Macintosh"&gt;Mac&lt;/a&gt;, seu &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_operacional" title="Sistema operacional" class="mw-redirect"&gt;sistema operacional&lt;/a&gt; &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mac_OS_X" title="Mac OS X"&gt;Mac OS X&lt;/a&gt; e a linha &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/IPod" title="IPod"&gt;iPod&lt;/a&gt; de reprodutores de mídia portáteis. Para o iPod e seu programa, o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/ITunes" title="ITunes"&gt;iTunes&lt;/a&gt;, a Apple vende &lt;i&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Livro" title="Livro"&gt;audiobooks&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Filmes" title="Filmes" class="mw-redirect"&gt;filmes&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jogos" title="Jogos" class="mw-redirect"&gt;jogos&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%BAsica" title="Música"&gt;música&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Programa_de_televis%C3%A3o" title="Programa de televisão"&gt;programas televisivos&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Videoclipe" title="Videoclipe"&gt;videoclipes&lt;/a&gt; na sua &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/ITunes_Store" title="ITunes Store"&gt;iTunes Store&lt;/a&gt;, recentemente entrou no ramo de celulares com a criação do Iphone.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A empresa era conhecida por &lt;b&gt;Apple Computer, Inc.&lt;/b&gt; pelos seus primeiros 30 anos de existência, mas retirou a palavra "Computer" de sua razão social em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/9_de_janeiro" title="9 de janeiro"&gt;9 de janeiro&lt;/a&gt; de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/2007" title="2007"&gt;2007&lt;/a&gt;&lt;sup id="cite_ref-3" class="reference"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Apple#cite_note-3" title=""&gt;[4]&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;. A mudança de nome, que seguiu a introdução do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Smartphone" title="Smartphone"&gt;smartphone&lt;/a&gt; &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/IPhone" title="IPhone"&gt;iPhone&lt;/a&gt; e do sistema de vídeo digital &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Apple_TV" title="Apple TV"&gt;Apple TV&lt;/a&gt;, é uma representante da contínua expansão da empresa em outros mercados além do seu foco tradicional em computadores&lt;sup id="cite_ref-4" class="reference"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Apple#cite_note-4" title=""&gt;[5]&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A Apple também opera mais de 180 pontos de venda nos &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Estados_Unidos" title="Estados Unidos"&gt;Estados Unidos&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jap%C3%A3o" title="Japão"&gt;Japão&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Reino_Unido" title="Reino Unido"&gt;Reino Unido&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Canad%C3%A1" title="Canadá"&gt;Canadá&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/It%C3%A1lia" title="Itália"&gt;Itália&lt;/a&gt;&lt;sup id="cite_ref-5" class="reference"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Apple#cite_note-5" title=""&gt;[6]&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;. As lojas vendem a maioria dos produtos da empresa, assim como muitos produtos de terceiros e oferece suporte e consertos no local para seu hardware e software. A empresa emprega mais de 20000 pessoas mundo afora, entre cargos permanentes e temporários&lt;sup id="cite_ref-6" class="reference"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Apple#cite_note-6" title=""&gt;[7]&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Por uma variedade de razões, desde sua &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia" title="Filosofia"&gt;filosofia&lt;/a&gt; de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Design_industrial" title="Design industrial" class="mw-redirect"&gt;design&lt;/a&gt; às suas raízes &lt;i&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Indie" title="Indie"&gt;indie&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;, assim como suas campanhas &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Publicidade" title="Publicidade"&gt;publicitárias&lt;/a&gt;, a Apple construiu uma reputação distinta na indústria de informática e eletrônicos e cultivou uma base de consumidores que é devotada de modo incomum à empresa e à sua marca&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;h2&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;Produtos de sucesso&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Apple_II" title="Apple II"&gt;Apple II&lt;/a&gt; . O primeiro computador da família "II", cujo nome, mais tarde, inspirou o Macintosh "IIsi" e o "IIci" como destaque da tecnologia da época.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Macintosh" title="Macintosh"&gt;Macintosh&lt;/a&gt; - a marca registrada da Apple para seus computadores.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/QuickTime" title="QuickTime"&gt;QuickTime&lt;/a&gt; - Uma estrutura de suporte (&lt;i&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Framework" title="Framework"&gt;framework&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;) multi-mídia desenvolvida pela Apple, Inc., para desenvolvimento de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Software" title="Software"&gt;software&lt;/a&gt; capaz de manipular formatos de video digital, mídia &lt;i&gt;clips&lt;/i&gt;, som, texto, animação, música e vários tipos de imagens panorâmicas interativas.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/PowerBook_G3" title="PowerBook G3"&gt;PowerBook G3&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1998" title="1998"&gt;1998&lt;/a&gt;, Da família dos "G3"s da &lt;i&gt;Apple&lt;/i&gt;; o primeiro notebook com processador &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/PowerPC_G3" title="PowerPC G3"&gt;PowerPC G3&lt;/a&gt;, na época era o notebook de maior desempenho, além do preço que era muito mais barato do que de seus principais concorrentes na época. Foi popularmente conhecido na série &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sex_and_the_city" title="Sex and the city" class="mw-redirect"&gt;Sex and the city&lt;/a&gt; no qual a principal personagem usava-o.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/IMac" title="IMac"&gt;iMac&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1998" title="1998"&gt;1998&lt;/a&gt;, Um computador que constituía da sua &lt;i&gt;torre&lt;/i&gt; com o monitor acoplados num só periférico. desde o primeiro modelo deste computador ele ja a possuia um &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Design" title="Design"&gt;design&lt;/a&gt; arrojado, com cores fortes de alto contraste e diversos atributos novos, com o intuito de atrair o público jovem e popularizar a marca.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/IBook" title="IBook"&gt;iBook&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1999" title="1999"&gt;1999&lt;/a&gt;, notebook da Apple criado seguindo as mesmas características do iMac, com varias cores fortes e atributos novos.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/IPod" title="IPod"&gt;iPod&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/2001" title="2001"&gt;2001&lt;/a&gt;, Um dos primeiros players portáteis de áudio e vídeo digital do mundo, que conquistou o público por sua leveza, praticidade, qualidade, modernidade e simplicidade, hoje com uma diversa linha de variadas capacidades de armazenamento e tamanhos.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/ITunes_Store" title="ITunes Store"&gt;iTunes Store&lt;/a&gt; - 2001, é a maior galeria de música digital legalizada no mundo, foi criada para venda de músicas, clipes, álbums, seriados e até filmes para iPod pela internet.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/ITunes" title="ITunes"&gt;iTunes&lt;/a&gt; - 2001, Foi desenvolvido para reproduzir e organizar arquivos de música e vídeo digitais. Pelo iTunes também é possível fazer compras de canções e vídeos na &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/ITunes_Store" title="ITunes Store"&gt;iTunes Store&lt;/a&gt; e carregar arquivos para iPod.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mac_OS_X" title="Mac OS X"&gt;Mac OS X&lt;/a&gt; - 2001, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_operacional" title="Sistema operacional" class="mw-redirect"&gt;sistema operacional&lt;/a&gt; destinado aos computadores Macintosh. Tornou-se o ambiente baseado em Unix mais bem vendido até hoje (em número de computadores vendidos).&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/MacBook" title="MacBook"&gt;MacBook&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/2006" title="2006"&gt;2006&lt;/a&gt;, foi o notebook sucessor do ibook. Esta máquina possui melhoramentos significativos como tela larga e já com os processadores &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Intel_Core_Duo" title="Intel Core Duo"&gt;Intel Core 2 Duo&lt;/a&gt; que melhoraram a confiabilidade, velocidade e, principalmente, o consumo de energia em relação ao antecessor iBook.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/IPhone" title="IPhone"&gt;iPhone&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/2007" title="2007"&gt;2007&lt;/a&gt;, é um telefone celular com funções de tocador de áudio, câmera digital e internet. A navegação é feita através de sua tela sensível a múltiplos toques (multitouch). Destaca-se ainda pela utilização de uma versão "enxuta" do sistema operacional OS X. Após seu lançamento, o aparelho vendeu 1 milhão de unidades&lt;sup id="cite_ref-Apple_8-0" class="reference"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Apple#cite_note-Apple-8" title=""&gt;[9]&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt; em um período de apenas 74 dias.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;  &lt;table class="gallery" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td&gt; &lt;div class="gallerybox" style="width: 155px;"&gt; &lt;div class="thumb" style="padding: 13px 0pt; width: 150px;"&gt; &lt;div style="margin-left: auto; margin-right: auto; width: 120px;"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Apple-II.jpg" class="image" title="Apple-II.jpg"&gt;&lt;img alt="" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/7/70/Apple-II.jpg/90px-Apple-II.jpg" width="90" border="0" height="120" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div class="gallerytext"&gt; &lt;p&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Apple_II" title="Apple II"&gt;Apple II&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;/td&gt; &lt;td&gt; &lt;div class="gallerybox" style="width: 155px;"&gt; &lt;div class="thumb" style="padding: 13px 0pt; width: 150px;"&gt; &lt;div style="margin-left: auto; margin-right: auto; width: 120px;"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Apple_512k.jpg" class="image" title="Apple 512k.jpg"&gt;&lt;img alt="" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/e/ed/Apple_512k.jpg/113px-Apple_512k.jpg" width="113" border="0" height="120" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div class="gallerytext"&gt; &lt;p&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Apple_Macintosh" title="Apple Macintosh" class="mw-redirect"&gt;Apple Macintosh&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;/td&gt; &lt;td&gt; &lt;div class="gallerybox" style="width: 155px;"&gt; &lt;div class="thumb" style="padding: 28px 0pt; width: 150px;"&gt; &lt;div style="margin-left: auto; margin-right: auto; width: 120px;"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:IMac_G5_Rev._A_front.jpg" class="image" title="IMac G5 Rev. A front.jpg"&gt;&lt;img alt="" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/b/b3/IMac_G5_Rev._A_front.jpg/120px-IMac_G5_Rev._A_front.jpg" width="120" border="0" height="90" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div class="gallerytext"&gt; &lt;p&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/IMac" title="IMac"&gt;iMac&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;/td&gt; &lt;td&gt; &lt;div class="gallerybox" style="width: 155px;"&gt; &lt;div class="thumb" style="padding: 16px 0pt; width: 150px;"&gt; &lt;div style="margin-left: auto; margin-right: auto; width: 120px;"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:IBook_G4.jpg" class="image" title="IBook G4.jpg"&gt;&lt;img alt="" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/6/62/IBook_G4.jpg/120px-IBook_G4.jpg" width="120" border="0" height="114" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div class="gallerytext"&gt; &lt;p&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/IBook_G4" title="IBook G4" class="mw-redirect"&gt;iBook G4&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt; &lt;div class="gallerybox" style="width: 155px;"&gt; &lt;div class="thumb" style="padding: 13px 0pt; width: 150px;"&gt; &lt;div style="margin-left: auto; margin-right: auto; width: 120px;"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Ipod_5th_Generation_white.jpg" class="image" title="Ipod 5th Generation white.jpg"&gt;&lt;img alt="" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/8/88/Ipod_5th_Generation_white.jpg/93px-Ipod_5th_Generation_white.jpg" width="93" border="0" height="120" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div class="gallerytext"&gt; &lt;p&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/IPod" title="IPod"&gt;iPod&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;/td&gt; &lt;td&gt; &lt;div class="gallerybox" style="width: 155px;"&gt; &lt;div class="thumb" style="padding: 13px 0pt; width: 150px;"&gt; &lt;div style="margin-left: auto; margin-right: auto; width: 120px;"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:MacBook.jpg" class="image" title="MacBook.jpg"&gt;&lt;img alt="" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/f/fa/MacBook.jpg/120px-MacBook.jpg" width="120" border="0" height="120" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div class="gallerytext"&gt; &lt;p&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/MacBook" title="MacBook"&gt;MacBook&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;/td&gt; &lt;td&gt; &lt;div class="gallerybox" style="width: 155px;"&gt; &lt;div class="thumb" style="padding: 13px 0pt; width: 150px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7409923550884140720-4763767899375581621?l=sistemasdeinformacao4e.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/feeds/4763767899375581621/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/2009/06/apple-inc.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7409923550884140720/posts/default/4763767899375581621'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7409923550884140720/posts/default/4763767899375581621'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/2009/06/apple-inc.html' title='Apple Inc.'/><author><name>Marcos Antonio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00790137305803302232</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7409923550884140720.post-2576703161387115888</id><published>2009-06-01T11:40:00.000-07:00</published><updated>2009-06-01T11:44:05.212-07:00</updated><title type='text'>IBM</title><content type='html'>&lt;img src="file:///C:/DOCUME%7E1/MARCOS%7E1/CONFIG%7E1/Temp/moz-screenshot.jpg" alt="" /&gt;&lt;div class="thumb tright"&gt; &lt;div class="thumbinner" style="width: 182px;"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:IBM_logo.svg" class="image" title="A IBM, após perder um enorme mercado com a clonagem do BIOS, via o PC-DOS ficar obsoleto."&gt;&lt;img alt="" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/5/51/IBM_logo.svg/180px-IBM_logo.svg.png" class="thumbimage" width="180" border="0" height="72" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;b&gt;International Business Machines (IBM)&lt;/b&gt; é uma &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Empresa" title="Empresa"&gt;empresa&lt;/a&gt; &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Estadunidense" title="Estadunidense" class="mw-redirect"&gt;estadunidense&lt;/a&gt; voltada para a área de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Inform%C3%A1tica" title="Informática"&gt;informática&lt;/a&gt;. &lt;/div&gt; &lt;/div&gt;&lt;p&gt;No final do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_XIX" title="Século XIX"&gt;século XIX&lt;/a&gt;, nos &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Estados_Unidos_da_Am%C3%A9rica" title="Estados Unidos da América" class="mw-redirect"&gt;Estados Unidos&lt;/a&gt;, o estatístico &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Herman_Hollerith" title="Herman Hollerith"&gt;Herman Hollerith&lt;/a&gt; idealizou uma solução eficiente para o censo de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1890" title="1890"&gt;1890&lt;/a&gt;. Hollerith concebeu diversas máquinas elétricas para a soma e contagem de dados, representados sob a forma de perfurações, distribuídas em fita de papel.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Estabeleceram-se &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Circuito_el%C3%A9trico" title="Circuito elétrico"&gt;circuitos elétricos&lt;/a&gt; e os &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dados" title="Dados"&gt;dados&lt;/a&gt; podiam ser computados de forma automática e rápida.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Com o uso dessas máquinas, os &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Estados_Unidos" title="Estados Unidos"&gt;Estados Unidos&lt;/a&gt; acompanharam o crescimento de sua população. Os resultados do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Censo" title="Censo"&gt;censo&lt;/a&gt; de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1890" title="1890"&gt;1890&lt;/a&gt; foram fornecidos três anos depois e com isso, fez-se uma economia de vários anos de trabalho.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1896" title="1896"&gt;1896&lt;/a&gt;, a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Paper_tape" title="Paper tape"&gt;fita de papel&lt;/a&gt; foi substituída por &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cart%C3%A3o_perfurado" title="Cartão perfurado"&gt;cartões&lt;/a&gt;, elemento básico das máquinas IBM, e também &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Herman_Hollerith" title="Herman Hollerith"&gt;Hollerith&lt;/a&gt; criou a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tabulating_Machine_Company" title="Tabulating Machine Company" class="mw-redirect"&gt;Tabulating Machine Company&lt;/a&gt;. Em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1911" title="1911"&gt;1911&lt;/a&gt;, a International Time Recording Co., de registradores mecânicos de tempo, e a Computing Scale Co. de instrumentos de aferição de peso, uniram-se à Tabulating Machine Company, formando-se então a Computing Tabulating Recording Co. – CTR.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Com os excelentes resultados obtidos, o Governo Brasileiro resolveu contratar a CTR para o censo demográfico de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1920" title="1920"&gt;1920&lt;/a&gt;. Nesse mesmo ano chegaram ao &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil" title="Brasil"&gt;Brasil&lt;/a&gt; as primeiras máquinas impressoras.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;As constantes pesquisas de engenharia resultaram na criação e no aperfeiçoamento de novas máquinas de contabilidade.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Os produtos ganhavam maior qualidade, surgiram novas máquinas e com elas novos escritórios de vendas e mais vendedores.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fevereiro" title="Fevereiro"&gt;fevereiro&lt;/a&gt; de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1924" title="1924"&gt;1924&lt;/a&gt; a CTR mudou seu nome para International Business Machines – IBM.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Em consequência do constante e rápido desenvolvimento, a IBM criou uma subsidiária independente, chamada IBM World Trade Corporation.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;As atividades da IBM World Trade Corporation se estendem hoje por mais de 150 países. As fábricas e laboratórios da IBM funcionam em 15 diferentes países.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/IBM_Brasil" title="IBM Brasil"&gt;IBM Brasil&lt;/a&gt; é uma das subsidiárias da IBM World Trade Corporation. Em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1917" title="1917"&gt;1917&lt;/a&gt;, a IBM surgiu no &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil" title="Brasil"&gt;Brasil&lt;/a&gt;, tendo sido a primeira filial fora dos Estados Unidos. O ano de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1924" title="1924"&gt;1924&lt;/a&gt; marcou o estabelecimento definitivo da IBM Brasil.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A IBM é uma empresa que investe em pesquisa e desenvolvimento mantendo-se na liderança do ranking de publicação de patentes há 14 anos consecutivos. Em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/2005" title="2005"&gt;2005&lt;/a&gt;, sua divisão de PCs foi adquirida pela chinesa &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lenovo" title="Lenovo"&gt;Lenovo&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;h2&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;IBM Brasil&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1928" title="1928"&gt;1928&lt;/a&gt; – Introduziu no Brasil o cartão de 80 colunas e também os primeiros cursos técnicos.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1930" title="1930"&gt;1930&lt;/a&gt; – Iniciou a criação das primeiras filiais nos estados, juntamente com o apoio que a IBM deu ao setor educacional.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1939" title="1939"&gt;1939&lt;/a&gt; – &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Thomas_John_Watson" title="Thomas John Watson"&gt;Thomas John Watson&lt;/a&gt; inaugurou, no &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_de_Janeiro" title="Rio de Janeiro"&gt;Rio de Janeiro&lt;/a&gt;, a primeira fábrica IBM na &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Am%C3%A9rica_do_Sul" title="América do Sul"&gt;América do Sul&lt;/a&gt;, no bairro de Benfica, cidade do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_de_Janeiro" title="Rio de Janeiro"&gt;Rio de Janeiro&lt;/a&gt; .&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1950" title="1950"&gt;1950&lt;/a&gt; a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1954" title="1954"&gt;1954&lt;/a&gt; – Foram introduzidos as primeiras calculadoras eletrônicas e outros equipamentos que alteraram profundamente os métodos de ensino e de produção.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1960" title="1960"&gt;1960&lt;/a&gt; – A IBM lançou o primeiro &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Computador" title="Computador"&gt;computador&lt;/a&gt; eletrônico IBM: o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/RAMAC_305" title="RAMAC 305"&gt;RAMAC 305&lt;/a&gt;.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1960" title="1960"&gt;1960&lt;/a&gt; – Adotou-se a denominação IBM do Brasil, onde a empresa passou a viver a era dos computadores eletrônicos.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1961" title="1961"&gt;1961&lt;/a&gt; – Iniciou-se, na fábrica de Benfica, a montagem dos computadores 1401. Equipamento de maior sucesso na história de processamento de dados.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1963" title="1963"&gt;1963&lt;/a&gt; – Inaugurado a filial de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bras%C3%ADlia" title="Brasília"&gt;Brasília&lt;/a&gt;.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1964" title="1964"&gt;1964&lt;/a&gt; – Com a demanda do mercado mundial de processamento de dados, iniciou-se a exportação de máquinas perfuradoras e verificadoras e, em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1970" title="1970"&gt;1970&lt;/a&gt;, o valor das exportações de produtos DP (Data Processing – produtos na área de computação) e OP (Office Products – produtos orientados para escritórios, como as famosas máquinas de Datilografia IBM), fabricados no Brasil já era superior a 14 milhões de dólares.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1966" title="1966"&gt;1966&lt;/a&gt; – IBM do Brasil assinou com a IBRA o maior contrato de serviços de dados na história da IBM. Lançou-se no mercado brasileiro a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A1quina_de_escrever" title="Máquina de escrever"&gt;máquina de escrever&lt;/a&gt; elétrica, IBM 72, foram assinados também os primeiros contratos para os sistemas IBM 1130 e IBM S/360.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/D%C3%A9cada_de_1970" title="Década de 1970"&gt;Década de 1970&lt;/a&gt; – Marcada pelo crescimento da informatização no Brasil, introduziu-se o primeiro sistema de teleprocessamento no &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bradesco" title="Bradesco"&gt;Bradesco&lt;/a&gt; e a instalação do primeiro &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/CPD" title="CPD" class="mw-redirect"&gt;CPD&lt;/a&gt; na &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bolsa_de_Valores" title="Bolsa de Valores" class="mw-redirect"&gt;Bolsa de Valores&lt;/a&gt; onde instalou-se o seu primeiro CPD. O computador IBM, no ano seguinte, é divulgado por todo o país com um veículo ambulante – o Road Show.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1971" title="1971"&gt;1971&lt;/a&gt; – Inaugurou-se a fábrica de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hortol%C3%A2ndia" title="Hortolândia"&gt;Hortolândia&lt;/a&gt;, iniciando-se uma nova fase tecnológica. Em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1972" title="1972"&gt;1972&lt;/a&gt;, começa a produção da unidade central de processamento do computador sistema S/370 modelo 145, além das unidades de fitas magnéticas 3420 e controladoras de fitas 3803. Também em Sumaré, começa a produção da família de terminais 3270, em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1973" title="1973"&gt;1973&lt;/a&gt;, e a produção das impressoras seriais modelo 3287. A empresa atinge exportações de US$ 54 milhões no ano de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1974" title="1974"&gt;1974&lt;/a&gt;.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1979" title="1979"&gt;1979&lt;/a&gt; – A empresa coloca o Centro de Suporte a Clientes no Rio, em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Paulo" title="São Paulo"&gt;São Paulo&lt;/a&gt; de em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bras%C3%ADlia" title="Brasília"&gt;Brasília&lt;/a&gt; em funcionamento, e inicia a produção da CPU 4341 com capacidade máxima de 16 &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mbytes" title="Mbytes" class="mw-redirect"&gt;Mbytes&lt;/a&gt; e em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1980" title="1980"&gt;1980&lt;/a&gt;, os processadores 4331-MG2 e 4341-MG2, além dos discos magnéticos 3370.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1981" title="1981"&gt;1981&lt;/a&gt; – Inicia-se a produção das máquinas de escrever elétricas 196 e 196C e a instalação do sistema de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_eletr%C3%B4nico" title="Correio eletrônico" class="mw-redirect"&gt;correio eletrônico&lt;/a&gt; PROFS. A empresa passa então, em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1984" title="1984"&gt;1984&lt;/a&gt;, a se chamar IBM Brasil. É criado, no mesmo ano, em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Paulo" title="São Paulo"&gt;São Paulo&lt;/a&gt; o Centro de Tecnologia de Software. No ano seguinte, instala-se em Sumaré o Centro de Tecnologia de Hardware.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1985" title="1985"&gt;1985&lt;/a&gt; – IBM Brasil faz parceria com a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gerdau" title="Gerdau"&gt;Gerdau&lt;/a&gt;, que cria a GSI (Gerdau Serviços de Informática), transferindo toda a atividade dos bureaus de serviço da IBM.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1987" title="1987"&gt;1987&lt;/a&gt; – A IBM Brasil completa seus 70 anos.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1988" title="1988"&gt;1988&lt;/a&gt; – Inicia-se as parcerias de produtos com empresas nacionais, como a Digilab, para impressoras e a Conpart para fabricar unidades de fitas magnéticas.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1989" title="1989"&gt;1989&lt;/a&gt; – Começam as parcerias de fabricação com a Nelco para controladoras de terminais e com a TDA para os terminais 3276/3278 monocromáticos.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/D%C3%A9cada_de_1990" title="Década de 1990"&gt;Década de 1990&lt;/a&gt; – IBM faz parceria com a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Itautec" title="Itautec"&gt;Itautec&lt;/a&gt;, para a fabricação e comercialização do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/AS/400" title="AS/400"&gt;AS/400&lt;/a&gt; e uma associação com a SID, para a produção do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/PS/2" title="PS/2"&gt;PS/2&lt;/a&gt;.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1994" title="1994"&gt;1994&lt;/a&gt; – IBM assumiu o controle acionário da GSI. Neste ano lançou o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Aptiva" title="Aptiva" class="mw-redirect"&gt;Aptiva&lt;/a&gt;, com processador Intel 486 DX4.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1995" title="1995"&gt;1995&lt;/a&gt; – Em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1995" title="1995"&gt;1995&lt;/a&gt; a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/IBM_Brasil" title="IBM Brasil"&gt;IBM Brasil&lt;/a&gt; cria o conceito de trabalho em parceria com empresas nacionais e anuncia o primeiro protocolo de entendimento com a Conpart, para a produção de fitas magnéticas. Outra parceria, com a Gerdau, cria a GSI (Gerdau Serviços de Informática), transferindo toda atividade dos bureaus de serviço da IBM.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/2007" title="2007"&gt;2007&lt;/a&gt; - A IBM Brasil completa seus 90 anos,com uma apresentação do grupo Bandaloop.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;h2&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;Aliança IBM&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;A IBM e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/PeopleSoft" title="PeopleSoft"&gt;PeopleSoft&lt;/a&gt; anunciaram a mais importante aliança na história das duas empresas. Esta parceria fornecerá a plataforma de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Infra-estrutura" title="Infra-estrutura" class="mw-redirect"&gt;infra-estrutura&lt;/a&gt; e as soluções empresarias mais abrangentes e integradas do setor. A PeopleSoft padronizará seus aplicativos líderes de mercado na plataforma líder de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Middleware" title="Middleware"&gt;middleware&lt;/a&gt; da IBM, e as duas empresas passarão a comercializar as soluções conjuntas. Além disso, as empresas informaram que irão fornecer soluções novas e pré-integradas para setores específicos e estabelecer o primeiro laboratório de interoperabilidade de processos de negócio.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A PeopleSoft foi adquirida pela &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Oracle" title="Oracle"&gt;Oracle&lt;/a&gt; sendo que seus aplicativos serão integrados ao sistema de ERP da Oracle.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7409923550884140720-2576703161387115888?l=sistemasdeinformacao4e.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/feeds/2576703161387115888/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/2009/06/ibm.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7409923550884140720/posts/default/2576703161387115888'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7409923550884140720/posts/default/2576703161387115888'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/2009/06/ibm.html' title='IBM'/><author><name>Marcos Antonio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00790137305803302232</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7409923550884140720.post-8136844010492011528</id><published>2009-06-01T11:31:00.000-07:00</published><updated>2009-06-01T11:38:53.532-07:00</updated><title type='text'>Computadores Pessoais (Parte 2)</title><content type='html'>&lt;h3&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;O mercado atual de PCs&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Os PCs representam atualmente um dos maiores mercados mundiais. As vendas de PCs crescem constantemente e batem recordes extraordinários. De acordo com a empresa de pesquisa IDC&lt;sup id="cite_ref-2" class="reference"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Computador_pessoal#cite_note-2" title=""&gt;[3]&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;, 66,9 milhões de PCs foram comercializados em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/2007" title="2007"&gt;2007&lt;/a&gt;, contra 57,9 milhões um ano atrás. As vendas de computadores portáteis contaram muito para o aumento de 15,5% nas vendas globais de PCs de julho até setembro de 2007, em relação ao mesmo período do ano passado, especialmente na &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Europa" title="Europa"&gt;Europa&lt;/a&gt;, segundo a empresa de pesquisa IDC. A pesquisa também aponta um crescimento maior nas vendas fora dos &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/EUA" title="EUA" class="mw-redirect"&gt;EUA&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;As três maiores fabricantes de PCs de acordo com a IDC, no terceiro trimeste de 2007, são:&lt;/p&gt; &lt;ol&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/HP" title="HP"&gt;HP&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;: 18,8% de participação no mercado;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dell" title="Dell"&gt;Dell&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;: 14,4% de participação no mercado;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Acer" title="Acer"&gt;Acer&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;: 8,1% de participação no mercado;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;Vale do Silício&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="thumb tright"&gt; &lt;div class="thumbinner" style="width: 182px;"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Steve_Jobs_and_Bill_Gates_%28522695099%29.jpg" class="image" title="Steve Jobs e Bill Gates. Os co-fundadores da Apple e da Microsoft estabeleceram inicialmente as suas sedes no Vale do Silício."&gt;&lt;img alt="" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/a/a2/Steve_Jobs_and_Bill_Gates_%28522695099%29.jpg/180px-Steve_Jobs_and_Bill_Gates_%28522695099%29.jpg" class="thumbimage" width="180" border="0" height="128" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div class="thumbcaption"&gt;  &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Steve_Jobs" title="Steve Jobs"&gt;Steve Jobs&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bill_Gates" title="Bill Gates"&gt;Bill Gates&lt;/a&gt;. Os co-fundadores da &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Apple" title="Apple" class="mw-redirect"&gt;Apple&lt;/a&gt; e da &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Microsoft" title="Microsoft"&gt;Microsoft&lt;/a&gt; estabeleceram inicialmente as suas sedes no &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vale_do_Sil%C3%ADcio" title="Vale do Silício"&gt;Vale do Silício&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;p&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vale_do_Sil%C3%ADcio" title="Vale do Silício"&gt;Vale do Silício&lt;/a&gt;, na &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Calif%C3%B3rnia" title="Califórnia"&gt;Califórnia&lt;/a&gt; &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/EUA" title="EUA" class="mw-redirect"&gt;EUA&lt;/a&gt;, (em inglês, &lt;i&gt;Silicon Valley&lt;/i&gt;), é um conjunto de empresas implantadas a partir da &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/D%C3%A9cada_de_1950" title="Década de 1950"&gt;década de 1950&lt;/a&gt; com o objetivo de inovar científica e tecnológica, destacando-se na produção de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Chips" title="Chips"&gt;Chips&lt;/a&gt;, na &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Eletr%C3%B4nica" title="Eletrônica"&gt;eletrônica&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Inform%C3%A1tica" title="Informática"&gt;informática&lt;/a&gt;. O &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vale_do_Sil%C3%ADcio" title="Vale do Silício"&gt;Vale do Silício&lt;/a&gt; abrange várias cidades do estado da &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Calif%C3%B3rnia" title="Califórnia"&gt;Califórnia&lt;/a&gt;, ao sul de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Francisco" title="São Francisco"&gt;São Francisco&lt;/a&gt;, como &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Palo_Alto" title="Palo Alto"&gt;Palo Alto&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Santa_Clara" title="Santa Clara"&gt;Santa Clara&lt;/a&gt;, estendendo-se até os &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sub%C3%BArbio" title="Subúrbio"&gt;subúrbios&lt;/a&gt; de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/San_Jos%C3%A9" title="San José"&gt;San José&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Como essa região sempre concentrou um grande número de empresas tecnólogicas, o Vale do Silício foi o epicentro do desenvolvimento dos computadores pessoais. Muitas empresas que hoje estão entre as maiores do mundo foram gestadas na região: &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Apple" title="Apple" class="mw-redirect"&gt;Apple&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Google" title="Google"&gt;Google&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/NVIDIA_Corporation" title="NVIDIA Corporation" class="mw-redirect"&gt;NVIDIA Corporation&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Electronic_Arts" title="Electronic Arts"&gt;Electronic Arts&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Symantec" title="Symantec"&gt;Symantec&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Advanced_Micro_Devices" title="Advanced Micro Devices" class="mw-redirect"&gt;Advanced Micro Devices&lt;/a&gt; (AMD), &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/EBay" title="EBay"&gt;eBay&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Maxtor" title="Maxtor"&gt;Maxtor&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Yahoo%21" title="Yahoo!"&gt;Yahoo!&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hewlett-Packard" title="Hewlett-Packard"&gt;Hewlett-Packard&lt;/a&gt; (HP), &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Intel" title="Intel" class="mw-redirect"&gt;Intel&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Microsoft" title="Microsoft"&gt;Microsoft&lt;/a&gt; (hoje está em Redmond, próximo a Seattle), entre muitas outras.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Tanto a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Apple" title="Apple" class="mw-redirect"&gt;Apple&lt;/a&gt; como a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Microsoft" title="Microsoft"&gt;Microsoft&lt;/a&gt; iniciaram as suas operações nessa região. A &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Interface_gr%C3%A1fica" title="Interface gráfica" class="mw-redirect"&gt;interface gráfica&lt;/a&gt; desenvolvida pelo &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/PARC" title="PARC" class="mw-redirect"&gt;PARC&lt;/a&gt; também foi criada aqui. A &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Industrializa%C3%A7%C3%A3o" title="Industrialização"&gt;industrialização&lt;/a&gt; dessa região teve início nos anos 90, mas o impulso para o seu desenvolvimento se deu com a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Segunda_Guerra_Mundial" title="Segunda Guerra Mundial"&gt;Segunda Guerra Mundial&lt;/a&gt; e principalmente durante a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_Fria" title="Guerra Fria"&gt;Guerra Fria&lt;/a&gt;, devido à corrida armamentista e aeroespacial. Foram as indústrias eletrônicas do Vale do Silício que forneceram &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Transistores" title="Transistores" class="mw-redirect"&gt;transistores&lt;/a&gt; para &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%ADssil" title="Míssil"&gt;mísseis&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Circuitos_integrados" title="Circuitos integrados" class="mw-redirect"&gt;circuitos integrados&lt;/a&gt; para os computadores que guiaram as naves do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Projeto_Apollo" title="Projeto Apollo"&gt;Projeto Apollo&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;h2&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;Usuários de PCs&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Computadores pessoais são normalmente utilizados por um único usuário com o intuito de realizar tarefas gerais tais como processamento de texto, navegação na Internet, fax, e-mail, execução de conteúdo multimídia, jogos, programação de computadores, etc. O uso de um moderno computador pessoal pode requerer algum conhecimento sobre o sistema operacional e os aplicativos nele utilizados, mas não é necessário uma pessoa possuir conhecimento sobre como escrever programas para computadores. No entanto, muitos desenvolvedores de programas utilizam primariamente um PC para escrever seus programas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A indústria de programas está se voltando cada vez mais para a criação de sistemas amigáveis, de fácil uso para o usuário. O número de programas para PCs cresce rapidamente, principalmente os programas de escritório e os jogos para computadores pessoais. Todos esses programas podem ser utilizados por usuários avançados ou não.&lt;/p&gt;&lt;h2&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;Sistemas operacionais&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Mac OS&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;O &lt;b&gt;Mac OS&lt;/b&gt; (abreviação de &lt;b&gt;Mac&lt;/b&gt;intosh &lt;b&gt;O&lt;/b&gt;perating &lt;b&gt;S&lt;/b&gt;ystem) é desenvolvido pela &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Apple" title="Apple" class="mw-redirect"&gt;Apple&lt;/a&gt;. No início, até a versão 7, o sistema tinha o nome de &lt;i&gt;System&lt;/i&gt;. A primeira versão foi lançada em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1984" title="1984"&gt;1984&lt;/a&gt; com o nome de &lt;i&gt;System 1&lt;/i&gt;. A evolução ocorreu com o sitema ganhando uma melhor aparência, mais recuros, progrmas etc. Até que em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1997" title="1997"&gt;1997&lt;/a&gt; o sistema passou a ser chamado de &lt;i&gt;Mac OS&lt;/i&gt; ganhou uma nova versão chamada &lt;i&gt;Mac OS 7.6&lt;/i&gt;. A partir deste acontecemento, seguiram-se as versões &lt;i&gt;Mac OS 8&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Mac OS 9&lt;/i&gt;. No início de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/2000" title="2000"&gt;2000&lt;/a&gt; todos os &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_operativo" title="Sistema operativo"&gt;sistemas operacionais&lt;/a&gt; criados ate então foram considerados "antigos" e formaram uma família de versões: &lt;i&gt;Mac OS Classic&lt;/i&gt;. Pouco depois, foi lançado a nova geração de sistemas operaconais &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mac_OS" title="Mac OS"&gt;Mac OS&lt;/a&gt;: o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mac_OS_X" title="Mac OS X"&gt;Mac OS X&lt;/a&gt;. Depois da versão &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Mac_OS_X_Public_Beta&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Mac OS X Public Beta (página não existe)"&gt;beta&lt;/a&gt;, seguiram-se as versões &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mac_OS_X_v10.0" title="Mac OS X v10.0"&gt;Mac OS X v10.0&lt;/a&gt; (Cheetah) em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/2001" title="2001"&gt;2001&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Mac_OS_v10.1&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Mac OS v10.1 (página não existe)"&gt;Mac OS v10.1&lt;/a&gt; (Puma) no final de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/2001" title="2001"&gt;2001&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mac_OS_X_v10.2" title="Mac OS X v10.2"&gt;Mac OS X v10.2&lt;/a&gt; (Jaguar) em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/2002" title="2002"&gt;2002&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mac_OS_X_v10.3" title="Mac OS X v10.3"&gt;Mac OS X v10.3&lt;/a&gt; (Panther) em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/2003" title="2003"&gt;2003&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mac_OS_X_v10.4" title="Mac OS X v10.4"&gt;Mac OS X v10.4&lt;/a&gt; (Tiger) em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/2007" title="2007"&gt;2007&lt;/a&gt;. E atual versão é &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mac_OS_X_v10.5" title="Mac OS X v10.5" class="mw-redirect"&gt;Mac OS X v10.5&lt;/a&gt; (Leopard) que foi lançado em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Outubro" title="Outubro"&gt;Outubro&lt;/a&gt; de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/2007" title="2007"&gt;2007&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;h3&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;Windows&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;O &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Windows" title="Windows" class="mw-redirect"&gt;Windows&lt;/a&gt; é desenvolvido pela &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Microsoft" title="Microsoft"&gt;Microsoft&lt;/a&gt;. É o líder de mercado e o mais conhecido, apesar de grande número de cópias ilegais, erros e falhas freqüentes. Sua primeira versão, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Windows_1.0" title="Windows 1.0"&gt;Windows 1.0&lt;/a&gt;, foi lançada em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1985" title="1985"&gt;1985&lt;/a&gt; e era baseada em interface gráfica do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/DOS" title="DOS"&gt;DOS&lt;/a&gt;. A versão seguinte, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Windows_2.0" title="Windows 2.0"&gt;Windows 2.0&lt;/a&gt; ainda usva um executivo de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/DOS" title="DOS"&gt;DOS&lt;/a&gt;. Essa função foi usada a té a versão &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/NT" title="NT"&gt;NT&lt;/a&gt;, que usava uma nova tecnologia.&lt;br /&gt;&lt;h3&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;Linux&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Linux é um sistema operativo derivado do Unix que foi desenvolvido por Linus Torvalds inspirado no sistema Minix, que por sua vez é uma versão simplificada do Unix, e que por fim proveio do sistema Multics, isto é, o primeiro sistema operacional de tempo compartilhado (CTSS - Compatible Timesharing System). O Linux é um dos mais proeminentes exemplos de desenvolvimento com código aberto e de software livre. O seu código fonte está disponível sob licença GPL para qualquer pessoa utilizar, estudar, modificar e distribuir livremente.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Inicialmente desenvolvido e utilizado por nichos de entusiastas em computadores pessoais, o sistema Linux passou a ter a colaboração de grandes empresas, como a IBM, a Sun Microsystems, a Hewlett-Packard, e a Novell, ascendendo como principal sistema operacional para servidores -- oito dos dez serviços de hospedagem mais confiáveis da Internet utilizam o sistema Linux em seus servidores web.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Um sistema Linux é capaz de funcionar em um grande número de arquiteturas computacionais. É utilizado em supercomputadores, computadores pessoais e até em aparelhos celulares.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O Linux é na verdade o núcleo dos sistemas operacionais Linux, de forma que todo sistema operacional que tem o núcleo Linux como base, é chamado genéricamente de Linux. Richard M. Stallman, criador e líder do projeto GNU, solicita aos usuários e programadores que se refiram a sistemas baseados no Linux como GNU/Linux pois vários sistemas operacionais Linux construídos em torno do seu núcleo ou kernel utilizam como base, os programas do projeto GNU, que oferecem interpretador de comandos, utilitários, bibliotecas de software, compiladores, etc.&lt;/p&gt;&lt;h2&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;Estrutura de um IBM PC Compatível&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3&gt;&lt;span class="editsection"&gt;]&lt;/span&gt; &lt;span class="mw-headline"&gt;Componentes de um PC&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt; &lt;div class="thumb tright"&gt; &lt;div class="thumbinner" style="width: 182px;"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Personal_computer,_exploded_5.svg" class="image" title="Uma visão explodida de um moderno computador pessoal: 1 - Monitor; 2 - Placa-mãe; 3 - Processador; 4 - Memória RAM; 5 - Placas de expansão; 6 - Fonte; 7 - Dispositivo Óptico; 8 - Disco Rígido; 9 - Teclado; 10 - Mouse."&gt;&lt;img alt="" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/4/41/Personal_computer%2C_exploded_5.svg/180px-Personal_computer%2C_exploded_5.svg.png" class="thumbimage" width="180" border="0" height="194" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div class="thumbcaption"&gt;  Uma visão explodida de um moderno computador pessoal: 1 - &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Monitor" title="Monitor" class="mw-redirect"&gt;Monitor&lt;/a&gt;; 2 - &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Placa-m%C3%A3e" title="Placa-mãe"&gt;Placa-mãe&lt;/a&gt;; 3 - &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Processador" title="Processador"&gt;Processador&lt;/a&gt;; 4 - &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mem%C3%B3ria_RAM" title="Memória RAM"&gt;Memória RAM&lt;/a&gt;; 5 - &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Placas_de_expans%C3%A3o" title="Placas de expansão" class="mw-redirect"&gt;Placas de expansão&lt;/a&gt;; 6 - &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fonte_de_alimenta%C3%A7%C3%A3o" title="Fonte de alimentação"&gt;Fonte&lt;/a&gt;; 7 - &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Disco_%C3%B3ptico" title="Disco óptico"&gt;Dispositivo Óptico&lt;/a&gt;; 8 - &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Disco_R%C3%ADgido" title="Disco Rígido" class="mw-redirect"&gt;Disco Rígido&lt;/a&gt;; 9 - &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Teclado" title="Teclado"&gt;Teclado&lt;/a&gt;; 10 - &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mouse" title="Mouse" class="mw-redirect"&gt;Mouse&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;p&gt;O PC, tal como o conhecemos hoje, foi desenvolvido pelo grupo da IBM que desenvolveu o IBM PC. O modelo de placa-mãe utilizado sofreu algumas adaptações e passou para PC &lt;b&gt;XT&lt;/b&gt; (e&lt;b&gt;XT&lt;/b&gt;ended - estendido), PC &lt;b&gt;AT&lt;/b&gt; (&lt;b&gt;A&lt;/b&gt;dvanced &lt;b&gt;T&lt;/b&gt;echnology - Tecnologia Avançada) e na sua versão atual PC &lt;b&gt;ATX&lt;/b&gt; (&lt;b&gt;A&lt;/b&gt;dvanced &lt;b&gt;T&lt;/b&gt;echnology e&lt;b&gt;X&lt;/b&gt;tended - Tecnologia Avançada Estendida).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O grupo de desenvolvedores da IBM definiram que o PC seria uma junção de várias peças construídas por várias empresas (dá-se ao processo de junção dessas peças o nome de "integração"). Logo, as empresas que vendem computadores como a HP e a Dell na verdade não os fabricam, mas apenas integram as peças compradas de várias outras empresas. Por exemplo: um computador da Dell pode ser integrado com um processador Intel, uma placa-mãe Asus, uma placa de vídeo usando a GPU nVidia e assim por diante. No entanto, existem algumas empresas que realmente fabricam algumas peças, como a Compaq.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Com a clonagem da BIOS da IBM e a criação dos "IBM PC Compatíveis", o número de integradoras de computadores e o mercado mundial expandiu com uma velocidade inacreditável. Todo dia as empresas de tecnologia competem umas com as outras pelo desenvolvimento de tecnologias superiores por preços acessíveis. Houve também uma segmentação do mercado, criando segmentos como o de baixo-custo (para mercados emergentes e pessoas que adquirem um computador pela primeira vez) e o Gamer (para jogadores profissionais que dispoem de recursos financeiros para investir em máquinas extremamente potentes).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A expansão do mercado foi algo muito favorável ao ramo da informática, pois estimulou a criação de empresas que competem pelo mesmo mercado e, portanto, não havendo monopólio e preços abusivos por componentes do computador. Os principais mercados com dois exemplos de concorrentes são:&lt;/p&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Processador" title="Processador"&gt;Processador&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;: &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Intel" title="Intel" class="mw-redirect"&gt;Intel&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/AMD" title="AMD"&gt;AMD&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Placa-m%C3%A3e" title="Placa-mãe"&gt;Placa-mãe&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;: &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Asus" title="Asus" class="mw-redirect"&gt;Asus&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gigabyte_technologies" title="Gigabyte technologies" class="mw-redirect"&gt;Gigabyte technologies&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mem%C3%B3ria_RAM" title="Memória RAM"&gt;Memória RAM&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;: &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Kingston" title="Kingston"&gt;Kingston&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Corsair" title="Corsair"&gt;Corsair&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Placa_de_V%C3%ADdeo" title="Placa de Vídeo" class="mw-redirect"&gt;Placa de Vídeo&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;: &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/NVidia" title="NVidia" class="mw-redirect"&gt;nVidia&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/ATI" title="ATI" class="mw-redirect"&gt;ATI&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Disco_R%C3%ADgido" title="Disco Rígido" class="mw-redirect"&gt;Disco Rígido&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;: &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Seagate" title="Seagate" class="mw-redirect"&gt;Seagate&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hitachi" title="Hitachi"&gt;Hitachi&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;h3&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;Processador&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="thumb tright"&gt; &lt;div class="thumbinner" style="width: 182px;"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Core_2_Duo_E6300.jpg" class="image" title="Intel Core 2 Duo - Linha de processadores da Intel de dois núcleos. Os processadores recebem dados, processam e fornecem uma sáida de dados."&gt;&lt;img alt="" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/2/23/Core_2_Duo_E6300.jpg/180px-Core_2_Duo_E6300.jpg" class="thumbimage" width="180" border="0" height="179" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div class="thumbcaption"&gt;  &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Intel" title="Intel" class="mw-redirect"&gt;Intel&lt;/a&gt; &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Core_2_Duo" title="Core 2 Duo" class="mw-redirect"&gt;Core 2 Duo&lt;/a&gt; - Linha de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Processador" title="Processador"&gt;processadores&lt;/a&gt; da &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Intel" title="Intel" class="mw-redirect"&gt;Intel&lt;/a&gt; de dois núcleos. Os processadores recebem dados, processam e fornecem uma sáida de dados.&lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;p&gt;O processador, é um circuito integrado de controle das funções de cálculos e tomadas de decisões de um computador, por isso é considerado o cérebro do mesmo. Ele faz parte de um importante elemento do computador, a Unidade Central de Processamento (em inglês CPU: Central Processing Unit). Hoje todos os circuitos e chips dispostos em diversas placas que compunham a Unidade Central de Processamento estão integrados no microprocessador.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Os processadores trabalham apenas com linguagem de máquina (lógica booleana). E realizam as seguintes tarefas: - Busca e execução de instruções existentes na memória. Os programas e os dados que ficam gravados no disco (disco rígido ou disquetes), são transferidos para a memória. Uma vez estando na memória, o processador pode executar os programas e processar os dados; - Controle de todos os chips do computador.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Até os dias de hoje usou-se microprocessadores para atividades domésticas ou de negócios com simples núcleo. Atualmente estão sendo utilizados microprocessadores de multiplosnúcleos para melhorar a capacidade de processamento sem aumentar diretamente o clock, como vinha-se fazendo. Assim, aumentando a capacidade sem aumentar excessivamente o consumo de energia e superaquecer a CPU. Espera-se que no futuro os Sistemas Operacionais domésticos sejam compilados para trabalhar com processadores de multiplosnúcleos corretamente, realizando assim inúmeras tarefas ao mesmo tempo (como já acontece com supercomputadores).&lt;/p&gt;&lt;h3&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;Placa-mãe&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="thumb tright"&gt; &lt;div class="thumbinner" style="width: 182px;"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Mainboard_agp.jpg" class="image" title="Uma placa-mãe com o barramento AGP destacado. A placa-mãe integra todos os componentes do computador."&gt;&lt;img alt="" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/b/bb/Mainboard_agp.jpg/180px-Mainboard_agp.jpg" class="thumbimage" width="180" border="0" height="135" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div class="thumbcaption"&gt;  Uma &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Placa-m%C3%A3e" title="Placa-mãe"&gt;placa-mãe&lt;/a&gt; com o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Barramento" title="Barramento"&gt;barramento&lt;/a&gt; &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/AGP" title="AGP"&gt;AGP&lt;/a&gt; destacado. A placa-mãe integra todos os componentes do computador.&lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;p&gt;A &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Placa-m%C3%A3e" title="Placa-mãe"&gt;placa-mãe&lt;/a&gt;, também denominada em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ingl%C3%AAs" title="Inglês"&gt;inglês&lt;/a&gt; &lt;i&gt;mainboard&lt;/i&gt; ou &lt;i&gt;motherboard&lt;/i&gt;, é uma placa de circuito impresso eletrônico que integra todos os componentes vitais ao funcionamento do computador pessoal. É considerada o elemento mais importante de um computador pois, como ela permite que o processador se comunique com todos os periféricos instalados, todos os dados que estão sendo transferidos e processados passam por ela. Na placa-mãe encontramos não só o processador, mas também a memória RAM, os circuitos de apoio, as placas controladoras, os conectores do barramento PCI e os chipsets, que são os principais circuitos integrados da placa-mãe e são responsáveis pelas comunicações entre o processador e os demais componentes. As placas-mãe podem ser:&lt;/p&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;i&gt;On-board&lt;/i&gt;:como o próprio nome diz, o componente &lt;i&gt;on-board&lt;/i&gt; vem diretamente conectado aos circuitos da placa mãe, funcionando em sincronia e usando capacidade do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Processador" title="Processador"&gt;processador&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mem%C3%B3ria_RAM" title="Memória RAM"&gt;memória RAM&lt;/a&gt; quando se trata de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/V%C3%ADdeo" title="Vídeo"&gt;vídeo&lt;/a&gt;, som, modem e rede. Tem como maior objetivo diminuir o preço das placas ou componentes mas, em caso de defeito o dispositivo não será recuperável, no caso de modem AMR, basta trocar a "placa" do modem AMR com defeito por outra funcionando, pois, este é colocado em um slot AMR na placa-mãe. São exemplos de circuitos &lt;i&gt;on-board&lt;/i&gt;: vídeo, modem, som e rede.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;i&gt;Off-board&lt;/i&gt;: são os componentes ou circuitos que funcionam independentemente da placa mãe e por isso, são separados, tendo sua própria forma de trabalhar e não usando o processador, geralmente, quando vídeo, som, modem ou rede, o dipositivo é "ligado" a placa-mãe usando os slots de expansão para isso, têm um preço mais elevado que os dispositivos &lt;i&gt;on-board&lt;/i&gt;, sendo quase que totalmente o contrário em todos os aspectos do tipo &lt;i&gt;on-board&lt;/i&gt;, ou seja, praticamente todo o processamento é realizado pelo próprio &lt;i&gt;chipset&lt;/i&gt; encontrado na placa do dispositivo.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;h3&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;Memória RAM&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div class="thumb tright"&gt; &lt;div class="thumbinner" style="width: 182px;"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:DDRSDRAM400-1GB.jpg" class="image" title="DDR400 de 1GB da Kingston."&gt;&lt;img alt="" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/1/18/DDRSDRAM400-1GB.jpg/180px-DDRSDRAM400-1GB.jpg" class="thumbimage" width="180" border="0" height="44" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div class="thumbcaption"&gt;  DDR400 de 1GB da Kingston.&lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div class="thumb tright"&gt; &lt;div class="thumbinner" style="width: 182px;"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Ram-slots.jpg" class="image" title="Local de colocação da memória RAM na placa-mãe."&gt;&lt;img alt="" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/9/90/Ram-slots.jpg/180px-Ram-slots.jpg" class="thumbimage" width="180" border="0" height="57" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div class="thumbcaption"&gt;  Local de colocação da &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mem%C3%B3ria_RAM" title="Memória RAM"&gt;memória RAM&lt;/a&gt; na &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Placa-m%C3%A3e" title="Placa-mãe"&gt;placa-mãe&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;p&gt;Memória RAM (Random Access Memory), ou memória de acesso aleatório, é um tipo de memória que permite a leitura e a escrita, utilizada como memória primária em sistemas eletrônicos digitais.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O termo acesso aleatório identifica a capacidade de acesso a qualquer posição em qualquer momento, por oposição ao acesso sequencial, imposto por alguns dispositivos de armazenamento, como fitas magnéticas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O nome da Memória RAM não é verdadeiramente apropriado, já que outros tipos de memória (ROM, etc...) também permitem o acesso aleatório a seu conteúdo. O nome mais apropriado seria Memória de Leitura e Escrita.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Apesar do conceito de memória de acesso aleatório ser bastante amplo, atualmente o termo é usado apenas para definir um dispositivo eletrônico que o implementa, basicamente um tipo específico de chip. Nesse caso, também fica implícito que é uma memória volátil, isto é, todo o seu conteúdo é perdido quando a alimentação da memória é desligada.&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;Placa de Vídeo&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="thumb tright"&gt; &lt;div class="thumbinner" style="width: 182px;"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Geforce7800gt.jpg" class="image" title="Placa de Vídeo Geforce 7800 GT, usando a GPU nVidia."&gt;&lt;img alt="" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/a/a4/Geforce7800gt.jpg/180px-Geforce7800gt.jpg" class="thumbimage" width="180" border="0" height="102" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div class="thumbcaption"&gt;  &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Placa_de_V%C3%ADdeo" title="Placa de Vídeo" class="mw-redirect"&gt;Placa de Vídeo&lt;/a&gt; &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Geforce" title="Geforce" class="mw-redirect"&gt;Geforce&lt;/a&gt; 7800 GT, usando a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/GPU" title="GPU"&gt;GPU&lt;/a&gt; &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/NVidia" title="NVidia" class="mw-redirect"&gt;nVidia&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;p&gt;Placa de vídeo ou placa gráfica é um componente de um &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Computador" title="Computador"&gt;computador&lt;/a&gt; que envia sinais deste para o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Monitor" title="Monitor" class="mw-redirect"&gt;monitor&lt;/a&gt;, de forma que possam ser apresentadas imagens ao utilizador. Normalmente possui memória própria, com capacidade medida em bytes.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Nos computadores de baixo custo, as placas de vídeo estão incorporadas na &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Placa-m%C3%A3e" title="Placa-mãe"&gt;placa-mãe&lt;/a&gt;, não possuem memória dedicada, e por isso utilizam a memória RAM do sistema, normalmente denomina-se memória (com)partilhada. Como a memória RAM de sistema é geralmente mais lenta do que as utilizadas pelos fabricantes de placas de vídeo, e ainda dividem o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Barramento" title="Barramento"&gt;barramento&lt;/a&gt; com o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Processador" title="Processador"&gt;processador&lt;/a&gt; e outros &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Perif%C3%A9rico" title="Periférico"&gt;periféricos&lt;/a&gt; para acedê-la, este método torna o sistema mais lento.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Também existem duas tecnologias voltadas aos jogadores: &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Scalable_Link_Interface" title="Scalable Link Interface"&gt;SLI&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/CrossFire" title="CrossFire"&gt;CrossFire&lt;/a&gt;. Essas tecnologias permitem juntar duas ou mais placas de vídeo para trabalharem em paralelo, multiplicando o poder de processamento gráfico e melhorando seu desempenho. SLI é o nome adotado pela &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/NVidia" title="NVidia" class="mw-redirect"&gt;nVidia&lt;/a&gt;, enquanto CrossFire é utilizado pela &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/ATI" title="ATI" class="mw-redirect"&gt;ATI&lt;/a&gt;. Apesar da melhoria em desempenho, ainda é uma tecnologia cara que exige, além das placas de vídeo, uma &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Placa-m%C3%A3e" title="Placa-mãe"&gt;placa-mãe&lt;/a&gt; que aceite esse tipo de arranjo. E a quantidade de energia consumida pelo computador aumenta, muitas vezes exigindo uma &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fonte_de_alimenta%C3%A7%C3%A3o" title="Fonte de alimentação"&gt;fonte de alimentação&lt;/a&gt; de maior potência.&lt;/p&gt;&lt;h3&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;Disco rígido&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="thumb tright"&gt; &lt;div class="thumbinner" style="width: 182px;"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Harddisk-full.jpg" class="image" title="Disco rígido aberto. Sua função no PC é o armazenamento permanente de dados."&gt;&lt;img alt="" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/a/a2/Harddisk-full.jpg/180px-Harddisk-full.jpg" class="thumbimage" width="180" border="0" height="137" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div class="thumbcaption"&gt;  &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Disco_r%C3%ADgido" title="Disco rígido"&gt;Disco rígido&lt;/a&gt; aberto. Sua função no PC é o armazenamento permanente de dados.&lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;p&gt;O disco rígido é um sistema lacrado contendo discos de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Metal" title="Metal"&gt;metal&lt;/a&gt; recobertos por material &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Magn%C3%A9tico" title="Magnético" class="mw-redirect"&gt;magnético&lt;/a&gt; onde os dados são gravados através de cabeças, e revestido externamente por uma proteção metálica que é presa ao gabinete do computador por parafusos. É nele que normalmente gravamos dados (informações) e a partir dele lançamos e executamos nossos programas mais usados.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Este sistema é necessário porque o conteúdo da &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mem%C3%B3ria_RAM" title="Memória RAM"&gt;memória RAM&lt;/a&gt; é apagado quando o computador é desligado. Desta forma, temos um meio de executar novamente programas e carregar arquivos contendo os dados da próxima vez em que o computador for ligado. O disco rígido é também chamado de memória de massa ou ainda de memória secundária.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Nos sistemas operacionais mais recentes, o disco rígido é também utilizado para expandir a memória RAM, através da gestão de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mem%C3%B3ria_virtual" title="Memória virtual"&gt;memória virtual&lt;/a&gt;. Nesse sistema, parte do disco rígido é considerado como uma extensão da memória e os dados que não podem ser gravados na memória RAM convencional são armazeanados temporariamente aqui.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Existem vários tipos de discos rígidos diferentes: &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/IDE" title="IDE"&gt;IDE&lt;/a&gt;/&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/ATA" title="ATA"&gt;ATA&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Serial_ATA" title="Serial ATA"&gt;Serial_ATA&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/SCSI" title="SCSI"&gt;SCSI&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fibre_channel" title="Fibre channel"&gt;Fibre channel&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/SAS" title="SAS"&gt;SAS&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;h2&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;Os computadores Apple&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="thumb tright"&gt; &lt;div class="thumbinner" style="width: 182px;"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Imac_2007.png" class="image" title="Novo iMac - Uma moderna revisão do Macintosh com todos os componentes do computador inclusos numa única peça."&gt;&lt;img alt="" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/4/47/Imac_2007.png/180px-Imac_2007.png" class="thumbimage" width="180" border="0" height="179" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div class="thumbcaption"&gt;  Novo &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/IMac" title="IMac"&gt;iMac&lt;/a&gt; - Uma moderna revisão do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Macintosh" title="Macintosh"&gt;Macintosh&lt;/a&gt; com todos os componentes do computador inclusos numa única peça.&lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;p&gt;Macintosh, ou Mac, é o nome dos computadores pessoais fabricados e comercializados pela &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Apple_Inc." title="Apple Inc."&gt;Apple Inc.&lt;/a&gt; desde janeiro de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1984" title="1984"&gt;1984&lt;/a&gt;. O nome deriva de &lt;i&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/McIntosh" title="McIntosh"&gt;McIntosh&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;, um tipo de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ma%C3%A7%C3%A3" title="Maçã"&gt;maçã&lt;/a&gt; apreciado por &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jef_Raskin" title="Jef Raskin"&gt;Jef Raskin&lt;/a&gt;. O Macintosh foi o primeiro computador pessoal a popularizar a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Interface_gr%C3%A1fica" title="Interface gráfica" class="mw-redirect"&gt;interface gráfica&lt;/a&gt; (GUI), na época um desenvolvimento revolucionário. Ele é muito utilizado para o tratamento de vídeo, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem" title="Imagem"&gt;imagem&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Som" title="Som"&gt;som&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Os primeiros modelos foram construídos em torno dos &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Microprocessador" title="Microprocessador"&gt;microprocessadores&lt;/a&gt; da família &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/68000" title="68000" class="mw-redirect"&gt;68000&lt;/a&gt; da &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Motorola" title="Motorola"&gt;Motorola&lt;/a&gt;. Com o surgimento de arquiteturas mais poderosas, a partir de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1994" title="1994"&gt;1994&lt;/a&gt; foi empregada a família de processadores &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/PowerPC" title="PowerPC"&gt;PowerPC&lt;/a&gt; da &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/IBM" title="IBM"&gt;IBM&lt;/a&gt; e Motorola. Em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/2006" title="2006"&gt;2006&lt;/a&gt;, uma nova transição ocorreu, com a adoção de processadores &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Intel" title="Intel" class="mw-redirect"&gt;Intel&lt;/a&gt;, da família Core.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Em Setembro de 2006, três diferentes processadores são utilizados nos diferentes modelos de Macintosh à venda:&lt;/p&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;Core Solo: processador menos poderoso, usado em modelos mais simples de Mac Mini&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Core 2 Duo: processador voltado para uso em notebooks de alta performance, usado em Mac Mini, MacBook, MacBook Pro e iMac&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Xeon 5100: processador voltado para uso em servidores, usado na workstation Mac Pro e nos servidores Xserve.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;p&gt;Os Macintosh funcionam normalmente com o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_operacional" title="Sistema operacional" class="mw-redirect"&gt;sistema operacional&lt;/a&gt; &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mac_OS" title="Mac OS"&gt;Mac OS&lt;/a&gt;, mas outros sistemas também são disponíveis, como o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Linux" title="Linux"&gt;Linux&lt;/a&gt; ou &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/FreeBSD" title="FreeBSD"&gt;FreeBSD&lt;/a&gt;. Um &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cluster" title="Cluster"&gt;cluster&lt;/a&gt; de PowerMacs G5 apelidado de &lt;i&gt;Big Mac&lt;/i&gt; era um dos computadores mais rápidos em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/2003" title="2003"&gt;2003&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;h2&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;Computadores portáteis&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Um laptop (também chamado de notebook) é um computador portátil, leve, designado para poder ser transportado e utilizado em diferentes lugares com facilidade. Geralmente um laptop contém tela de LCD (cristal líquido), teclado, mouse (geralmente um touchpad, área onde se desliza o dedo), unidade de disco rígido, portas para conectividade via rede local ou fax/modem, gravadores de CD/DVD, os mais modernos não possuem mais a unidade de discos flexíveis (&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Disquete" title="Disquete"&gt;disquetes&lt;/a&gt;). Quando há a necessidade de se utilizar um desses, pode-se conectar uma unidade externa em uma das portas USB.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A expressão &lt;i&gt;laptop&lt;/i&gt; deriva da aglutinação dos termos em inglês lap (colo) e top (em cima) significando computador portátil, em contrapartida aos &lt;i&gt;desktop&lt;/i&gt; (em cima da mesa).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Laptops podem ser divididos em duas categorias: os portáteis, voltados especialmente aos que necessitam de um computador como acessório de trabalho, mas que se locomovem com frequência entre um lugar e outro, e os desktops replacements, voltados a pessoas que querem computadores com alguma mobilidade, e com perfomance semelhante à de um computador de mesa.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Laptops portáteis são pequenos e leves, e são designadas de modo a fazerem com que suas baterias sejam capazes de abastecer o laptop por um longo período (quatro a cinco horas ou mais). Isto vem a custo de outras especificações do laptop, como RAM (raramente superior a 1 GB), placa de vídeo (raramente superior a 128 MB, compartilhado), velocidade do processador raramente superior a 1,8 GHz, e raramente mais do que 80 GB de espaço no disco rígido. As telas mais comuns são as de 14" (ou 14,1" em widescreen) e 15" (ou 15,4" em widescreen).&lt;/p&gt;&lt;h2&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;Os dispositivos móveis&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Um dispositivo móvel, designado popularmente em inglês por handheld é um computador de bolso habitualmente equipado com um pequeno ecrã (output)e um teclado em miniatura (input). No caso dos PDAs, o output e o input combinam-se num ecrã táctil.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Os mais conhecidos são os &lt;i&gt;mp3 players&lt;/i&gt; e os &lt;i&gt;smartphones&lt;/i&gt;, sendo ambos mais fabricados pela Apple. Atualmente a Apple mantém uma linha completa de dispositvos móveis e o mais inovador é o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/IPhone" title="IPhone"&gt;iPhone&lt;/a&gt;. O iPhone se trata de um celular com inúmeras outras capacidades, como acessar a internet (não apenas a rede WAP, mas a qualquer site da internet), escutar música, ter acesso a notícias, clima, mapas mundiais, calendário, agenda, etc. Tudo isso disponibilizado numa tela &lt;i&gt;touchscreen&lt;/i&gt; ou seja, um toque de dedo na tela do celular ativa a função. Ele utiliza uma variação do [Mac OS X] específica para a sua arquitetura. Foi um sucesso de vendas nos &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/EUA" title="EUA" class="mw-redirect"&gt;EUA&lt;/a&gt; e está sendo atualmente comercializado na Europa. Deve chegar na &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81sia" title="Ásia"&gt;Ásia&lt;/a&gt; em 2008 e em 2009 no &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil" title="Brasil"&gt;Brasil&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Não apenas o iPhone mas vários outros dispositivos que executam variações de sistemas operacionais originalmente usados em PCs (como o Windows Mobile), levam a um questionamento sobre a extensão do termo computador pessoal a esses dispositivos também.&lt;/p&gt;&lt;h2&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;Riscos à saúde&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;Riscos óbvios a saúde incluem problemas na &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Coluna" title="Coluna"&gt;coluna&lt;/a&gt; devido a uma má-postura e exposição excessiva dos &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Olho" title="Olho"&gt;olhos&lt;/a&gt; à radiação luminosa do monitor que pode ocasionar &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dor_de_cabe%C3%A7a" title="Dor de cabeça" class="mw-redirect"&gt;dor de cabeça&lt;/a&gt;. No entanto, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Obesidade" title="Obesidade"&gt;obesidade&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/LER" title="LER" class="mw-redirect"&gt;LER&lt;/a&gt; (lesão por esforço repetitivo) também podem ser resultado de uso excessivo do computador.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7409923550884140720-8136844010492011528?l=sistemasdeinformacao4e.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/feeds/8136844010492011528/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/2009/06/computadores-pessoais-parte-2.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7409923550884140720/posts/default/8136844010492011528'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7409923550884140720/posts/default/8136844010492011528'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/2009/06/computadores-pessoais-parte-2.html' title='Computadores Pessoais (Parte 2)'/><author><name>Marcos Antonio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00790137305803302232</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7409923550884140720.post-8333463031971456696</id><published>2009-06-01T11:19:00.000-07:00</published><updated>2009-06-01T11:30:09.605-07:00</updated><title type='text'>Computador pessoal (Parte 1)</title><content type='html'>&lt;p&gt;Um &lt;b&gt;computador pessoal&lt;/b&gt; é um &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Computador" title="Computador"&gt;computador&lt;/a&gt; de pequeno porte e baixo custo, que se destina ao uso pessoal ou para uso de um pequeno grupo de indivíduos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A expressão "computador pessoal" (ou sua abreviação em inglês &lt;b&gt;PC&lt;/b&gt;, de "Personal Computer") é utilizada para denominar computadores de mesa (desktops), &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Laptop" title="Laptop"&gt;laptops&lt;/a&gt; ou &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tablet_PC" title="Tablet PC"&gt;Tablet PCs&lt;/a&gt; executando vários Sistemas Operacionais em várias arquiteturas. Os Sistemas Operacionais predominantes são &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Microsoft_Windows" title="Microsoft Windows"&gt;Microsoft Windows&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mac_OS" title="Mac OS"&gt;Mac OS&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Linux" title="Linux"&gt;Linux&lt;/a&gt; e as principais arquiteturas são as baseadas nos processadores &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/X86" title="X86"&gt;x86&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/X64" title="X64"&gt;x64&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/PowerPC" title="PowerPC"&gt;PowerPC&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;No entanto o termo PC tem sido utilizado apenas para computadores pessoais derivados do modelo da &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/IBM" title="IBM"&gt;IBM&lt;/a&gt;, o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/IBM_PC" title="IBM PC"&gt;IBM PC&lt;/a&gt;, devido a larga campanha publicitária em 1981. A actual convergência entre PCs e palmtops, celulares e dispositvos móveis que possuem funções similares, sistemas operacionais e componentes leva a uma discussão sobre a extensão do termo "computador pessoal" a esses dispositivos.&lt;/p&gt;&lt;h2&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;História&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;Prime&lt;/span&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;iros computadores pessoais&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt; &lt;div class="thumb tright"&gt; &lt;div class="thumbinner" style="width: 182px;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Os &lt;/span&gt;&lt;a style="font-style: italic;" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mainframe" title="Mainframe"&gt;mainfr&lt;/a&gt;&lt;a style="font-style: italic;" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mainframe" title="Mainframe"&gt;ames&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; surgiam cada vez maiores e ca&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;ros, sendo utilizados apen&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;as por grandes empresas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Até o final do&lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;h3&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:BRLESC-1_computer.jpg" class="image" title="Os mainframes surgiam cada vez maiores e caros, sendo utilizados apenas por grandes empresas."&gt;&lt;img alt="" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/4/47/BRLESC-1_computer.jpg/180px-BRLESC-1_computer.jpg" class="thumbimage" width="180" border="0" height="142" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h3&gt; &lt;p&gt;s &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/D%C3%A9cada_de_1970" title="Década de 1970"&gt;anos 70&lt;/a&gt;, reinavam absolutos os &lt;i&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mainframe" title="Mainframe"&gt;mainframes&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;, computadores enormes, trancados em salas refrigeradas e operados apenas por alguns poucos privilegiados. Apenas grandes empresas e bancos podiam investir alguns milhões de dólares para tornar mais eficientes alguns processos internos e o fluxo de informações. A maioria dos escritórios funcionava mais ou menos da mesma maneira que no começo do século. Arquivos de metal, máquinas de escrever, papel carbono e memorandos faziam parte do dia-a-dia.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Segundo o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Computer_History_Museum" title="Computer History Museum"&gt;Computer History Museum&lt;/a&gt;, o primeiro "computador pessoal" foi o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Kenbak-1" title="Kenbak-1"&gt;Kenbak-1&lt;/a&gt;, lançado em 1971. Tinha 256 &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Byte" title="Byte"&gt;bytes&lt;/a&gt; de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/RAM" title="RAM"&gt;memória&lt;/a&gt; e foi anunciado na revista &lt;i&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Scientific_American" title="Scientific American"&gt;Scientific American&lt;/a&gt;&lt;/i&gt; por &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/D%C3%B3lar" title="Dólar" class="mw-redirect"&gt;US$&lt;/a&gt; 750; todavia, não possuía &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/CPU" title="CPU" class="mw-redirect"&gt;CPU&lt;/a&gt; e era, como outros sistemas desta época, projetado para uso educativo (ou seja, demonstrar como um "computador de verdade" funcionava). Em 1975, surge o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Altair_8800" title="Altair 8800"&gt;Altair 8800&lt;/a&gt;, um computador pessoal baseado na CPU &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Intel_8080" title="Intel 8080"&gt;Intel 8080&lt;/a&gt;. Vendido originalmente como um kit de montar através da revista norte-americana Popular Electronics, os projetistas pretendiam vender apenas algumas centenas de unidades, tendo ficado surpresos quando venderam 10 vezes mais que o previsto para o primeiro mês. Custava cerca de 400 doláres e se comunicava com o usuário através de luzes que piscavam. Entre os primeiros usuários estavam o calouro da &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Universidade_de_Harvard" title="Universidade de Harvard" class="mw-redirect"&gt;Universidade de Harvard&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bill_Gates" title="Bill Gates"&gt;Bill Gates&lt;/a&gt;, e o jovem programador, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Paul_Allen" title="Paul Allen"&gt;Paul Allen&lt;/a&gt;, que juntos desenvolveram uma versão da linguagem "&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/BASIC" title="BASIC"&gt;Basic&lt;/a&gt;" para o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Altair" title="Altair"&gt;Altair&lt;/a&gt;. Pouco tempo depois, a dupla resolveu mudar o rumo de suas carreiras e criar uma empresa chamada &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Microsoft" title="Microsoft"&gt;Microsoft&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Nos anos seguintes, surgiram dezenas de novos computadores pessoais como o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/TRS-80" title="TRS-80"&gt;Radio Shack TRS-80&lt;/a&gt; (O TRS-80 foi comercializado com bastante sucesso no &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil" title="Brasil"&gt;Brasil&lt;/a&gt; pela &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Prol%C3%B3gica" title="Prológica"&gt;Prológica&lt;/a&gt; com os nomes de CP-300 e CP-500), &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Commodore_64" title="Commodore 64"&gt;Commodore 64&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Atari_400" title="Atari 400"&gt;Atari 400&lt;/a&gt; e outros com sucesso moderado.&lt;/p&gt;&lt;h3&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;A Apple e a popularização&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="thumb tright"&gt; &lt;div class="thumbinner" style="width: 182px;"&gt; &lt;div class="thumbcaption"&gt;  O &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Apple_II" title="Apple II"&gt;Apple II&lt;/a&gt; foi lançado em 1977 com teclado integrado, gráficos coloridos, sons, gabinete de plástico e oito slots de expansão.&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Apple-II.jpg" class="image" title="O Apple II foi lançado em 1977 com teclado integrado, gráficos coloridos, sons, gabinete de plástico e oito slots de expansão."&gt;&lt;img alt="" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/7/70/Apple-II.jpg/180px-Apple-II.jpg" class="thumbimage" width="180" border="0" height="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;p&gt;Em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1976" title="1976"&gt;1976&lt;/a&gt;, outra dupla de jovens, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Steve_Jobs" title="Steve Jobs"&gt;Steve Jobs&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Steve_Wozniak" title="Steve Wozniak"&gt;Steve Wozniak&lt;/a&gt;, iniciou outra empresa que mudaria o rumo da informática: a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Apple_Computer,_Inc." title="Apple Computer, Inc." class="mw-redirect"&gt;Apple&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Jobs e Wozniak abandonaram a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Universidade_de_Berkeley" title="Universidade de Berkeley"&gt;Universidade de Berkeley&lt;/a&gt; para poderem se dedicar ao computador pessoal criado por Wozniak, o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Apple_I" title="Apple I"&gt;Apple I&lt;/a&gt;. Como Wozniak trabalhava para a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hewlett-Packard" title="Hewlett-Packard"&gt;HP&lt;/a&gt;, o seu projeto precisava ser apresentado para a empresa que recusou de imediato a idéia. Isso abriu o caminho para a criação da Apple, empresa fundada pelos dois que comercializaria os computadores. Montados na garagem de Jobs, os 200 primeiros computadores foram vendidos nas lojas da vizinhança a US$ 500 cada. Interessado no projeto, Mike Makula (na época vice-presidente de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Marketing" title="Marketing"&gt;marketing&lt;/a&gt; da &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Intel" title="Intel" class="mw-redirect"&gt;Intel&lt;/a&gt;), resolveu investir US$ 250 mil na Apple.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Alguns meses depois, já em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1977" title="1977"&gt;1977&lt;/a&gt;, foi lançado o primeiro microcomputador como conhecemos hoje, o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Apple_II" title="Apple II"&gt;Apple II&lt;/a&gt;. O equipamento já vinha montado, com teclado integrado e era capaz de gerar gráficos coloridos. Parte da linguagem de programação do Apple II havia sido feita pela Microsoft, uma variação do BASIC para o Apple II. As vendas chegaram a US$ 2,5 milhões no primeiro ano de comercialização e, com o seu rapido crescimento de vendas, a Apple tornou-se uma &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Empresa_p%C3%BAblica" title="Empresa pública"&gt;empresa pública&lt;/a&gt; (ou seja, com ações que podem ser adquiridas por qualquer um na bolsa de valores) e ela construiu a sua sede principal - Infinite Loop - em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cupertino" title="Cupertino"&gt;Cupertino&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Calif%C3%B3rnia" title="Califórnia"&gt;Califórnia&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Com o sucesso do Apple II, vieram o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Visicalc" title="Visicalc" class="mw-redirect"&gt;Visicalc&lt;/a&gt; (a primeira planilha eletrônica inventada), processadores de texto e programas de banco de dados. Os micros já podiam substituir os fluxos de caixa feitos com cadernos e calculadoras, máquinas de escrever e os arquivos de metal usados para guardar milhares de documentos. Os computadores domésticos deixaram então de ser apenas um &lt;i&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hobby" title="Hobby" class="mw-redirect"&gt;hobby&lt;/a&gt;&lt;/i&gt; de adolescentes para se tornarem ferramentas indispensáveis para muitas pessoas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Entretanto, até o começo dos &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/D%C3%A9cada_de_1980" title="Década de 1980"&gt;anos 80&lt;/a&gt;, muitos executivos ainda encaravam os computadores pessoais como brinquedos. Além das mudanças de hábitos necessárias para aproveitar a nova tecnologia, os mais conservadores tinham medo de comprar produtos de empresas dirigidas por um rapaz de 26 anos que há menos de 5 trabalhava na garagem dos pais.&lt;/p&gt;&lt;h3&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;Os computadores pessoais para empresas&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="thumb tright"&gt; &lt;div class="thumbinner" style="width: 182px;"&gt; &lt;div class="thumbcaption"&gt;  O &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/IBM_PC" title="IBM PC"&gt;IBM PC&lt;/a&gt; utilizava o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/PC-DOS" title="PC-DOS"&gt;PC-DOS&lt;/a&gt; e possuia a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/BIOS" title="BIOS"&gt;BIOS&lt;/a&gt; como única parte de produção exclusiva da IBM.&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:IBM_PC_5150.jpg" class="image" title="O IBM PC utilizava o PC-DOS e possuia a BIOS como única parte de produção exclusiva da IBM."&gt;&lt;img alt="" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/6/69/IBM_PC_5150.jpg/180px-IBM_PC_5150.jpg" class="thumbimage" width="180" border="0" height="130" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;p&gt;Em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1980" title="1980"&gt;1980&lt;/a&gt;, a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/IBM" title="IBM"&gt;IBM&lt;/a&gt; estava convencida de que precisava entrar no mercado da microinformática e o uso profissional dos micros só deslanchou quando ela entrou nesse mercado. A empresa dominava (e domina até hoje) o mercado de computadores de grande porte e, desde a primeira metade do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_XX" title="Século XX"&gt;século XX&lt;/a&gt;, máquinas de escrever com sua marca estavam presentes nos escritórios de todo mundo. Como não estava acostumada à agilidade do novo mercado, criado e dominado por jovens dinâmicos e entusiasmados, a gigantesca corporação decidiu que o PC não podia ser criado na mesma velocidade na qual ela estava acostumada a desenvolver novos produtos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Por isso, a empresa criou uma força tarefa especial para desenvolver o novo produto. Assim, um grupo de 12 engenheiros liderados por William C. Lowe foi instalado em um laboratório em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Boca_Raton" title="Boca Raton"&gt;Boca Raton&lt;/a&gt;, na &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fl%C3%B3rida" title="Flórida"&gt;Flórida&lt;/a&gt;, longe dos principais centros de desenvolvimento da corporação que, até hoje, ficam na &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Calif%C3%B3rnia" title="Califórnia"&gt;Califórnia&lt;/a&gt; e em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nova_Iorque" title="Nova Iorque"&gt;Nova Iorque&lt;/a&gt;. O resultado desse trabalho foi o &lt;i&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/IBM-PC" title="IBM-PC" class="mw-redirect"&gt;IBM-PC&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;, que tinha um preço de tabela de US$ 2.820, bem mais caro que os concorrentes, mas foi um sucesso imediato. Em 4 meses foram vendidas 35 mil unidades, 5 vezes mais do que o esperado. Como observou o jornalista Robert X Cringley: "ninguém nunca tinha sido despedido por comprar produtos &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/IBM" title="IBM"&gt;IBM&lt;/a&gt;". Os micros deixaram definitivamente de ser um brinquedo.&lt;/p&gt;&lt;h3&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;A Parceria IBM - Microsoft&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt; &lt;div class="thumb tright"&gt; &lt;div class="thumbinner" style="width: 182px;"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Bill_gates_portrait.jpg" class="image" title="Bill Gates é um dos homens mais ricos do mundo graças a parceria com a IBM."&gt;&lt;img alt="" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/d/d9/Bill_gates_portrait.jpg/180px-Bill_gates_portrait.jpg" class="thumbimage" width="180" border="0" height="171" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div class="thumbcaption"&gt;  &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bill_Gates" title="Bill Gates"&gt;Bill Gates&lt;/a&gt; é um dos homens mais ricos do mundo graças a parceria com a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/IBM" title="IBM"&gt;IBM&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;p&gt;Como todo computador, o IBM PC precisava de um &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_Operativo" title="Sistema Operativo" class="mw-redirect"&gt;Sistema Operacional&lt;/a&gt; para poder ser utilizado. Durante o processo de desenvolvimento do IBM PC, houve uma tentativa sem sucesso de contratar a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Digital_Research" title="Digital Research" class="mw-redirect"&gt;Digital Research&lt;/a&gt;, uma empresa experiente na criação de Sistemas Operacionais, para o desenvolvimento do Sistema Operacional da IBM.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Sem outra alternativa, a IBM recorreu a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Microsoft" title="Microsoft"&gt;Microsoft&lt;/a&gt; que ofereceu um Sistema Operacional para a IBM, mas na verdade eles não tinham nada pronto. Ao assinar o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Licen%C3%A7a_de_Software" title="Licença de Software"&gt;contrato de licenciamento&lt;/a&gt; do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/DOS" title="DOS"&gt;DOS&lt;/a&gt; (Disk Operating System - Sistema Operacional de Disco) para a IBM, Bill Gates e Paul Allen foram atrás da Seatlle Computer, uma pequena empresa que desenvolvia o Sistema Operacional QDOS e que o vendeu para a Microsoft por US$ 50.000 sem imaginar o fim que esse sistema teria.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A Microsoft então adaptou-o e criou o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/PC-DOS" title="PC-DOS"&gt;PC-DOS&lt;/a&gt;. O contrato com a IBM previa uma &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Royalty" title="Royalty"&gt;royalty&lt;/a&gt; (de 10 a 50 dólares por cada máquina vendida) e um pequeno pagamento inicial. Mas o sistema continuava sobre propriedade da Microsoft, assim como a possibilidade de distribuir versões modificadas (&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/MS-DOS" title="MS-DOS" class="mw-redirect"&gt;MS-DOS&lt;/a&gt;).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Esse contrato é, sem dúvida alguma, um dos mais importantes do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_XX" title="Século XX"&gt;século XX&lt;/a&gt; pois, através desse contrato, a Microsoft deixou de ser uma microempresa de software para se tornar a empresa mais poderosa no ramo da informática e tornar Bill Gates um dos homens mais ricos do mundo actualmente.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;A aposta da Apple para continuar no topo&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt; &lt;div class="thumb tright"&gt; &lt;div class="thumbinner" style="width: 182px;"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Macintosh_128k_transparency.png" class="image" title="A aposta Apple para se manter no topo do mercado: o Macintosh. Sua interface gráfica deixava a IBM décadas atrás."&gt;&lt;img alt="" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/e/e3/Macintosh_128k_transparency.png/180px-Macintosh_128k_transparency.png" class="thumbimage" width="180" border="0" height="211" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div class="thumbcaption"&gt;  A aposta &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Apple" title="Apple" class="mw-redirect"&gt;Apple&lt;/a&gt; para se manter no topo do mercado: o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Macintosh_128K" title="Macintosh 128K"&gt;Macintosh&lt;/a&gt;. Sua &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Interface_gr%C3%A1fica" title="Interface gráfica" class="mw-redirect"&gt;interface gráfica&lt;/a&gt; deixava a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/IBM" title="IBM"&gt;IBM&lt;/a&gt; décadas atrás.&lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;p&gt;Em dezembro de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1979" title="1979"&gt;1979&lt;/a&gt;, a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Apple_Computer" title="Apple Computer" class="mw-redirect"&gt;Apple Computer&lt;/a&gt; era a empresa de maior sucesso da microinformática. O carro chefe da empresa, o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Apple_II%2B" title="Apple II+" class="mw-redirect"&gt;Apple II+&lt;/a&gt; já estava presente em escolas e residências da elite americana. Entretanto, as máquinas ainda eram difíceis de usar. Para operar um microcomputador, era preciso conhecer a "linguagem" do sistema operacional e a sintaxe correta para aplicá-la. Todas as interações do usuário com a máquina eram feitas através da digitação de comandos. Uma letra errada e a operação não era realizada, exigindo a digitação do comando correto. Assim, antes de aproveitar os benefícios da informática, era indispensável aprender todos os comandos de controle do computador.O computador da Apple estava com quase 2 anos de existência e já começava a ficar velho. A empresa precisava criar algo novo para continuar competindo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Xerox" title="Xerox"&gt;Xerox&lt;/a&gt;, empresa que dominava o mercado de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fotocopiadora" title="Fotocopiadora"&gt;copiadoras&lt;/a&gt;, acreditava que o seu negócio poderia perder rentabilidade com a redução do fluxo de documentos em papel, por causa do uso de documentos em formato eletrônico. Foi criado então, em 1970, o Palo Alto Research Center (&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/PARC" title="PARC" class="mw-redirect"&gt;PARC&lt;/a&gt;) com o intuito de inventar o futuro.Nessa época o PARC desenvolvia muitas novidades como as &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/LAN" title="LAN"&gt;redes locais&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Impressora_a_laser" title="Impressora a laser"&gt;impressoras laser&lt;/a&gt;, mas a pesquisa mais importante era a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Interface_gr%C3%A1fica" title="Interface gráfica" class="mw-redirect"&gt;interface gráfica&lt;/a&gt; e o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mouse" title="Mouse" class="mw-redirect"&gt;mouse&lt;/a&gt;. Após grandes desastres na tentativa de comercializar computadores do PARC (o computador do PARC saia por US$ 17 mil enquanto o da &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/IBM" title="IBM"&gt;IBM&lt;/a&gt; custava apenas US$ 2,8 mil), a Xerox desistiu do projeto.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Steve_Jobs" title="Steve Jobs"&gt;Steve Jobs&lt;/a&gt; também desenvolvia nos laboratórios da &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Apple" title="Apple" class="mw-redirect"&gt;Apple&lt;/a&gt; a interface gráfica. Buscando saber detalhes de como ela ficaria depois de pronta, trocou opções de compra de ações da Apple por uma visita detalhada de três dias ao PARC. O primeiro produto lançado pela Apple usando os conceitos criados pela Xerox foi o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lisa" title="Lisa"&gt;Lisa&lt;/a&gt;. Apesar de moderno, não chegou a ser produzido em grande quantidade, pois o mercado não estava preparado para pagar quase US$ 10 mil apenas pela facilidade de uso.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Em 1979 &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jef_Raskin" title="Jef Raskin"&gt;Jef Raskin&lt;/a&gt;, um especialista em interfaces homem-máquina, imaginou um computador fácil de utilizar e barato para o grande público. Ele então lançou as bases do projeto Macintosh. O projeto inovador do Macintosh atraiu a atenção de Steve Jobs, que saiu do projeto Lisa com sua equipe para se concentrar no projeto Macintosh. Em janeiro de 1981, ele tomou a direção do projeto, forçando Jef Raskin a deixar o mesmo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Em 24 de janeiro de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1984" title="1984"&gt;1984&lt;/a&gt; surgiu o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Macintosh" title="Macintosh"&gt;Macintosh&lt;/a&gt;, o primeiro computador de sucesso com uma interface gráfica amigável, usando ícones, janelas e mouse. Sua acolhida foi extremamente entusiástica, grande parte disso devido as campanhas publicitárias em massa da Apple. O principal anúncio de seu lançamento foi durante o intervalo da Super Bowl XVIII (evento comparável com a importância da Copa do Mundo para o Brasil). Essa propaganda é conhecida como "1984", pois era baseada no livro "&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1984_%28livro%29" title="1984 (livro)"&gt;Nineteen Eighty-Four&lt;/a&gt;" (Mil Novecentos e Oitenta e Quatro) de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/George_Orwell" title="George Orwell"&gt;George Orwell&lt;/a&gt;, e retrata um mundo no qual todos eram submetidos ao regime totalitário do "Big Brother" (Grande Irmão). Uma heroína representada por Anya Major destroí um telão no qual o Big Brother falava ao público. O intuito do comercial era relacionar a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/IBM" title="IBM"&gt;IBM&lt;/a&gt; ao "Big Brother" e a heroína à &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Apple" title="Apple" class="mw-redirect"&gt;Apple&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;h3&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;Os "IBM-PC Compatíveis"&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="thumb tright"&gt; &lt;div class="thumbinner" style="width: 182px;"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:ROM_BIOS.jpg" class="image" title="A clonagem do BIOS quase tirou a IBM do mercado de PCs."&gt;&lt;img alt="" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/3/3d/ROM_BIOS.jpg/180px-ROM_BIOS.jpg" class="thumbimage" width="180" border="0" height="89" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div class="thumbcaption"&gt;  A clonagem do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/BIOS" title="BIOS"&gt;BIOS&lt;/a&gt; quase tirou a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/IBM" title="IBM"&gt;IBM&lt;/a&gt; do mercado de PCs.&lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;p&gt;O mesmo grupo que criou o IBM-PC também definiu que o componente básico do computador, a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/BIOS" title="BIOS"&gt;BIOS&lt;/a&gt;, seria de fabricação exclusiva da IBM. Esse chip tem a finalidade de fornecer aos PCs uma interface de entrada e saída de dados. Como todos os outros componentes do computador eram fabricados por outras empresas, a IBM tinha nesses chips a sua maior fonte de renda e a única coisa que vinculava qualquer PC à IBM.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Alguma empresas, dentre elas a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Compaq" title="Compaq"&gt;Compaq&lt;/a&gt;, aplicaram a técnica de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Engenharia_reversa" title="Engenharia reversa"&gt;engenharia reversa&lt;/a&gt; no BIOS, clonaram-na e construíram computadores similares ao da IBM. Em novembro de 1982, a Compaq anuncia o &lt;i&gt;Compaq Portable&lt;/i&gt;, primeiro PC que não usa a BIOS da IBM e mantém 100% de compatibilidade com o IBM PC.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Esses computadores são conhecidos como "&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/IBM_PC_compat%C3%ADvel" title="IBM PC compatível"&gt;IBM PC compatíveis&lt;/a&gt;" e são os PCs que são vendidos nas lojas até hoje, apenas bem mais evoluídos do que os primeiros PCs. Isso levou a IBM a se tornar uma simples empresa que fabricava computadores pessoais e concorria como qualquer outra nesse mercado. A IBM praticamente abandonou o mercado de PCs e se dedicou ao mercado de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Servidores" title="Servidores" class="mw-redirect"&gt;servidores&lt;/a&gt;, na qual é imbatível até hoje.&lt;/p&gt;&lt;h3&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;A disputa dos sistemas operacionais - Mac OS e Windows&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt; &lt;div class="thumb tright"&gt; &lt;div class="thumbinner" style="width: 182px;"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Microsoft_sign_closeup.jpg" class="image" title="Sede da Microsoft em Redmond. Sua larga expansão ocorreu graças a popularização do Windows."&gt;&lt;img alt="" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/2/27/Microsoft_sign_closeup.jpg/180px-Microsoft_sign_closeup.jpg" class="thumbimage" width="180" border="0" height="135" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div class="thumbcaption"&gt;  Sede da &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Microsoft" title="Microsoft"&gt;Microsoft&lt;/a&gt; em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Redmond" title="Redmond"&gt;Redmond&lt;/a&gt;. Sua larga expansão ocorreu graças a popularização do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Windows" title="Windows" class="mw-redirect"&gt;Windows&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div class="thumb tright"&gt; &lt;div class="thumbinner" style="width: 182px;"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:IBM_logo.svg" class="image" title="A IBM, após perder um enorme mercado com a clonagem do BIOS, via o PC-DOS ficar obsoleto."&gt;&lt;img alt="" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/5/51/IBM_logo.svg/180px-IBM_logo.svg.png" class="thumbimage" width="180" border="0" height="72" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div class="thumbcaption"&gt;  A &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/IBM" title="IBM"&gt;IBM&lt;/a&gt;, após perder um enorme mercado com a clonagem do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/BIOS" title="BIOS"&gt;BIOS&lt;/a&gt;, via o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/PC-DOS" title="PC-DOS"&gt;PC-DOS&lt;/a&gt; ficar obsoleto.&lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div class="thumb tright"&gt; &lt;div class="thumbinner" style="width: 182px;"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Steve_Jobs_Presentation_2.jpg" class="image" title="Steve Jobs apresentando o Mac OS X Tiger, a 4ª versão do sistema operacional Mac OS X, utilizando os processadores Intel, uma parceria firmada recentemente."&gt;&lt;img alt="" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/8/8d/Steve_Jobs_Presentation_2.jpg/180px-Steve_Jobs_Presentation_2.jpg" class="thumbimage" width="180" border="0" height="220" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div class="thumbcaption"&gt;  &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Steve_Jobs" title="Steve Jobs"&gt;Steve Jobs&lt;/a&gt; apresentando o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mac_OS_X" title="Mac OS X"&gt;Mac OS X&lt;/a&gt; Tiger, a 4ª versão do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_operacional" title="Sistema operacional" class="mw-redirect"&gt;sistema operacional&lt;/a&gt; &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mac_OS_X" title="Mac OS X"&gt;Mac OS X&lt;/a&gt;, utilizando os processadores &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Intel" title="Intel" class="mw-redirect"&gt;Intel&lt;/a&gt;, uma parceria firmada recentemente.&lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;p&gt;Após o lançamento do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Macintosh" title="Macintosh"&gt;Macintosh&lt;/a&gt; com a sua &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Interface_gr%C3%A1fica" title="Interface gráfica" class="mw-redirect"&gt;interface gráfica&lt;/a&gt;, a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/IBM" title="IBM"&gt;IBM&lt;/a&gt; e a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Microsoft" title="Microsoft"&gt;Microsoft&lt;/a&gt; perceberam que o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/DOS" title="DOS"&gt;DOS&lt;/a&gt; já havia se tornado obsoleto perante a interface gráfica do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mac_OS" title="Mac OS"&gt;Mac OS&lt;/a&gt; (na época chamado de System 1.0) e que iriam perder um grande mercado caso não desenvolvessem algo similar.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Não dispondo de tempo suficiente para criar um &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_operacional" title="Sistema operacional" class="mw-redirect"&gt;sistema operacional&lt;/a&gt; totalmente gráfico como o Mac OS, a Microsoft cria o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Windows" title="Windows" class="mw-redirect"&gt;Windows&lt;/a&gt; 1.0. Ele era uma interface gráfica bidimensional para o MS-DOS e foi lançado em 20 de Novembro de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1985" title="1985"&gt;1985&lt;/a&gt;. Era necessário o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/MS-DOS" title="MS-DOS" class="mw-redirect"&gt;MS-DOS&lt;/a&gt; 2.0, 256 KB RAM e um &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Disco_r%C3%ADgido" title="Disco rígido"&gt;disco rígido&lt;/a&gt; para executá-lo. Como era uma solução rápida, foi criado um sistema &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Multitarefa" title="Multitarefa"&gt;multitarefa&lt;/a&gt; "cooperativo", pois não era o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Processador" title="Processador"&gt;processador&lt;/a&gt; que controlava a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Multitarefa" title="Multitarefa"&gt;multitarefa&lt;/a&gt; mas sim os programas que se interrompiam automaticamente para a execução de outro.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Naquela altura, o MS-DOS só conseguia suportar 1 MB de aplicações. Nessa época, instalado em computadores &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/PC_XT" title="PC XT" class="mw-redirect"&gt;XTs&lt;/a&gt; que tinham apenas 512Kb de memória, ocupava praticamente toda a memória disponível. O Windows 1.0 não foi nenhum grande sucesso comparado com seus sucessores da década de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1990" title="1990"&gt;1990&lt;/a&gt;, devido à limitação do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hardware" title="Hardware"&gt;hardware&lt;/a&gt; da época. Inicialmente, ele foi lançado em quatro &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Disquete" title="Disquete"&gt;disquetes&lt;/a&gt; de 5.25 polegadas de 360 KB cada um. Continha o Reversi (jogo), um calendário, bloco de notas, calculadora, relógio, prompt de comando (uma janela direta para o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/DOS" title="DOS"&gt;DOS&lt;/a&gt;), Write, Control Painel, Paint e programas de comunicação. Permitia a utilização de mouse, janelas e ícones. Nesta versão ainda não havia sobreposição de janelas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O Windows usufruiu muito da expansão do mercados de PCs, pois como o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mac_OS" title="Mac OS"&gt;Mac OS&lt;/a&gt; só era executado em computadores da &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Apple" title="Apple" class="mw-redirect"&gt;Apple&lt;/a&gt;, o Windows era a única opção para os &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/IBM_PC_compat%C3%ADvel" title="IBM PC compatível"&gt;IBM PC Compatíveis&lt;/a&gt;. A Microsoft então lançou duas linhas de sistemas operacionais: uma derivada do Windows 1.0 e do DOS, outra de sistemas operacionais totalmente gráficos e orientados a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Servidores" title="Servidores" class="mw-redirect"&gt;servidores&lt;/a&gt;. O Windows XP, lançado em 2001, unificou as duas linhas e seu sucessor, o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Windows_Vista" title="Windows Vista"&gt;Windows Vista&lt;/a&gt;, modificou bruscamente a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Interface_gr%C3%A1fica" title="Interface gráfica" class="mw-redirect"&gt;interface gráfica&lt;/a&gt; do Windows. Atualmente a Microsoft trabalha no Windows Server 2008 (para servidores) e no &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Windows_7" title="Windows 7"&gt;Windows 7&lt;/a&gt;, sucessor do Windows Vista e previsto para 2010.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Existe uma discussão sobre o desenvolvimento do primeiro &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Windows" title="Windows" class="mw-redirect"&gt;Windows&lt;/a&gt;. Na época do lançamento do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Macintosh" title="Macintosh"&gt;Macintosh&lt;/a&gt;, a Microsoft tinha se oferecido para trabalhar desenvolvendo aplicativos para o Macintosh e, para tanto, receberam três protótipos Macintosh com o System 1.0 instalado. Alguns acreditam que a Microsoft, após ver no Lisa que a interface gráfica os havia colocado décadas atrás, copiou o System 1.0 e remodelou para os computadores da &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/IBM" title="IBM"&gt;IBM&lt;/a&gt;, rebatizando então de Microsoft Windows 1.0.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;No entanto &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Steve_Jobs" title="Steve Jobs"&gt;Steve Jobs&lt;/a&gt; foi demitido da Apple um ano após o lançamento do Macintosh. Ele fundou então a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Next" title="Next"&gt;Next&lt;/a&gt; e comprou a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pixar" title="Pixar"&gt;Pixar&lt;/a&gt; da Lucasfilms, depois revendida para a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Disney" title="Disney"&gt;Disney&lt;/a&gt; tornando Steve Jobs o maior acionista individual da empresa. Beirando a falência, a Apple compra a Next e traz Steve Jobs de volta em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1997" title="1997"&gt;1997&lt;/a&gt;. O sistema operacional da Next tornou-se então a base para o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mac_OS_X" title="Mac OS X"&gt;Mac OS X&lt;/a&gt;, décima e atual versão do Mac OS. Na época a Microsoft era acusada de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Monop%C3%B3lio" title="Monopólio"&gt;monopólio&lt;/a&gt; e se a Apple quebrasse e levasse consigo o Mac OS, seria muito difícil para a Microsoft justificar que realmente não era monopolista no mercado de sistemas operacionais. A Microsoft então investiu em ações da Apple sem direito a voto e se comprometeu a desenvolver o pacote &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Microsoft_Office" title="Microsoft Office"&gt;Microsoft Office&lt;/a&gt; e outros produtos para o Mac OS. O investimento da Microsoft salvou na verdade as duas empresas, uma da falência e outra de um possível processo de divisão como o ocorrido com a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/AT%26T" title="AT&amp;amp;T"&gt;AT&amp;amp;T&lt;/a&gt; anos antes.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Uma nova discussão recai sobre o novo sistema operacional da Microsoft, o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Windows_Vista" title="Windows Vista"&gt;Windows Vista&lt;/a&gt;, ter sido criado com base nas inovações do Mac OS X&lt;sup id="cite_ref-0" class="reference"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Computador_pessoal#cite_note-0" title=""&gt;[1]&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;. A própria Apple mostrou numa exposição as semelhanças entre os dois sistemas. Em outubro de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/2007" title="2007"&gt;2007&lt;/a&gt;, a Apple lança a 5ª versão do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mac_OS_X" title="Mac OS X"&gt;Mac OS X&lt;/a&gt;, o Mac OS X Leopard, com vários recursos presentes também no Windows Vista. A Microsoft rebate as acusações de cópia afirmando que a Apple teria criado o Leopard com base nas idéias que a Microsoft tinha divulgado anos antes sobre as inovações do Windows Vista.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Apple" title="Apple" class="mw-redirect"&gt;Apple&lt;/a&gt; insiste até os dias atuais em manter o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mac_OS" title="Mac OS"&gt;Mac OS&lt;/a&gt; exclusivo para os computadores da Apple. Horas antes do lançamento do Mac OS X Leopard, um grupo de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hacker" title="Hacker"&gt;hackers&lt;/a&gt; brasileiros chamado BrazilMAC publicou na Internet instruções detalhadas sobre como instalar o programa em IBM PC Compatíveis.&lt;sup id="cite_ref-1" class="reference"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Computador_pessoal#cite_note-1" title=""&gt;[2]&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt; Mesmo sendo um processo complexo, milhares de pessoas já baixaram os pacotes com instruções, atualizações e ferramentas de uso disponibilizados pelo grupo BrazilMAC. Segundo responsáveis pela segurança do Mac OS X Leopard, se a utilização do programa em outras máquinas se popularizar, a Apple desenvolverá travas e bloqueios para o Leopard.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7409923550884140720-8333463031971456696?l=sistemasdeinformacao4e.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/feeds/8333463031971456696/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/2009/06/computador-pessoal-parte-1.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7409923550884140720/posts/default/8333463031971456696'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7409923550884140720/posts/default/8333463031971456696'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/2009/06/computador-pessoal-parte-1.html' title='Computador pessoal (Parte 1)'/><author><name>Marcos Antonio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00790137305803302232</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7409923550884140720.post-4251814110944346669</id><published>2009-06-01T11:17:00.000-07:00</published><updated>2009-06-01T11:18:53.489-07:00</updated><title type='text'>Laptop</title><content type='html'>&lt;div class="thumb tright"&gt; &lt;div class="thumbinner" style="width: 252px;"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:IBM_Thinkpad_R51.jpg" class="image" title="IBM Thinkpad R51"&gt;&lt;img alt="" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/0/0e/IBM_Thinkpad_R51.jpg/250px-IBM_Thinkpad_R51.jpg" class="thumbimage" width="250" border="0" height="232" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div class="thumbcaption"&gt;  IBM Thinkpad R51&lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;p&gt;Um &lt;i&gt;&lt;b&gt;laptop&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; (no Brasil, e também é chamado de &lt;i&gt;&lt;b&gt;notebook&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;) ou &lt;b&gt;computador portátil&lt;/b&gt; (em Portugal, abreviado frequentemente de &lt;i&gt;portátil&lt;/i&gt;) é um &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Computador_port%C3%A1til" title="Computador portátil"&gt;computador portátil&lt;/a&gt;, leve, designado para poder ser transportado e utilizado em diferentes lugares com facilidade. Geralmente um laptop contém tela de LCD (cristal líquido), &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Teclado_%28computador%29" title="Teclado (computador)" class="mw-redirect"&gt;teclado&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mouse" title="Mouse" class="mw-redirect"&gt;mouse&lt;/a&gt; (geralmente um &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Touchpad" title="Touchpad"&gt;touchpad&lt;/a&gt;, área onde se desliza o dedo), unidade de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Disco_r%C3%ADgido" title="Disco rígido"&gt;disco rígido&lt;/a&gt;, portas para conectividade via rede local ou fax/modem, gravadores de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/CD" title="CD" class="mw-redirect"&gt;CD&lt;/a&gt;/&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/DVD" title="DVD"&gt;DVD&lt;/a&gt;, os mais modernos não possuem mais a entrada para discos flexíveis (&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Disquete" title="Disquete"&gt;disquetes&lt;/a&gt;), quando há a necessidade de utilizar um desses conecta-se um adaptador à uma das portas &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/USB" title="USB" class="mw-redirect"&gt;USB&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Segundo o dicionário Aurélio, existe uma pequena distinção entre Laptop e Notebook, sendo o notebook aproximadamente do mesmo tamanho de um caderno universitário e necessariamente menor que o laptop. Apesar disso, não existe uma convenção oficial sobre a nomenclatura e na linguagem popular o uso dos dois nomes se faz de forma aleatória, sendo os computadores portáteis pequenos ocasionalmente chamados de laptops e os computadores portáteis grandes ocasionalmente chamados de notebooks.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A expressão &lt;i&gt;laptop&lt;/i&gt; deriva da &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Aglutina%C3%A7%C3%A3o" title="Aglutinação"&gt;aglutinação&lt;/a&gt; dos termos em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_inglesa" title="Língua inglesa"&gt;inglês&lt;/a&gt; &lt;i&gt;lap&lt;/i&gt; (&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Colo" title="Colo"&gt;colo&lt;/a&gt;) e &lt;i&gt;top&lt;/i&gt; (em cima) significando computador portátil, em contrapartida aos &lt;i&gt;desktop&lt;/i&gt; (em cima da mesa).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Laptops podem ser divididos em duas categorias: os portáteis, voltados especialmente aos que necessitam de um computador como acessório de trabalho, mas que locomovem-se com frequência entre um lugar e outro, e os &lt;i&gt;desktops replacements&lt;/i&gt;, voltados a pessoas que querem computadores com alguma mobilidade, e com perfomance semelhante à de um computador de mesa.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Laptops portáteis são pequenos e leves, e são designadas de modo a fazerem com que suas baterias sejam capazes de abastecer o laptop por um longo período, quatro a cinco horas ou mais). Isto vem a custo de outras especificações do laptop, como &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/RAM" title="RAM"&gt;RAM&lt;/a&gt; (raramente superior a 1 GB), &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Placa_de_v%C3%ADdeo" title="Placa de vídeo"&gt;placa de vídeo&lt;/a&gt; (raramente superior a 128 MB, compartilhado), velocidade do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/CPU" title="CPU" class="mw-redirect"&gt;processador&lt;/a&gt; raramente superior a 1,8 GHz, e raramente mais do que 80 GB de espaço no &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Disco_r%C3%ADgido" title="Disco rígido"&gt;hard drive&lt;/a&gt;. As telas mais comuns são as de 14" (ou 14,1" em widescreen) e 15" (ou 15,4" em widescreen).&lt;/p&gt; &lt;div class="thumb tright"&gt; &lt;div class="thumbinner" style="width: 252px;"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Toshiba_T1100_In_Betrieb.jpg" class="image" title="Toshiba T1100"&gt;&lt;img alt="" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/5/54/Toshiba_T1100_In_Betrieb.jpg/250px-Toshiba_T1100_In_Betrieb.jpg" class="thumbimage" width="250" border="0" height="232" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div class="thumbcaption"&gt;  Toshiba T1100&lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div class="thumb tright"&gt; &lt;div class="thumbinner" style="width: 252px;"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Osborne1.jpg" class="image" title="Osborne 1"&gt;&lt;img alt="" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/8/8b/Osborne1.jpg/250px-Osborne1.jpg" class="thumbimage" width="250" border="0" height="186" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div class="thumbcaption"&gt;  Osborne 1&lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;p&gt;Atuais desktops replacements, por outro lado, são designados de modo a possuirem perfomance comparável a bons computadores de mesa (2 GB ou mais de RAM, placa de video 512 Mb dedicado, 160 GB de espaço ou mais e até 2,8 GHz(Core DUO, Core 2 DUO e até Quadre Core) de velocidade do processador. Tais laptops, voltados aos que querem perfomance (para uso de aplicativos pesados, tais como jogos, por exemplo) estão ficando mais leves, relativamente menores, e gastam mais lentamente suas baterias (que normalmente dura no maximo em laptops com baterias de 9 celulas 4 horas,no caso de aplicativos medios em peso). Desktop replacements comuns possuem entre 15 e 17 polegadas, embora alguns laptops possuam 19 ou mesmo 20 polegadas. Novos laptops tem tamanho de uma agenda e finos como uma capa de dvd, como um da Acer e Asus. eles são chamados de netbooks&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Atualmente, muitos laptops são dotados de adaptadores de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Internet_sem_fio" title="Internet sem fio"&gt;rede wireless&lt;/a&gt;, que possibilitam a conexão a redes de computadores sem fio. Essas redes podem ser instaladas em escritório, e já é muito comum encontrar também em residencias. Com os adaptadores wireless, os usuários de laptops podem acessar a internet em diversos estabelecimentos, tais como &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Restaurante" title="Restaurante"&gt;restaurantes&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Aeroporto" title="Aeroporto"&gt;aeroportos&lt;/a&gt;, sem a necessidade de conectar fios, desde que esses locais ofereçam o serviço. O acesso à rede sem fio também pode ser controlada, sendo que o internauta somente poderá se conectar à rede através do uso de senhas ou cartões. Esse tipo de tarifação tem sido muito utilizada pois fornece ao estabelecimento a possibilidade de, além de cobrar pelo serviço oferecido, ter controle de todos os usuários do serviço. Um dos grandes exemplos de sistemas de tarifação é o ACCESSCARD, onde o internauta compra cartões pré-pagos, com tempo definido, e se loga ao sistema através da inserção de um código impresso no cartão. Mas hoje as operadoras de celular cobram uma taxa fixa de navegação de dados 3G&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7409923550884140720-4251814110944346669?l=sistemasdeinformacao4e.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/feeds/4251814110944346669/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/2009/06/laptop.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7409923550884140720/posts/default/4251814110944346669'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7409923550884140720/posts/default/4251814110944346669'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/2009/06/laptop.html' title='Laptop'/><author><name>Marcos Antonio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00790137305803302232</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7409923550884140720.post-3801776064695154532</id><published>2009-06-01T11:15:00.000-07:00</published><updated>2009-06-01T11:16:05.674-07:00</updated><title type='text'>Supercomputador</title><content type='html'>&lt;p&gt;Supercomputador é um &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Computador" title="Computador"&gt;computador&lt;/a&gt; com altíssima velocidade de processamento e grande capacidade de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mem%C3%B3ria_%28computador%29" title="Memória (computador)"&gt;memória&lt;/a&gt;, empregado em pesquisas científicas e militares. Este termo é geralmente confundido com &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cluster" title="Cluster"&gt;cluster&lt;/a&gt; — um tipo de supercomputador criado a partir da cooperação de vários computadores convencionais.&lt;/p&gt; &lt;div class="thumb tright"&gt; &lt;div class="thumbinner" style="width: 182px;"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:EPFL_CRAY-T3D_3.jpg" class="image" title="Exemplo de um supercomputador."&gt;&lt;img alt="" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/5/5b/EPFL_CRAY-T3D_3.jpg/180px-EPFL_CRAY-T3D_3.jpg" class="thumbimage" width="180" border="0" height="240" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div class="thumbcaption"&gt;  Exemplo de um supercomputador.&lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;p&gt;Os primeiros supercomputadores foram criados na década de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1960" title="1960"&gt;1960&lt;/a&gt; por &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Seymour_Cray&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Seymour Cray (página não existe)"&gt;Seymour Cray&lt;/a&gt;. Seymour Cray fundou sua própria empresa, a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Cray_Research&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Cray Research (página não existe)"&gt;Cray Research&lt;/a&gt;, em 1970 e dominou o mercado da supercomputação durante 25 anos (1965-1990).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Na década de 70 a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Universidade_de_Illinois" title="Universidade de Illinois"&gt;Universidade de Illinois&lt;/a&gt; montou em conjunto com a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Burroughs_Corporation&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Burroughs Corporation (página não existe)"&gt;Burroughs Corporation&lt;/a&gt; o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=ILLIAC_IV&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="ILLIAC IV (página não existe)"&gt;ILLIAC IV&lt;/a&gt;, um supercomputador que ficou famoso pelas dimensões.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fic%C3%A7%C3%A3o_cient%C3%ADfica" title="Ficção científica"&gt;ficção científica&lt;/a&gt; abordou o tema num romance chamado "&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Colossus" title="Colossus"&gt;Colossus&lt;/a&gt;".&lt;/p&gt; Hoje os supercomputadores são fabricados por empresas como &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/NEC_Corporation" title="NEC Corporation"&gt;NEC&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sun_Microsystems" title="Sun Microsystems"&gt;SUN&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/International_Business_Machines" title="International Business Machines" class="mw-redirect"&gt;IBM&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hewlett-Packard" title="Hewlett-Packard"&gt;HP&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Apple" title="Apple" class="mw-redirect"&gt;Apple&lt;/a&gt; e etc. A lista atualizada dos 500 &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sistemas_computacionais" title="Sistemas computacionais" class="mw-redirect"&gt;sistemas computacionais&lt;/a&gt; mais poderosos conhecidos pode ser obtida em &lt;a href="http://www.top500.org/" class="external text" title="http://www.top500.org/" rel="nofollow"&gt;top500.org&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7409923550884140720-3801776064695154532?l=sistemasdeinformacao4e.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/feeds/3801776064695154532/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/2009/06/supercomputador.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7409923550884140720/posts/default/3801776064695154532'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7409923550884140720/posts/default/3801776064695154532'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/2009/06/supercomputador.html' title='Supercomputador'/><author><name>Marcos Antonio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00790137305803302232</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7409923550884140720.post-6001140934458551754</id><published>2009-06-01T11:09:00.000-07:00</published><updated>2009-06-01T11:13:02.223-07:00</updated><title type='text'>Mainframe</title><content type='html'>&lt;p&gt;Um &lt;b&gt;mainframe&lt;/b&gt; é um computador de grande porte, dedicado normalmente ao processamento de um volume grande de informações. Os mainframes são capazes de oferecer serviços de processamento a milhares de usuários através de milhares de terminais conectados diretamente ou através de uma rede. (&lt;i&gt;O termo mainframe se refere ao gabinete principal que alojava a unidade central de processamento nos primeiros computadores.&lt;/i&gt;).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Embora venham perdendo espaço para os &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Servidor" title="Servidor"&gt;servidores&lt;/a&gt; de arquitetura &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/PC" title="PC"&gt;PC&lt;/a&gt; e servidores &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Unix" title="Unix"&gt;Unix&lt;/a&gt;, de custo bem menor, ainda são muito usados em ambientes comerciais e grandes empresas (&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Banco" title="Banco"&gt;bancos&lt;/a&gt;, empresas de aviação, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Universidade" title="Universidade"&gt;universidades&lt;/a&gt;, etc.).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;São computadores que geralmente ocupam um grande espaço e necessitam de um ambiente especial para seu funcionamento, que inclui instalações de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Refrigera%C3%A7%C3%A3o" title="Refrigeração"&gt;refrigeração&lt;/a&gt; (alguns usam refrigeração a água). Os mainframes são capazes de realizar operações em grande velocidade e sobre um volume muito grande de dados.&lt;/p&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_YDW9ThLa4e0/SiQZ0sp-_nI/AAAAAAAAAEk/dKy3qakcvXU/s1600-h/Honeywell-Bull_DPS_7_Mainframe_BWW_March_1990.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 234px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_YDW9ThLa4e0/SiQZ0sp-_nI/AAAAAAAAAEk/dKy3qakcvXU/s320/Honeywell-Bull_DPS_7_Mainframe_BWW_March_1990.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5342423451099397746" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;História&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Os mainframes nasceram em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1946" title="1946"&gt;1946&lt;/a&gt; e foram sendo aperfeiçoados. Em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/7_de_abril" title="7 de abril"&gt;7 de abril&lt;/a&gt; de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1964" title="1964"&gt;1964&lt;/a&gt;, a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/IBM" title="IBM"&gt;IBM&lt;/a&gt; apresentou o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/System/360" title="System/360" class="mw-redirect"&gt;System/360&lt;/a&gt;, mainframe que, na época, foi o maior projeto de uma empresa. Desde então, outras empresas – como a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hewlett-Packard" title="Hewlett-Packard"&gt;HP&lt;/a&gt; e a Burroughs (atual &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Unisys" title="Unisys"&gt;Unisys&lt;/a&gt;) – lançaram seus modelos de mainframe. Existem mainframes em operação no mundo inteiro.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Contemporâneos aos /360 da IBM foram os Burrough &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=B-200&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="B-200 (página não existe)"&gt;B-200&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=B-300&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="B-300 (página não existe)"&gt;B-300&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=B-500&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="B-500 (página não existe)"&gt;B-500&lt;/a&gt; (de pequeno porte) e os &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=B-5500&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="B-5500 (página não existe)"&gt;B-5500&lt;/a&gt; (de grande porte).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Posteriormente a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/IBM" title="IBM"&gt;IBM&lt;/a&gt; lançou a série /370, e a Burroughs por sua vez lancou as máquinas de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Terceira_gera%C3%A7%C3%A3o&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Terceira geração (página não existe)"&gt;terceira geração&lt;/a&gt;: B-3500 e B-6500, sucedidas pela série 700: B-3700 e B-6700.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;No fim da década de 70, ao mesmo tempo que cresciam os sistemas destinados a grandes corporações, começaram a reduzir o tamanho de uma série das máquinas para chegar a clientes menores: a IBM lançou o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=/3&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="/3 (página não existe)"&gt;/3&lt;/a&gt; e a Burroughs a série &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=B-1700&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="B-1700 (página não existe)"&gt;B-1700&lt;/a&gt; e posteriormente o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=B-700&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="B-700 (página não existe)"&gt;B-700&lt;/a&gt;, máquinas de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Quarta_gera%C3%A7%C3%A3o" title="Quarta geração" class="mw-redirect"&gt;quarta geração&lt;/a&gt;, cujo &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Software_b%C3%A1sico&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Software básico (página não existe)"&gt;software básico&lt;/a&gt; era escrito em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=MIL&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="MIL (página não existe)"&gt;MIL&lt;/a&gt; (&lt;i&gt;Micro Implemented Language&lt;/i&gt;) e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/SDL" title="SDL"&gt;SDL&lt;/a&gt; (&lt;i&gt;Software Development Language&lt;/i&gt;). Foram as primeiras máquinas Burroughs microprogramáveis, o que lhes dava uma flexibilidade impar. Estas máquinas marcaram o início do uso de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Circuitos_integrados" title="Circuitos integrados" class="mw-redirect"&gt;circuitos integrados&lt;/a&gt; com tecnologia &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Transistor-Transistor_Logic" title="Transistor-Transistor Logic"&gt;TTL&lt;/a&gt; com integração em média escala (&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/MSI" title="MSI" class="mw-redirect"&gt;MSI&lt;/a&gt;).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Atualmente a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/IBM" title="IBM"&gt;IBM&lt;/a&gt; produz quatro versões de mainframes, denominados System Z series, que modernizados, suportam diversos sistemas operacionais: z/OS®, z/OS.e, z/VM®, z/VSE™, VSE/ESA™, TPF, z/TPF e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/GNU/Linux" title="GNU/Linux" class="mw-redirect"&gt;Linux&lt;/a&gt; on System z™.&lt;/p&gt; Hoje, segundo especialistas, há uma forte tendência de crescimento para este setor, inclusive com as novas versões do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cobol" title="Cobol" class="mw-redirect"&gt;Cobol&lt;/a&gt; (principal linguagem usada nos Mainframes) usando ambiente gráfico.&lt;br /&gt;&lt;h2&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;Mainframes versus supercomputadores&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;A distinção entre &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Supercomputador" title="Supercomputador"&gt;supercomputadores&lt;/a&gt; e &lt;i&gt;mainframes&lt;/i&gt; não é clara e direta, mas geralmente falando, os supercomputadores são utilizados na solução de problemas em que o tempo de cálculo é um limite, enquanto os &lt;i&gt;mainframes&lt;/i&gt; são utilizados em tarefas que exigem alta disponibilidade e envolvem alta taxa de transferência de dados (internos ou externos ao sistema). Como consequência:&lt;/p&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;os supercomputadores são mais complexos do ponto de vista do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Programador" title="Programador"&gt;programador&lt;/a&gt;, devido ao alto grau de paralelismo na execução das instruções e pelo fato de que, ao contrário dos &lt;i&gt;mainframes&lt;/i&gt;, não existe uma camada de abstração que esconde estas questões;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;os supercomputadores são otimizados para realização de tarefas complicadas utilizando principalmente a memória, enquanto os &lt;i&gt;mainframes&lt;/i&gt; são otimizados para realizar tarefas que acessam grandes quantidades de informação oriunda de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Banco_de_dados" title="Banco de dados"&gt;bases de dados&lt;/a&gt;;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;normalmente os supercomputadores são utilizados em aplicações científicas e militares, enquanto os &lt;i&gt;mainframes&lt;/i&gt; são voltados a aplicações civis, sejam governamentais ou empresariais. A análise de modelos de clima, análise estrutural de proteínas e processamento de filmes digitais são tarefas bastante apropriadas para os supercomputadores. O processamento de cartões de crédito, gerenciamento de contas bancárias, negociações mercantis e processamento de seguro social são tarefas normalmente realizadas por &lt;i&gt;mainframes&lt;/i&gt;. (Uma exceção: certas aplicaçãoes militares exigem um nível de segurança muito alto, que é uma forte característica dos &lt;i&gt;mainframes&lt;/i&gt;);&lt;/li&gt;&lt;li&gt;as tarefas executadas pelos supercomputadores toleram interrupções (por exemplo, cálculos de modelos de previsão de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Aquecimento_global" title="Aquecimento global"&gt;aquecimento global&lt;/a&gt; ou pesquisa acadêmica). Os &lt;i&gt;mainframes&lt;/i&gt; executam tarefas que exigem alta disponibilidade, podendo executar serviços continuamente por anos (por exemplo, sistemas de emissão de passagens aéreas ou processamento de cartões de crédito);&lt;/li&gt;&lt;li&gt;os supercomputadores são construídos para atender uma finalidade específica. Os &lt;i&gt;mainframes&lt;/i&gt; são construídos para realizar uma grande variedade de tarefas de execução diária;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;os &lt;i&gt;mainframes&lt;/i&gt; suportam totalmente o &lt;i&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Software" title="Software"&gt;software&lt;/a&gt;&lt;/i&gt; antigo (no caso da &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/IBM" title="IBM"&gt;IBM&lt;/a&gt;, inclusive aplicações escritas na década de 60) convivendo com novas versões. No caso dos supercomputadores, a tendência é ignorar a compatibilidade retroativa de &lt;i&gt;software&lt;/i&gt; no projeto de novos sistemas;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;os &lt;i&gt;mainframes&lt;/i&gt; possuem um grande número de processadores que auxiliam os processadores centrais. Eles são utilizados em funções de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Criptografia" title="Criptografia"&gt;criptografia&lt;/a&gt;, gerenciamento de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/I/O" title="I/O"&gt;I/O&lt;/a&gt;, monitoração do ambiente, manipulação de memória, e etc. Devido a esta característica o número de processadores dos &lt;i&gt;mainframes&lt;/i&gt; é muito maior do que se esperaria. Os projetos de supercomputadores não incluem este grande número de processadores de uso específico já que eles não adicionam poder de processamento de cálculo.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7409923550884140720-6001140934458551754?l=sistemasdeinformacao4e.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/feeds/6001140934458551754/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/2009/06/mainframe.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7409923550884140720/posts/default/6001140934458551754'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7409923550884140720/posts/default/6001140934458551754'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/2009/06/mainframe.html' title='Mainframe'/><author><name>Marcos Antonio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00790137305803302232</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_YDW9ThLa4e0/SiQZ0sp-_nI/AAAAAAAAAEk/dKy3qakcvXU/s72-c/Honeywell-Bull_DPS_7_Mainframe_BWW_March_1990.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7409923550884140720.post-821248306562907145</id><published>2009-06-01T11:02:00.000-07:00</published><updated>2009-06-01T11:08:57.283-07:00</updated><title type='text'>Servidor</title><content type='html'>Em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Inform%C3%A1tica" title="Informática"&gt;informática&lt;/a&gt;, um &lt;b&gt;servidor&lt;/b&gt; é um sistema de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Computador" title="Computador"&gt;computação&lt;/a&gt; que fornece serviços a uma &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rede_de_computadores" title="Rede de computadores"&gt;rede de computadores&lt;/a&gt;. Esses serviços podem ser de natureza diversa, por exemplo, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Arquivo_de_computador" title="Arquivo de computador"&gt;arquivos&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Correio_eletr%C3%B4nico" title="Correio eletrônico" class="mw-redirect"&gt;correio eletrônico&lt;/a&gt;. Os computadores que acessam os serviços de um servidor são chamados &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cliente" title="Cliente"&gt;clientes&lt;/a&gt;. As redes que utilizam servidores são do tipo &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cliente-servidor" title="Cliente-servidor"&gt;cliente-servidor&lt;/a&gt;, utilizadas em redes de médio e grande porte (com muitas máquinas) e em redes onde a questão da &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Seguran%C3%A7a" title="Segurança"&gt;segurança&lt;/a&gt; desempenha um papel de grande importância. O termo servidor é largamente aplicado a computadores completos, embora um servidor possa equivaler a um &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Software" title="Software"&gt;software&lt;/a&gt; ou a partes de um sistema computacional, ou até mesmo a uma máquina que não seja necessariamente um computador. &lt;p&gt;A história dos servidores tem, obviamente, a ver com as redes de computadores. Redes permitiam a comunicação entre diversos computadores, e, com o crescimento destas, surgiu a idéia de dedicar alguns computadores para prestar algum serviço à rede, enquanto outros se utilizariam destes serviços. Os servidores ficariam responsáveis pela primeira função.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Com o advento das redes, foi crescendo a necessidade das redes terem servidores e minicomputadores, o que acabou contribuindo para a diminuição do uso dos &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mainframe" title="Mainframe"&gt;mainframes&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O crescimento das empresas de redes e o crescimento do uso da &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Internet" title="Internet"&gt;Internet&lt;/a&gt; entre profissionais e usuários comuns foi o grande impulso para o desenvolvimento e aperfeiçoamento de tecnologias para servidores&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_YDW9ThLa4e0/SiQYCtYsy4I/AAAAAAAAAEM/m_LUVjiMg1E/s1600-h/788px-Server_Linux.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 243px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_YDW9ThLa4e0/SiQYCtYsy4I/AAAAAAAAAEM/m_LUVjiMg1E/s320/788px-Server_Linux.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5342421492790250370" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;h2&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;Tipos de servidores&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Existem diversos tipos de servidores. Os mais conhecidos são:&lt;/p&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Servidor_de_fax" title="Servidor de fax"&gt;Servidor de fax&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;: Servidor para transmissão e recepção automatizada de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fax" title="Fax"&gt;fax&lt;/a&gt; pela &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Internet" title="Internet"&gt;Internet&lt;/a&gt;, disponibilizando também a capacidade de enviar, receber e distribuir fax em todas as estações da &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/NET" title="NET"&gt;rede&lt;/a&gt;.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Servidor_de_arquivos" title="Servidor de arquivos"&gt;Servidor de arquivos&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;: Servidor que armazena arquivos de diversos usuários.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Servidor_web" title="Servidor web"&gt;Servidor web&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;: Servidor responsável pelo armazenamento de páginas de um determinado &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Site" title="Site"&gt;site&lt;/a&gt;, requisitados pelos clientes através de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Browser" title="Browser" class="mw-redirect"&gt;browsers&lt;/a&gt;.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Email" title="Email" class="mw-redirect"&gt;Servidor de e-mail&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;: Servidor responsável pelo armazenamento, envio e recebimento de mensagens de correio eletrônico.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Servidor_de_impress%C3%A3o" title="Servidor de impressão"&gt;Servidor de impressão&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;: Servidor responsável por controlar pedidos de impressão de arquivos dos diversos clientes.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Servidor de banco de dados&lt;/b&gt;: Servidor que possui e manipula informações contidas em um &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Banco_de_dados" title="Banco de dados"&gt;banco de dados&lt;/a&gt;, como, por exemplo, um cadastro de usuários.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Servidor &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/DNS" title="DNS" class="mw-redirect"&gt;DNS&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;: Servidores responsáveis pela conversão de endereços de sites em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Endere%C3%A7o_IP" title="Endereço IP"&gt;endereços IP&lt;/a&gt; e vice-versa.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Proxy" title="Proxy"&gt;Servidor proxy&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;: Servidor que atua como um &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cache" title="Cache"&gt;cache&lt;/a&gt;, armazenando páginas da &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Internet" title="Internet"&gt;internet&lt;/a&gt; recém-visitadas, aumentando a velocidade de carregamento destas páginas ao chamá-las novamente.&lt;sup id="cite_ref-0" class="reference"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Servidor#cite_note-0" title=""&gt;[1]&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Servidor de imagens&lt;/b&gt;: Tipo especial de servidor de banco de dados, especializado em armazenar &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem_digital" title="Imagem digital"&gt;imagens digitais&lt;/a&gt;.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Servidor_FTP" title="Servidor FTP"&gt;Servidor FTP&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;: Permite acesso de outros usuários a um &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Disco_r%C3%ADgido" title="Disco rígido"&gt;disco rígido&lt;/a&gt; ou Servidor. Esse tipo de servidor armazena arquivos para dar acesso a eles pela internet.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Servidor_webmail" title="Servidor webmail"&gt;Servidor webmail&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;: servidor para criar emails na web.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Servidor_de_virtualiza%C3%A7%C3%A3o&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Servidor de virtualização (página não existe)"&gt;Servidor de virtualização&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;: permite a criação de máquinas virtuais (servidores isolados no mesmo equipamento) mediante compartilhamento de hardware, significa que, aumentar a eficiência energética, sem prejudicar as aplicações e sem risco de conflitos de uma consolidação real.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;p&gt;Os clientes e os servidores comunicam através de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Protocolo" title="Protocolo"&gt;protocolos&lt;/a&gt;, assim como dois ou mais computadores de redes.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Um computador, de repente, pode atuar em mais de um tipo diferente de servidor. Por exemplo, pode existir em uma rede, um computador que atue como um &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Servidor_web" title="Servidor web"&gt;servidor web&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_de_gerenciamento_de_banco_de_dados" title="Sistema de gerenciamento de banco de dados"&gt;servidor de banco de dados&lt;/a&gt;, por exemplo; ou um computador pode atuar como &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Servidor_de_arquivos" title="Servidor de arquivos"&gt;servidor de arquivos&lt;/a&gt;, de correio eletrônico e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Proxy" title="Proxy"&gt;proxy&lt;/a&gt; ao mesmo tempo. Computadores que atuem como um único tipo de servidor é chamado de servidor dedicado. Os servidores dedicados possuem a vantagem de atender a uma requisição de um cliente mais rapidamente.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_YDW9ThLa4e0/SiQYiVqiWUI/AAAAAAAAAEU/Smq25mMz53Q/s1600-h/Wikimedia-servers-Sept04.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 240px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_YDW9ThLa4e0/SiQYiVqiWUI/AAAAAAAAAEU/Smq25mMz53Q/s320/Wikimedia-servers-Sept04.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5342422036178426178" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com exceção do servidor de banco de dados (um tipo de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Servidor_de_aplica%C3%A7%C3%A3o" title="Servidor de aplicação"&gt;servidor de aplicação&lt;/a&gt;), os demais servidores apenas armazenam informações, ficando por conta do cliente o processamento das informações. No servidor de aplicações, os papéis se invertem, com o cliente recebendo o resultado do processamento de dados da máquina servidora.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Em uma rede heterogênea (com diversos &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hardware" title="Hardware"&gt;hardwares&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Software" title="Software"&gt;softwares&lt;/a&gt;) um cliente também pode ser um servidor e assim um servidor pode ser "cliente do cliente" tal como "servidor do servidor". Por exemplo, uma rede tem um &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Servidor_de_impress%C3%A3o" title="Servidor de impressão"&gt;servidor de impressão&lt;/a&gt; e um de arquivos, supondo que você está no &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Servidor_de_arquivos" title="Servidor de arquivos"&gt;servidor de arquivos&lt;/a&gt; e necessita imprimir uma folha de um documento que você está escrevendo, quando você mandar imprimir a folha o serviço do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Servidor_de_impress%C3%A3o" title="Servidor de impressão"&gt;servidor de impressão&lt;/a&gt; será utilizado, e assim a máquina que você está usando, que é o servidor de arquivos, está sendo cliente do servidor de impressão, pois está utilizando de seu serviço.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_YDW9ThLa4e0/SiQY1ckZ67I/AAAAAAAAAEc/dnv5slxYHvI/s1600-h/800px-Paris_servers_DSC00190.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_YDW9ThLa4e0/SiQY1ckZ67I/AAAAAAAAAEc/dnv5slxYHvI/s320/800px-Paris_servers_DSC00190.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5342422364449270706" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;h2&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;Hardware e software de servidores&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;Hardware&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt; &lt;p&gt;Servidores dedicados, que possuem uma alta requisição de dados por partes dos clientes e que atuam em aplicações críticas utilizam &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hardware" title="Hardware"&gt;hardware&lt;/a&gt; específico para servidores. Já servidores que não possuam essas atuações podem utilizar hardware de um computador comum, não necessitando ser um &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Supercomputador" title="Supercomputador"&gt;supercomputador&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Para começar, muitos servidores baseiam-se em entradas e saídas de informações (principalmente gravações e deleções de arquivos), o que implica interfaces de entrada e saída e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Disco_r%C3%ADgido" title="Disco rígido"&gt;discos rígidos&lt;/a&gt; de alto desempenho e confiabilidade. O tipo de disco rígido mais utilizado possui o padrão &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/SCSI" title="SCSI"&gt;SCSI&lt;/a&gt;, que permite a interligação de vários periféricos, dispostos em arranjos &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/RAID" title="RAID"&gt;RAID&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Devido a operar com muitas entradas e saídas de informações, os servidores necessitam de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Processador" title="Processador"&gt;processadores&lt;/a&gt; de alta velocidade, algumas vezes alguns servidores são multi-processados, ou seja, possuem mais de um processador.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Por ter de operar por muito tempo (as vezes de maneira ininterrupta), alguns servidores são ligados a geradores elétricos. Outros utilizam sistemas de alimentação (por exemplo, o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/UPS_%28electr%C3%B3nica%29" title="UPS (electrónica)" class="mw-redirect"&gt;UPS&lt;/a&gt;) que continuam a alimentar o servidor caso haja alguma queda de tensão.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;E, por operar durante longos intervalos de tempo, e devido à existência de um ou mais processadores de alta velocidade, os servidores precisam de um eficiente sistema de dissipação de calor, o que implica coolers mais caros, mais barulhentos, porém de maior eficiência e confiabilidade.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Existem outros hardwares específicos para servidor, especialmente placas, do tipo &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hot_swapping" title="Hot swapping"&gt;hot swapping&lt;/a&gt;, que permite a troca destes enquanto o computador está ligado, o que é primordial para que a rede continue a operar.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Discute-se muito sobre a utilização ou não de um micro comum, o popular Personal Computer (PC), como servidor e a necessidade de ou não de se adquirir um equipamento mais robusto para atuar como servidor. A resposta a essa questão depende da utilização do equipamento e da "criticidade" do serviço que o servidor está executando. Em uma estrutura não crítica, um computador comum pode ser usado como servidor. Note que o tamanho da rede não importa; por exemplo: uma empresa com 3 instrutores &lt;i&gt;on-line&lt;/i&gt; na Internet tem 3 computadores e um deles é o servidor de acesso à Internet. Se este servidor falha o negócio da empresa está parado.&lt;sup&gt;&lt;span style="color: gray;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: gray;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Prevendo esse tipo de necessidade, os fabricantes de componentes de computadores desenvolvem placas mais robustas, aplicam uma engenharia mais elaborada de ventilação, redundância de itens e capacidade de expansão ampliada, para que o servidor possa garantir a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Disponibilidade" title="Disponibilidade" class="mw-redirect"&gt;disponibilidade&lt;/a&gt; do serviço e a confiabilidade no mesmo.&lt;sup&gt;&lt;span style="color: gray;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Normalmente a preocupação em desenvolver servidores fica centrada em grandes fabricantes do mercado, que possuem equipes preparadas e laboratórios com esse fim.&lt;/p&gt;&lt;h3&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;Software&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Para que funcione uma rede cliente servidor, é necessário que no servidor esteja instalado um &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_operacional" title="Sistema operacional" class="mw-redirect"&gt;sistema operacional&lt;/a&gt; que reconheça esse tipo de rede. Os sistemas operacionais para redes cliente-servidor são:&lt;/p&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Windows_NT" title="Windows NT"&gt;Windows NT&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Windows_2000" title="Windows 2000"&gt;Windows 2000&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Windows_2003" title="Windows 2003" class="mw-redirect"&gt;Windows 2003&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Windows_XP" title="Windows XP"&gt;Windows XP&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Windows_Vista" title="Windows Vista"&gt;Windows Vista&lt;/a&gt;.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Unix" title="Unix"&gt;Unix&lt;/a&gt;.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Linux" title="Linux"&gt;Linux&lt;/a&gt;.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Solaris" title="Solaris"&gt;Solaris&lt;/a&gt;.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/FreeBSD" title="FreeBSD"&gt;FreeBSD&lt;/a&gt;.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mac_OS_X" title="Mac OS X"&gt;Mac OS X&lt;/a&gt;.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Novell_Netware" title="Novell Netware"&gt;Novell Netware&lt;/a&gt;.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;p&gt;Os sistemas operacionais &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Windows_95" title="Windows 95"&gt;Windows 95&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Windows_98" title="Windows 98"&gt;Windows 98&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Windows_ME" title="Windows ME"&gt;Windows ME&lt;/a&gt; reconhecem somente redes do tipo ponto-a-ponto; e o sistema operacional &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/DOS" title="DOS"&gt;DOS&lt;/a&gt; não tem suporte a qualquer tipo de rede.&lt;/p&gt; Em servidores, o sistema Unix e sistemas baseados neste (como Linux e Solaris) são os sistemas mais utilizados, ao passo que o sistema Windows, são bem menos utilizados.&lt;br /&gt;&lt;h2&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;Servidores na Internet&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;A &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Internet" title="Internet"&gt;Internet&lt;/a&gt;, maior rede de computadores do mundo, utiliza o modelo cliente-servidor. Muitos servidores em todo o mundo são interligados e processam informações simultaneamente.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Alguns serviços oferecidos por servidores de &lt;i&gt;internet&lt;/i&gt; são: páginas web, correio eletrônico, transferência de arquivos, acesso remoto, mensagens instantâneas e outros. É interessante notar que qualquer ação efetuada por um usuário envolve o trabalho de diversos servidores espalhados pelo mundo.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7409923550884140720-821248306562907145?l=sistemasdeinformacao4e.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/feeds/821248306562907145/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/2009/06/servidor.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7409923550884140720/posts/default/821248306562907145'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7409923550884140720/posts/default/821248306562907145'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/2009/06/servidor.html' title='Servidor'/><author><name>Marcos Antonio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00790137305803302232</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_YDW9ThLa4e0/SiQYCtYsy4I/AAAAAAAAAEM/m_LUVjiMg1E/s72-c/788px-Server_Linux.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7409923550884140720.post-2072211144449440054</id><published>2009-06-01T10:55:00.000-07:00</published><updated>2009-06-01T11:01:28.207-07:00</updated><title type='text'>Wi-Fi</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;b&gt;Wi-Fi&lt;/b&gt; foi uma marca licenciada originalmente pela &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Wi-Fi_Alliance&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Wi-Fi Alliance (página não existe)"&gt;Wi-Fi Alliance&lt;/a&gt; para descrever a tecnologia de redes sem fios embarcadas (&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/WLAN" title="WLAN"&gt;WLAN&lt;/a&gt;) baseadas no padrão &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/IEEE_802.11" title="IEEE 802.11"&gt;IEEE 802.11&lt;/a&gt;. O termo Wi-Fi foi escolhido como uma brincadeira com o termo &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/High_fidelity" title="High fidelity" class="mw-redirect"&gt;"Hi-Fi"&lt;/a&gt; e pensa-se geralmente que é uma abreviatura para &lt;b&gt;wi&lt;/b&gt;reless &lt;b&gt;fi&lt;/b&gt;delity, no entanto a Wi-Fi Alliance não reconhece isso. Comumente o termo Wi-Fi é entendido como uma tecnologia de interconexão entre dispositivos sem fios, usando o protocolo &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/IEEE" title="IEEE" class="mw-redirect"&gt;IEEE&lt;/a&gt; 802.11.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O padrão Wi-Fi opera em faixas de freqüências que não necessitam de licença para instalação e/ou operação. Este fato as tornam atrativas. No entanto, para uso comercial no &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil" title="Brasil"&gt;Brasil&lt;/a&gt; é necessária licença da &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ag%C3%AAncia_Nacional_de_Telecomunica%C3%A7%C3%B5es" title="Agência Nacional de Telecomunicações"&gt;Agência Nacional de Telecomunicações&lt;/a&gt; (Anatel).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Para se ter acesso à &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Internet" title="Internet"&gt;internet&lt;/a&gt; através de rede Wi-Fi deve-se estar no raio de ação ou área de abrangência de um ponto de acesso (normalmente conhecido por &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hotspot" title="Hotspot"&gt;hotspot&lt;/a&gt;) ou local público onde opere rede sem fios e usar dispositivo móvel, como &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Computador" title="Computador"&gt;computador&lt;/a&gt; portátil, Tablet &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Computador_pessoal" title="Computador pessoal"&gt;PC&lt;/a&gt; ou &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/PDA" title="PDA"&gt;Assistente Pessoal Digital&lt;/a&gt; com capacidade de comunicação sem fio, deixando o usuário do Wi-Fi bem à vontade em usá-lo em lugares de "não acesso" à &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Internet" title="Internet"&gt;internet&lt;/a&gt;, como: &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Aeroporto" title="Aeroporto"&gt;Aeroportos&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Hoje, muitas operadoras de telefonia estão investindo pesado no &lt;b&gt;Wi-Fi&lt;/b&gt;, para ganhos empresariais.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hotspot" title="Hotspot"&gt;Hotspot Wi-Fi&lt;/a&gt; existe para estabelecer ponto de acesso para conexão à internet. O ponto de acesso transmite o sinal sem fios numa pequena distância – cerca de 100 metros. Quando um periférico que permite "Wi-Fi", como um Pocket PC, encontra um hotspot, o periférico pode na mesma hora conectar-se à rede sem fio. Muitos hotspots estão localizados em lugares que são acessíveis ao público, como aeroportos, cafés, hotéis e livrarias. Muitas casas e escritórios também têm redes "Wi-Fi". Enquanto alguns hotspots são gratuitos, a maioria das redes públicas é suportada por Provedores de Serviços de Internet (Internet Service Provider - &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/ISP" title="ISP" class="mw-redirect"&gt;ISPs&lt;/a&gt;) que cobram uma taxa dos usuários para se conectarem.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Atualmente praticamente todos os computadores portáteis vêm de fábrica com dispositivos para rede sem fio no padrão Wi-Fi (802.11&lt;b&gt;b&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;a&lt;/b&gt; ou &lt;b&gt;g&lt;/b&gt;). O que antes era acessório está se tornando item obrigatório, principalmente devido ao fato da redução do custo de fabricação.&lt;/p&gt;&lt;h2&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;Independent Basic Service Sets (IBSS)&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;IBSS consiste em um grupo de estações comunicando-se diretamente uma com as outras. Este tipo de topologia também se refere a topologia ad-hoc por ser uma conexão &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Peer-to-peer" title="Peer-to-peer" class="mw-redirect"&gt;peer-to-peer&lt;/a&gt; (ponto-a-ponto).&lt;br /&gt;&lt;h2&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;Basic Service Sets (BSS)&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;BSS é um grupo de estações comunicando-se entre sí através de um ponto comum de conexão, o Access Point-AP (Ponto de Acesso-PA). Nenhuma estação conversa entre sí sem antes passar pelo PA.&lt;br /&gt;&lt;h2&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;Extended Service Sets (ESS)&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;Múltiplas infra-estruturas de BSS podem ser conectadas através de suas interfaces de uplink e por sua vez está conectado no Distribution System - DS (Centro de Distribuição - CD). Quando temos várias BSS interconectadas via DS, chamamos de ESS.&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_YDW9ThLa4e0/SiQXSUNmHHI/AAAAAAAAAEE/2qyXWUHdoIs/s1600-h/671px-D-Link_WLAN_PCI.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 286px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_YDW9ThLa4e0/SiQXSUNmHHI/AAAAAAAAAEE/2qyXWUHdoIs/s320/671px-D-Link_WLAN_PCI.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5342420661399067762" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;h2&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;Principais padrões&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Os principais padrões na família &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/IEEE" title="IEEE" class="mw-redirect"&gt;IEEE&lt;/a&gt; 802.11 são:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;IEEE 802.11a&lt;/b&gt;: Padrão Wi-Fi para freqüência 5 GHz com capacidade teórica de 54 Mbps.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;IEEE 802.11b&lt;/b&gt;: Padrão Wi-Fi para freqüência 2,4 GHz com capacidade teórica de 11 Mbps. Este padrão utiliza DSSS (Direct Sequency Spread Spectrum – Seqüência Direta de Espalhamento de Espectro) para diminuição de interferência.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;IEEE 802.11g&lt;/b&gt;: Padrão Wi-Fi para freqüência 2,4 GHz com capacidade teórica de 54 Mbps.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Wi-Fi Protected Access (&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/WPA" title="WPA"&gt;WPA&lt;/a&gt; e WPA2): padrão de segurança instituído para substituir padrão &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/WEP" title="WEP"&gt;WEP&lt;/a&gt; (Wired Equivalent Privacy) que possui falhas graves de segurança, possibilitando que um hacker pudesse quebrar a chave de criptografia após monitorar poucos minutos de comunicação.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A família 802.11 inclui técnicas de modulação no ar que usam o mesmo protocolo básico. Os mais populares são os definidos pelos protocolos 802.11b e 802.11g e são emendas ao padrão original. O 802.11-1997 foi o primeiro padrão de rede sem fio, mas o 802.11b foi o primeiro largamente aceitado, seguido do 802.11g e 802.11n. A segurança foi, no início, propositalmente fraca devido a requisitos de exportação de alguns governos, e mais tarde foi melhorada através da emenda 802.11i após mudanças governamentais e legislativas. O 802.11n é uma nova tecnologia multi-streaming de modulação que está ainda em desenvolvimento, mas produtos baseados em versões proprietárias do pré-rascunho já são vendidas. Outros padrões na família (c-f, h, j) são emendas de serviço e estensões ou correções às especificações anteriores.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;802.11b e 802.11g usam a banda 2.4GHz ISM, operando nos estados unidos sobre a Part 15 do US Federal Communications Commission Rules and Regulations. Por causa desta escolha de frequência de banda, equipamentos 802.11b e g podem, ocasionalmente, sofrer interferências de fornos microondas e telefones sem fio. Dispositivos Bluetooth, enquanto operando na mesma banda, em teoria não interferem no 802.11b/g por que usam um método chamado frequency hopping spread spectrum signaling (FHSS) enquanto o 802.11b/g usa um método chamado direct sequence spread spectrum signaling (DSSS). O 802.11a usa a banda 5GHz U-NII, que oferece 8 canais não sobrepostos ao invés dos 3 oferecidos na frequência de banda 2.4GHz ISM.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O seguimento do espectro da frequência de rádio utilizado varia entre os países. Nos EUA, dispositivos 802.11a e 802.11g podem operar sem licença, como explicado na Parte 15 do FCC Rules and Regulations. Frequências usadas por canais um a seis (802.11b) caem na banda de rádio amador de 2.4GHz. Operadores licenciados de rádio amador podem operar dispositivos 802.11b/g sob a Parte 97 do FCC Rules and Regulatins, permitindo uma saída maior de energia mas não conteúdo comercioal ou encriptação.&lt;/p&gt;&lt;h2&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;Dispositivos padrão&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Um ponto de acesso sem fio conecta um grupo de dispositivos sem fio a uma LAN com fio. Um ponto de acesso é semelhante a um HUB de rede, retransmitindo dados entre dipositivos sem fio conectados e (normalmente) a um único dispositivo com fios conectado, frequentemente um HUB ethernet ou SWITCH, permitindo aos dispositivos sem fio comunicarem-se com outros dispositivos com fio.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Adaptadores sem fio permitem conectar dispositivos à rede sem fio. Estes adaptadores conectam dispositivos através de várias interconexões externas ou internas como PCI, miniPCI, USB , ExpressCard, Cardbus e PC card. Os laptops mais novos são equipados com adaptadores internos. Placas internas são geralmente mais difíceis de instalar.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Roteadores sem fio integram uma WAP, SWITCH ethernet, e um firmware interno com aplicação de roteamento que provê Roteamento IP, NAT e encaminhamento de DNS através de uma interface WAN integrada. Um roteador sem fio permite que dispositivos ethernet de LAN cabeadas e sem fio conectem-se a (normalmente) um único dispositivo WAN, como um cable modem ou DSL modem. Um roteador wireless permite que todos os três dispositivos (principalmente pontos de acesso e roteadores) sejam configurados através de um utilitário central. Este utilitário é geralmente um servidor web integrado que serve páginas para clientes da rede cabeada e sem fio da LAN e opcionalmente para clientes da WAN. Este utilitário pode também ser uma aplicação que roda em um computador como o Apple's Airport.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Uma ponte de rede sem fio conecta uma rede cabeada a uma rede sem fio. Isto é diferente de um ponto de acesso de modo que um ponto de acesso conecta dispositivos sem fio a uma rede cabeada na camada data-link. Duas pontes sem fio podem ser usadas para conectar duas redes cabeadas sobre um link sem fio, útil em situações onde uma rede cabeada pode não estar disponível, como entre duas casas separadas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Extensores de alcance ou repetidores podem estender o alcance de uma rede sem fio existente. Extensores de alcance podem ser posicionados estrategicamente para cobrir um área ou permitir que a área do sinal atravesse barreiras como aquelas criadas em corredores em forma de L. Dispositivos sem fio conectados através de repetidores irão sofrer uma latência maior para cada salto. Ainda, um dispositivo sem fio conectado a qualquer um dos repetidores em uma corrente terão uma performance limitada pelo link mais fracos entre dois nós na corrente da qual a conexão é originada até onde a conexão termina.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7409923550884140720-2072211144449440054?l=sistemasdeinformacao4e.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/feeds/2072211144449440054/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/2009/06/wi-fi.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7409923550884140720/posts/default/2072211144449440054'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7409923550884140720/posts/default/2072211144449440054'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sistemasdeinformacao4e.blogspot.com/2009/06/wi-fi.html' title='Wi-Fi'/><author><name>Marcos Antonio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00790137305803302232</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_YDW9ThLa4e0/SiQXSUNmHHI/AAAAAAAAAEE/2qyXWUHdoIs/s72-c/671px-D-Link_WLAN_PCI.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7409923550884140720.post-2711447821022568936</id><published>2009-05-25T10:18:00.000-07:00</published><updated>2009-05-25T10:31:54.867-07:00</updated><title type='text'>Tutorial básico de Access 2007 (Parte 2)</title><content type='html'>Criando relatórios       &lt;p&gt;Quando seu banco de dados no  &lt;a href="http://www.infowester.com/tutaccess2007_2.php#" onclick="hwClick10313345813666(1601494919);return false;" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline;" onmouseover="hw10313345813666(event, this, '1601494919'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " oncontextmenu="return false;"&gt;Access&lt;/a&gt; já estiver em uso, certamente          você vai querer obter dados específicos sobre ele. As opções          de relatórios podem te ajudar e muito nisso. Para auxiliá-lo          a compreender esse recurso, vamos supor que estamos interessados em obter          um relatório que mostre a relação de livros adquiridos          em cada ano.&lt;/p&gt;       &lt;p&gt;Vá ao menu &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Criar&lt;/span&gt; e selecione a opção          &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Assistente de Relatório&lt;/span&gt;. Na janela          que surgir, escolha os campos que você deseja que apareçam          no relatório. Aqui usaremos os campos &lt;i&gt;Nome do livro&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Autor&lt;/i&gt;,          &lt;i&gt;Editora&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;ISBN&lt;/i&gt; e, claro, &lt;i&gt;Data de aquisição&lt;/i&gt;.          Feita as escolhas, clique em &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Avançar&lt;/span&gt;.          Na janela seguinte, você pode definir os níveis de agrupamento.          Escolha o campo &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Data de aquisição&lt;/span&gt;          e clique no botão &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Opções de          agrupamento&lt;/span&gt;. Na caixa que aparecer, escolha a opção          &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Ano &lt;/span&gt;em&lt;span style="color:#0000ff;"&gt; Intervalo&lt;/span&gt;          &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;de agrupamento&lt;/span&gt; e clique em &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Ok&lt;/span&gt;          e, em seguida, em &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Avançar&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_YDW9ThLa4e0/ShrTg4Z801I/AAAAAAAAADc/WNt17IhGCis/s1600-h/ac_07_10.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 210px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_YDW9ThLa4e0/ShrTg4Z801I/AAAAAAAAADc/WNt17IhGCis/s320/ac_07_10.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5339812870051648338" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na janela seguinte, você deve informar qual o seu critério          de classificação (você pode escolher mais de um).          Como vamos relacionar os livros adquiridos por ano de aquisição,          escolha o campo &lt;i&gt;Data de aquisição&lt;/i&gt;. Clique no botão          &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Crescente&lt;/span&gt; para transformá-lo em &lt;span style="color:#0000ff;"&gt;Decrescente&lt;/span&gt;          e vice-versa. Para este exemplo, vamos fazer com que 
